História Era uma vez amor - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags Amigos, Amor, Aventuras, Festas, Henrique, Juliano, Marina
Visualizações 43
Palavras 1.896
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi! SORRY, SORRY, SORRY, SORRY, SORRY, SORRY.
Gente, vamos conversar? VAMOS. Eu ia, já estava decidida na verdade, em apagar a fanfic, só que eu parei e pensei: poxa, isso seria tão injusto com quem estava lendo, então pensei, pensei e pensei e resolvi continuar a história, peço milhões de desculpas por meu sumiço e não direi que isso não acontecerá novamente, mas que farei o possível para que não.
É isso pessoal, perdão se tiver muitos erros no capítulo, mas ele não foi revisado.
Beijos de luz meus amores, espero que não tenham desistido de mim. Xerooooooooo.

Capítulo 4 - Sorriso perfeito


Fanfic / Fanfiction Era uma vez amor - Capítulo 4 - Sorriso perfeito

Toda segunda-feira feira é a mesma ladainha, uns estão morrendo de ressaca quase se matando para não ir ao trabalho, outros apenas levantam e vão começar sua semana. Eu, bom eu fazia parte das pessoas que queriam chorar só de pensar em acordar cedo.

 

Sou acordada por lambidas em todo meu rosto indicando que Dora e Nala já estavam na ativa, esfrego meus olhos a fim de despertar, coisa que não é tão fácil, lembro que minha mãe sempre fala que sou a preguiça em pessoa, acabo rindo, pois é  mamãe mas uma vez tinha razão.

 

— Meus bebês já estão acordados logo cedo. - Falo com voz de bebê fazendo um carinho em Nala. Sorrio por receber como respostas latidos e miados.

 

Me espreguiço levantando logo, antes que a vontade de ficar na cama prevaleça, visto um roupão e desço pra cozinha, sempre tomo café antes de começar a me arrumar, já virou hábito.

 

— Bom dia Ana! - Falo com ela assim que chego na cozinha, Ana sempre chega cedo para preparar o café.

— Bom dia minha menina, dormiu bem? - É incrível o carinho que Ana tem por mim, e tudo isso é muito recíproco, não sei o que seria da minha vida sem a minha Ana.

 

— Dormi feito uma pedra. - Me sento em uma das cadeiras que ficava no balcão que dividia uma parte da cozinha.

 

— E hoje vai trabalhar em casa ou vai pro escritório? - Me perguntou enquanto colocava duas xícaras no balcão. Sempre tomávamos café juntas.

 

— Vou dá uma passadinha no escritório, mas depois vou direto pra casa do Henrique, as obras já vão começar e quero está por perto supervisionando tudo.

 

Tomo um gole do meu café e mordo um pedaço da torrada, meu celular toca em cima do balcão, indicando que havia chegado mensagem, pego o mesmo abrindo no ícone de mensagens.

 

Bom dia Marina!

Aqui é o Henrique, gostaria de saber se você virá hoje, tentei te ligar mas seu celular só dava caixa postal. Enfim, tenho umas coisas para lhe mostrar.

Beijos! Henrique.

 

Leio atenta, Henrique parecia ser uma pessoa boa, assim como o Juliano. Bonito, charmoso e muito legal, espero me dá bem com ele e que ele ame o resultado do meu trabalho em sua nova casa.

 

Bom dia Henrique!

Sim, irei, vou só dá uma passadinha no escritório e depois vou aí.

Desculpa, meu celular estava descarregado. Enfim até mas.

Beijos! Marina.

 

Respondi o mesmo enquanto terminava o café, Ana já havia terminado e saído para o mercado me deixando ali sozinha.

Corri para o quarto afim de me arrumar, eu tinha uma necessidade absurda em está sempre arrumada, por isso fazia questão de ter meu closet sempre atualizado, minha obsessão pela perfeição das coisas chegava a me assustar.

 

[••••]


 

Estaciono o carro na rua em frente a casa do Henrique, o mesmo já me esperava na calçada, sorri pra ele ao sair do carro, ele me devolveu um sorriso lindo.

 

Meu cliente parecia ansioso.

 

— Bom dia senhor Henrique! - Falei me aproximando dele usando total formalidade, o que para o mesmo não pareceu tão bom assim pois​ fez uma careta que acabou me deixando envergonhada.

