História Era da Ascensão - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Ação, Ascensão, Era, Luta, Magia, Mistério
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá jovens, segue mais um capitulo.
Desculpa a demora. kkk

Capítulo 9 - Conselho


O jardim resplandecia de beleza. Suas flores, arvores e os pequenos animais que ali moravam faziam dele um encanto para a maioria das pessoas que um dia puderem conhecer aquele raridade escondida do mundo. Sua entrada era guardada pelos Cavaleiros do Reino e sua principal proteção, o enorme e adornado portão feito de ouro que se levantava aos céus e parecia servir como juiz para decidir o que passaria por ele. Apesar disso, seu teto era livre de quaisquer proteções, e em um dia límpido como aquele, os fortes raios do Sol conseguiam estender sua luz por todo seu território. O contraste dessa visão era dado só a aqueles com suficiente posição ou importância para o Reino, afinal, o jardim ficava dentro do castelo do Rei.

Algumas pessoas diziam que aqueles portões eram os Portões do Paraíso, e o seu jardim, a fruta proibida do homem.

                Não era o que pensava a Rainha Follen e o Rei Henry sentados lado a lado numa grande mesa circular no meio do Jardim. Eles aguardavam quietos a pacientes a chegada de Astor, como suas companhias tambem. Para muitos, elas deixariam qualquer outra pessoa assustada ou sem reação, tamanha honra por estar presente no mesmo recinto. Mas para os dois, aquilo nem passava por suas cabeças, afinal, eles faziam parte das pessoas inclusas tambem.

                A direita do Rei Henry se sentava o todo orgulho líder da Guilda dos Anões da província de Argon-Cur. Temeral, O Corajoso. Seu semblante ao contrario dos outros era de impaciência, com os olhos fechados e os braços cruzados. Vestindo quase uma armadura completa, um dos únicos ao redor da mesa fazendo isso, Temeral possuía não mais que 1,30 metros, relativamente grande para sua raça. Seu outro diferencial eram suas barbas e sobrancelhas que junto com seus cabelos, possuíam um vermelho escuro, como se estivesse queimado. Em sua cintura, levava um grande machado de duas mãos, um pouco menor que ele somente. O Corajoso foi uma homenagem em agradecimento do líder da Guilda dos Anões de toda Eriméia para com ele por sua bravura em campo de batalha. Dentro e fora da Guilda, ele não só era conhecido como muito respeitado.

                A esquerda da Rainha Follen estava uma mulher que mudava totalmente o conceito de beleza. Seu rosto era sereno como o dia, seus olhos azuis penetravam na mente de qualquer homem desprevenido de suas feições. Há quem diria que suas orelhas pontiagudas poderia de alguma forma prejudicar essa beleza intocável, mas esta pessoa certamente  não saberia o que estava dizendo e muito provavelmente não estaria sã. Descendo pelo ombro até a cintura, seu enorme cabelo azul escuro constratava diretamente com seus olhos e seu vestido, tão branco quanto uma nuvem poderia ser, e tão grande quanto o céu em que ela vivia. Seu nome era Vivian, a representante da Sociedade dos Seres Magicos.

                E a frente do Rei e da Rainha, se erguia Dorlan, um gigante de 8 metros de altura. Mesmo sentado sua presença obscurecia qualquer outra ali presente. Assim como Temeral, estava de olhos fechados e trajando uma armadura á moda do Clã dos Gigantes. Toda feita de um tecido que só os Gigantes sabiam o que era, permitia dar a mobilidade e praticidade além da resistência de uma armadura comum. Observando de fora, parecia simplesmente uma roupa feita de couro, com sua clássica cor marrom desbotado. Mesmo sentado e de pernas cruzadas, já que não havia tamanha cadeira para um Gigante se sentar, Dorlan era um colosso. Um colosso que carregava um enorme martelo nas costas. Ele fora o representante do Clã dos Gigantes para aquela reunião.

                - Então, Astor irá demorar muito? – Perguntou Temeral, fitando o Rei e a Rainha.

                - Creio que não, Temeral. Peço um pouco mais de sua paciência. – Respondeu Henry calmamente. Temeral ía retrucar algo irônico quando Astor apareceu no campo de visão do Rei atravessando o portão. – Por falar nisso, aí vem ele.

                Astor era outro que trajava uma armadura completa. Porém, totalmente diferente das demais. Do pescoço aos pés ela o cobria com sua forte cor prateada, porém nela não se via nenhum adorno ou algo diferente, como se via geralmente nas armaduras de nobres e cavaleiros importantes do Reino. E mesmo assim por algum motivo, ela conseguia causar a mesma sensação de poder que as demais, mesmo não tendo nenhuma “frescura”, como diz o próprio Astor, gravada nela. Não era só isso que havia de diferente. Presa nos ombros havia uma capa vermelha que quase tocava o chão, e absolutamente, nenhum capacete.

