História Era Uma Vez Mais Uma História Clichê - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, Zac Efron, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Cabello, Camila, Camren, Camren G!p, Hailee, Jauregui, Lauren, Laureng!p, Zac, Zayn
Exibições 515
Palavras 3.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou!!!
Fiz esse capítulo pra agradecer aos 500 favoritos.
Muito obrigada por me acompanharem até aqui.

Também queria dizer que vou acelerar um pouco a fic nos próximos capítulos.
Quero chegar logo na fase adulta.

Quero dizer também, que se vcs comentarem muito, eu volto rápido.

Capítulo 42 - Sonhos podem se tornar realidade.


Fanfic / Fanfiction Era Uma Vez Mais Uma História Clichê - Capítulo 42 - Sonhos podem se tornar realidade.

Lauren narrando.

 

Minha mente me pregava uma peça. Eu, que jamais esperei viver algo como aquilo, estava ali, disputando o jogo mais importante da minha categoria. O que minha mente tinha a ver com aquilo? Simples, eu não estava nervosa. Nem um pouco nervosa. Diferente do restante da competição, onde eu havia ficava tensa a maior parte do tempo.

Sem sombra de dúvidas, a grande responsável pela minha tranquilidade, tinha nome e sobrenome. Camila Cabello. Ela me obrigou a ir em sessões com a psicóloga da equipe. Desde então, um dia antes de cada jogo, eu ia de encontro a ela e passava duas horas conversando. Eu não sabia que estava tão mal até que procurei uma ajuda médica.

No total, tive quatro sessões. Era considerado pouco, mas me ajudaram de uma forma absurda. Fui aconselhada a continuar com a ajuda mesmo depois que a competição acabasse e era o que eu faria.

Despertei daquelas lembranças ao receber a bola de uma das minhas companheiras. Corri um pouco e consegui tocar por entre duas jogadoras canadenses, fazendo com que a bola chegasse até Olivia. Corri, levando a marcação comigo, a deixando livre para tocar para Hailee, que havia enganado a marcação, num jogo de corpo.

Só por seus movimentos, sabia o que ela iria fazer e corri para o seu lado direito, a vendo enganar a zagueira, fingindo que iria chutar, mas invés disso, passou a bola para mim. Vi a bola chegando até mim, mas se eu demorasse muito com ela no pé, a jogadora que estava me marcando conseguiria roubá-la de mim, então, não medindo esforços, a chutei com força em direção ao gol, vendo que a goleira conseguiu espalmar para fora.

Lamentei a oportunidade perdida e recebi incentivos de minhas companheiras:

- Vamos lá, Laur. Teremos outras oportunidades, se concentre. – Falou Maya, a volante.

Rachel correu para bater o escanteio e me posicionei bem ao lado da goleira canadense, na pequena área.

- Ei, fiquei sabendo que você é diferente. – A ouvi dizer. – Me diga, o que faz em um campeonato feminino? Você não devia estar aqui.

Olhei para ela e, resolvendo adotar meu método de sempre, sorri e lhe lancei uma piscadela, a vendo fechar a cara.

Rachel efetuou a cobrança e a bola vinha em minha direção. Com muito pouco esforço, eu conseguiria cabecear a bola e fazer aquele gol. Mas quando estava prestes a alcançar a bola, senti uma dor enorme na cabeça e caí no chão, levando minhas mãos institivamente até o local de onde aquela dor vinha.

Tentei abrir os olhos, mas vi tudo embaçado. A dor fina fazia meus ouvidos zumbirem.

Depois de algum tempo, senti um pano molhado ser posto em minha cabeça, bem aonde eu havia recebido a pancada, que eu nem sabia como havia acontecido.

Consegui sentar no gramado para ser atendida e pude ouvir o juiz alertando a comissão técnica a me tirar do campo para ser atendida fora dele. Logo me levantaram, depois de checarem se eu conseguia andar, e então nos encaminhamos até a linha de fundo, para que eles pudessem me atender.

