História Era uma vez na Europa - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolf Hitler, Alemanha, Amor, Bônus Do Bônus, Distorção, História, Hitler, Joseph Stalin, Nazismo, Política, Romance, Rússia, Segunda Guerra Mundial, Stalin, Yaoi
Exibições 40
Palavras 3.873
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shonen-Ai, Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aaaaah... Então, antes de tudo:


E aqui começo (ou não) um feriado com um capítulo que não é recomendado para crianças.
E quero deixar claro que não é nenhum especial (mesmo que pareça). Na verdade, eu me empolguei, e deu nisso... Ah, também quero avisar que o dia 24 de agosto (também conhecido como o dia mais longo da história) terminou. Enfim, boa leitura.

Capítulo 13 - Raios de Sol


Fanfic / Fanfiction Era uma vez na Europa - Capítulo 13 - Raios de Sol

06:12 do dia 25 de agosto de 1939

   Fora uma noite agitada, Stalin enchendo Adolf de elogios sobre quão boa estava a torta, e ele apenas o mandando calar a boca e ir dormir. Em compensação, o sono foi tranquilo, um dia muito longo (N/A: Eu que o diga, 6 capítulos e meio) passou, trazendo uma manhã diferente das demais. Desta vez, os pássaros piavam e o sol se erguia no horizonte. Não havia chuva, não havia frio.
   Como sempre, o soviético acordou primeiro. Sonolento, primeiro acostumou a vista com a claridade que vinha dos raios de sol. Não acreditou no que viu, e se levantou da cama para conferir, mas com cuidado, para não acordar seu amado. Era verdade, sem pingos. Por um momento pensou em acordar Hitler, mas lhe veio a cabeça uma lembrança das palavras do Führer, ditas no dia anterior. Antes de tudo, pegou alguma roupa um pouco mais, "solta". Não era algo que ele gostava de vestir em seu dia-a-dia, mas lá fora aparentava estar quente, e não aguentaria usar um tecido feito especialmente para o frio. Um pouco difícil de se achar em sua mala, mas conseguiu. Uma bermuda com um tom de azul bem escuro, e uma camiseta branca (N/A: Aquelas camisetas dos anos 50 S2) . Calçou um sapato qualquer com uma meia, isso era o que menos importava agora.
   Já vestido adequadamente, foi até a cozinha pegar comida. Aproveitou a cesta que na noite anterior usaram para carregar as maçãs para pôr pão, frutas, doces e geleias que achou, e menos importante, a sagrada vodka. Só faltava uma coisa, uma toalha. Onde poderia arranjar uma? Mesmo estando ali há algum tempo, mal conhecia a casa de Adolf. Seria mais esperto perguntar ao próprio, não é mesmo? Claro que não, ele não podia desconfiar de nada, saber de nada. Decidiu procurar por sua própria conta, mesmo que fosse um desafio.

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      06:46 do dia 25 de agosto de 1939

   Demorou, mas achou. No armário de uma sala que ele supôs ser um escritório havia sabe-se lá o porque uma toalha vermelha e branca em xadrez, perfeito. Com tudo aparentemente pronto, parecia ser uma boa hora para acordar Hitler. Mas queria fazer uma surpresa, então apenas o chamaria e iria direto para o pomar. Deu mais uma avaliada na cesta, em cima da mesa de centro da sala. Tudo pronto, faltava apenas Adolf.
   Entrou devagar no quarto, se aproximando lentamente do lado que em Adolf estava deitado, logo pôs uma mão no braço do outro, o chacoalhando.

   - Ei, Adolf…- o austríaco, agora semi-acordado, deu um baixo gemido, se enroscando um pouco mais no edredom - Adolf, acorde. - Joseph aumentou o tom de voz, fazendo o outro finalmente acordar.

   - Que horas são? - perguntou, ainda sonolento.

   - Se arrume, e me encontre naquele pomar de ontem.

   - Por quê?

   - Se arrume logo. - antes que Hitler pudesse perguntar algo a mais, Joseph já havia saído do quarto.

   O que afinal, Stalin planejava, ele se perguntou. Mas por curiosidade, decidiu obedecer. Levantou devagar, ainda pensativo sobre o soviético. Por que teria desconfiança? Ele com certeza o amava demais para lhe causar algum mal. Além disso, ele mesmo prometera para si nunca trair Stalin (N/A: Nossa, isso me lembra certas coisas não é mesmo Adolfinho). Pensamentos bobos, que deveria afastar, e apenas se concentrar (N/A: Desculpa eu sei que tô aparecendo demais, mas não resisti de chamar atenção ao humor negro ali) onde deveria ir.

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       07:12 do dia 25 de agosto de 1939

   O Führer caminhava tranquilamente na trilha do bosque, coberta de folhas secas. O tempo nublado e frio se tornou ensolarado, virando novamente um verão. Vestia a tradicional Lederhosen (N/A: Lederhosen é aquela famosa roupa que o Adolf está vestindo na capa, mas sem a suástica, é claro), não era a roupa mais confortável que tinha, mas o dia parecia pretender esquentar, e a grande parte de suas roupas eram usadas para o frio.
   Finalmente chegou ao pomar. Passou pela porteira que se encontrava entreaberta, logo avistando o soviético em cima de uma toalha na grama. Se aproximou dele, que percebeu sua presença.

   - Bom dia, Adi. Como sempre se atrasando. - disse Stalin sem olhá-lo, terminando de arrumar algo. Mas logo se virou para Adolf, se surpreendendo com a roupa que esse usava - Vejo que resolveu deixar as pernas de fora.

   - Não enche, nem está tão curto! - Hitler sentou-se em frente a Stalin - E você, com essa roupa, todo estranho.

   - Calma! Eu não estou falando que você está estranho ou algo do tipo! Está bem bonito, ainda mais agora que você se sentou, e essa bermuda subiu…- o austríaco corou - E eu não estou estranho, estou sensual, e você não pode negar.

   - P-Para que isso tudo? - tentou mudar de assunto.

   - Isso? - Stalin abriu um largo sorriso - Se lembra de ontem, que você disse que poderíamos fazer um piquenique aqui, se o tempo melhorasse? Como hoje o tempo amanheceu melhor, decidi fazer

   - Que gentileza a sua, Joseph…- Adolf sorriu sem mostrar os dentes.

   - Pegue logo algo para comer, afinal, é um café da manhã.

   - Claro, