História Entre Os Rocha - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Brothers Rocha, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Gustavo Rocha, Personagens Originais, Túlio Rocha
Tags Brothers Rocha, Carlos Santana, Gêmeos, Gustavo Rocha, Irmãos, Irmãos Rocha, T3ddy, Túlio Rocha
Visualizações 38
Palavras 1.259
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie meus amores <3
Tudo bom com vcs ? Espero que sim~
Planejava postar essa história a um tempo, porém estou escrevendo pela PRIMEIRA VEZ ( relevem o Caps Lock, apenas para deixar claro mesmo ) por um computador, já que meu celular está travando bastante ~oremos que eu consiga um novo, amém~ e espero que não exista diferenças da minha escrita pelo smartphone, apesar de ter quase certeza que sim, terá.
Mudando o foco do assunto essa história se baseia em um imagine que criei em manuscrito, porém acrescentei mais coisinhas para não ficar muito curto !
Enfim, espero do fundo do coração que vocês gostem, e se gostarem, compartilhem com amigos e comentem bastante suas opiniões lá embaixo nos comentários, é SUPER importante para a Titia Bea aqui~
Boa leitura <3

(Ignorem quaisquer erros que apareçam, revisarei depois)

Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction Entre Os Rocha - Capítulo 1 - Piloto

Melinda Oliveira POV'S 

O nervosismo consumia meu organismo por inteiro. Eu sempre sofri bastante de ansiedade, mas naquela manhã até considerei arrancar minhas unhas recém pintadas para eu conseguir parar de colocá-las dentro da boca e roer suas pontas. Minha mãe - a autora da tinta cor de rosa em minhas unhas - me esganaria ao saber o estrago que eu estava fazendo, mas era automático. Algo que eu não conseguia impedir. Encarei novamente meu reflexo ao espelho e bufei, cessando minha tentativa de ajustar minha cara de morta-viva. Nem mesmo com aquele tanto de base que eu havia posto em meu rosto, eu conseguiria atingir meu objetivo de aparentar ser uma pessoa normal que dormiu suas nove horas de sono sem se revirar centenas de vezes na cama. 

Eu estava muito hesitante sobre essa ideia que Thamires havia tido. Recebi a algumas semanas uma carta de um dos diretores de uma faculdade dos sonhos que afirmava que eu havia passado em seus testes. Logicamente eu surtei, pulei, gritei, li umas quinze vezes e fui correndo contar a minha família. O único problema foram aquelas letras miúdas que não me disseram logo de uma vez que essa faculdade ficava em um dos maiores centros do nosso amado Brasil; São Paulo, ou melhor, o estado que ficava a 1.036,7 km de minha residência fixa/ casa dos meus pais. É, sim, foi e ainda é uma barra.

Desde mais nova sou apegada aos meus pais, quase como chiclete no sapato, não desgrudo. Minha mãe, Lívia, é a mulher mais dócil e generosa que eu já conheci em meus dezoito anos e dois meses de vida. Sem querer ser bajuladora, mas já sendo, minha mãe é graciosa de todas as formas. Tanto em sua física - cabelos louros naturais que infelizmente não consegui roubar de sua genética, pele branca como a neve, por mais que o sol esteja de rachar todos os dias em que ela sai de casa para regar suas plantinhas e um corpo esbelto, que invejo por mais de nossos anos de diferença. Perto dela pareço uma tábua. - quanto em sua personalidade. Minha mãe sempre preferiu primeiro dar depois receber. Esse é seu lema até os dias atuais. Meu pai, Carlos, conhecido por todos da vizinhança como ''seu Carlinhos'', é meio parecido com minha figura materna. Tem cabelos escuros, em uma mescla de preto com castanho escuro, olhos azuis cerrados quase todo o tempo, e um porte de estatura alta, com braços fortes e com uma tatuagem no centro de um deles, detalhando uma linda sereia. Mamãe já me disse uma vez que em sua época juvenil, meu pai a chamava por sereia. Toda vez que escuto essa história quero contá-la a todos do planeta, por ser tão fofa e romântica assim. Lá me via eu, invejando novamente minha família.