                Ele chegou perto da mesa e fez uma reverencia educada para cada um dos representantes. Vivian foi a primeira a falar.

                - Sempre me surpreendo com sua beleza, Astor. – Comentou rindo. Mesmo entre os elfos, era difícil haver um homem com o cabelo totalmente loiro que Astor tinha, além de grande, chegando até os ombros. Astor abriu um sorriso e a fitou, com seus olhos verdes vibrantes. – Ah, esse olhar. Você sabe a palavra que leva qualquer mulher para a cama, Astor?

                - Não, senhora. – Retrucou, abaixando a cabeça em um desculpa formal.

                - Tente descobrir, então. – Disse abrindo um sorriso que ele retribuiu.

                Era visível o divertimento no olhar de todos os presentes com a cena. Mas Henry foi o primeiro a retomar o assunto.

                - Não estamos aqui para isso, companheiros. Somos só nós, então?

                - Sim. Parece que o Ciclo Divino e os Demônios têm seus próprios problemas para resolver. – Respondeu Dorlan. Sua voz rimbombando pelo ar.

                - E quanto a Aliança de Magia? – Perguntou Vivian.

                - Não mandaram ninguém. – Dessa vez, foi a Rainha Follen que respondeu. Vivian assentiu, e todos se calaram.

                - A ultima vez que nos reunimos aqui tomamos uma decisão. – Iniciou Henry. – Que noticias nos traz agora, Astor?

                - Ruins. – Respondeu. Quando todos se voltaram para prestar atenção nas proximas palavras dele, ele prosseguiu. – Houve mais um aparecimento deles. – Concluiu.

                A ultima vez que a Esfera foi reunida tinha sido três meses atrás, e naquela ocasião cada integrante dela havia enviado um representante, inclusive a Aliança de Magia. A destruição sem explicação do Vilarajo Springs parecia ter repercutido pelos quatros cantos, não por uma cidade de sido evaporada do mapa, mas da maneira como foi. Nenhum dos membros da Esfera sabia como responder a aquela duvida, mas a Rainha Follen levantou uma hipótese inesperada, como havia feito na frente de Astor quando ele lhe levará as noticias.  Mesmo entre aquele seleto grupo, era de conhecimento mútuo que não existia uma pessoa poderosa o suficiente para tirar uma Vilarejo inteira do mapa sem deixar vestígios, e além do mais, não haviam testemunhas que tinham visto a cidade naquela noite, mas alguns moradores de cidades proximas disseram ter visto uma luz no céu caindo em direção a terra, para logo em seguida um intenso brilho aparecer no horizonte e se estender por quilômetros.

                Isto fora o Argumento da Rainha Follen ao dizer sobre os Três.  O representante do Ciclo Divino se sentiu ultrajado por pensarem em tal hipótese, dizendo que não compactuaria com um Conselho que acreditava em lendas. O representante dos Demonios também comentou que já tinha ouvido o necessário e se retirou. O resto não esboçou reação, apenas aguardou pelo que viria a seguir. Decidiram então que não havia o que fazer no momento, visto que ocorrera uma única vez e não tinham meios para predizer se um dia viria a acontecer de novo. Por consequência, iriam aguardar novas noticias, caso ocorressem. E ocorreu.

                - O que quer dizer com isso, Astor? – Perguntou Dorlan calmamente.

                - Há poucos dias em um Vilarejo um pouco mais a Oeste de Springs aconteceu algo no minimo...interessante. – Respondeu.

                - Seja mais direto, Astor. – Pediu Vivian.

                - Os moradores de lá dizem ter testemunhado algo que custo á acreditar. Um...homem parece, o descreveram com cabelos e olhos negros diferentes de qualquer outro, trajava uma armadura toda negra também. Entrou em uma luta desafiando o vencedor de lá. O lutador aceitou o desafio e até tentou desferir alguns socos nele, mas ele desviou de todos como se desviasse de uma criança. E agora que vem a parte interessante – Falou e deu uma longa respirada, se perguntando se seria sábio dizer aquilo na frente de tais pessoas. – Dizem que quando o lutador estava prestes a dar um soco, o homem levantou sua mão, e gritou “Morra!”. Então o que parecia ser fogo, porém da cor negra, tomou sua mão e na velocidade da luz ele bateu arremessando o homem a quilômetros de distancia. Ninguém mais o viu depois disso.

                A Rainha Follen o olhou com uma sobrancelha erguida, enquanto o Rei Henry ao seu lado colocou a mão no rosto e balançou a cabeça. Vivian parecia estar se divertindo, tapando a boca tentando evitar o riso. Foi a voz de Temeral que falou primeiro.