- Você se sente bem? Ainda aguenta voltar? – Bob, o auxiliar técnico, me perguntou.

- É claro que eu quero voltar. Estou bem. – Ele riu do meu entusiasmo. Era óbvio que eu não estava muito bem, mas abandonar a partida estava fora de cogitação. – Eu só não sei o que aconteceu. O que me atingiu?

- A goleira. Ela saiu do gol e tentou acertar a bola, mas acabou acertando um soco bem na sua cabeça. – Eu diria que não foi sem querer, mas não diria isso a eles por enquanto.

- E o jogo foi parado para que eu pudesse ser atendida? – Perguntei, querendo saber o que eu havia perdido.

- Na verdade, o jogo foi parado porque o juiz marcou pênalti e a goleira recebeu um cartão amarelo. – Arregalei os olhos e olhei para a grande área adversária, vendo Hailee arrumando a bola na marca do pênalti.

A pancada deve ter sido forte mesmo, pois eu não tinha visto tudo aquilo acontecer.

Ouvi o juiz soar o seu apito, permitindo que Hailee efetuasse a cobrança do pênalti. Ela então correu e acertou um chute forte, bem no lado esquerdo. A goleira chegou a tocar na bola, mas como o chute havia sido forte, ela não teve chances de defender. Comemorei ali, do lado de fora, com toda a comissão técnica. Estávamos à frente do placar.

A torcida cearense vibrou e nos lançou gritos de incentivo.

Com a permissão de entrar em campo novamente, fui para minha posição, mas antes, fui até Hailee e lhe dei um abraço e a parabenizei pelo gol marcado. A partida foi reiniciada e eu tentava focar em tudo, mas minha cabeça doía, o que dificultava um pouco as coisas, mas eu estava me saindo bem.

- Ei, você. – A meio de campo canadense falou e eu olhei para ela. – Como alguém, igual aquela garota linda, quer com você? Qual é mesmo o nome dela? Camila? Sim, Camila. Ela é linda e não merece estar ao lado de uma pessoa como você. É verdade o que disseram? Você tem um pau?

Acho que aquilo era uma estratégia que todas adotaram para me desconcentrar do jogo, mas elas não contavam com as sessões de terapia que me ajudaram quanto aquilo.

- Sim, é verdade. – Respondi sorrindo e vi meu time se preparando para cobrar um lateral, do outro lado do campo. – Sabe, você é linda, mas como eu não estou solteira, pois você bem disse, eu tenho uma linda namorada... eu não posso te dar uma chance. Sinto muito, pois dizem que eu sou irresistível.

Passei a mão por cima do meu pau, atraindo seu olhar para o local, e a vi me fuzilar com um olhar logo em seguida, arrancando uma leve risada minha.

Depois disso, corri um pouco e pedi a bola, arrancando com ela até perto da grande área do time adversário. As driblava lindamente, mesmo com o incomodo enorme na cabeça.

Estava pronta para driblar a última delas e chutar, quando senti alguém me acertar um carrinho por trás, me derrubando. Fui hábil e consegui aparar o impacto da queda com os braços. Levantei e olhei para a jogadora que havia me derrubado. Era a mesma meio-campista de poucos momentos atrás.

Aquilo era inacreditável. Me perguntava como um time que chegou a final de um campeonato tão importante, era infantil daquela forma.

Vi o juiz se aproximar, pensei que ele a expulsaria, mas apenas lhe mostrou um cartão amarelo. Resolvi nem reclamar, para que não levasse cartão também. Não queria brincar com a sorte, então apenas peguei a bola e a posicionei no local onde eu havia sofrido a falta.

Vi a barreira de jogadoras sendo armada a minha frente. Elas eram altas e da posição onde estava, não conseguiria acertar o gol se chutasse forte, pois corria riscos da bola nem passar perto do gol.

