História Era outra vez - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Liam Payne, Louis Tomlinson, Personagens Originais
Tags Drama, Liam Payne, Traição
Exibições 21
Palavras 2.748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


olaaaá, olha quem voltou depois de um seculo. sim! sou eu mesma minha gente.
eu sei que eu demorei muuito a atualizar, mas eu vou mudar, eu prometo.Vou falar um pouquinho do cap:

*Eê eê, nesse cap, começam os preparativos para o casamento e tals, mas nada muuito profundo, é a partir do capitulo que vem que as coisas vão ficar mais claras
* Eu pretendo atualizar essa historia toda sexta se possível (Exceto amanhã porque eu já estou postando hoje)
*No final do cap, acontece um jogo, é meio clichê, mas sei lá. eu gosto!
*Qualquer erro, me avisem pra eu consertar.
*Esqueci o que mais eu ia falar, então....BOA LEITURA

Capítulo 5 - Você me deixa louco


Capítulo 5

No capítulo anterior

“ Me aninhei um pouco mais ao meu primo, e dormi sentindo-o afagar meus cabelos. ”

“E quando tudo der

Certo, não pense que é o

Final feliz. Na verdade, é apenas o começo. ”

 

Point of view Izabelle

    Era a terceira vez que Drake tentava dar o nó na gravata, e pela terceira vez o resultado foi um fracasso. Me aproximei de meu irmão rindo e fiz o nó corretamente na sua gravata vinho. Estávamos em uma segunda feira e papai resolveu que era a hora de Drake saber como as coisas funcionavam na QualityIn. Nossa família era dona de parte de uma empresa bem-sucedida de tecidos, a outra parte era de Louis e de outros acionistas minoritários. Eu nunca havia estado lá para trabalhar, sempre deixei claro a minha família que eu amava o mundo das artes, e que de modo algum iria trocá-lo para ficar presa a uma sala assinando papeis e fechando negócios. Para a sorte e felicidade do meu pai, Drake queria assumir os negócios da família, e estava empolgado em fazer nosso patrimônio crescer.

    — Obrigado mana!  — Drake agradeceu pondo o paletó, por cima da blusa social branca. Eu sorri genuinamente com a imagem do meu irmão que a quatro anos atrás era um garotinho e agora já havia se tornado um rapaz. 

 — Há, já ia me esquecendo. Victoria deixou um endereço para que você a encontrasse, acho que era para decidir as roupas das madrinhas e padrinhos, algo assim. O bilhete está em cima da sua escrivaninha.  — Movi a cabeça para a pequena escrivaninha no canto do quarto e avistei o papel. Imediatamente me senti exasperada, triste e egoísta. Eu não queria ajudar a escolher a roupa com que eu iria vê-la se casar com o meu amor, todavia ela era minha amiga e eu devia ser a primeira a estar do lado dela, ajudando-a em tudo, por mais difícil que fosse.

 — Ah, obrigada!  — Disse e peguei o bilhete que dizia para eu estar na loja da Stewant Parvin as 2h: 30 mim.

 — De nada. Bem eu já vou indo, papai está me esperando no andar de baixo, e eu não quero me atrasar.   — Acenei com a cabeça concordando e maquiei um sorriso. Meu irmão estava feliz, e eu me sentia feliz por ele também!

 

   Eu fiquei ajudando mamãe com o almoço e a escolher os novos moveis de casa, já que ela havia resolvido troca-los, isso fez com que eu me distraísse um pouco, mas quando chegou o horário de ir ver as roupas das madrinhas, meu corpo se contraiu. Eu não queria ir, mas eu mais do que ninguém sabia que querer não é poder!

 

   Meia hora depois eu já estava sentada no sofá estofado da loja de noivas, vendo todos os modelos e cores dos vestidos junto com Victoria e outras três madrinhas, uma delas para o meu martírio era Emily.

   Eu me sentia tensa, pois na sala ao lado, Liam e os padrinhos experimentavam os ternos, que já haviam sido escolhidos.

 — Olha esse que lindo!  — Victoria apontou para um vestido rose, de pano fino e mangas cumpridas. Ele era bem-comportado, mas bonito, entretanto.

 — Realmente. É muito lindo!   — Respondi, e Victoria o colocou na frente do meu corpo, tentando imaginar como ficaria.  — Então já se decidiu? É esse então?  — Perguntei louca por uma resposta positiva. Eu já não aguentava mais experimentar roupas.

 — Talvez...  — Victoria falou fitando o vestido com cara de dúvida.  — Vá, experimente-o! –Ela disse, deixando o vestido na minha mão.

 — Os trocadores estão ocupados Victoria. Você já fez eu e as meninas vestirmos tudo que tem aqui!  — Adverti um pouco cansada, e uma das funcionárias interveio.