                - Está brincando com nós, Astor? Nos chamou aqui para uma história de camponeses?

                - Não senhor. Eu...

                - Você o que, Astor? – Interrompeu Dorlan, com sua voz de Gigante. – Imaginou que era uma ameaça? Uma briga de homens comuns?

                Astor se manteve ereto, com o rosto impassível.

                - Deixem-no falar, senhores. – Disse Follen alto. – Ele deve ter seus motivos. Prossiga.

                Astor assentiu e voltou a falar.

                - Devo lembrar-lhes senhores, de que se não perceberam, há algo nessa história que deveriam analisar melhor. Vocês já ouviram falar de alguém usando uma Magia de fogo negra?

                Todos na sala negaram com a cabeça.

                - Onde está querendo chegar, Astor? – Perguntou Vivian.

                - Vocês, representantes das Esferas, afirmam que nunca ouviram uma magia de tal tipo. E eu confirmo, pois não existe tal magia no mundo. Agora, deixando de lado as alterações que essa história deve ter sofrido até chegar em nossos ouvidos, como que  um bando de ‘homens comuns’, – Dorlan bufou quando ouviu a descrição. Mas Astor não pareceu olhar para ele tentando provoca-lo. – não um ou dois, mas centenas deles, que não devem ter conhecimento nenhum de magia para saber o que seria verdade ou mentira, afirmam ter visto exatamente isso? – Completou, deixando uma pergunta sem reposta no ar. – Eu creio meus Senhores, que o Vilarejo Springs foi só o começo. Algo grande está vindo por aí.

                Aos poucos as pessoas ao redor da mesa foram assentindo com cabeça entendendo o pensamento que Astor tinha mostrado.

                - E o que sugere que façamos, então? – Perguntou Temeral.

                - Os dois incidentes aconteceram mais ou menos perto de Volkyr. O que posso deduzir é que o que quer que fez aquilo, ainda esteja por lá e muito provavelmente escondido na grande floresta.

                - Eu mais do que ninguém sei que enquanto ele estiver lá, não há exercito que possa entrar na Floresta para captura-lo. – Argumentou Vivian, já tirando a hipótese que pudesse estar surgindo na cabeça deles.

                - Mais uma pergunta. – Interrompeu Dorlan. – Por que eu e meu povo deveríamos temer esse homem?

                O Rei e a Rainha o olharam com olhos arregalados. Astor levantou uma sobrancelha não acreditando no que ouvirá e Vivian fechou a cara.

                - Acredito que seja porque o Clã dos Gigantes não participou da Grande Guerra, então, a antiga história de Eriméia nunca foi passada por seus descendentes. Eles não sabem do que aconteceu, apenas ouvem as histórias que são contadas por aí. – Informou Astor. – Uma raça que desconhece o medo.

                - Olhe para quem você está falando, humano. – Disse Dorlan, erguendo sua voz. – Talvez se tivéssemos participado dela, vocês teriam ganhado.

                - E quem disse a você que a perdermos? – O sarcasmo no tom de Astor passou despercebido por Dorlan.

                - O que devemos fazer então, Astor? – Perguntou Henry interrompendo a discussão.     Astor se voltou para ele e fez uma mesura de desculpas, logo respondendo.

                - Sugiro que conversem com seus Lideres e com seu povo.

                - Para que? – Perguntou Vivian, imaginando a reposta.

                - Para a guerra que está por vir.

 

***********

 

                O dia havia amanhecido frio, o inicio do que viria ser o intenso inverno que os esperava na cabana escondida por entre as arvores da Floresta Volkyr. Alguns tímidos flocos de neves já estavam dando suas caras pela manhã quando Eórion acordou sonolento. Os dias que se seguiram ao acontecido foram um pouco estranho. Merwin parou de lhe ensinar magia nesse meio tempo e o fez voltar a estudar e meditar sobre a Twain.

                “Ele está com medo, assim como eu.” Pensou melancolicamente.

                Esvaziando a mente, Eórion se levantou e colocou uma roupa mais adequada. Ao sair do seu quarto não viu sinal de vida aparente na casa, algo com que havia se acostumado já. Ele caminhou lentamente para a cozinha com sono e pôs algumas tabuas de madeira no fogão, acendendo o fogo e colocando uma chaleira de agua logo em seguida. Depois pôs se a procurar pelo café, e enquanto moía alguns deles, Merwin entrou com tudo pela porta da frente fazendo Eórion da um salto de susto.

                - Caralh- Merwin! – Gritou o olhando. – Não podia entrar com calma?

                Merwin o olhou como se fosse um idiota, com seu chapéu pontiagudo caído para o lado e os olhos arregalados.

