História Equilibrio - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Drama, Guerra, Super Poderes, Violencia
Exibições 6
Palavras 2.697
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Violência
Avisos: Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Alguns dos principais atores dessa peça começam a entrar em cena.
Alguns pequenos detalhes que passa-se em branco ganha significado no momento menos esperado.
E então a história se tornará mais complexa e dramática.
Pois assim se formam boas histórias.

Espero que estejam gostando de Equilíbrio.

Agora irei lhes proporcionar mais um capítulo emocionante... divirtam-se.

Capítulo 13 - Reforços


Fanfic / Fanfiction Equilibrio - Capítulo 13 - Reforços

As rajadas negras passavam pelos Salvatore´s continuamente destruindo residências cegamente sem atingirem seus reais alvos.

- O que estão fazendo? – perguntou Anne.

- Eles não podem nos ver por causa da névoa – disse Cleare. – Então só precisam destruir tudo.

Estavam todos impotentes dentro de uma casa qualquer. O lugar era perigoso, pois podia ser um futuro alvo. Entretanto não tinha como saírem, caso fizessem seriam vistos.

 - Estou sentindo uma presença perto daqui – comentou Cleare. – É uma mulher.

- Claire – disse Nicolas com um sorriso no rosto. – Ela acordou.

- Preparem-se para atacar – ordenou Pietro. – Claire será nossa distração.

- Vocês vão usar sua companheira de isca? – Moira se mostrou indignada.

- Você se preocupa demais – Nicolas permanecia com seu sorriso jovial. – Claire é bastante forte.

Saindo da névoa, Claire se dirigia em linha de frente contra os alados.

Quando a visualizaram, dirigiram suas rajadas contra ela. Ela não se assustou quando seis disparos foram em sua direção.

Eles abriram um sorriso de satisfação, tal sorriso que logo se transformou em espanto.

A garota continuava andando sem ferimentos algum. Atrás dela, uma cratera feita pela escuridão de seus poderes.

- Impossível – comentou um deles. – Venham comigo – ordenou a dupla ao seu lado.

Rapidamente cercaram a garota que os encarou de volta.

- Eu estava num sono tão bom, velho – ela disse. – Pra que me acordar desse jeito?

Sem entenderem o que ela dizia, dois alados avançaram. O primeiro tentou agarrar seu pescoço enquanto o outro lhe aplicar um soco no estomago.

A mão do primeiro agarrou o vazio enquanto o soco do segundo passou em branco. As investidas haviam atravessado o corpo da garota.

- Não é assim que se chega numa garota, rapazes – recuou dois passos. Logo depois usando suas mãos, adentrou no tórax de ambos que ficaram assustados. – Pra tocar numa garota precisam primeiro chegar ao seu coração. Desse jeito! – dito isso ela apertou seus corações. Esmagando-os.

Os corpos caíram em seus pés, inertes com olhares assombrados. O terceiro ficou paralisado de medo, como se ela fosse um fantasma, permitindo que a garota se aproximasse e fizesse o mesmo com os outros. Ele caiu sem ao menos reagir.

Quando viram três de seus companheiros mortos, os alados se viraram contra ela que num suspiro correu de volta pra cidade atraindo a atenção de meia-dúzia para si.

- É agora – gritou Cleare.

Natalie que ainda estava em forma de gavião-real batia suas asas para iniciar voou. Anne segurava na pata da ave firmemente enquanto subia junto.

- A ave tá carregando uma pessoa! – Nicolas estava surpreso, assustado e animado ao mesmo tempo. – A ave está carregando uma pessoa!

- Se acalme garoto – Casey tocava seu ombro. – A habilidade de Anne é controlar o próprio peso. No momento, ela pesa o mesmo que uma minhoca.

- Que maaaassa!

- Nicolas – Pietro o reprendia. – Se concentre, é sua vez.

- Ceeeerto! – Nicolas ia para a linha de frente.

Neste momento, a natureza parecia conspirar contra o grupo. Um forte vento passou pelos corredores da cidade afastando a névoa.

O grupo observou as costas de Nicolas se tornarem mais brilhantes. A silhueta de uma armadura prata empunhando uma espada branca na mão direita e um grande escudo também prata no antebraço esquerdo. Uma capa que caia até o chão balançava com o vento.

- Venha... Paladino! – gritou Nicolas.

Uma rajada de vento abaixo de Nicolas afastou a poeira de seus pés. Sua expressão continuava animada. Seus olhos brilhantes transmitiam confiança e força.

- Avance paladino! – Pondo o escudo na frente, o paladino avançou contra os alados abrindo caminho entre eles e junto de sua espada desferia ataques contra todos em seu caminho.