 — Há outros trocadores na sala a direita, pode usa-los se quiser.  — Deixei meus ombros caírem e fui até a sala vazia de paredes completamente brancas e decoração clara, com certeza para enfatizar o ambiente de noivas. Entrei em um dos provadores disponíveis ali, e pus o vestido me olhando no espelho. Passei as mãos sobre ele tentando arruma-lo da melhor forma.

 — Está lindo!  — Dei um pulo de susto, quando Liam disse e entrou no provador. Levei a mão ao peito e senti meu coração palpitar, aspirei fundo tentando controlar minha respiração e o olhei.

 — Quer me matar do coração?  — Questionei irritada, e Liam não disse nada, apenas esboçou um sorriso fraco; nesse tempo de silêncio pude notar que ele vestia um terno preto perfeitamente alinhado. Seriam vestimentas comuns para ele que sempre trabalhava de roupas sociais, mas nós dois sabíamos que aquelas roupas eram para uma ocasião muito mais importante que um dia comum de trabalho.

 — Desculpe. Não foi minha intenção te assustar.  — Liam afirmou. Sua voz estava grave, e seu olhar inspecionava-me milimetricamente, fazendo com que eu me encolhesse e minha bochecha enrubescesse.

 — O que faz aqui?  — Perguntei, na tentativa de cortar a tensão que havia se instalado, mas o efeito foi contrário; Liam se contraiu e soltou o ar pesadamente, pensando por um instante.

 — Eu estava procurando um banheiro e vi você entrar aqui!  — Indagou dando de ombros

 — Aqui não é o banheiro, você deveria sair agora.  — Eu fui direta e imparcial. Eu não gostava de ficar a sós com ele, porque eu sentia coisas que não devia sentir. Ele endireitou os lábios em uma linha fina, e fechou o rosto em uma carranca.

 — Você está melhor depois de ontem?  — Liam perguntou ignorando por completo o que eu havia dito anteriormente. Eu tentei me concentrar na pergunta que ele havia me feito, mas ela parecia não fazer sentido na minha cabeça. Depois de ontem?  Puxei na memória e as lembranças vieram em pedaços até eu completar o quebra cabeça.  Louis, Emily, minha falsa bebedeira.

 — Ah, sim. Eu estou bem melhor. Sem dúvidas!  — Respondi, e uma interrogação surgiu na minha mente.  — Como sabia da minha exposição em Nova York? Não me lembro de ter lhe dito nada a respeito.  — Lembrei-me do comentário que ele havia feito ao meu primo.

 — Eu escutei quando Victoria falou das suas exposições naquele dia em que fui na sua casa, e Drake me deixou a par de todo o resto.  — Liam respondeu de modo sutil. Ele fazia tudo parecer simples e comum com sua voz controlada e melodiosa.

 — Arg, isso está me sufocando!  — Ele puxou o nó da gravata tentando desfaze-lo, mas ela parecia se atochar ainda mais. “Droga” murmurou sem conseguir desfazer o nó.

 — Qual o problema dos homens com gravatas.  — Questionei, me aproximando dele e desfazendo o nó.

 — Qual o problema delas conosco. Não sei qual a serventia dessa peça, ela serve apenas para sufocar-nos e nada mais.  — Concluiu

 — É uma peça clássica e muito charmosa. Tem seu valor! Já devem estar atrás de você. Não acha melhor voltar agora?  — A cabeça de Liam estava baixa, mas ele a ergueu tão rápido que mal pude capitar o momento. Seu olhar era uma interrogação sobre mim, ele me inspecionava com devoção, como se assim pudesse me decifrar.

 — Minha presença te incomoda tanto assim?  — Perguntou erguendo a sobrancelha e se aproximando mais.

 — O que? Não...olha só eu tenho que voltar. Se me der licença.  — Eu me desviei dele, pronta para sair dali mas Liam segurou me braço, me impedindo.

 — Não. Eu não te dou licença!  — Liam indagou firme como nunca e se posicionou na minha frente, seu rosto era isento de emoções. Era de fato impossível saber o que se passava em sua cabeça. Sua postura impecável e seu olhar determinado me faziam lembrar o porquê de ter me apaixonado por ele, todavia isso apenas deixava-me ainda mais apreensiva e assombrada. Eu devia me esquecer de Liam, e não reforçar meus sentimentos.

   O semblante de Liam se endureceu, e seguidamente ele umedeceu os lábios e fitou-me minuciosamente. Aparentemente atordoado, ele caminhou até mim com o olhar perdido.