                - Claro que não. Tá frio pra caramba lá fora, rapaz – Respondeu se jogando inesperadamente em uma cadeira em sua frente.

                - Onde você foi?

                - Procurar algo melhor para fazer. – Disse simplesmente.

                Eórion o observou intrigado, mas se lembrou da água fervendo e terminou de moer o café.

                - Estou fazendo café, novinho. – Comentou por detrás do balcão da cozinha alguns minutos depois.

                - Estou ansioso por uma caneca. – Falou enquanto retirava uma pequena massa de envelopes de dentro do seu manto.

                Ele os jogou no colo e começou a ler um por um oque estava escrito na frente. Alguns ele abria, outros jogava por cima do ombro, alguns até provocaram algumas risadas nele.

                - Isso são cartas para você...? – Começou sutilmente.

                - Inteligente. – Respondeu.

                - O que elas dizem?

                - Se fosse para você saber, elas teriam o seu nome, não o meu, não é?

                - Acho que sim.

                Ele pegou duas xícaras e colocou um pouco do café recém feito nelas. Adoçou fortemente as duas e levou uma para Merwin que agradeceu, enquanto ele sentava em uma cadeira ao lado.

                - Parece que você andou causando rebuliço até naquele ninho de nobres enfeitados com penas até no rabo, que oficialmente se chama castelo do Rei. – Disse quebrando o silêncio que havia surgido a pouco. – Escute só. – Merwin ajeitou o papel em suas mãos e o leu em voz alta.

                “Um homem misterioso, trajando uma armadura toda negra, junto com seus olhos e cabelos da mesma cor, foi visto manifestando magia das trevas e matando um homem inocente no Vilarejo perto de ...”

                Merwin leu até onde achava necessário e voltou um olhar inquisidor para Eórion que deu de ombros.

                - Ele parece perigoso. – Comentou.

                - Acho que esse homem é um bunda mole. – Retrucou.

                - E por que acha isso? Você o conhece?

                - Claro. Ele está parado na minha frente.

                Eórion ía responder mas parou antes de começar, se calando e franzindo o cenho.

                - Você... Você não está dizendo que... – Começou, apontando para sí e depois para o papel.

                Merwin fez  um aceno sério para ele.

                - Não, não pode ser. Mas... eu nem... – Disse enquanto fazia alguns gestos sem sentidos no ar.

                - Parece que alguém está famoso.

                - Por que eles falam de um homem? Eu sou um guri ainda!

                - As vezes até eu duvido disso, rapaz.

                - Eu nem sabia que existia magia das trevas!

                - Há muitas coisas que você não sabe, não é? – Retrucou rindo. – E nem sabemos o que é essa magia, então não diga que é das “trevas”.

                Eórion ficou indignado e tomou o resto da sua xícara de café, enquanto Merwin continuou:

                - Ouça, parece que vamos ter que levar seu treinamento mais a sério a partir de agora. Nâo vou deixar a Twain para mais tarde, nem sua Magia. Você vai precisar saber como usa-las o quanto antes.

                - Por que?

                - Esse tipo de coisa atraí a atenção de pessoas indesejáveis. Enquanto estivermos em Volkyr, estaremos seguros. Temos dinheiro, comida, espaço e principalmente tempo aqui.

                - Você vai me treinar então?

                - Com certeza, meu maior desejo. – Disse soltando uma bufada.

                - Então...vamos nos esconder, é isso?

                - Enquanto estivermos aqui, a Floresta vai ocultar o poder de nossas Almas, então isso não nos preocupa. Isso significa que você não vai sair daqui por um bom tempo rapaz.

                - Por que?

                - Pelas barbas de Gregórion, você só sabe perguntar “Por que”? – Merwin parecia alterado. – É melhor deixarmos você por aqui, parece que para onde quer que você vá, coisas estranhas acontecem. Então vamos deixar a poeira baixar.

                - Não gosto da ideia de ficar preso.

                - Nem eu, principalmente com você. – Comentou fazendo cara feia pro café. – Se quer viver comigo, vai ter que aprender a fazer um bom café, garoto. Café é uma arte para poucos artistas.

                - Quanto tempo acha que vou ficar aqui?

                Merwin soltou um suspiro genuíno e o olhou com firmeza, sem brincadeira no olhar.

                - Não sei. Muita coisa aconteceu nesses últimos meses, Eórion. Quando eu achar que estiveres prontos, eu lhe avisarei. Até lá, se esforce.

                Ele assentiu e os dois ficaram sentados lado a lado, apreciando a companhia silenciosa um do outro e do prazer de um café quente em mãos. Lá fora, a neve ainda caía devagar, cobrindo tudo com uma fina camada branca. Ambos sabiam que esse tempo de paz não ia tardar a acabar.


Notas Finais


Eai, curtiram?


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