História Entre Quatro Paredes - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Ouat, Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood
Exibições 176
Palavras 1.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente... To sem Wi-Fi, então vou sumir muito mais tempo do que pensava. A boa notícia é que me motivei a escrever com a falta do que fazer. Espero que gostem.

Ia colocar músicas que me lembram OutlawQueen em todo capítulo. Elas são maravilhosas. Se algo estiver errado com a formatação, me perdoem. Eu não tenho computador, mas consetarei assim que puder.

Capítulo 3 - Second Chances


Fanfic / Fanfiction Entre Quatro Paredes - Capítulo 3 - Second Chances

Permita-se novamente

Eu acredito em segundas chances

Por favor, me deixe entrar

Eu acredito em segundas chances

Eu não vou te abandonar, não vou te decepcionar

Permita-se novamente

Eu acredito em segundas chances

- Second Chances - Imagine Dragons -

Regina deu um tchauzinho para Belle. Até que não era tão ruim assim. Depois de caminhar um pouco mais, ela avistou o restaurante. Entrando la, o cheiro maravilhoso invadiu suas narinas. O lugar era aconchegante, tinha cara de casa de avó, o que a morena achou divertido. Ela sentou em uma mesa, colocando sua bolsa sobre ela. Alguma minutos depois, uma garçonete morena veio em sua direção.

- Boa noite, posso ajudá-la? - A moça disse, simpática.

- Sim, eu gostaria de uma porção de lasanha, por favor. - Regina nem precisou olhar o cardápio. O cheiro no ar era de lasanha. 

- Ok. Somente isso? - Ela anotou o pedido.

- Um chá gelado também. Obrigada. - A morena completou. Já estava tonta de fome. A garçonete se virou e atravessou a porta, indo até a cozinha.

Regina checou seu celular duas vezes. Não sabia o que estava esperando, talvez um telefonema de sua mãe, ou pai. Antes de se mudar, sua vida estava um caos. Seu pai, Henry, finalmente tivera coragem para deixar Cora e viver em paz. Regina achava que ele estava certo, pois sabia que seu pai já não era mais feliz ao lado da megera. Já sua irmã mais velha, Zelena, não conseguia aceitar aquilo e fora embora de casa, sem retornar nem dar notícias. Já faziam dois meses. Elas não eram tão amigas, mas Regina se importava o bastante para preocupar-se com a irmã de vez em quando.

- Regina? - A morena levantou a cabeça e viu sua parente, Mary Margaret. Ela estava na conpanhia de sua filha pequena, Emma. A menina era loirinha e parecia com o pai. Dormia no colo da mãe, tranquilamente. - Você chegou hoje, afinal!

- Sim... - Regina disse, forçando um sorriso. Sua prima era extrovertida e estava sempre sorrindo. - Essa aí é Emma? - Regina apontou, sussurrando. Nunca havia visto a menina, mas via algumas fotos dela aqui e ali quando a mãe recebia suas cartas.

- É! Ela acabou de completar dois aninhos. - Mary sorriu e se sentou na mesa com a morena. - Escuta, preciso falar com você sobre algo. Ia te chamar amanhã na prefeitura, mas já estamos aqui, não? 

O pedido de Regina chegou. A mulher agradeceu a garçonete, que, pelo jeito, se chamava Ruby. Ela pegou um pedaço da lasanha com o garfo e saboreou, pois estava quase morta de fome.

- Pode falar, Mary. - A mulher tomou um gole de chá, suspirando ao devolver o copo à mesa. A empolgação de Mary era quase contagiante.

- É que você é arquiteta, e pensei que poderia me ajudar com uns projetos na prefeitura. Não são grande coisa, e não temos grandes equipes aqui. O que acha? 

Regina sorriu. Seria mesmo ótimo ter seu trabalho, assim, quem sabe, não poderia ter sua própria casa. E além do mais, poderia dizer ao seu pai que ele não precisava mais ajudá-la financeiramente. Ela nunca quis que ele lhe desse dinheiro, mas o senhor insistia.

- Acho que é uma boa idéia. - A mulher sorriu cordialmente. - Passo amanhã cedo no seu escritório, então? - Regina queria jantar, e não gostava que ninguém ficasse a observando.