 

— Sem essa de senhor, pelo amor de Deus. - Sorri constrangida fazendo Henrique revirar os olhos.

 

— Me sinto um velho quando alguém me chama de senhor. - Ele fala me fazendo começar uma  crise de riso repentina e sem fim, sei que minha risada pode chegar a um nível que todos param para olhar o que está acontecendo, e não, não é nada legal de se ouvir.

— Para Henrique. - Toco em seu braço tentando conter o riso, porém sinto meu corpo se arrepiar quando ele coloca sua mão sobre a minha que estava apoiada em seu braço, meu sorriso se esvaiu aos poucos dando lugar aos meus olhos fixo nos seu, ele me encara sério, sua boca se entreabre soltando o ar pesadamente, e de repente parece ser difícil respirar, fecho meus olhos, tentando voltar ao meu normal.

O que está acontecendo? Meu subconsciente me recrimina, por minha atitude.

 

— Você é muito linda, Marina. - Sua voz soa calma, me causando uma sensação boa. Abro os meus olhos e encaro mas uma vez.

— Obrigada Henrique, mas sem elogios logo cedo. - Brinco, tentando desfazer aquela conversa com rumos tão constrangedores.

 

Era interessante como eu me sentia leve e  ao mesmo tempo tímida ao lado do Henrique, mesmo nos conhecendo tão recentemente

 

Entramos em sua casa onde já não se encontrava nenhum móvel no local, na primeira vez em que vim aqui, a mansão estava mobiliada, Henrique tinha me falado que o antigo proprietário tinha o vendido com tudo dentro.

— O Engenheiro veio olhar ela ontem. - Henrique se pronunciou olhando ao seu redor.

— E aí o que ele falou sobre a minha pessoa? - Perguntei! Henrique me olhou sem entender, soltei um risinho nasalado. — Geralmente arquitetos e engenheiros não se dão bem. - Explico a ele, que agora parece entender.

— Mas porque? - Henrique agora parecia mas interessado no assunto.

— Porque, segundo eles, nós arquitetos muitas das vezes queremos fazer os serviços que são da área deles, é basicamente isso. - Término rindo.

— Respondendo a sua pergunta, sim ele falou coisas horríveis sobre você, falou que você costuma querer tomar o lugar dos engenheiros em todos os lugares. - Tomo um susto com o que ele acabará de falar, creio que se alguém estivesse me vendo falaria que meus olhos estavam saltando do rosto. Mas foi aí que minha raiva alimentou, Henrique começou a rir sem controle me fazendo perder a paciência.

— Você é maluco ou o que? - Falei extremamente aborrecida.

— Nossa, você precisava ver sua cara. Toda assustadinha, tão fofa. - O modo como ele se referia a minha pessoa estava me irritando muito, não gosto que zombem de mim, e o que ele estava fazendo estava passando dos limites.

Dei meia volta e sai de casa a fora, Henrique quando percebeu correu ao meu lado para me impedir.

— Aonde você vai sua maluca? - Sua voz denunciava espanto.

— Eu vou embora daqui. -Falei Extremamente aborrecida, sem olhar no seu rosto.

— Ei calma não precisa ir embora, eu estava apenas brincando. - Henrique pegou em meu braço me fazendo olhar em seus olhos.

— Brincadeiras de muito mal gosto, e se for pra continuar com essas gracinhas é melhor você contratar outra arquiteta.

 

Henrique não falava nada, apenas me olhava com um sorriso de canto brotando em seu rosto, o que estava me deixando cada vez mas agoniada.

 

— Você fica ainda mas linda quando está brava.

 

É sério? Eu não ouvi isso, esse imbecil acham mesmo que vai apaziguar alguma coisa falando isso? Minha vontade é de pegar o Henrique é acabar com esse rostinho maravilhoso que Deus deu a ele, mas tento me acalmar ele não vale nenhum estresse meu.

Sorrio pra ele, dou meia volta e entro novamente na casa, não pronuncio nenhuma palavra, Henrique me olha da porta sem entender nada, pego minha maleta e abro sobre a única mesa que ainda está no local, estendo a planta da casa sobre ela, sinto os olhos de Henrique queimarem sobre mim, faço um esforço enorme para não falar com ele, de agora em diante serei totalmente profissional e não me deixarei levar pelas suas brincadeirinhas.

