História Era Uma Vez Mais Uma História Clichê - Capítulo 43


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Zac Efron, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Cabello, Camila, Camren, Camren G!p, Hailee, Jauregui, Lauren, Laureng!p, Zac, Zayn
Visualizações 1.866
Palavras 3.262
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente. Desculpa o sumiço.
Não vou desistir da fic, tá?

Capítulo 43 - Me perdoa?


Fanfic / Fanfiction Era Uma Vez Mais Uma História Clichê - Capítulo 43 - Me perdoa?

Camila Narrando.

 

A estadia no Brasil havia sido maravilhosa. Não via a hora de poder voltar, porque me identifiquei tanto com tudo, que saí dali me sentindo meio brasileira. Tudo ali era fantástico, a comida, as pessoas, os costumes, os lugares... Era tudo incrível.

Um dia após nossa noite incrível, - Em que Lauren e eu matamos nossa saudade. – chamamos nossos amigos para nos divertir naquele parque aquático. Foi um dos melhores dias da minha vida, mesmo que tivesse coragem de ir apenas nos brinquedos de criança, junto a Sofi. Lauren e Hailee competiam, para ver quem tinha coragem de ir nos mais radicais. As duas esqueceram até de comer, porque estavam ocupadas demais competindo e se divertindo.

A volta ao nosso país estava marcada para a noite, portanto, já estávamos arrumando nossas malas. Voltaríamos no mesmo voo que a delegação americana iria, então eu não desgrudaria de minha namorada.

Por falar em Lauren, seu telefone não parou de tocar durante os últimos dois dias. Quando eu perguntava quem era, ela desconversava e encerrava a chamada, me deixando intrigada. Esses telefonemas começaram um dia depois delas serem campeãs do mundial. Tentei diversas vezes pegar seu celular e olhar o registro de chamadas, mas ela me impedia, me fazendo ficar emburrada.

- Ainda está assim? – Ela chegou, me abraçando por trás.

Eu estava terminando de arrumar minhas malas, com raiva, pois havíamos acabado de discutir por aquele mesmo motivo.

- Me solta, Lauren. Vai arrumar a sua mala. – Falei com impaciência e ela nem fez questão de se afastar, rindo ao pé do meu ouvindo, me fazendo bufar. – Não vai me dizer quem insiste em te ligar por várias vezes seguidas?

- Não no momento, Camz. Você irá saber, mas não agora. – Me soltei dela com um pouco de força, a assustando.

- Ótimo. – Fechei minhas malas e saí arrastando-as até a porta. – Eu estou descendo. Papai e mamãe estão me esperando lá embaixo.

Não esperei que ela dissesse nada e a deixei sozinha ali.

Ao chegar na recepção, quase todos já estavam ali. Esperamos pelos que estavam faltando, e quando eles chegaram, saímos dali em direção ao aeroporto. Alugamos uma van para que todos pudessem ir juntos. No caminho, eu olhava para a paisagem na janela. Iria morrer de saudade daquele lugar. E olha que eu não havia visitado todos os lugares que queria.

- O que aconteceu entre vocês? Lauren está com um bico enorme porque você não quis se sentar perto dela. – Dinah perguntou. Eu fiz com que ela se sentasse perto de mim, pois queria distância de Lauren no momento.

- Ela está me escondendo algo e não quer contar o que é. – Falei em um resmungo.

- Tipo o quê?

- Faz um dia e meio que ela recebe ligações e não diz quem está lingando para ela. Quando eu tento ver, ela esconde o celular. – Falei.

A van já adentrava o estacionamento do aeroporto.

- Mas ela está esquisita, como se estivesse escondendo algo grave? – Perguntou com curiosidade.

- Não. Ela está até risonha e com uma alegria boba que está me dando nos nervos.

- Então não é nada, Chancho. – Falou despreocupada. – Ela irá ficar famosa agora. Acostume-se.

Depois disso, não dissemos mais nada, e foi nesse momento que a van parou e nos preparamos para descer e pegar nossa bagagem.