Enquanto isso no céu, Natalie tentava manter o equilíbrio de voo dificultado com o vento forte. Graças a Claire e Nicolas, sua aproximação estava bastante discreta.

- Aqui tá bom, Natalie – disse Anne. – Desce mais um pouco!

Ouvindo sua amiga, desceu mais alguns poucos metros. Vendo que já estava numa boa distância, soltou-se de Natalie em queda livre no centro da formação dos alados.

Usando sua habilidade que antes a deixara tão leve quanto uma minhoca, agora seu peso aumentara em níveis extremos, era tão pesada quando o próprio aço ou concreto. Sua queda se assemelhava a um meteoro.

Gritando tão forte quando as batidas de seu coração, Anne deu um soco no chão abrindo uma enorme cratera engolindo quem estivesse por perto, soterrando-os.

O gavião-real dava meia volta em direção ao exercito inimigo. Suas penas mais escuras e seu tamanho anormal lhe dava destaque no céu. O bico se transformava num focinho largo e todo o corpo continuava crescendo. As asas de penugem se transformavam em patas com pelugem marrom-chocolate.

Um grande urro chocando o céu. Pesando mais de duzentos quilos e tendo quase dois metros de altura, o urso-pardo caiu sobre os alados derrubando-os.

Obviamente, eles não ficaram parados. Desferiam rajadas atrás de rajada contra o paladino que se defendia com o escudo intacto. A espada branca já manchada de sangue pingava as gotas formando um caminho vermelho-negro.

Um dos alados formou uma lâmina negra em seu braço, ferindo superficialmente o corpo de Natalie que se levantou ficando quase o dobro do tamanho do inimigo, ela deu uma patada na cara dele fazendo-o cair instantaneamente.

Distraída pelo ferimento, Natalie não sentiu o inimigo vindo pelas costas que antes de desferir seu golpe mortal foi interceptado por Moira que invisível cravou-lhe uma lâmina nas costas.

Cleare vinha mais atrás, sua habilidade de detecção não só permitia observar quem estava próximo como também observar a anatomia do corpo de forma tão rápida e precisa que podia prever os movimentos de seus adversários.

Casey foi à única que ficou na cidade, sua habilidade de névoa não iria ajudar em nada. O que lhe deixou frustrada.

Nicolas caiu de joelho sentindo a dor em sua panturrilha esquerda. Seu paladino havia sido atingido por uma lâmina no mesmo local. E o que acontecia com um aconteceria com o outro.

Com muita habilidade Anne ia se esquivando as lâminas e ia socando quem estivesse mais próximo. Mas já estava cansada de ficar usando seu poder tantas vezes.

Cada vez que ficava pesada para golpear, tinha que voltar ao peso normal para se esquivar. Um segundo a mais ou a menos resultaria em sua queda.

Natalie havia se transformado mais uma vez, do urso que era muito grande e fácil alvo para um guepardo tão veloz que parecia uma alucinação, derrubava um logo em seguida estava derrubando outro.

Ela não precisava matar, perderia muito tempo fazendo, apenas derrubava ou rasgava seus membros para não conseguirem se movimentarem tão agilmente.

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Dentro da cidade, Claire se escondia entre as residências.

Sua habilidade era a intangibilidade, conseguia passar por qualquer matéria sem sofrer danos, o que incluía atravessar paredes até passar por montanhas.

Desse modo, podia atravessar o corpo de qualquer pessoa facilmente e toca-lhe qualquer órgão destruindo de dentro pra fora ou até mesmo arrancando-o, mas para que isso acontecesse precisava se materializar, sendo essa sua única brecha.

Os seis alados estavam separados, do jeito que ela queria.

Primeiro ela foi pegar o mais afastado. O puxou pela parede trazendo para dentro da residência e atacou seu coração diretamente. O segundo e terceiro foram pegos desprevenidos por trás.

Ela simplesmente correu e atravessou suas mãos em seus corpos, danificando os órgãos.

O quarto alado lhe desferiu uma rajada que passou direto por seu corpo. Se demorado mais alguns segundos, ela não tivesse usado sua intangibilidade, certeza que seria atingida em cheio.

- Quase, não foi dessa vez. E nunca será.

Ela avançou rapidamente. Ele carregou uma nova rajada que passou por ela inutilmente.

- Morra – disse Claire no momento que ia toca-lhe o coração.

Ele abriu um sorriso, seu companheiro escondido numa ruela avançava com a lâmina negra. Caso ela matasse o alvo na frente, iria ser atingida pelo alado.

Percebendo isso, Claire passou direto pelo corpo do seu inimigo. Destruindo os planos dos alados que se mostraram surpresos com  o pensamento rápido da garota.

