História Era uma (duas ou três) vez(es) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay
Tags 3some, Amorzinho, Chankai, Chankaisoo, Chansoo, Chen!kid, Fluffy, Kaisoo, Kaiyeol, Kyungyeol, Lay!fem, Lay!kid, Slice Of Life, Sookai, Threesome
Visualizações 55
Palavras 1.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drabble, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente eu nem sei mais o que eu tô fazendo da vida
Dois plotões da porra na minha cabeça, eu sento no word e não sai N A D A, aí brota uma ideia de paraquedas 3some bem fluffy sem contratempo e
Saiu
Sinto como se minha mente estivesse me traindo... Hmm, estou de olho em você cérebro!

Hehe, enfim
Pra você que acabou caíndo aqui por alguma razão, boa leitura <3

Capítulo 1 - D i r e t o r i a


—Kim JongDae e Zhang Yixiao, vocês sabem o por quê de estarem aqui?

As duas crianças se encararam pelo canto do olho e compartilharam uma explicita vontade de rir. Abaixaram a cabeça logo em seguida quando a diretora começou a falar, ambos as pragas engoliram o sorriso maldoso e decidiram se fingir de arrependidos, colocando em prática as aulinhas que tiveram de teatro.

— Sim diretora. — Falaram juntos, escondendo as mãos no meio das pernas.

— Então podem me dizer?

JongDae respirou fundo antes de levantar a postura e olhar pra mulher com os olhos rasgadinhos, cheios de falsos pedidos de desculpas silenciosos e de “não-faremos-mais-isso”. Pensava que com essa estratégia amoleceria a chefona dali e, assim, Yixiao e ele poderiam voltar pra casa sem demais problemas envolvendo seus papais.

Mal sabia JongDae que os adultos não caem mais nessa depois que você passa dos cinco. Não com essa mulher pelo menos.

 

— Nós... colocamos tarrachinha na cadeira da TaeYeon, interrompemos a aula do professor JuJu cantando aquela música da Adele lá, eu briguei com o Baekhyun quando ele descobriu o que a gente fez com a Tae, a Yixiao gritou no meio da explicação de matemática pra pedir desculpa pra namorada do Baek... — O garoto de sete anos começou a contar, usando os dedos e olhando pra cima forçando a memória. Yixiao tinha as bochechas infladas tentando segurar a risada dentro da boca, nossa tinha sido muito divertido. — E só.

— Tem mais, não tem, Dae? — A voz autoritária da tia chefona ali fez o Kim paralisar por um momento.

— Er... Acho que a gente meio que sem querer fez uma revolução na sala de aula porque o ChangKyun trouxe uma boneca pra brincar e a professora Mari tirou da mão dele e falou que era coisa de menina. Aí a Xiao se sentiu afrontada por isso. Aí ela levantou na cadeira e começou a falar que ela ia brincar de carrinho sim e que a professora não podia impedir.

A encarada da mais velha fez o moreninho olhar pro outro lado tentando desviar do laço da verdade que essa maldita diretora tem nas pupilas. Só olhar para aqueles olhos faz o garoto estremecer, parece que sua alma está sendo lavada.

— É só isso?

— Sim, só isso.

— Yixiao?

A garota deu um pulinho assustada e levantou a cabeça, sustentando o olhar na diretora. Fez um “sim” com a cabeça e sorriu de lado, vendo a expressão da mulher suavizar. Isso significa que ela não iria ligar para os papais, certo?

— Muito bem, não acho que será necessário uma advertência na agenda. — Os dois irmãos suspiraram aliviados ao mesmo tempo, se olhando com pura alegria nos rostinhos infantis. Os sorrisos contrastando um com o outro por serem tão diferentes. — Porém, — Yixiao e JongDae nunca odiaram tanto ouvir a voz da diretora naquele tom de deboche. Fecharam a cara na hora e cruzaram os braços em sincronia, assassinando a tia chefona com os olhos. — Preciso ligar pros pais de vocês.

 

— O quê? — Perguntaram ao mesmo tempo e com o exato idêntico tom, de indignação pura. — Tia, não precisa de tudo isso... — A garotinha tentou argumentar, mesmo estando completamente perdida. Nunca seus pais foram chamados na diretoria da escola, nunca em todos os sete anos nessa indústria vital.