Olho ao redor estudando cada parte da casa, Henrique se aproxima novamente, parando ao meu lado, ele olha diretamente para a planta da casa observando tudo.

 

— Peço desculpa pelas brincadeiras que tenho tirado com você, já deu pra perceber que você não é tão amável como imaginei. - Ele se pronuncia sem olhar nos meus olhos, me pede desculpas mas não deixa de me alfinetar.

 

— Eu só quero fazer meu trabalho em paz, minha intenção não é ser amável, desculpa se te desenganei. - Rebato de imediato, quem ele pensa que é? Acha que vai me intimidar? Sinto muito mas ele não sabe que eu trabalho diretamente com a ironia.

 

— Mas foi só uma brincadeira, Marina…

 

— Uma não, várias, desde o dia em que eu coloquei meus pés aqui, você não para um segundo, desculpa mas eu não sou os seus amigos e nem estou te dando essa intimidade que você achou que tinha comigo.

 

Seu olhar espantado recai sobre mim, por essa Henrique não esperava.

 

— Se você não se importa, quero continuar o meu trabalho. -Ele nada fala.

 

Ligo meu Notebook e conecto meu pen drive no mesmo.

 

— Aqui está a imagem da planta da casa em digital, assim você poderá ter uma noção de como ficará quando ela estiver pronta, lógico que se você quiser mudar algo pode falar, esse é só o resultado do que conversamos antes. E esse da mesa é o esboço, tem três cópias, uma ficará com vc e a outra com o engenheiro e essa guardarei por segurança. - Henrique me olha e confirma com a cabeça.

 

— Está tudo como eu queria, não precisa mudar nada, confio no seu trabalho, quero que comece o quanto antes, pois anseio em vir morar logo por aqui. E mas uma vez peço desculpas. - O jeito como Henrique falava tinha mudado completamente de como ele estava hora antes, confesso que me bateu um arrependimento por ter feito isso, mas era necessário se não ele não pararia nunca.

 

As horas que passamos ali naquele lugar foi imensamente produtivo, analisamos a casa, procuramos por móveis do jeito que ele e sua família queria. Aos poucos fui me sentindo melhor e mas entrosada com ele,sem as brincadeiras graças a Deus.

 

— Amanhã irei pesquisar os móveis e as decorações, já agendei com uma empresa de móveis projetados, é bom que você esteja junto para poder opinar. - Henrique me olha com uma cara não tão boa.

 

— Amanhã começa a semana de shows, não terá como eu ir com você, mas eu confio no seu bom gosto e sei que se eu deixar essa na sua mão, não me decepcionarei. - Ele fala e sorri ao mesmo tempo, Porque ele tem que da esse sorriso maravilhoso toda vida que fala alguma coisa??

 

— Não é dessa forma que eu trabalho, mas posso fazer essa por você, agora tenho uma ideia melhor, porque não chama sua mãe e sua cunhada para ir comigo, elas também iram morar na casa e sei que as opiniões delas muito me valerá. - Sugiro, Henrique abre novamente o mesmo sorriso perfeito de antes, estou começando a achar que isso é um complô contra mim.

 

— Você é incrível, Marina, como não tinha pensado nisso antes. - Confesso que com esse elogio meu ego foi para as alturas.

 

— Não é para tanto Henrique, é só me dá o número delas e eu mesma confirmo, mas você também pode me ajudar e já ir adiantando para elas as informações.

 

Henrique me passa o contato delas enquanto eu guardava minhas coisas, já era mas de duas da tarde e eu não tinha comido nada, meu estômago começava a protestar pela falta de alimento.

 

— Você já almoçou? - Henrique me pergunta enquanto nós saímos pela porta da frente.

 

— Ainda não. - me pronuncio.

 

— Que tal almoçarmos em um restaurante que tem aqui perto, a comida de lá é maravilhosa, tenho certeza que cê vai gostar, O que me diz? - Penso em recusar, mas não custa nada é só um almoço e servirá para conversarmos mas sobre sua casa

 

— Aceito! 


Notas Finais


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