História Era uma vez: KESTA - Capítulo 36


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Categorias Kéfera Buchmann
Personagens Kéfera Buchmann
Tags Gravidez, Gustavo, Kéfera, Kesta, Youtube, Youtubers
Exibições 139
Palavras 888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AI GENTE, meu cori tá apertado. (Obrigada pelos 100 favoritos, amo vcs S2)

Capítulo 36 - Confie em você mesma


Fanfic / Fanfiction Era uma vez: KESTA - Capítulo 36 - Confie em você mesma

#36

 

Gu on: Ajoelhei do lado dela, fiquei fazendo carinho em seu rosto contornando-o com o meu dedo e segurando sua mão. Como um desmaio poderia deixá-la daquele jeito? E além de tudo, tirar a vida de um bem tão precioso. Eu estava quase chorando, quando a minha mãe chegou no quarto. Eu a olhei e ela veio em minha direção. A abracei com toda a força que tinha. A Bruna provavelmente já tinha falado que era grave.

                                                                                               

Rita: Vai ficar tudo bem meu filho.

Gu: O médico disse que a gente pode ter perdido o bebê.

Rita: Não é uma verdade absoluta. Vai ficar tudo bem.

Gu: Mas esse não ficar? Eu nunca vou me perdoar.

Rita: Você tem que pensar positivo. Não fica com esses pensamentos de melancolias na sua mente.

Gu: Eu juro que to tentando, mas a lástima toma conta de tudo.

Rita: Então, imagina que seu bebê quer que você fique bem para ele acordar a mamãe.

Gu: Como isso vai ajudar?

Rita: Confia em mim. Vai dar tudo certo. Agora você precisa descansar e comer alguma coisa.

Gu: Eu não vou sair daqui.

Rita: Mas você precisa.

Gu: Por favor mãe, as duas pessoas mais importantes pra mim estão aqui. Eu não posso deixá-las.

Rita: Tudo bem... Vou comprar alguma coisa pra você comer, já volto.

 

Ela foi e me deixou a sós com a Ké. Fiquei olhando pra ela e pensando: nós podemos ter perdido nossa filha. Então ajoelhei do lado dela e comecei a fazer carinho na sua barriga e “falando” com a mesma.

 

Gu: Filha, eu não sei se você está aí, mas quero que saiba que eu te amo. Independentemente do que acontecer, você é meu anjinho.

 

Aí eu senti uma mão familiar tocar o meu braço escorado na maca. Olhei e era a mão da minha amada. Ela estava me olhando com aqueles olhos cor de mel.

 

Gu: Amor! – logo a abracei e beijei sua testa –

Ké: Tá tudo bem? Eu só me lembro de estar no reality e apagar nos seus braços.

Gu: Tá tudo bem meu amor.

Ké: Mas então porque você estava dizendo que não sabia se nossa filha estava aqui?

Gu: É complicado.

Ké: Eu perdi? – começou a chorar muito –

Gu: Não amor, não... Eu vou chamar a enfermeira. Já volto.

 

Fui até o corredor e chamei a enfermeira. Enquanto ela dava os remédios pra Ké, minha mãe chegou e eu falei com ela.

 

Gu: Ela me ouviu dizendo que não sabia se ela estava grávida.

Rita: E o que você disse pra ela?

 

Gu: Ela perguntou se havia perdido e eu disse que não.

Rita: Você tem que falar a verdade.

Gu: Mas...

Rita: É melhor ela saber por você do que por outra pessoa.

 

Aí a enfermeira chegou.

 

Enfermeira: A paciente ficará aqui por mais um tempo em observação. E já está ciente de tudo.

Gu: Já? Como?

Enfermeira: Ela pediu o relatório.

 

Entrei no quarto e ela tava chorando.

 

Ké: Gustavo... por quê?

Gu; Mizi, não fica assim! O médico me falou que no seu caso as chances são poucas.

Ké: Mas há chances! Isso é o pior.

Gu: Eu sei, mas tenta não pensar nisso.

Ké: É a minha filha...

 

Dei um abraço nela e o médico me chamou.

 

Gu: Vou ali falar com o doutor meu anjo, já volto ta?

Ké: Me empresta seu celular?

Gu: Aqui não pode.

Ké: Por favor, quero falar com a minha mãe.

Gu: Tudo bem, mas seja discreta.

 

Fui até o médico e ele disse que era pra Kéfera se arrumar, pois o resultado do exame que definiria se a Ké tinha perdido ou não o bebê havia saído. Lógico que eu perguntei, mas ele disse que nunca olha esse tipo de resultado antes do paciente. Voltei pro quarto e a Ké tava falando com a mãe dela. Assim que entrei ela desligou.

 

Ké: Amor, o que ele queria?

Gu: Ele já tem o resultado do exame meu amor.

Ké: E qual é?

Gu: Ele não sabe. Disse que os pacientes vêem essas coisas primeiro.

Ké: Eu quero ver. Onde ta?

Gu: A gente precisa ir na sala dele.

Ké: Estamos esperando o que então? Vamos lá anda!

Gu: A enfermeira já vem tirar esses fios de você.

 

Abracei ela e a enfermeira chegou. Uns 10 minutos depois a Ké tava livre de fios e aparelhos. Aí a enfermeira saiu. Apenas de camisola queria ir ver o resultado.

 

Gu: Onde CE ta indo?

Ké: Ver os resultados, ué.

Gu: Você tem que trocar de roupa mizi.

Ké: Mas eu to ansiosa.

Gu: Eu sei. Mas você não pode sair de camisola daqui. Suas roupas estão naquela bolsa no sofá. Te espero ali fora.

 

Ké on: Eu troquei de roupa voando. Eu não sabia se ficava triste ou feliz. A notícia que mudaria minha vida estava vindo. Eu e o Gusta fomos pra sala do médico de mãos dadas. Chegamos lá, nos assentamos e o doutor me entregou o exame. Disse pra eu olhar os raios X e a descrição deles na página 5. Olhei pro Gustavo.

 

Gu: Confie em você mesma, ela tá aí. 

Ké: To nervosa.

Gu: Se acalma e abre na página 5.

 

 Foi o que eu fiz. Mas assim que li, comecei a chorar como nunca chorei na vida.


Notas Finais


Eita... continuo?


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