Enquanto nosso voo ainda não havia sido anunciado, resolvemos passear pelo local e logo pudemos ouvir Gordon anunciando que se Dinah comprasse pelo menos um estojo de lápis, ela iria ficar sem mesada por meses. Ao saber que ela quase havia deixado o cartão no vermelho, ele a fez ouvir um sermão de duas horas, de que ela não poderia gastar daquela maneira, que era imprudente e que ela não o teria para sempre para pagar suas contas. Nossos amigos e eu, só riamos da cara de tédio que ela fazia ao ouvir as palavras do pai. Bem sabíamos que ela não tomaria jeito nunca.

Já estava me preparando para sair de onde todos estavam, para dar uma volta com Ally e Lucy, quando vi um dedo branco cutucando meu ombro. Olhei para o lado e vi Lauren ali, com olhos pidões. Bufei e ía sair dali, mas ela não deixou, pois abraçou meu ombro e me encarou fazendo bico. Ela devia para de fazer aquela cara quando queria minha atenção, pois mesmo estando brava, eu cedia à suas vontades.

- O que você quer? – A perguntei.

- Sua atenção. Você está me evitando. – Seu tom de voz era manhoso e tristonho.

- Eita, não quero ficar aqui e presenciar uma DR. Você vem, Ally? – Brincou Lucy.

- Claro, vamos. – Então as duas saíram dali nos deixando sozinhas.

Lauren se aproximou e tentou me abraçar. Tentei resistir, mas eu não era mais forte, e ela venceu, então me abraçou e enterrou a cabeça no meu pescoço.

- Lauren, para com isso, todo mundo está olhando para nós. – Exagerei, mas não menti. Algumas pessoas passavam e olhavam aquela cena, que era nós duas abraçadas no meio do saguão.

- Deixe que olhem. – Deu um beijo molhado em meu pescoço, fazendo com que eu me arrepiasse. – Você está tão cheirosa. Não vejo a hora poder chegar em casa e te levar pro meu quarto, pra gente fazer amor por horas.

Maldita seja. Só com aquilo, me fez ficar excitada.

- Por que não liga para algumas dessas várias vadias que vivem te ligando e se alivia com elas? Você tem o número de muitas, afinal seu telefone não para de tocar um só instante. – Tentei me soltar, e não foi preciso muito esforço, pois Lauren se desvencilhou de mim e me encarou séria.

- Do que você está falando, Camila? – Perguntou com raiva.

- Você sabe do que eu estou falando. Não desgruda desse celular um só momento e quando eu tento ver, você não deixa. O que você está escondendo de mim, afinal?

Ela enfiou a mão no bolso e tirou o celular dali, com certa violência.

- Está aqui essa porra. Olha aí e vê se tem número de alguma “vadia”. – Enfatizou o que eu havia dito instantes antes. Não peguei o aparelho em sua mão e apenas a encarei com raiva.

- Não, agora eu não quero mais. Me diga você quem está te ligando tanto. – Cruzei os braços abaixo dos seios.

- Tudo bem, amor. Como queira. – Falou com ironia e começou a rolar a tela do aparelho, a procura de algo. – Vejamos... A primeira ligação foi... deixa eu ver... Teen Vogue. O que eles queriam? Nada de mais, apenas uma entrevista para saber como é a vida de uma garota com pênis. – Falava com deboche. – A segunda ligação? Calvin Klein. O que eles queriam? Nada, só me chamar para a próxima campanha de roupas. – Ela falava tudo com amargura e ironia. – A partir da terceira em seguinte? Programas de TV, me convidando para entrevistas e aparições. – Eu ouvia tudo aquilo em choque.

- Lauren... Eu... Por que você não... – Eu não sabia o que falar. Estava atônita.

- Por que eu não disse? – Ela riu em escarnio. – Eu queira fazer uma surpresa, queria dividir isso com você em um outro momento, para celebrar essa alegria que estou vivendo, mas você interpretou da maneira mais errada possível.

- Amor, eu... – Me interrompeu.

- Não, Camila. – Sua expressão facial mudou, agora ela tinha um semblante triste. – Agora quem não quer falar, sou eu. – Ela suspirou e eu me sentia uma completa estúpida.