JongDae e Yixiao sempre foram duas pragas e umas pedras nos sapatos dos pobres pedagogos barra diretores. Mas sempre com a carinha de amor do Dae e a atuação de choro da Xiao eles escapavam dessas enrascadas na malimolência do gingado.

Quer dizer, era assim até a maldita escola decidir que a outra diretora estava com “estado mental frágil”, ou sei lá o que isso significa, e a trocarem. Agora colocaram no lugar uma moça bem legal até, mas que é muito pulso firme. Tanto que a malemolência do gingado dos irmãos de ferro invencíveis não funciona com a mulher.

O nome dela é até um mistério na escola, todo mundo chama ela de “tia chefona”. A turma dos adolescentes falam que ela é uma “ditadura” e estamos vivendo um “regime militar”, só que nem Yixiao nem JongDae sabem o que essas coisas significam, mas riem e concordam.

 

— Não precisa disso? Meus amores, vocês tem mais passagens por aqui do que um traficante tem na polícia. — Falou sorrindo. Os irmãos exaltaram desespero no exato momento que caiu a ficha. Ela ia ligar para os papais. Ai meu Deus. Eles vão voltar sem couro segunda feira. — Fui contratada a dois meses e já peguei intimidade com vocês. Vou ser sincera que tenho uma certa curiosidade pra saber como são seus pais. Porque vocês são um tipo de criança que eu nunca vi.

O que não deixa de ser mentira. JongDae e Yixiao são sim crianças levadas e umas pestes. Mas claramente não são problemáticas ou muito menos traumatizadas. Apenas dois serezinho que querem aproveitar a juventude de um jeito extrovertido demais e com uma ligação bem mais forte do que irmãos normais.

 

— Tia, nossos pais não. Por favor. — Xiao fez um biquinho forçado, criando algumas ruguinhas do queixo. A encenação estava falhando — Papai vai estraçalhar a gente.

— Fazer sopa com nossos órgãos e depois dar pro Suco comer. Você sabe quem é Suco, tia? É o nosso cachorro. Você nos quer ver no estômago do nosso cachorro?

A moça riu. Ela riu da desgraça alheia. Que malvada, poxa.

— Vou tentar suavizar a situação para vocês. Podem me passar o número do seu papai e da sua mamãe?

A garota murmurou e puxou a mochila para seu colo, caçando sua agenda pelo tecido verde de macacos. Yixiao gosta muito de macacos tanto que são seus animais favoritos. Apesar de gostar muito de cobras também e. Oh, aqui está a agenda.

 

— Tô.

Entregou para a diretora e se ajeitou na cadeira desconfortável e dura, cruzando os braços e inflando as bochechas. Já previa o sermão que iriam ganhar quando chegarem em casa. Um murmuro desgostoso escapou dos lábios da garota perdida em pensamentos de diversos discursos que ouviriam e ela não estava disposta para isso.

Enquanto JongDae só conseguia pensar em “papai Soo vai matar a gente de um jeito tão bonito que um serial killer teria inveja da malimolência do gingado dele”. E o garoto não queria morrer, ainda tinha que aprender a jogar Lol, a dançar e a dançar. Não dá pra morrer. Não é uma opção.

 

— Podem ir pra sala, eu chamarei vocês quando seus pais chegarem. — Yixiao fechou sua mochila como um jato e já arrumou certinho em suas costas, mexendo os ombrinhos pra ficar tudo joia e confortável. JongDae caçou a mochila também, mas a diferença é que já estava na porta da sala com uma aba solta. — Mas antes. — Novamente a diretora jogou um balde de água fria sem dó nos irmãos, fazendo eles murmurarem de decepção. A mulher sorriu vitoriosa antes de continuar. — Tem três números aqui. Qual deles é o certo?

— Todos — Dae respondeu, dando de ombros e se aproximando da mesa da diretora. Não precisou fazer muito esforço pra esticar o braço e apontar pro primeiro número — Do papai JongIn — abaixou um pouquinho — Do papai ChanYeol — e parou no ultimo, estremecendo — E... Do papai KyungSoo.

— Três... Pais?

— Pois é ne, que coisa. — Deu as costas pra diretora e andou rápido até a irmã que o esperava encostada no batente da porta — Tchau, tia! — Jongdae pegou no pulso de Yixiao enquanto acenava com a mão livre, deixando uma diretora perplexa pra trás.

 

 

Que?

 


Notas Finais


sou apaixonada pelo nome "Zhang Yixiao" é tão lindo eu fico soft


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