História Entre Seus Lençóis - Capítulo 12


Escrita por: ~, ~seungjoonie e ~jangguk

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Hot, Janggukfanfics, Kykaifanfics, Parceria, Park Jimin, Romance, Sexo, Vicio
Visualizações 2.203
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeee
Tem gente aí?
Quanta demora em?
Lamento muito.
Kykai aqui ^^
Esse capítulo foi escrito por mim e espero que gostem. Me perdoem pela demora, não ando tão inspirada esses dias e não queria fazer qualquer coisa.

Música do capitulo: Painting greys - Emmit Fenn

Espero que o capítulo valha a pena.
Muitos beijos!

Sue.

Capítulo 12 - Ponto Final


Fanfic / Fanfiction Entre Seus Lençóis - Capítulo 12 - Ponto Final

"Ninguém disse que te amar seria fácil, mas não imaginei que eu quebraria em vários pedaços." Sue.


10.



O som da chuva forte, que resolveu cair repentinamente sobre a cidade, me fez despertar do sono profundo em que eu estava. Olho para o meu lado e observo Jimin, que está dormindo serenamente. — Você é tão lindo. — sussurro e levo minha mão ao seu rosto, onde acaricio. O dia não nasceu ainda, mas desejo tanto olhar seus olhos bonitos outra vez, para perceber que é realmente tudo verdade. 


Não há roupas que impeçam o contato das nossas peles, então deslizo minha mão por suas costas, sentindo-o arrepiar. — Está acordada? — sua voz rouca me faz sorrir e aproximo meu rosto do seu, plantando um selar em seus lábios. 


Sei que não deveria, mas estar com ele é tão bom, tão simples, que esqueço de tudo, ao menos por enquanto. 


— A chuva me acordou. — Jimin sorri e se vira para mim, puxando meu corpo para perto do seu. — Não queria ter te acordado. 


— Não tem problema. — o abraço e mantenho minha cabeça sobre seu braço. — Se sente bem? 


— Sim.


— Quer passar o dia comigo? — respiro fundo e o aperto ainda mais. 


— Eu não posso. 


— Por quê? 


— Tenho que voltar para casa e organizar algumas coisas para começar a procurar emprego. 


— Está brincando, né? Você vai voltar para a Empire, Íris. 


— Acha que é uma boa idéia? — me afasto e fico de barriga para cima, mirando o teto iluminado pelos relâmpagos. 


— Seu lugar é comigo. 


— Falando assim parece um homem apaixonado louco para manter sua amada junto a si. — brinco e mordo meu lábio inferior, olhando-o em seguida.


— É o que você acha? 


— Parece. 


— E se for? 


— Não brinque assim, Jimin. — me levanto e pego minhas roupas, as quais visto sob o olhar atento dele. 


— Está bem, Íris. — seu tom soa de maneira amarga e me amaldiçoo por ser tão fria. 


E se ele me amar? 


Mas se me ama, por quê se mantém com outra? 


— Você já vai? 


— Não. Quero tomar um café.


— Quer que eu prepare? — o observo se levantar e passo a mão pelos meus cabelos de maneira frustrada, quando o vejo outra vez completamente despido.


— Jimin, não precisa. — ele se veste com sua calça de moletom e caminha até a porta, a qual abre e faz sinal para que eu passe. 


— Você é chata, sabia? — reviro os olhos e caminho até a cozinha, onde acendo a luz e me sento na banqueta pertencente a ilha de mármore negro no centro do ambiente.


— Você só descobriu agora? — rimos.


— Está piorando, meu anjo. 


— Você não viu nada, garotão. Meu café vai sair ou não? — Jimin vai até o balcão, conecta a cafeteira na tomada, e põe o pó de café e a água. 


— Espero que ainda goste de café forte. 


— Pensei que não lembrasse mais. 


— Não esqueço nada ligado a você. 


— Você está bem? 


— Por quê não estaria? — o olho por breves segundos e respondo com a resposta mais segura para minha sanidade. 


— Esquece. — me coloco de pé e saio da cozinha, indo até a sala e acendendo a luz, que me proporciona a visibilidade necessária para encontrar Boo, que está todo enrolado sobre o sofá. — Vem cá, amorzinho. — vou até ele e o tomo em meus braços. É tão quentinho. — Você é adorável.


— Igual a mim. — ouço a voz de Jimin e acabo rindo. 


— Não sei quem disse isso. 


— Seus olhos sempre dizem. — viro para olhá-lo e o encontro encostado na parede, com os braços cruzados. 


— Está vendo coisas, garotão. 


— É mesmo? — Jimin se aproxima de mim e retira Boo dos meus braços, devolvendo o pequeno cachorro ao conforto do sofá. A chuva continua caindo forte do lado de fora, mas parece não haver som algum a medida que ele se aproxima. — Você é uma péssima mentirosa. 


— Tem certeza disso? — ergo minha sobrancelha e o questiono, tentando controlar meu sorriso de puro divertimento. 


— Absoluta. — suas mãos seguram-me possessivamente e seus lábios capturam os meus. — Você me deixa viciado. — nos afastamos e eu o abraço. 


— Você tem tendência a vícios. 


— Que tal ser o melhor deles? 


— Por quê está fazendo isso comigo? — me separo do seu corpo e respiro fundo. — Você não pode fazer isso! 


— Íris! 