- Lauren, me desculpa. – Tentei abraça-la, mas ela me impediu. – Lauren, por favor.

- Só me deixa ficar sozinha por um momento, Camila. A gente se vê na sala de embarque. – Dizendo isso, ela saiu andando para longe de mim. Tentei segui-la, mas a mesma me implorou com um olhar para que eu a deixasse sozinha.

Tentando conter as lágrimas, caminhei para longe de todas aquelas pessoas e me sentei em um banco mais afastado. Queria chorar, mas evitaria ao máximo. Teria que pensar em alguma coisa para me desculpar com Lauren.

A culpa me invadindo por pensar que ela seria capaz de fazer algo pelas minhas costas, quando, na verdade, ela só estava me preparando uma surpresa. Isso tudo explicava a alegria dela ao longo desses quase dois dias.

- Brigaram? – Tomei um susto ao ouvir aquela voz. Olhei para cima e vi Octavia.

- Eu sou uma estúpida. Eu a magoei. – Foi o que eu consegui fazer, antes de me desmanchar em lágrimas, mesmo depois de prometer que não choraria.

- Não fica assim. Vocês vão resolver qualquer que seja essa situação. – Disse ao se sentar ao meu lado e dar leves tapinhas em meu ombro esquerdo, tentando me consolar. – Eu sei que o ciúme nos cega e acabamos dizendo coisas que, se parássemos para pensar, não diríamos.

Olhei para ela, um pouco espantada.

- Como sabe que o motivo foi ciúme? – Ela riu levemente.

- Bem... sei pouco sobre você, mas sei que o principal motivo para uma possível briga entre vocês, seria ciúme. – Explicou.

- Sim. – Suspirei. – O motivo foi esse. Eu sou um imbecil. Ela estava preparando uma surpresa e eu deduzi tudo errado.

- Tenho certeza que ela logo esquecerá. Vai por mim, Lauren odeia ficar por um longo tempo brigada com alguém que ama.

Pelo restante do tempo de espera, Octavia me consolou e me deu conselhos para fazer as pazes com minha namorada. Sem dúvidas, isso era algo que eu jurava ser impossível. Nem em meus sonhos eu pensaria que um dia eu e Octavia estaríamos envolvidas em uma conversa amigável.

Quando o voo foi anunciado, fomos para a sala de embarque e assim que nos reunimos lá, pude ouvir Gordon dando um longo sermão em Dinah, que havia comprado uma variedade enorme de coisas. Só ela conseguia ir em um aeroporto e sair de lá abarrotada de coisas, como se tivesse ido a um shopping.

Olhei para o lado e vi Lauren. Ela estava ao lado de Hailee e me encarava ainda com o olhar abatido. A imagem dela triste por minha causa, era de partir o coração.

Lentamente, me aproximei dela. Fiquei na ponta dos pés e lhe dei um selinho. Abracei seu pescoço e deitei a cabeça e seu peito.

Não disse nada. Deixaria para conversar com ela quando estivéssemos a sós.

Começamos a andar na fila, para que pudéssemos entrar no avião, e eu abracei seu braço. Ela se manteve calada, mas não estava mais se esquivando dos meus toques, o que me fez agradecer.

Ao entrarmos na aeronave, nos acomodamos em nossos assentos. Toda a delegação, com exceção de Lauren e Hailee, foi para outra classe do avião, mas as duas ficaram conosco.

A viagem foi um pouco longa. Lauren dormiu durante todo o trajeto, mas eu não consegui pregar os olhos.

Enfim descobri como ela se sentia quando era culpada de alguma briga que tínhamos. A sensação era terrível.

...

Depois de chegarmos, finalmente, em casa, nos despedimos no aeroporto mesmo. Todos, enfim, foram para suas casas e Lauren e eu nos falamos pouco, antes que fossemos para nossas casas. Antes de sair dali, combinamos de nos encontrar no dia seguinte, pois descansaríamos e esfriaríamos nossas cabeças para que enfim pudéssemos resolver todo aquele desentendimento.