- Combinado. Mande lembranças à Cora e Henry. - Ela levantou e foi até uma mesa onde seu marido David, e mais uma mulher ruiva e baixinha conversavam.

O resto da noite de Regina não incluira nenhum esbarrão, novas pessoas ou reencontros entre parentes. A morena terninou sua refeição e foi pra casa. Chegando lá, estava tudo escuro, como ela queria que estivesse. Robin não estava acordado. Ela tirou os saltos ao fechar a porta, suspirando aliviada, e subiu para o seu quarto.

O relógio apontava onze e pouco da noite quando a morena saiu do banheiro, já vestida em seu "pijama". Na verdade era um vestidinho vermelho-vinho de alcinhas, na metade das coxas, e alguns detalhes em renda preta. Havia tambem um robe preto, que combinava com o resto. Regina geralmente passava cremes em seus braços e pernas antes de dormir, mas era muito tarde. Ela deitou-se e fechou os olhos, ansiosa para pegar no sono.

Porém, nada. E à medida que o tempo passava, a morena caía em pensamentos confusos e perdia ainda mais seu sono. De tanto rolar na cama, desistiu, levantando-se e vestindo seu robe. Saiu do quarto, descalça e desceu as escadas, tomando um pequeno susto ao ver Robin na cozinha. Ele usava uma regata branca que destacava seus músculos - que Regina não havia notado antes - e uma calça de moletom azul. Ele estava apoiado no balcão, tomando algo. Ao perceber a morena ali, assustou-se também. Regina desceu as escadas, abraçando o próprio corpo. Estava um pouco envergonhada por estar ali de pijama.

- Não queria te assustar. - Ela forçou um sorriso. Robin percebeu que estava sem maquiagem nenhuma no rosto, e ainda assim era muito bela. Uma beleza quase angelical. 

- Não assustou nada. Está sem sono? - Robin sorriu de volta. A morena andou até uns dos banquinhos que ficavam na frente da bancada e sentou, ficando à frente do homem.

- Não consigo dormir... Pensei demais e meu sono acabou fugindo. - Ela brincou com o anel em seu dedo. - E você?

Robin impressionou-se. Era a primeira vez que a mulher perguntava algo sobre ele sem sentir-se forçada. Ele pegou outro copo e despejou uísque dentro do mesmo, e o empurrou para a morena. Ela olhou para seu rosto, achando aquilo engraçado.

- Você quer beber? Agora? - Ela sorriu e pegou o copo.

- Bom, no mínimo vamos sentir sono, não é? - Robin brincou, sentando no banquinho ao lado do dela. - Eu estava trabalhando até agora, lá no meu quarto.

- Trabalha no quê? - Ela tomou um gole.

- Eu sou voluntário em vários lugares... Ajudando pessoas. - O loiro parou um pouco para pensar.- E também ensino uma ou duas pessoas a atirar com arco e flecha.

Regina sorriu. 

- Arco e flecha? Que... Diferente. - Na verdade ela não podia dizer nada. Um dos seus hobbies era montar em cavalos.

- Sim, dizem que sou ótimo nisso. - Ele soou como se estivesse se exibindo e riu, arrancando uma gargalhada da mulher. - E você, por que não conseguiu dormir?

Regina pensou no que ia dizer. Não queria abrir-se demais, falar sobre seu noivo ou coisa parecida. Ela não pensava naquilo o tempo todo, todavia.

- Estava pensando nessa loucura toda. - Ela ajeitou os cabelos e passou a mão na testa. - Acabei de enfrentar minha mãe, me mudando, e consegui um emprego novo... Desmanchei meu noivado... - A mulher arregalou os olhos. Era o uísque falando, droga. A boca de Robin assumiu a forma de um "o".

- Você tinha um noivo... - O homem sabia que Regina não diria pra ele, então conteu-se antes que perguntasse algo.

- É, eu tinha. Foi bem triste. - Ela disse, olhando para o copo.

- Mas a vida é isso, não é? Ela te dá segundas chances. Basta estar aberto para vê-las. - Robin sorriu, se levantando do banco. Ele lavou o próprio copo na pia, e antes de subir as escadas, virou-se para a mulher. - Boa noite, Regina.

Ela sorriu para ele e bebeu o que sobrava da bebida no copo.

- Boa noite, Robin.


Notas Finais


O que me dizem amores? Tenham uma boa semana.


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