Olhei para Lana, a lateral, e pisquei um olho para ela. Ela entendeu na hora e se distanciou um pouco da jogada, dando a entender que não participaria do lance. Olhei para o outro lado e também pisquei para Hailee, que assim como Lana, entendeu logo o que eu queria. Então ela se aproximou de mim, fazendo parecer que eu tocaria para ela, trazendo consigo duas marcadoras, deixando o lado esquerdo livre de marcação.

Ouvi o juiz apitar e corri em direção a bola, com meu corpo virado para onde Hailee estava, para parecer que eu tocaria para ela, logo suas marcadoras ficaram à sua frente e se surpreenderam quando viram que não foi para ela que eu toquei, mas sim para Lana, que passou correndo muito rápido pelo lado esquerdo. Eu lhe toquei a bola na medida certa para que ela acertasse um lindo chute de primeira.

Vi a bola morrer no fundo do gol, logo em seguida vi minhas companheiras correndo na direção dela, para que pudessem comemorar aquele maravilhoso gol. Corri também, alegre por aquele momento. A comemoração durou até que fomos obrigadas a voltar para a marca inicial, para dar continuidade a partida.  

Jogamos o restante do primeiro tempo sem grandes chances para nenhuma das duas equipes. Então fomos para os vestiários. Lá, informei o que estava acontecendo para o técnico Louis. Ele ficou chocado ao saber aquilo, pela primeira vez, o vi furioso com algo. Pedi para que ele não dissesse nada, eu estava conseguindo lidar.

Ele, mesmo alterado por aquela situação, conseguiu passar algumas noções de jogo para que conseguíssemos manter o placar e até amplia-lo. Ouvi tudo atentamente, e quando fomos instruídas a voltarmos para o campo, esbarrei com uma canadense.

- Olha por onde anda. – Ela disse num tom grosseiro.

- Me desculpe. – Disse e saí dali logo em seguida.

Não me julguem como uma covarde por não bater de frente com nenhuma delas. Veja bem, eu sabia lutar muay thai, eu poderia acabar com elas com uma mão nas costas, mas era meu sonho ali. Eu não o arruinaria por motivos tão infantis.

De volta ao gramado, nos posicionamos novamente, e logo em seguida, recomeçamos a partida. Conseguimos manter o placar até os vinte minutos, quando o Canadá conseguiu marcar um gol, depois de uma falta não marcada a nosso favor. Paramos para reclamar, mas ele não havia marcado, fazendo com que o Canadá armasse um contra-ataque e marcasse o gol.

Não iria abaixar minha cabeça, não mesmo. Aquela taça seria nossa.

- Escutem aqui, nós vamos ganhar essa porra! Não liguem para o que este juiz está fazendo. Vamos fazer o que de melhor sabemos, e por fim, sair daqui campeãs. – Gritei para que todas as minhas companheiras ouvissem. Elas me encararam e concordaram freneticamente com suas cabeças.

- É isso mesmo, gente. – Hailee me apoiou, e dali em diante, nossa equipe ganhou mais raça.

O juiz estava claramente nos roubando. Deixou de marcar faltas claras, para que a seleção canadense tivesse vantagem.

Como combinamos, não reclamamos uma só vez quando aquilo acontecia. Usávamos de toda a nossa habilidade mental para não entrar naquelas provocações.

 Provocações essas que não pararam. Eu era o maior alvo. Uma delas até tentou acertar uma bolada em meu membro, mas consegui desviar a tempo.

Resolvendo criar um outro método para não sofrer tantos golpes faltosos, comecei a tocar a bola de primeira, fazendo com que nossas jogadas ficassem mais rápidas. Por um lado, isso foi bom, pois meu time ganhou mais agilidade e chegávamos ao outro lado mais rápido, exigindo grande esforço de nossas adversárias para nos acompanharem.

Foi em uma dessas jogadas que consegui marcar um lindo gol. Como sempre, o dediquei para Camila, beijando nosso anel de compromisso e apontando para onde sabia que ela estava.