Quando cheguei em casa, o cansaço me venceu e eu dormi pelo restante do dia, acordando somente pela noite, quando minha mãe me chamou para comer. Antes de descer para o andar de baixo, fui até o meu banheiro e tomei um banho. Estava precisando.

Ao sair, vesti uma roupa confortável e rumei para a cozinha.

- Nossa, Kaki! Você está com uma aparência terrível. – Foi o que papai disse assim que entrei na cozinha.

- Muito obrigada. Garotas adoram ouvir isso. – Debochei.

- Olha a ironia. Não fale assim com seu pai. – Mamãe me repreendeu.

- Desculpe, papa. Eu só estou um pouco estressada.

Olhei em volta, a procura de Sofi e vi a mesma sentada no balcão, colorindo mais um de seus livrinhos.

Me sentei e aguardei até que minha mãe colocasse o jantar sobre a mesa. Eu estava faminta, pois havia comido muito pouco durante o dia.

- Vai nos dizer por que está tão abatida? – Papai perguntou preocupado e eu suspirei.

- Lauren está recebendo muitos telefonemas e quando perguntei sobre quem estava ligando tanto, ela fez mistério. Deduzi que ela estava aprontando algo, mas na verdade, ela estava recebendo ligações de revistas e programas de TV. Ela só queria me fazer uma surpresa, mas eu fui uma estúpida com ela. – Falei tudo em um fôlego e me entristeci mais uma vez por ser tão idiota com minha namorada.

- Filha, se o motivo é só esse, não há o que se preocupar. Você só tem que conversar mais, antes de interpretar algo. Desculpe-se com sua namorada e fique feliz por ela estar vivendo algo assim, pois realmente é difícil tornar um sonho realidade, e ela está conseguindo.

Papai terminou de falar e mamãe assentiu, concordando com tudo o que ele dizia. Decidi ouvi-lo.

Depois disso, jantamos e eu me sentia um pouco melhor depois de conversar com meus pais.

Assim que terminamos a refeição, fui para o meu quarto e me joguei em minha cama, querendo dormir logo, para que o dia seguinte chegasse mais rápido.

E foi o que aconteceu.

Eu acordei cedo e logo botei os pés pra fora da cama e me encaminhei até o banheiro para tomar um longo banho. Depois disso, me vesti e me perfumei um pouco, pois sabia que Lauren era alérgica.

Saí de casa e chamei um taxi. Antes de ir para a casa dela, passei em um lugar, onde sabia que encontraria o que eu estava precisando. Depois disso, o taxista me deixou na porta da casa de minha namorada. O paguei e fui até a porta, um pouco ansiosa e nervosa.

Era estranho eu me sentir daquela forma. Eu nunca estive naquela posição. Digo, eu nunca precisei buscar pelo perdão de Lauren, ela é que sempre precisou.

Saí de meus pensamentos e toquei a campainha. A porta logo foi aberta por Clara e a mesma, quando me viu, soltou um suspiro de alívio. Não entendi e ela logo tratou de explicar.

- Graças a Deus você chegou. Lauren está lá em cima e não comeu quase nada desde ontem. Por favor, suba lá, conversem e se resolvam. Eu não suportaria ver minha filha mal, caso vocês um dia terminassem. – Pelas suas palavras, ela falava sério e me preocupei com o estado de Lauren, me arrependendo mais uma vez por tê-la magoado.

- Eu vou fazer isso mesmo. Com licença, Clara. – Deu um leve sorriso para ela e praticamente corri para as escadas.

Ao chegar no andar de cima, abri a porta de seu quarto sem nem antes bater. A encontrei deitada na cama, usando apenas uma regata folgada e uma cueca box. Ela estava acordada e olhava para o teto. Quando olhou para a porta, por ter a visto ser aberta, olhou para mim e ao notar que era eu ali, rapidamente se sentou na cama. Deixei minha mochila em algum canto e, cautelosamente, me aproximei e me sentei ao seu lado.

- Você veio. – Ela disse em um sussurro. Seu semblante era abatido.

- Claro que eu vim. Eu tenho um pedido de desculpas para fazer. – Sorri leve e ela me encarou com curiosidade, inclinando um pouco a cabeça para a direita.

