História Época de Pêssegos - Capítulo 40


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Categorias Originais
Tags Originais
Exibições 7
Palavras 522
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


MAIS UMA DOBRADINHA (CAP. 39 E 40!!)

fazendo novamente outra dobradinha pois próxima semana tenho provas e p n ficar a fic morta, eu estou fazendo p vcs ao menos darem um sorrisinho e tal.

Capítulo 40 - Capítulo 40


Vou literalmente virar padre. Porém Jonas disse que Sasha Grey estava solteira e eu quase que vomitava nos pés dele, afinal, não sou esse tipo que curte pornô (ele gosta, então não me julguem, julguem-no!).

Decidimos viajar então em janeiro para o litoral norte. Fomos até Natal, e depois, conhecemos várias praias do Rio Grande do Norte: Tibau do Sul, Pipa etc. Na volta, paramos nas praias mais lindas da Paraíba e de Pernambuco, e como ''novidade'', cada lugar havia uma festa rolando. Caio veio até com a gente e se enturmou bastante com meu primo, coisa que eu até fiquei com medo, só que não sei o motivo. Rolava altas bebedeiras quando fomos pelo litoral sul quando Caio insistiu de ir por lá.

Rolava bastante Cobra Starship e o pessoal agitava. Eu não sei se eles estavam bêbados, mas o Caio e Jonas estavam se pegando, realmente. Mas eles estavam muito risonhos, então acredito que devem ter fumado algumas ervas de bônus.

Como se não bastasse, eu fui à barraca de caipirosca e acabei tomando duas doses de uma bebida chamada Capeta e acabei ficando super tonto. Noutro lado da barraca, eu vi, opacamente, a Elizabeth. Não sei se era miragem ou era a bebida, sei lá que ''capeta'' (pegou a piada?) era aquilo. Mas ela estava com um cara do lado, a beijando. Quase que vomitava, mas quando pisquei os olhos, ele estava saindo de perto dela, eu já tava tentando se aproximar dela.

— Eaí, quanto tempo! — falei, meio tonto.

— É mesmo. — respondeu, não tão empolgada.

— E aí? — sorri. — Quer dar uma volta e ver se acha uns pêssegos?

Acho que nunca mais bebo, pois esse efeito colateral me deixou muito fantasioso.

Ela não sorriu.

— Ok, ok... Tá fazendo o que, na faculdade?

— Advocacia em saúde e géneticas humanas na Sarah Lawrence.

— Onde que diabo é isso?

— Estados Unidos.

Eu fiquei em choque. Parecia que os efeitos da bebida saíram.

— O que foi, ué?

— Nada, nada.

Quando falei isso, tomei um susto com o provável namorado dela atrás.

— Bem, eu não disse... Mas esse é o meu namorado, Patrick.

Merda, merda, só faço merda! Sabe o que eu faço? M-E-R-D-A! Queria nem ter nascido por causa disso.

— Hm... Hi?

— Hi. — ele falou, sério.

— Well, darling... He is my best friend from the school days, don't worry.

— Yeah, don't worry.

— Okay, then. Let's go to the dancefloor, brazilian Shakira!

Ela riu e deu tchau pra mim.

Elizabeth estava namorando. Com outro. E eu, na seca.

Enquanto a imagem dela desaparecia, o gringo ainda falava com ela e ela olhou pra mim, fixamente. E depois, apertou a mão dele e se entrelaçaram.

Enquanto isso, tocava uma música que, ironicamente, eu havia botado no CD Época de Pêssegos vindo da pista de dança. Era nada mais e nada menos que ''Swing, Swing'' do The All-American Rejects, que a composição realmente me descrevia no momento. No momento, não. Sempre foi assim, eu que não me notava.

Swing, swing, swing from the tangles of

My heart is crushed by a former love

Can you help me find a way

To carry on again? ♫♩ ♪



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