— Não quero ouvir, Jimin. — estou descalça, o céu parece ser capaz de cair em forma de chuva, mas não me importo. Sem pensar, saio o mais rápido que consigo do apartamento de Jimin, que me grita aflito, mas não o olho. 


Entro no elevador e a última coisa que vejo é ele se aproximar de onde estou enquanto as portas se fecham. — Me desculpa. — sussurro. 


(...)


Depois de ter pego chuva e ter me arriscado ao voltar dirigindo para casa, caí no sofá e peguei no sono. Quando despertei, o relógio já marcava nove da manhã. Agora estou aqui, com uma xícara de café quente, vestida com um longo vestido preto e observando o céu acinzentado. Eu deveria ter o feito calar a boca e ter apenas o abraçado apertado. A quem quero enganar? Jimin é meu vício e ficar longe dele me gera sofrimento. 


Ouço meu telefone tocar e caminho até a mesa de centro, onde o aparelho mostra o número dele. — Não sei se quero encarar sua decepção. — sussurro e seguro o celular, que para de tocar segundos depois, mas uma mensagem chega. 


"Precisamos nos ver. Te espero no restaurante de sempre. Por favor, apareça.


Jimin."


Leio a mensagem mais de uma vez e penso se devo realmente ir. Será uma boa idéia encontrá-lo? Por mais que todas as células do meu corpo clamem por ele, não sei se devo. Creio que me envolver demais resultará em meu coração feito em cacos. 


Meu telefone volta a tocar e o atendo. — Oi, Jimin. 


Recebeu minha mensagem? 


— Sim. 


Você vai me encontrar? 


— Não é um boa idéia. 


Íris, para de ser teimosa!


— Por quê tanta insistência? 


Porque eu quero te ver. 


— Está bem. Estarei lá. — respondo, já sem conseguir fugir. 


Você vai voltar para a Empire quando? 


— Jimin...


Você quer que eu vá te pegar? Não será sacrifício nenhum te arrastar de volta para a empresa. 


— Você está insuportável. 


Você me ama assim. 


— Iludido! — desligo a chamada e jogo o celular sobre o sofá, completamente frustrada. — Você vai me deixar maluca. — largo a xícara sobre a mesa de centro e caminho até meu quarto, onde separo uma calça jeans, suéter preto, vans, uma jaqueta de couro, e uma lingerie lilás. Tomo um banho demorado e depois me arrumo, deixando meus cabelos soltos. Arrumo algumas coisas em minha bolsa e antes de sair de casa, pego meu celular e minhas chaves. 


Saio do apartamento e desço até a garagem, onde entro no meu carro e faço o caminho até a Empire. Assim que chego, estaciono e entro no luxuoso edifício. — Bom dia, senhorita. — sou cumprimentada pelo porteiro. 


— Bom dia. — entro no elevador e não demoro a estar no andar do escritório de Jimin, onde sou recepcionada por sua secretária. — Olá, querida. 


— Íris!


— Como você está? 


— Eu estou ótima, mas o senhor Park não está. 


— O que houve? — questiono, preocupada. 


— A senhora Verona acabou de aparecer de surpresa e está trancada na sala dele faz um tempo. — franzo o cenho e caminho até a porta da sala de Jimin, a qual abro lentamente e começo a ouvir o que se passa do lado de dentro. 


Sei que não deveria, mas não consigo sair sem descobrir o que está acontecendo. 


— Você não está feliz por me ver, querido? — ouço a voz de Verona e reviro os olhos.


— Você deveria ter me avisado que viria, mas já que está aqui, quero te falar algo. 


— Pode falar, querido. 


— Eu não quero mais nada contigo.


— O que? — arregalo os olhos ao ouvir Verona gritar. 


— Isso mesmo. Estou colocando um ponto final nessa palhaçada.


— Você não pode fazer isso! 


— Já estou fazendo. Agora, se não se importa, quero voltar ao trabalho. — o som dos saltos de Verona contra o mármore, me assusta, mas estou surpresa demais para conseguir sair da porta, que é aberta e nossos olhares se encontram. 


Meu coração bate forte no peito, sinto que vou desmaiar. — É por causa dessa vagabunda, não é? — Verona me olha com muito ódio, sentimento que é refletido em suas ações. Suas mãos me empurram com muita força e meu corpo vai ao chão. — É aí que você tem que estar, sua vagabunda! — meu cabelo é puxado com força e seus olhos se prendem aos meus. — Não pense que venceu. 


— Já chega, Verona! — Jimin grita e a megera se afasta de mim. — Está louca?


— Eu? Ainda não, meu amor. — ouço o som dos seus saltos contra o chão e finalmente volto a respirar.  


— Você está bem, Íris? — Jimin está agachado perto de mim e tudo que desejo é a segurança dos seus braços, que me envolvem assim que eu o abraço. — Eu estou aqui, meu anjo. Me desculpa. 


Eu poderia fingir que não senti nada, mas eu senti. É por sentir tanto, que sou tão frágil, tão ridiculamente vulnerável.

 



Notas Finais


O que acharam?
Ai ai
Tô muito nervosa ><

Indicações:

https://spiritfanfics.com/historia/silencio-9957054

https://spiritfanfics.com/historia/appa--fanfic-incesto-jeon-jungkook--bangtan-boys-bts-8259738

https://spiritfanfics.com/historia/dystopia-8367865

São fics muito especiais
Acho que vocês vão amar, assim como amo ♥

Até o próximo capítulo, que não irá demorar. Prometo.


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