- Vocês são bons – ela disse. – Fazia tempo desde qu...

Uma nova lâmina negra lhe surpreendeu pelas costas atravessando seu peito, perfurando seu coração. O sexto alado, de forma silenciosa surgiu desferindo o golpe final.

- Entendo... tudo fazia parte do plan...

Ele retirou a lâmina de forma abrupta num corte lateral jogando-a contra a parede.

Claire caiu sem ao menos perceber o que havia acontecido.

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Já era meia-noite e o confronto continuava. Ainda tinha duas dúzias e vinham mais reforços inimigos um atrás do outro.

Anne estava exausta assim como Natalie que tinha o corpo cheio de ferimentos com sangue ainda escorrendo.

Cleare lutava contra dois ao mesmo tempo. Com dificuldade usava sua habilidade para interceptar a chegada inusitada de outro alado.

Nicolas havia recebido muito dano também por causa do paladino. Ele mal conseguia atacar e vendo que não tinha mais forças, foi forçado a desfazer seu protetor.

Pietro estava em outra extremidade em cima de uma casa.

- O que pensa que está fazendo? – gritou um alado.

- Não sou eu – respondeu outro desesperado. – Meu corpo... meu corpo não me obedece!

- Desgraçado, pare já com isso!

- Eu juro que não sou eu!

A habilidade de Pietro era o ventroliquismo. Ele usava cordas invisíveis para controlar as pessoas, como bonecos, tendo posse absoluta de seus corpos. Ele só conseguia sequestrar dois corpos ao mesmo tempo, mas já era o suficiente para iniciar um caos.

Primeiro ele controla uma dupla, os fazia atacar seus aliados. Depois os libertava e deixava que a raiva dos agredidos fizesse o resto.

Todo o franco direito da formação do inimigo estava vulnerável, mas não tinha quem pudesse prosseguir os ataques.

- Recuar! – gritou Cleare.

Anne havia recebido um soco pesado em seu estomago, logo em seguida foi jogada para baixo batendo a cabeça violentamente no chão, ficando inconsciente. Cleare a segurava apoiando pelo ombro, mas também já estava sem forças.

Natalie tentava ganhar tempo para as duas junto de Moira que os atacava invisível, mas também não iria durar muito mais, estava fatigada.

- Natalie!

- Vão! – urrou o leopardo.

Moira segurou o lado direito de Anne e ajudou a carrega-la deixando Natalie sozinha.

O som do helicóptero junto de sua luz fez com que todos lhe dessem atenção.

- Aproveitem – gritou Natalie. – Rápido!

Um dos alados viu a sua guarda baixa e tentou ataca-la, mas seu corpo não se moveu. Pietro o segurava com seus fios invisíveis enquanto controlando outro alado fazendo-os acertarem um ao outro.

- Agora! – Natalie ouviu a voz de cima.

Três vultos caiam lentamente na sua frente.

- Labaredas.

As chamas correram se estendendo pelo caminho forçando todos a recuarem. Nina erguia as mãos aumentando o tamanho das chamas e sua proporção.

O homem que desceu junto correu para ajudar Cleare e as demais.

- De joelhos! –ordenou Brayan. Os alados próximos caíram no chão sentindo o peso de toneladas em suas costas. – Vamos – ele disse pegando Anne nos braços.

Os olhos do felino enchiam de lágrimas ao ver os reforços salvando suas amigas.

- Natalie – disse a terceira pessoa. – Me desculpe o atraso.

A luz roxa iluminou a madrugada, uma espada prateada que dessa vez não brilhou com o luar. A lua estava escondida entre as nuvens.

Natalie não resistiu com as lágrimas.

- Alicia? – perguntou em voz fraca.

- Olá, minha amiga – ela sorriu simpaticamente. – Ainda consegue lutar?

Como se uma nova força enchesse o corpo de Natalie, tomou posição ao lado de sua amiga.

O corpo do guepardo ficava maior, mais largo e pesado. As unhas saindo de suas patas intimidando os inimigos e uma enorme juba em seu pescoço se formava assim como grandes dentes e uma calda enorme.

Um leão viril surgia ao lado de Alicia.

O rei da floresta entrava em campo de batalha.

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Os reforços inimigos também não eram fracos.

Atacavam ferozmente Alicia que se defendia de forma perfeita. Seus contra-ataques eram certos, mas não letais.

Nina estava mais distante, por causa de sua habilidade. Usava suas chamas para iluminar a noite e tinha que fazer isso rápido. Por causa da escuridão noturna era quase impossível saber de onde vinham as rajadas negras camufladas pela noite.