O restante da partida foi de muita pressão. Nos fechamos na defesa e as canadenses estavam visivelmente frustradas por não conseguirem marcar gols.

Mal acreditei quando ouvi o apito soar. Olhei para os lados, tentando entender o que ele havia marcado, mas ao ver minhas companheiras no banco de reservas todas correndo em direção ao campo, entendi tudo. O jogo havia acabado. Não tive outra reação a não ser me ajoelhar ali mesmo e agradecer a Deus por tudo. Comecei a chorar como um bebê e logo fui amparada por Hailee, que também chorava. Nos abraçamos e nos parabenizamos pelo que havíamos acabado de fazer acontecer.

- Conseguimos! Nós conseguimos! – Amber, a goleira, se jogou em nossos braços e de repente não era apenas ela ali, e sim todas elas, que se jogaram em cima de nossos corpos, fazendo com que ficássemos amontoadas umas por cima das outras no gramado.

A ficha ia caindo aos poucos. Eu... ou melhor, nós havíamos ganhado a final do mundial feminino sub-18. Éramos as campeãs.

A cerimônia de entrega da taça foi emocionante. Chorei ao receber aquela medalha e logo em seguida, poder levantar o troféu junto as minhas companheiras. A festa estava linda.

Fui eleita como melhor jogadora do campeonato, Hailee foi a segunda melhor. Também fiquei sabendo que ganhei o prêmio em dinheiro. Ganhei três mil por cada gol feito, totalizando dezoito mil reais. Quase caí para trás ao saber que havia faturado aquilo tudo. Hailee não ficou atrás e também ganhou uma boa quantia.

Quando descemos do pódio, fomos correr pelo campo e celebrar mais uma vez nossa trajetória vitoriosa.

Uma repórter me chamou para que eu concedesse uma entrevista, então me encaminhei até ela, sendo recebida por um sorriso da mesma.

- Estamos aqui com Lauren Jauregui... Lauren, nos conte o que passa pela sua cabeça neste exato momento. – Ela falou e seu inglês era perfeito.

- Oh, nossa! Isso tudo é tão incrível. Eu nunca imaginei que fosse jogar um mundial antes. E jogar, e ainda por cima sair com a vitória, é inacreditável.

- Mas pode acreditar. Ganharam merecidamente. – Sorri para as suas palavras.

- Muito obrigada.

- Mas conta pra gente, como foi ser o alvo de tantas faltas e provocações?

- Eu tentei levar numa boa. Poxa, eu estou vivendo um sonho. Elas teriam que ser bem mais criativas se quisessem roubar a minha concentração. – Ela riu leve ao me ouvir dizer aquilo.

- Mas porque você acha que foi o alvo principal delas? – Perguntou com uma curiosidade estampada em seu rosto.

- Bom, elas ficavam a todo o instante me dizendo que eu não devia estar aqui, que eu não devia disputar um campeonato feminino numa situação como a minha.

- E qual situação é essa? – Pensei um pouco e não encontrei motivos para esconder quem eu era.

- Eu sou intersexual. – Vi que minhas palavras causaram choque nela. – Eu tenho um órgão genital masculino, mas antes que todos pensem outra coisa, eu sou mulher, e eu fui legalizada a jogar esta competição.

- Isso é uma revelação e tanto. – Ela falou por fim, para logo em seguida me liberar. – É isso, muito obrigada, Lauren.

Me despedi e ainda consegui ouvi-la traduzindo tudo o que eu havia acabado de dizer, olhando para a câmera.

Sem pensar duas vezes, corri em direção para onde sabia que todos que eu amava, estavam. Chegando lá, fui envolvida por um enorme abraço grupal. Hailee chegou pouco tempo depois e juntou a nós.

Ela, desesperada para entrar no abraço, acabou esbarrando em Octavia.

Espera...

Octavia?

Eu estava vendo fantasmas?

Mas ela não estava morta para ser um fantasma.