- Você tem? – Perguntou confusa.

Muitas pessoas não entendem Lauren. Elas acham que eu já deveria tê-la deixado, que suas atitudes passadas nunca deveriam ser perdoadas, que eu deveria me vingar na mesma moeda e que ela era uma idiota. Eis aqui minha explicação: Lauren sofre com crises de ansiedade compulsiva. Em sua mente, ela se culpa todos os dias por seus atos, todos os dias ela acha que eu a deixarei e que sempre é a culpada em uma discussão.

Ela estava melhorando gradativamente, graças as sessões de terapia, mas isso não significava que ela estava completamente curada.

- É claro que eu tenho, amor. – Levei uma mão até sua bochecha esquerda e a acariciei. Lauren fechou os olhos pelo contato. – Escuta... Eu sinto muito pelo que aconteceu ontem. – Ela abriu os olhos novamente e me encarou.

- Não, Camz... Eu é que... – A interrompi.

- Shiii. – Me levantei e fui até minha mochila, a pegando e levando para a cama, me sentado com ela em meu colo. – Quero que me escute, ta bom? – Ela assentiu. – Eu fui uma completa idiota com você. Eu deveria estar lá e ouvir você compartilhar comigo esse momento tão feliz de sua vida. Eu deveria saber que depois de tudo, você não seria capaz de fazer nada para arruinar nosso namoro, mas o ciúme me cegou. – Parei de falar para retirar da mochila o que eu havia comprado antes de chegar em sua casa. – Eu comprei isso para você. – Lhe mostrei o buquê de rosas brancas e vermelhas. – É a primeira vez que te compro um desses por esse motivo e espero ser a última, pois não quero te magoar nunca mais. – Ela aceitou as flores com um enorme sorriso no rosto. – Você é o que há de melhor em minha vida, e te ver triste por minha culpa, me deixa muito mal. Me perdoa, meu amor. Eu juro que nunca mais vou fazer isso. – Terminei de falar e uma lágrima escorreu do meu rosto.

- Ei, não chora. – Ela deixou as rosas sobre o criado mudo e me puxou para sentar em seu colo. – É claro que eu te perdoo. Me desculpe por ter feito você pensar esse tipo de coisa. Eu não tenho um histórico muito bom.

- Não! Não me peça desculpas quando a culpa de toda essa situação, é somente minha. – A encarei séria, para que ela pudesse ver que ela não tinha culpa de nada.

Ela assentiu e se inclinou para me dar um selinho.

Deixei um suspiro escapar, quando pude sentir seus lábios nos meus. Não resisti e aprofundei o beijo. Só larguei seus lábios quando senti que morreria se não respirasse devidamente. Ela logo desceu seus beijos para o meu pescoço, inalando o cheiro que emanava dali.

- Hm! Você está tão cheirosa. – Ronronou e me deu leves mordidas.

- Isso está muito gostoso, mas pode ir parando. Dessa vez vai ser diferente. Não vamos resolver essa situação com sexo. – Ela logo me olhou com um bico pidão e um olhar safado.

- Eu não me importaria. Sabe como é, né? Passei muito tempo sem seus carinhos durante a concentração. – Terminou de falar com aquele maldito sorriso lindo e olhar malicioso, me fazendo rir.

- Mais tarde a gente resolve isso. Agora vamos ver como vai ser a agenda de Lauren Jauregui nos próximos dias. – Seu semblante mudou. Ela agora me olhava com um olhar genuinamente feliz.

- Você vai me ajudar a decidir sobre os convites dos telefonemas?

- Mas é claro que sim. Serei sua agente a partir de agora. – Brinquei e ela sorriu.

Ela logo se levantou da cama e foi até a mesinha do computador, voltando de lá com seu celular em mãos.

Pelo restante do dia, ficamos agendando como seria seus próximos dias e em que programas e revistas ela participaria.

Ao final do dia, me senti mais leve por ter conseguido o seu perdão, e jurei a mim mesma que agiria com maturidade para que nosso relacionamento desse certo, dadas a essas novas circunstâncias, pois sabia que seria difícil com esse sucesso repentino de Lauren. 



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