 — Há algo de errado Liam?  — Perguntei, atormentada por seu comportamento estranho, mas ele continuou silenciado. Uma centena de indagações já se iniciavam no meu subconsciente, quando escutei o som baixo de sua voz rouca e inquietante:

 — Eu acho que estou enlouquecendo.  — Franzi a testa, e o olhei sem intender o que sua frase significava.

 — O que?  — Perguntei

 — Desculpe Izabelle.   — Indagou e virou as costas saindo da sala sem dizer mais nada. Fiquei parada encarando a porta sem ação nem reação.

 

 

   Descansei minhas costas sobre o colchão macio e quentinho do meu quarto, o relógio na cômoda do lado da minha cama marcava 8h 47mim da noite. O dia embora longo passou rápido o bastante para parecer apenas fleches. O que não saia da minha cabeça era o momento confuso com Liam mais cedo, quatros anos e ele ainda meche comigo exatamente da mesma forma que mexia antes.

 — Ei, Isa....  — A voz de Meredith estalou em meus ouvidos, e voltei meu olhar para a porta a encontrando ali. Minha distração não havia permitido que eu a percebesse antes.

 — Ah, entre Mary.  — Disse e ela o fez rapidamente.

 — Levante daí, e vista alguma roupa para nós irmos para o apartamento do seu primo.  — Eu a olhei com a sobrancelha arqueada, e uma interrogação no rosto, e Meredith bufou impaciente.    — Sempre me esqueço que você ficou quatro anos fora. O que acontece é que sempre nos juntamos na casa de alguém para relaxar e jogar conversa fora, não são muitas pessoas de fato, apenas alguns amigos do trabalho e da faculdade, e bem, hoje vamos para o apartamento de Louis.

 — Ah, sim.... Vamos nos embebedar em plena segunda feira, é o que eu precisava mesmo! Só me espere colocar alguma roupa descente e nós vamos então.  — Respondi, e abri as portas do, guarda-roupas espreitando os olhos na direção do amontoado de roupas. “Desisto” pensei e peguei uma peça qualquer.

 — Pronta?  — Mery perguntou quando terminei de vestir a calça jeans e o casaco longo.

 — Sim!

 

   Era estranho pensar que eu ainda não conhecia o apartamento do meu primo já que éramos demasiados próximos. Louis a quatro anos atrás morava em outro lugar, requintado e luxuoso, mas nem tanto quanto esse novo apartamento. Ele além de ser dono de boa parte de ações dentro da QualityIn, empresa que pertencia a minha família, também tinha outros negócios muito maiores que ele havia herdado de seu pai, eu realmente não entendia o que um homem tão rico como meu primo fazia em uma cidade tão pequena como Whitford, talvez fosse pelo fato de todas as lembranças de seu pai estarem aqui, ele não costumava falar nada a respeito, no entanto eu sabia o quanto isso ainda o abalava.

 —  Pequena!  —  O sorriso aberto de Louis me alcançou quando ele abriu a porta de seu apartamento dando espaço suficiente para que Meredith e eu entrássemos. Rodeei meus braços por seu pescoço, o abraçando como o de costume, e ele bagunçou meus cabelos fazendo-me parecer uma garotinha de onze anos ao invés de uma mulher de vinte e três.

 — Eis a questão que não quer calar...onde estão as bebidas Louis?  —  Meredith perguntou direta e imparcial como era de seu feitio, e Louis riu estendendo o copo em sua mão, que até então eu sequer havia reparado.

 — Por todos os lados Mery, mas se quer um conselho, na cozinha tem um Holandês preparando algum coquetel maluco do país dele.  — Meu primo disse rindo, e dando uma piscadela, enquanto Meredith rolava os olhos de forma divertida e esgueirava-se mais para dentro do apartamento.

 — Venha pequena, todos estão na sala.  — Segui Louis pelo hall de entrada, e cada vez que dava um passo mais percebia o quão luxuoso esse apartamento era. Por fora dava para se ter uma noção de como era, mas a verdade é que uma noção não chegava nem perto de tudo isso aqui.

 — Você está muito bem hein boo!  — Afirmei girando a cabeça por todo o cômodo que estávamos.

 — É.... não estou de todo mal.  — Ele riu, e então chegamos até sua sala. A primeira imagem que tive foi de uma mulher baixinha, de cabelos abaixo dos ombros, e de um homem alto, de olhos esverdeados, e cabelo quase do mesmo tamanho do da mulher; atrás deles estavam mais algumas pessoas, umas cinco no máximo. Todos tinhas copos cheios de bebidas na mão.

 — Quer beber algo pequena?  — Meu primo já estava enchendo seu copo novamente e eu em contrapartida acenei com a cabeça confirmando.  Poucos segundos depois já, estava com um copo cheio de uma bebida marrom na mão.