Me aproximei dela, que abriu um largo sorriso. Não consegui retribuir o gesto, pois estava em estado de choque. Ao chegar perto o suficiente, ela se jogou em meus braços, me dando um abraço apertado. Só então despertei e devolvi o gesto com carinho. Era bom revê-la novamente. E principalmente, revê-la tão bem e cheia de vida, como eu costumava ver antes.

- Meu Deus, O. Você veio. – Falei ao nos separar do abraço. Coloquei minhas mãos em seu rosto e lhe sorri.

- Sim. Eu não perderia isso por nada. – Foram suas palavras antes que eu a abraçasse mais uma vez.

Olhei para Camila, que olhava a cena com um sorriso no rosto e apreciei o fato de minha namorada ser tão madura, ao ponto de não se chatear com a cena que estava vendo.

Quebramos o contato novamente quando alguém nos cutucou. Olhei para o lado e vi Hailee. Ela olhava para Octavia e lhe lançava um sorriso, mas diferente do meu, seu sorriso era provocante.

- Ora, ora, se não é você aqui. – Octavia revirou os olhos, mas depois sorriu. Não era de hoje que Hailee não media esforços para provoca-la.

- Ora, ora, se não é a idiota atrevida. – Falou Octavia, ganhando um sorriso presunçoso de Hailee, que a puxou dos meus braços e lhe deu um abraço logo em seguida.

Me admirei ao ver aquilo, mas logo desviei meus olhos. Meus instintos me levando a olhar na direção de Camila. Ela me olhava e mordia o lábio inferior. Caminhei até ela e rodeei sua cintura, a levantando no ar a girando, ganhando um gritinho animado dela.

- Parabéns, meu amor. Você não imagina o orgulho que estou sentindo de você. – Falou e encheu minha bochecha de selinhos, e aplicando um último em minha boca.

- Eu estou tão feliz, Camz. Tão feliz... – Lágrimas mancharam minha visão e ela tratou de me abraçar forte mais uma vez.

Nosso momento romântico teve fim quando meus dois adoráveis irmãos nos interromperam.

- Irmãzinha, temos assuntos pendentes. – Falou Chris.

- Sim, muito pendentes. – Concordou Tay. A cara de cínicos dos dois me levaram a entender que eles estavam aprontando algo.

- Te vendo de longe, você até que ficou mais bonita segurando aquele cheque de dezoito mil. – Aquele pirralho era muito abusado. – E eu estive pensando, você bem que poderia dividir com seus irmãos, que sempre foram tão incríveis com você. – Tay concordou com um aceno de cabeça. Camila só ria do que os dois falavam.

- E acrescentando, você se lembra daquela vez que me pediu quatorze dólares para conseguir completar o dinheiro para comprar um buquê de rosas para Camila? – Minha doce irmã relembrou algo que já fazia meses.

- Vocês dois são muito interesseiros. – Falei um tom falso de reprovação, mas logo em seguida comecei a rir. – Os dois terão uma quantia considerável.

Os dois deram pulinhos animados e saíram de perto de nós logo em seguida. Neguei com a cabeça e sorri.

Mamãe e papai se aproximaram e me abraçaram mais uma vez, sempre repetindo que estavam orgulhosos. Na verdade, todos eles ficaram repetindo aquilo de instante em instante.

Quando decidimos que já estava na hora, saímos daquele lindo estádio, que para sempre ficaria em minha memória. Hailee e eu tomamos uma rápida chuveirada e os acompanhamos logo em seguida. Fomos para uma pizzaria e lá conversamos animadamente sobre nossa conquista.

Tenho que admitir que fiquei surpresa por ser reconhecida por alguns que estavam ali naquele estabelecimento. Alguns até pediram autógrafos a nós duas, e com largos sorrisos, nos dispusemos a assinar suas camisas.