Ela usava as chamas em suas mãos como propulsor para se mover mais rápido, quase como um míssil. Também servia como um lança chamas humano, o que vinha bem a calhar.

Brayan deixada o corpo de Anne num local seguro, junto de Cleare e demais garotas que avistaram Victor com Nicolas e Pietro.

- Irmão, você veio – Nicolas ofegava quase desmaiando.

- Usou sua habilidade de forma imprudente de novo, não foi? – Brayan lhe repreendia.

- Me desculpe – ele deu uma risada.

Brayan se aproximou e lhe tocou a cabeça.

- Descanse. Quando acordar tudo estará acabado.

- Sim – ele fechava os olhos lentamente. – Meu irmão é o mais forte.

Victor criou alguns cobertores para Moira e Natalie que estavam despidas, por causa de suas habilidades. Também criou para Nicolas e Anne prevenindo hipotermia.

“O mais forte”, aquelas palavras entraram no ouvido de Pietro lhe assustando.

- Adam.

- O que tem ele? – questionou Brayan.

- Ele está aqui, lutando contra um esquadrão que vinha pelo sul.

- O que disse? – Brayan se espantava. – Vocês o deixaram sozinho?

- Sim – Pietro baixava a cabeça sabendo do erro que fez.

- Droga! Victor, preciso que vá até ele.

- Entendido.

- E já sabe se precisar use a força para conte-lo.

Aquelas palavras lhe preocuparam, mas se fosse necessário, não haveria escolha. Usando sua habilidade, criou uma moto e foi em direção ao sul, em direção a Adam.

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Era o terceiro que Alicia ceifava a vida e o segundo que caia perante Natalie.

A lua voltava a iluminar o cenário cruel da guerra.

Os corpos dos alados no chão banhados do próprio sangue.

A roupa de Alicia e a pelugem do leão estavam manchadas de sangue que impregnava em suas peles.

O que mais surpreendeu Alicia era a quantidade de olhos vermelhos lhe encarando. Vários alados de olhos carmesins idênticos ao que ela confrontou em Tariel. Se eles fossem semelhantes, então seria uma batalha difícil, pensou.

Um dos alados empunhando sua lâmina negra avançou contra Alicia que se defendeu de forma maestra. Mas não esperava que na outra mão, ele pudesse criar outra lâmina, foi inevitável.

Ele perfurou seu braço direito forçando-a a urrar de dor. Seu corpo fraquejou, permitindo que ele investisse com a outra lâmina.

- Não – gritou Natalie empurrando o inimigo, salvando a vida de sua amiga, mas aumentando a lesão no braço. – Alicia, consegue lutar?

- Sim – disse com dificuldade.

- Temos que voltar.

- Certo – concordou.

- Vá, eu vou ganhar temp...

Um chute voou no rosto do leão jogando-o longe.

- Nataliiiiie! – gritou Alicia correndo em sua direção.

Aos poucos o leão ganhava feições femininas. O corpo nu de Natalie se revelava inconsciente. Alice a pegou nos braços, ignorando a demasiada dor de seu braço direito.

- De novo não – murmurou. – De novo não, merda!

Os alados a cercavam em forma de meia-lua. Um deles tomou a dianteira revelando uma lâmina negra mais densa.

Nuvens passageiras cobriam a lua causando uma escuridão total, permitindo apenas que visse os olhos carmesins.

- Isso não vai acontecer de novo – Alicia se levantava usando sua espada de apoio. Em seu braço direito, ela segurava Natalie que pendia a cabeça em seu ombro. – Irei protege-la, custe o que custar.

O alado riu apreciando o gesto de coragem da humana. Se abandonasse sua amiga, conseguiria fugir, mas não fez e isso o animou.

- Você tem honra, humana – Se aproximou mais. – Não tema, pois tua morte não é vergonhosa.

Uma mão forte puxou Alicia para trás derrubando-a junto de Natalie ao chão.

Um vulto negro surgiu em sua frente empunhando uma lâmina.

Instantes depois, o alado que iria executa-la arquejava no chão, segundo depois inercia.

As nuvens começavam a se dissipar trazendo a luz da lua novamente.

- Quem é você? – a voz de Alicia saiu meio fraca.

O garoto a observou sobre seu ombro enquanto a lua revelava seu rosto com sua luz prateada.

- Ninguém importante.


Notas Finais


Quando tudo parece ter acabado,
Surge no ultimo segundo...
O herói que ninguém espera.

No próximo capitulo: Oitavo ato – O humano mais forte.

Ele só possui dois destinos...
Solidão ou autodestruição.
Esse é o preço do seu poder.


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