 — Marrom, como os olhos de Liam.  — Ronronei inconscientemente, mas para meu martírio eu tive a certeza que meu primo ouviu, pois agora seu olhar repreensivo estava sobre mim.

 — Daqui a três messes ele estará casado Izabelle, mas...sabe... Liam nem de longe é a pessoa que tenho mais proximidade nesse lugar, mas ele me parece um homem sensato e esperto. Esperto o bastante para ter se dado conta dos teus sentimentos Isa. Diga com sinceridade, ele nunca tentou se aproximar de você?  — Eu esperava uma centena de perguntas vindas do meu primo, exceto essa!  Meus olhos subiram até os seus e as palavras vieram até a garganta, mas voltaram. Louis era um homem sempre comedido que não se estendia em assuntos muito íntimos, contudo se o assunto “intimo” lhe dissesse respeito, ou a alguém que ele se importasse, ele não ligava de ser indiscreto. Nem havia me dado conta que prendia o ar, quando o soltei, e deixei que meus ombros caíssem, eu me sentia uma derrotada. Meu primo ergueu as sobrancelhas até que eu finalmente consegui dizer algo:

 — Talvez ele já tenha se dado conta mesmo!  —  Dei de ombros.  — Até você se deu! Todavia ele nunca demostrou nada. Liam ama Victoria, e vai se casar com ela, isso é o suficiente para eu tirar meu time de campo!  — Omiti a parte que nos beijamos, mas a verdade é que o que eu acabava de dizer era a mais pura realidade. Liam amava minha amiga, e eu estava decidida a dar o fora.

 — É o melhor que você faz! Eu posso estar sendo duro nas palavras, mas isso é porque me preocupo com você, sempre me preocupei, sempre vou me preocupar!  — Afirmei com a cabeça sabendo que meu primo jamais me daria um conselho ruim.

 — Eu sei, eu sei!  — Falei e Louis sorriu levemente, terminando de tomara o resto da sua bebida.

 — Vem, o jogo vai começar.  — Ele disse, enquanto eu enrugava a testa. Jogo?

 — Jogo?  — Pus meu questionamento para fora.

 — Verdade ou desafio baby. Que graça teria agirmos feito adolescente sem o melhor da festa?  — Louis perguntou, e vi nascer em seus lábios o sorriso mais cafajeste que meu primo poderia ter, enquanto ele olhava para a baixinha de antes.  

 — Fala sério, você não precisa de um jogo para beijar ela!  

 — Não preciso!  — Ele concordou.  — Mas assim ela não pensará na possibilidade de existir algo entre nós.  — Revirei os olhos para meu primo, e acabei rindo do comentário. Ele continuava sendo um mulherengo.

 — Como se você fosse querer apenas beija-la.  — Falei e meu primo riu abertamente enquanto caminhávamos até a roda de pessoas no chão.

 — A verdade é que eu gosto de brincadeiras estupidadas.  — Murmurou. Eu me sentei no lugar vago perto de Meredith, e Louis se sentou do lado do cara de cabelo cumprido e olhos verdes. Era uma brincadeira estupida mesmo, mas devo admitir que eu também gostava.

      O primeiro a rodar a garrafa foi o cabeludinho, que agora eu sabia o nome! Harry. Era assim que ele se chamava! Ele trabalhava com Louis em uma das empresas do meu primo.  A garrafa parou em Meredith e ela pegou o papel e mostrou a todos que tinha tirado desfio, e teria de fazer um strip tease para Harry bem ali! Na frente de todos obviamente.         Eu pensei que ela ficaria envergonhada, ou algo assim, mas o álcool já havia subido a cabeça, e a vergonha já não pertencia seu corpo. Mary cumpriu seu desafio e outras pessoas giraram a garrafa. Era engraçado quando a garrafa parava em dois homens, alguns tiveram que dançar, outros tiveram que sair quase nus e tocar a campainha do vizinho, já outros deram a sorte de sair com “verdade” ao invés de “desafio”. Eu tão distraída rindo do último desafio, que mal me dei conta que a garrafa tinha sido girada e havia parado em mim e no meu primo. Eu instantaneamente fiquei tensa quando percebi a situação, e rezei todas as orações possíveis para que no papel que eu estava pegando agora saísse verdade. Não saiu! Na realidade as letras destacavam um grande DESAFIO escrito, e logo abaixo a frase “beijo de língua” se estendia.

    


Notas Finais


Eu não gostei muito da minha escrita nesse capitulo,( Achei que ficou muito mediana) e eu detesto quando isso acontece, porque por mais que eu tenha poucos leitores, vcs não merecem uma escrita meio bosta. prometo que vou fazer de tudo pra melhorar para vcs, e para mim mesma tbm


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