História Entregue-se- Vacueio - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cueio, Cueio X Vaco, Lemmon, Vaco, Vacueio, Yaoi
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Palavras 1.723
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá!!! Aqui trago uma one-shot Vacueio :3 amo tanto esse casal scrr!!!
Está na categorias "originais" pois infelizmente não tem a opção gato galático ;-;
Espero que gostem e perdão erros!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Entregue-se- Vacueio - Capítulo 1 - Capítulo Único

O albino tocava delicadamente cada canto de seu corpo. Tratava o menor debaixo de si como se uma boneca de porcelana se tratasse. Cueio não podia negar sua natureza agressiva e rude, mas dessa vez seria diferente. Só essa pessoa fazia-o demonstrar que na verdade era um híbrido de coelho com sentimentos e que sim podia ser uma pessoa extremamente cuidadosa e carinhosa. 

 

Embora o híbrido bovino não estivesse pronto, ou pelo menos era o que dizia, Cueio não conseguia mais se segurar. A muito tempo o queria fazer seu, porém aceitava de cabeça baixa e esperava ansioso até Vaco estar pronto. 

 

A concorrência aumentava e isso o irritava. Vaco é diferente e o diferente atrai muitos. Mesmo sabendo que eles namoravam, seguiam insistindo e o transformando pouco a pouco em um namorado ciumento e possessivo. 

 

Cueio resistiu nas vezes em que via o outro se trocar. Cueio resistiu nas vezes em que Vaco usava uma de suas roupas e ficava muito fofo. Cueio resistiu nas vezes em que se banhavam juntos. Porém Cueio não resistiu quando seu irmão, Lobi, abraçou seu namorado como se ele o pertencesse. Isso resultou em um albino levando seu parceiro como se uma noiva se tratasse e um híbrido de lobo com o nariz quebrado. 

 

Agora o albino o beijava apaixonado, usando a língua em uma tentativa de ouvir os gemidos abafados do menor. Coisa que conseguiu. Porém não era o suficiente, queria mais, muito mais. Resolveu lamber o pescoço de Vaco, mas foi impedido pelo mesmo. 

 

"Cueio... chega..."

 

Após ouvir o pedido bufou e revirou os olhos. Não iria ceder, não dessa vez. Segurou os braços do híbrido sobre sua cabeça e voltou seu foco para o pescoço. Percorreu cada canto, desfrutando da maciez e delicadeza daquela pele. Vaco gemia, mas também tentava se soltar, uma coisa que o híbrido bovino era, era ser persistente. 

 

Cueio usou um pouco do seu peso e tamanho empurrando seu corpo contra o dele. Tal ato fez o menor tremer e se desesperar. As possibilidades de fuga estavam diminuindo a cada movimento do maior. 

 

O albino sorriu malicioso e roçou seu membro no do outro. Vaco mordeu o lábio inferior para não gemer, mas mesmo assim o indesejável som ecoou após o segundo roce. Cueio ergueu um pouco a cabeça para olhá-lo nos olhos e por um mísero momento baixou a guarda. 

 

Aqueles olhos azuis úmidos por conta das lágrimas que se formavam o capturaram. O capturaram como todas as vezes. Tremeu levemente, pensando se prosseguiria ou não. Murmurou um "merda" e mordeu seu pescoço com força. 

 

Um grito ecoou pelo quarto, seguido por vários "C-cueio para! Dói! Dói! Chega!". Agora sim as lágrimas desciam pelo seu rosto, isso apertou o peito do albino e por um momento esteve perto de se render. Ele só não se rendeu pois sentiu uma pequena ereção.

 

"Acho que precisa de atenção em outro lugar~"

 

Disse sedutor. Vaco arregalou os olhos e começou a se remexer freneticamente enquanto repetia "não!". Já haviam tido esses toques mais íntimos, mas essa era a primeira vez que chegavam tão longe e isso assustava o menor que era inexperiente nesse assunto.