 Eu e Thamires éramos amigas virtuais desde longos anos. Nos falávamos quase todo o tempo, e quando não, passávamos horas extras compensando o tempo perdido. Sim, a real definição de melhores amigas. A conheci em um grupo no Facebook a cinco anos, porém nunca tive a oportunidade de conhecê-la pessoalmente, já que a mesma mora longe de mim - puta azar -. Quando recebi a carta, contei logo para Thamires, e a mesma soltou uma grande ideia, que tinha tudo para dar certo, como tinha tudo para dar errado. Era o seguinte : ela trabalhava como engenheira civil, porém, tirou algo considerado como ''férias'' para visitar os irmãos e a mãe que moram em São Paulo. Como uma amiga maravilhosa, ela me convidou para passar alguns meses no apartamento da família, até eu achar um emprego que me pagasse bem para eu me acomodar e vivenciar os cinco anos de faculdade em um espaço completamente inusitado e novo. Minha família aceitou completamente, agradecendo pela oportunidade, já que minha mãe e meu pai não tiveram escolha de fazer faculdade, algo que tanto queriam. Sonho com o dia de realizar o desejo de meus pais desde meus nove anos, quando prometi a mim mesma que realizaria-os de qualquer forma. Bom, e aqui estou eu, em meu último dia em Campo Grande.

 Só de pensar que daqui algumas horas estarei longe, me dá um forte aperto no coração, que me faz querer mudar de ideia, mas sei o quanto isso é importante e realizador para eles, ver a filha única se formar deve ser algo muito bom. Não consegui dormir muito bem noite passada, organizando quase como horários para o que eu faria hoje, algo como uma despedida de minha cidade natal. Nunca saí para fora, apenas para cidades próximas como Jaraguari e etc. Mas ao mesmo tempo que chorava mentalmente por ter que ir embora, sentia-me pela primeira vez depois de muito tempo, livre, para tomar escolhas de meu agrado. Não que eu já as não fizesse, apenas era tudo novo para mim. 

 Me levantei da penteadeira e olhei mais uma vez para minha mala já pronta atrás da cama. Eu estava me sentindo uma traidora por deixar meus pais assim, meio nostálgica com todas as experiencias que tive neste lugar. Desde as pequenas quedas correndo sobre o extenso corredor, até as aulas de culinária de mamãe na cozinha. Quando fui notar, já estava exatamente lá, com meu pai me encarando enquanto bebericava sua xícara de café, sentado na mesa de quatro lugares. 

 - Estou realmente fazendo a coisa certa, papai? - indaguei, curta e sem delongas, já que eu sabia que meu pai conseguia me ler como uma folha de papel escrito; meus pensamentos eram nítidos a olho nu.

 - Sente aqui, Linda. - obedeci ao seu chamado, e me sentei na cadeira á sua frente. A barba de papai já estava crescendo e mesmo ainda estando distante, conseguia sentir o forte aroma do café da tarde que mamãe sempre fazia pontualmente, as seis horas. Meu pai se endireitou na cadeira, ficando ereto, e apoiou os cotovelos em cima da mesa, enquanto seu indicador fazia círculos imaginários pela caneca marrom. - Quero que me escute bem. Sei que você sabe que eu e sua mãe não fizemos faculdade. - assenti levemente com a cabeça, tentando seguir seu raciocínio. - Não tens que fazer isso querida. Não se sinta pressionada, és inteligente, várias faculdades irão te querer - quase torci o nariz para responder que mais nenhuma havia mandado respostas, mas sei o quanto aquilo era sério em sua visão e permaneci calada, apenas escutando sua voz rouca ditar coisas. - É sua decisão, Linda. Espero que tome-a da maneira certa.

Me senti aliviada por papai estar pensando aquilo. Talvez vocês estejam perguntando, '' mas e se ele estiver mentindo? '', ora essas. Meu pai é como eu, um livro aberto, puxei isso dele. Mesmo que estivesse mentindo, suas palavras me trouxeram conforto, e apesar de não gostar tanto da ideia de deixar minha casa e meus pais, sei que essa será a melhor decisão para o meu futuro que poderei tomar. Quando ia me levantar da cadeira, papai pigarreou e virei meus olhos novamente em sua direção.

 - Não conte a sua mãe, vamos manter isso entre nós dois. - pediu e ri

 Papai mesmo sendo esse amor, não gosta muito de mostrar esse seu lado, o que me fazia dar altas gargalhadas. Meu pai era realmente uma figura.

 Bom, se esse é meu destino, espero que eu consiga alcançar o que desejo. Pelo meu bem e pela satisfação de meus pais. Isso é um pouco sobre mim, e sobre o início de minhas altas aventuras em São Paulo.

 


Notas Finais


Sei que os irmãos Rocha ~~homoes da porra~~ não apareceram ainda, porém no próximo capítulo eles já dão as caras, prometo!
Espero que tenham gostado, apenas um 'prólogozinho'. Afirmo que os próximos capítulos serão maiores!!
Comentem aqui embaixo suas opiniões sobre essa primeiro capítulo~
Beijão e até o próximo <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...