História Entre os Mortos - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Michonne, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes, Shane Walsh
Tags Apocalipse, Aventura, Daryl, Drama, Mistério, Mortes, Rick, Shane, Twd, Zumbi
Visualizações 61
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpa a demora para esse capítulo, a escola está tomando todo o meu tempo e olha que é só a segunda semana de aula... Mas aqui está :)

Boa Leituraa!!!!

Capítulo 6 - Capítulo 05 - Casa


Quando seus pés deram mais um passo, um zumbi se arrastou saindo de debaixo do carro abandonado. Deu de ombros aos rosnados e continuou caminhando tranquilamente com Malamute atrás de si. Era tão ignorante que deixou o pobre coitado, que não tinha as pernas, para trás sofrendo... Sofrendo o caralho, porque se ele tivesse oportunidade de mordê-la iríamos ver quem estaria realmente sofrendo ali.

O sol brilhava forte, nem se deu conta que tinha saído da biblioteca muito depois do meio dia. Claro que não demorou tudo isso para ler o livro Lendas, mas acontece que depois de ler tudo sobre a luz azul, resolveu se aprofundar mais nas estantes e achou fatos bastante interessantes, como o motivo de ter descido uma luz azul dos céus.

Os gregos acreditam que essa luz foi uma espécie de salvação para os humanos. Os egípcios, famosos pelo enorme número de deuses, acreditam ser um novo Deus que decidiu viver entre os humanos. Os bárbaros disseram acreditar ser uma arma de cristal que caiu do céu para ajudá-los em batalhas. Os católicos dizem ser Jesus voltando para a Terra. Os ateus afirmam ser somente uma paranoia. E para outros tipos de religiosos a luz é um demônio disfarçado igual o famoso Lúcifer que veio para “atazanar” a vida na Terra.

Eram muito pouco aqueles que acreditavam ser a responsável pelo surgimento dos zumbis.

Havia muitos conceitos que precisavam ser estudados com calma. Só que Sarah não tinha paciência para analisar todos os livros sobre povos, religiões, crenças e dicionários. Podia estar no fim do mundo, dando assim todo o tempo do mundo para explorar, mas acontece que ela não iria conseguir ficar trancada em uma biblioteca por muito tempo, não gostava de viver igual um bicho de zoológico e também não iria demorar muito para os zumbis invadirem em busca de comida.

Sarah Aaron não era burra, tinha pegado o livro Lendas e claro tirou alguns xeroxes na máquina velha que ficava dentro de uma sala nos fundos depois de ter matado o dono da própria biblioteca que tinha se transformado em um monstro. Tudo estava guardado dentro dos bolsos da sela, ali pelos menos ninguém mexeria e estaria seguro.

Agora estava a caminho de uma espécie de vila para buscar por alimentos, deixaria suas teorias para serem analisadas depois. As casas eram todas iguais, nenhum tinha muro ou portões e todas estavam alinhadas como se todos os vizinhos fossem de bem um com o outro. Não prestou muita atenção nos detalhes, somente continuou vagando com a faca já em punho.

Aproximou-se de um gramado onde deixou o cavalo, encarou ao redor encontrando com apenas o silêncio. Não hesitou ao invadir a primeira casa, caminhou pelo jardim da frente encontrando com alguns cadáveres com buracos na testa, parou em frente de um e o encarou deduzindo que alguém já tinha estado ali ou ainda estava.

Novamente olhou ao redor em busca de algum carro que não tivesse poeira em sua lataria, mas todos estavam iguais, com exceção de um que tinha marcas de mãos na poeira, nada que ela deu muita atenção. Deu de ombros voltando a caminhar, tocou a maçaneta da porta branca de madeira e girou lentamente se sentindo como se estivesse sendo vigiada.

Empurrou com destreza, a cena da sala chegou a seus olhos, tudo uma bagunça. Os sofás estavam tortos, o tapete embolado, nas paredes tinha marcas de mãos feitas com sangue, os porta-retratos estavam espatifados no chão que continha sangue. Quando olhou melhor encontrou um cadáver entre a sala e a cozinha, se aproximou e o estudou, o sangue em sua testa estava fresco, é realmente tinha alguém ali.

Levantou o olhar e se virou para o balcão da cozinha observando as prateleiras. Sentindo que não valia a pena, retirou a mochila, que tinha pegado na biblioteca, das costas deixando no balcão antes de se dirigir em direção dos armários. Abriu a primeira porta e dela dois enormes ratos caíram saindo correndo, rolou os olhos partindo para a próxima.

Desta encontrou três latas de comida enlatada. As pegou levando para o balcão, antes de guardá-las na mochila voltou vasculhar. Por fim teve sorte, além dos enlatados achou dois pacotes de chocolate, duas garrafas de leite e carne seca. Não era muito, mas para um mundo caindo aos pedaços já era o suficiente para uma semana.

Enquanto guardava tudo o que encontrou na mochila, se sentiu curiosa para explorar o resto da casa e foi isso que fez. Caminhou para o corredor abrindo todas as portas com a mão próxima da arma na cintura, qualquer coisa atiraria sem piedade. A terceira porta deu para um quarto de casal que estava de maneira estranha arrumada. Adentrou, mas assim que o fez, ouviu uma voz grossa vindo da sala:

– Precisamos ser rápidos, esta é a última casa do quarteirão e quero voltar antes que os bichos comecem aparecer. – imediatamente assim que escutou passos para a cozinha, correu em direção da cama e se jogou no chão ficando embaixo dela.

– Tem razão, pegue tudo o que conseguir Shane. – outra voz surgiu antes de um deles invadir o corredor.

Os passos começaram ficar cada vez mais altos e Sarah recuou mais para o fundo da cama onde ficaria escondida pelos lençóis que caiam pelos lados da cama. O homem parou em frente à porta e a garota semicerrou os olhos quando ele começou entrar no quarto, bosta!

Olhou para o lado encontrando com uma janela, talvez se fosse rápida ele nem tivesse chance de vê-la ou atirar. Mas peraí foi o nome Shane que ouviu? Será que era o mesmo Shane daquele documento? Shane Walsh?

– Você quer uma televisão de 29 polegadas Rick? – ele gritou e Sarah levou a mão até o bolso da calça jeans conseguindo pegar os dois documentos.

Rick Grimes e Shane Walsh. Era muita coincidência, como eles ainda estavam vivos?

Encarou a foto dos dois, se ao menos conseguisse analisar seus rostos, talvez pudesse responder se eram eles ou não, afinal quantas pessoas no mundo se chamavam Shane e Rick?

Isso poderia responder depois, porque agora tinha que achar um jeito de escapar dali.


Notas Finais


Ficou curtinho eu sei, mas estou muito cansada, espero que tenham gostado, gostaram?

Beijos de luz <3


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