 

O que fez o maior se deter foi um chute em sua perna direita. A raiva se manifestou, mas não durou muito ao ver a expressão de surpresa e medo de Vaco. Ele tremia, temendo o que podia acontecer. Só aí Cueio refletiu, se ELE fosse quem estivesse no lugar de Vaco, como estaria? O pobre só estava assustado, coisa completamente normal. 

 

Sabia que não podia apressa-lo, então escolheu a opção de ir com calma. Decidiu que deixaria Vaco liderar tudo, se ele quisesse um sexo tranquilo, teria. Se ele quisesse um sexo selvagem, teria. Cueio estaria satisfeito com ambas as formas, já como o importante é que seria com Vaco. 

 

Enxugou as lágrimas do menor com delicadeza. Apoiou a testa na do outro e esfregou as pontas do seu narizes. Tal ato fez ambos corarem. 

 

"Serei mais cuidadoso, prometo..."

 

Um suspiro de alívio escapou dos lábios do híbrido bovino. Cueio riu e voltou a beija-lo, só que dessa vez com calma. Percebeu a grande diferença, antes apenas ele desfrutava dos beijos, coisa que ainda deixava um vazio. Agora com ambos desfrutando, preencheu o vazio e ainda lhe deu prazer. 

 

Começou a desvisto-lo devagar, distraindo-lhe com beijos e carícias em seu pescoço com a ponta do nariz. Quando Vaco menos percebeu já estava de cueca, coisa que o fez corar e virar o rosto bruscamente. A vontade de abraçá-lo era tremenda, mas o albino não podia quebrar o clima pervertido que dominava o local.

 

Voltou a beija-lo de uma forma selvagem, tanto que assim que se separaram um fio de saliva ligava suas bocas. Depois começou a desvestir-se, sentindo que a todo momento era encarado pelo menor. Sorriu satisfeito e retribuiu com um olhar malicioso. 

 

Cueio colocou ambos os indicadores na lateral da última prenda de Vaco, mas antes procurou, de uma forma um tanto desesperada, uma resposta positiva por parte do híbrido bovino. Vaco engoliu seco e assentiu. Poderia não estar pronto agora, porém já era tarde demais para parar. 

 

"Tem certeza disso? Eu posso parar, Vaco. Não precisa se forçar."

 

Disse antes de qualquer movimento. "Mentira" pensou o de olhos azuis. Sabia que a essa altura seu companheiro não se deteria, afinal sentiu sua ereção. Ela já dedurava que essa noite ele não escapava. Dessa vez foi Vaco quem o puxou para um beijo, surpreendendo o maior e ao mesmo tempo o deixando feliz. 

 

"Tudo bem então. Não lhe darei outra chance~" 

 

Sussurrou no ouvido do outro em um tom sedutor e rouco. Retirou ambas as prendas que estavam em seus corpos e enfiou o primeiro dedo. Como era a primeira vez que o fazia com um homem — e só sabia como prepará-lo devido à pesquisas — acabou enfiando de uma forma rude fazendo-o gritar de dor. 

 

Por um momento Cueio ficou tenso, não queria feri-lo, queria dar-lhe prazer. Murmurou um "Você está bem?" Recebendo um forçado sorriso em resposta. Começou com movimentos delicados e devagar, lutando contra seus instintos bruscos. Tudo para dar-lhe o mínimo de dor possível. É, Vaco o tinha na palma de sua mão sem saber. 

 

A dor estava diminuindo, porém seguia incomodo. Logo colocou o segundo dedo e começou a fazer movimentos giratórios e para cima e para baixo. Não demorou muito para os gemidos de dor e prazer saírem da boca do híbrido bovino. 

 

Ouvi-lo gemer seu nome era como música para o híbrido de coelho. A impaciência para penetra-lo começou a preencher todo seu corpo. Começou a imaginar como seria esse tão desejado momento, tanto que havia parado de movimentar seus dedos. 

 

Vaco ficou um pouco irritado, afinal estava experimentando novas e prazerosas sensações. Portanto era normal querer mais. Cutucou o braço do albino e sussurrou um "P-por que p-parou?". Esse foi o ápice para Cueio. 

