História Entre o Sol e a Lua - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Apolo, Bem, Friendzone, Heróis, Indecisão, Lua, Luna, Mal, Romance, Sol, Super, Vilão
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Palavras 640
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Sei que vocês devem estar sentindo falta de notícias, mas a culpa não é minha. Muitos de vocês estão enchendo os comentários com coisas horríveis, me acusando de não fazer meu trabalho, mas não há notícias na cidade. Mesmo assim eu peço desculpas e…

De repente meu computador parou de funcionar. Droga! Devia ter gravado! Porque inventei de falar ao vivo?

-Catherine! O que você fez com a TV! Não tem graça!

-Eu não fiz nada, juro!

Alguma coisa estava errada, muito errada. Todos os computadores, televisão e até os rádios pararam de funcionar. Mas de repente, abriu uma tela azul marinho, com uma lua no centro.

-Luna…

-Quem?

-É o Mr.L, ele hackeou toda a cidade.

Então ele apareceu na tela:

Olá senhoras e senhores, quero informa-los que o descanso acabou. A cidade agora está sob meu comando, com a minha tecnologia, eu isolei a ilha do resto do mundo, vocês só conseguem se comunicar entre si, e todo o sistema de televisão está sob minhas ordens. Sim, isso é uma ditadura. Se quiserem me encontrar vai ser difícil. Isso não é uma brincadeira. Até a próxima.

Que sínico! Ele falava toda aquela desgraça com o maior sorriso na cara. Como ele podia ter feito isso? Eu saí correndo de casa. Era verdade, alguma espécie de barreira nos separava do resto do mundo. Liguei pro David e ele não me atendeu, já estava desesperada quando eu o vi correndo até mim com o uniforme de polícia.

-Catty!

-David, você precisa encontrá-lo!

-Catty, me perdoe, mas não posso.

-O que?

-Não posso ser Apolo. Ele é forte demais, não estou preparado. E a polícia precisa de mim, serei mais útil como um civil.

-Não acredito que você vai se acovardar!

-Desculpe, eu não posso.

-Esquece. - me virei pra sair.

-Catty, espera! E-eu...

Eu voltei pra casa sem olhar pra trás. Subi as escadas e fui pro meu quarto. Por mais que achássemos que ele era um herói era apenas um homem comum que foi presenteado com poderes. E um covarde. Estava prestes a chorar quando vi um bilhete na minha cômoda. Era diferente dos que já tinha recebido, não era do Apolo. Era uma papel-cartão escrito com uma caligrafia peculiar. “Me encontre atrás da prefeitura.” Misterioso. Mas suspeitei de quem era o bilhete. De qualquer forma, fui. Queria mesmo confrontá-lo, e eu não tinha medo disso! Me vesti e fui.

-Vai pra onde essa hora da noite, mocinha?

-Digamos que vou sair com alguém.

Não menti. Mas não ia dizer a total verdade pra ele. Segui meu caminho até chegar na praça. Lembrei de tudo que tinha ocorrido naquele local, a batalha e a noite anterior, o banco onde chorei parecia ser o único que não precisou ser reposto. Quando cheguei ele já estava esperando.

-O que você quer? -perguntei furiosa, mas quando ele sorriu, me senti boba.

-Boa noite pra você também. Prazer, sou Erik Luna.

-Deixe nossa cidade em paz!

-Tudo bem, já sei seu nome mesmo. E você disse bem, nossa. Ela é minha também e sei o melhor pra ela, você não entende.

-Não entendo mesmo.

-A questão é que estou recrutando você.

-Me recrutando?

-Sim. Você é inteligente e influente, deu nome a Apolo e acertou o meu. Por isso quero que seja minha assistente e porta voz, vai me ajudar e noticiar tudo o que eu quiser. Eu poderia pedir pra um repórter de verdade, mas seu blog dá de dez a zero em qualquer empresa televisiva. É bem mais divertido.

-Suponho que não tenho escolha.

-É verdade. Então, diga a seu irmão que vai trabalhar pra mim agora, você começa amanhã às oito. Nós encontramos aqui.

-Posso ir agora?

-É claro.

Eu me retirei, estava por aqui com aquele metido, estava com muita raiva mesmo. Ele realmente achava que podia chegar na minha cidade e mandar em tudo? Devia ser filhinho de papai mesmo… Ridículo… Passei pelo banco, e tinha um papel lá, peguei e estava escrito: “você devia aceitar ajuda de vez em quando.” 



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