Aproveitei que estávamos ali e quis saber exatamente tudo o que Octavia tinha a dizer. Ouvi tudo atentamente e no fim disse que estava orgulhosa por ela ser tão forte, numa situação tão difícil.

Não deixei de notar que Hailee a encarava mais do que o necessário, mas deixei pra lá.

Quando nos demos por satisfeitos, fomos embora daquela pizzaria.

Resolvi que Camila e eu não acompanharíamos o restante até o Hotel em que estavam. Sob olhares ameaçadores de Alejandro, prometi cuidar bem de sua filha.

Quando todos se foram, resolvi chamar uma taxi para nos levar aonde eu queria ir com ela.

 

...

 

- Amor, este lugar é um resort Hotel e parque aquático, se chama Beach Park. – Falei ao vê-la encantada com faixada do local. – Amanhã pela manhã poderemos nos divertir muito aqui. Podemos chamar nossos amigos e fazer nossas reuniões. Vai ser incrível. – Me aproximei dela e cochichei em seu ouvido. – Mas hoje à noite, você é toda minha. – Dei uma pequena mordida em seu lóbulo, a vendo se arrepiar.

- E o que você está esperando para fazer isso acontecer? – Perguntou de uma maneira provocativa e rapidamente me encaminhei até a recepção, pedindo um quarto de casal.

- Pronto, baby. Já podemos ir ao nosso quarto. – Falei, depois de ter feito check-in e nos encaminhamos ao elevador, querendo ter privacidade o mais rápido possível.

 

...

 

- Ah, Lauren... mais rápido. – Camila gemia alto. – Forte... mais forte.

Ela estava de quatro a minha frente e eu metia nela com toda força que eu tinha, arrancando gemidos de ambas as duas.

- Eu vou te foder... Oh, porra... – Estava com tantas saudades daquelas sensações que transar com Camila me causavam. – Diz pra mim... Diz quem é que sabe te foder como ninguém.

- Hm! É... é você.

Dei um tapa em sua nádega esquerda e a penetrei fundo, a procura do seu ponto mais prazeroso. Logo o encontrei e comecei a estocar ali. Camila perdeu a força nos braços e deitou no colchão, deixando seu quadril totalmente exposto para mim.

Me perdi olhando para aquela pequena entrada que ela tinha. Lembrei do quão gostoso foi meter ali, mas despertei ao ver Camila tendo um orgasmo. Ela gritou meu nome e eu amei ouvir aquilo depois de tanto tempo.

Como ainda não havia gozado, retirei meu pênis de sua boceta e, com muito cuidado, o enfiei na sua pequena entrada de trás.

- Oh! Hm... – Me deliciei com a sensação maravilhosa. – Oh, sim, Camila. Você é tão gostosa.

Comecei a estocar com um pouco mais de velocidade, sentindo que estava prestes a gozar. Vi minha namorada começar a mover o quadril, para o meu delírio. Querendo que ela gozasse mais uma vez, penetrei sua boceta com três dedos de uma vez, a ouvindo gritar extasiada.

- Lauren! – Começou a se contorcer, e logo em seguida gozou novamente, me permitindo soltar o meu gozo, que eu prendia só para vê-la se libertar antes.

- Oh, isso foi revigorante. – Falei ao me retirar com cuidado de dentro dela. Logo em seguida a ajeitei na cama e a deitei em meu peito. – Eu estava com tantas saudades.

- Eu digo o mesmo. – Beijou meu maxilar. – Estava sentindo tanta falta de te ter assim. – Falou ronronando.

- Agora que a competição acabou, vamos ter tempo de sobra para fazermos isso na hora que quisermos. – Passei a mão por sua bunda e massageei o local onde havia lhe acertado o tapa. – Vamos dormir agora. Amanhã será um belo dia.

Beijei o topo de sua cabeça e puxei as cobertas para que nos aconchegássemos naquela enorme cama macia.

Por fim, tivemos uma maravilhosa noite de sono.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro e se encontrarem algum, me avisem, por favor.


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