 

Se posicionou de uma forma que facilitaria a entrada do seu membro, contudo ao mesmo tempo doeria mais. Mas o importante é que era temporária e que logo a dor seria substituída pelo prazer. 

 

"Entregue-se a mim, Vaco."

 

Falou autoritário. Porém a verdade é que por dentro o maior estava temeroso e hesitante, essa frase significava muito mesmo não parecendo. Contou os minutos que para ele pareceram horas até receber uma resposta afirmativa. 

 

O penetrou sem nenhum aviso, fazendo-o gemer de dor. Começou a beija-lo tentando distrai-lo, o que funcionou. Se movia lentamente mas o menor seguia assustado e sentindo dor, tinha a vontade de parar mas ao mesmo tempo não. A mente de Vaco era uma confusão, mas logo seria nublada pelas sensações. Era só questão de tempo. 

 

Cueio se movia devagar, esperando paciente até a hora do de olhos azuis pedir para ir mais rápido. Demorou mais do que o esperado, mas finalmente Vaco pediu para ir mais rápido. 

 

"Aaah~ c-Cueio aaah~"

 

O menor já não conseguia conter os gemidos, estava totalmente entregue e submisso ao maior. O albino o puxou rapidamente invertendo as posições, fazendo com que Vaco ficasse sentado em seu colo. 

 

No início ele não entendeu, mas assim que sentiu as mãos do albino em sua bunda entendeu tudo. Estranhou que Cueio não tinha continuado o ato, até que percebeu que ele esperava uma resposta de sua parte. "Ele realmente falou sério quando disse que seria cuidadoso" pensou lisonjeado.

 

Abaixou a cabeça envergonhado, um sinal de sim. Vê-lo tão submisso fazia o albino enlouquecer, até nesses momentos Vaco conseguia ser adorável. Puxou-o enfiando seu membro de uma forma bruscamente fazendo-o gritar de dor e prazer. O híbrido bovino estava amando essas sensações que seu parceiro lhe proporcionava. 

 

Cueio o deitou novamente na cama e colocou suas pernas em seus ombros. Aquela posição constrangeu ambos, contudo já estava cegos de luxúria. O penetrava com mais rapidez e brusquidão, dando chupões e mordidas desde no seu pescoço a sua barriga.

 

A dor já havia passado dando lugar ao intenso prazer. Vaco estava completamente marcado, mas não ligava, nada mais importava. Apertava as cobertas, arranhava as costas de Cueio e revirava sua cabeça para um lado e para o outro. 

 

Ele estava indo a loucura.

 

Correção, eles estavam indo a loucura.

 

A "dança" das línguas já não era torpe e desajeitada, agora era voraz e selvagem. Ao total chegaram no orgasmos em três posições diferentes, duas deitados e uma sentados. Agora era a quarta, onde Vaco estava de quatro. Esse foi o clímax.

 

 

...

 

Seus corpos estavam suados e doloridos, mais ainda o do híbrido bovino. Suas respirações ofegantes e alguns míseros gemidos era o único que se escutava naquele cômodo. Cueio estava alegre, feliz, emocionado, um misto de sentimentos positivos por finalmente fazê-lo seu.

 

Vaco? Ele estava se sentindo aliviado, era como se estivesse boiando em um mar calmo. Virou-se para o albino com um sorriso tímido no rosto, o maior corou e desviou o olhar envergonhado. 

 

— Te amo. — falou. Cueio arregalou os olhos e o abraçou com força. 

 

— Eu também te amo!

 

Ficaram alguns minutos abraçados, desfrutando da presença um do outro e repetindo mentalmente o ocorrido. Até que o menor se pôs em cima do outro com um largo sorriso no rosto.

 

— Vamos de novo? — disse empolgado. 

 

É... Vaco o deixaria louco de amor....

 

 

 

 

Cueio mal sabia que na realidade era ele que estava totalmente entregue a Vaco...



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