História Época de Pêssegos - Capítulo 39


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Originais
Exibições 3
Palavras 831
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


MAIS UMA DOBRADINHA (CAP. 39 E 40!!)

fazendo novamente outra dobradinha pois próxima semana tenho provas e p n ficar a fic morta, eu estou fazendo p vcs ao menos darem um sorrisinho e tal.
e outro aviso: capítulo 38 ficou completamente sem tanto detalhe, mas eu vou tentar aumentar os detalhes. não prometo nada, apenas tentarei. se n der, vai ficar aquela bosta mesmo.
aproveitem!!

Capítulo 39 - Capítulo 39


Entrei em uma ótima faculdade e não precisei mais pensar em assaltar um banco para garantir meu futuro. Passei em Direito, a Luna, em Engenharia Nuclear — quem diria, uma Homer Simpson da vida, a Laura, passou em Medicina e promete seguir psiquiatria, a Katherine, passou em Letras, o Robert, passou em Comunicação, o Raul, passou em Jornalismo, o Cláudio, que não dava mais notícias, lembrou de nós e disse que passou em Física, o Gabriel, passou em Psicologia. De quem eu não sabia, era Elizabeth.

Eu tentei ligar pra ela quando recebi a notícia que passei em Direito e vi que o número era agora de uma tal de Célia. Eu até perguntei para as meninas se tinha alguma Célia na família dela e não tinha e pedi o número dela de Petrolina, sem sucesso. Dizia que o número não existe — então, criamos a teoria de que ela deve ter passado pelo exterior.

— É bem provável, ela é muito inteligente. — falou Luna, após uma social que fizemos com os ex-alunos do Domini.

— Será que ela passou em Harvard? — falou Laura, meio pensativa.

Todos olharam pra ela meio que ''bitch, what the fuck?''. Afinal, Harvard é muito difícil e todo mundo sabe disso.

O ruim, é que ninguém passou na mesma faculdade que eu, o que seria bem raro de nós se encontrarmos — se encontrarmos, só pela rua pois Recife é um ovo. Todo mundo conhece todo mundo.

Do tipo, sabe aquelas notícias sensacionalistas que aparecem em jornais? Pois bem, é coisa do tipo: ''Sabe a Jubiscléida?'' ''Sei, menina!'' ''E então, ficou com o Ciclano na festa de Fulana!''.

Então, nessa mesma social, os meninos (agora homens) rasparam as cabeças pelas meninas (agora mulheres) — e quem raspou a minha cabeça foi a Laura, que quase arrancava minha pele fora, pois sangrou uma parte de atrás da minha cabeça. E como elas fizeram isso, raspamos as sobrancelhas delas também e colocamos adesivos de vários desenhos animados e de propósito, coloquei meio torto na de Laura, que ficou com ''raiva'' de mim, mas estávamos rindo bastante.

Ganhei meu carro logo e tirei a minha habilitação e eu jurava que isso iria só ocorrer aos 16. Mas, ocorreu aos 18, então, conta né. Meus novos amigos eram descolados, não se preocupavam um muito com o futuro e faziam festas todos os dias — só que maior parte eu não iria, pois Direito tem ler pra caramba e ainda decorar tudo. Era a gota d'água, literalmente. Daí eu te pergunto: o que seria daquele bando de doidões no último ano? Só Buda sabe, pois... (Leva-se na consideração de Deus, também).

Acabei conhecendo um doidão assim como Jonas, chamado Caio. Só que ele era meio machista e eu não conseguia suportar isso nele, mas eu simplesmente ignorava.

***

O primeiro ano foi só badalação e loucuras.

Não vou fingir dizendo que não pensei na Elizabeth, até então. A verdade é que não se passou um dia só sem que ele estivesse em meus pensamentos, pelo menos em algum momento do dia eu me lembrava dela. Apenas desisti da esperança cega de que ficaríamos juntos outra vez, já que tinha aquela chance dela ter passado em outro país — ou estado, sei lá. Eu me lembrava exatamente da última vez que a vi afastando de mim. Eu fui um panaca, deveria ter dito antes que gostava dela, mas eu era apenas um moleque. Eu não entendia direito o que era o amor, pois o amor é um sentimento forte e eu jurava que aquele amor que eu tinha quando a vi pela primeira vez era só pela aparência. Mas foi depois que me notei que o mais importante é a consciência. Já imaginou amar sem ter uma pessoa para pensar?

Doía, doía para caramba quando eu me lembrava dela. Mas era a vida. Eu tive que seguir em frente, mas eu voltei em ter o mesmo medo do que tive na primeira vez que a vi: nunca mais vê-la.

***

Conheci Suzana no ano seguinte após Caio me apresentá-la. Era linda, baixinha e tinha olhos claros. Nós começamos a sair e acabamos namorando — pois foi ela que me pediu em namoro, pois eu queria nada sério com ela. Então, para comemorar o segundo dia de namoro, fomos ao show do McFly (banda que ela gosta, não eu). Nós começamos a se conhecer mais, afinal, ela pediu para namorarmos muito cedo.

Só que aconteceu um monte de coisas até o fim do ano de que eu não esperava acontecer e terminamos. Eu tive que agradecer ao Brasil, América e planeta Terra.

Aí eu te conto que é bem melhor eu virar um padre do que ficar namorando e depois terminando. E olhe lá que as únicas garotas que eu conheço profundamente são a Laura, a Katherine, a Luna e a Elizabeth. Porém, Luna, está namorando. Laura, também. Katherine, também. Elizabeth, não sei.

Espero que não esteja, mesmo tendo um relacionamento à distância, eu não quero me largar dela. De jeito nenhum.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...