História Era Pra Ser Só Uma Brincadeira - Capítulo 8


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Categorias Originais
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Palavras 727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Cheguei 🌝
Revelações.

Capítulo 8 - Oito, o número infinito.


Fanfic / Fanfiction Era Pra Ser Só Uma Brincadeira - Capítulo 8 - Oito, o número infinito.

*Hiago*



  -Me levanto. -Você quer mesmo saber? -meu tom saiu um pouco alto.

 Alexander: -Eu quero. -ele falou me encarando.

  -Nós... quando tiamos 12 anos, fizemos uma brincadeira. UMA BRINCADEIRA! NÃO FOI A PRIMEIRA, E NEM A SEGUNDA! MAS AQUELA FOI UMA DAS QUE MAIS NOS AFETOU!

 Alexander: -Ei... Calma... Calma car- peguei na gola de sua camisa.

  -Calma?! “Calma” Você fala. Calma! Não foi você quem precisou ver seus amigos serem levados por algo subrenatural, muito mais que anormal! Isso não machucou diretamente à mim. Isso afetou aquela garota. -eu apontava pra Cícera que já estava chorando rios de lágrimas. -Ela se culpa até hoje! Porque era pra ser só uma brincadeira! Não queriamos aquilo. Sabe porque? Porque? Porque éramos crianças! Tinhamos um pouco de malícia, mas nunca tivemos a vontade de fazer alguém sumir do mapa. -com toda a minha força que tinha naquele memento, empurrei ele. Ele caiu e som que fez foi extremamente alto. Machucando suas costas.

 Thalline: -Sensei! -ela correu até ele junto com o Guilherme e o Allison.

 Allison: -Presta atenção no que você faz! Parece uma criança.

  -TALVEZ PORQUE EU AINDA NÃO TENHA CRESCIDO!

 Cícera: -Nã-nã... Não vale a pena descontar sua raiva nos outros. -ela falava em meio a soluços.

 Thiago: -Hiago... Não precisa... Ah... Cara... Não se esforce de mais.

  -Ele foi capaz de pedir calma! -sinto uma dor forte em meu pescoço e tudo escurece.


 *Cícera*


  -Acho que a pancada foi forte de mais.

 Guilherme: -Era preciso.

 Alexander: -Eu preciso conversar com ele, mas isso só quando ele acordar. Por favor... -ele passava a mão na boca, com o objetivo de limpar o sangue que escorria. -Me expliquem direito essa história.

  -... Quando nós estávamos com 12 anos, eu resolvi chamar todo mundo pra jogar o jogo da garrafa. "Verdade ou desafio". Quando nós estávamos no meio, ou mais ou menos isso, eu não me lembro ao certo. Surgiu o desafio pra brincar com o desconhecido. E isso foi eu quem fiz, o desafio. Eu dessafie o nosso amigo Gusttavo e a irmã dele Joyce a brincar com isso. E do nada uma sombra, engoliu o lugar em que nós estávamos. E ficou tudo escuro, não enxergávamos nada. Puro breu. E quando voltou a clarear, o Gusttavo e a Joyce haviam sumido. Apartir daquele dia, eu entrei em depressão, e todos nós juramos nunca mais falar nada sobre aquilo. Até agora.

 Alexander: -Ah, me desculpe. Mas eu precisava saber...

  -De boa. -ao final da frase minha barriga faz um som extremamente alto. -... Eu tô com fome...

 Alexander: -Que horas são?

 Thiago: -O meu celular tá na mochila, e a mochila ainda tá na sala.

 Guilherme: -Pera... Acho que o meu tá aqui. -ele passava a mão por todos os cantos de seu corpo.

 Thiago: -É esse -ele se aproxima da trás do Guilherme. -Daqui? -ele passa a mão pela bunda do Guilherme e pega o celular que estava no bolso da calça.

 Guilherme: -É... -ele parecia vermelho.

 Thiago: -É 17:48... Caraí tão tarde.

  -minha barriga ronca outra vez. -Merda! Fome!

 Alexander: -Eu tenho lasanha na minha geladeira, mas eu não tô com a mínima vontade de ir no microondas.

 Allison: -Eu vou.

 Thalline: -Eu também vou.

 Luis: -... Eu vou ficar aqui, pairando pela sala.

 Riane: -Professor, fale mais sobre sua vida. -ela senta ao meu lado e pede ao professor para que ele falasse.

 Eu estava desligada, a partir do momento que eu relembrei o que aconteceu, me lembro de cada momento ao lado do Gusttavo, ele me tratava como irmã. Eu amava isso nele. A irmã dele até me chamava de onii-chan. Meu pensamentos são parados quando o Luis encosta em mim.

 Luis: -Ah, desculpe. -apenas o ignoro virando o rosto para lado em que o Hiago estava.


                                                                        

Em outro lugar da escola.


 –Ei onii-chan! Quando é que vamos parar.

 -Para de me chamar de "Onii-chan"! E eu não sei quando isso vai acabar, espero que esteja perto. Mas não vai ser fácil.

 –Certo Gus. -ela pega em minha mão e aperta forte. Beijo a sua cabeça.

 -Isso logo vai passar minha irmãzinha. -falo com uma voz doce enquanto andávamos em direção a porta gigantesca. E abrimos a mesma.

  –Ah, crianças, entrem! Hoje tenho uma notícia especial à vocês. -engolimos em seco.


                                                               

Deixando Claro

Allison: -Verde

Cícera: -Roxo

Guilherme: -Verde Escuro

Hiago: -Azul escuro

Luis: -Vermelho

Riane: -Amarelo

Thalline: -Rosa

Thiago: -Azul-claro


Notas Finais


🌝🍃 Pequeno também, mas tá.


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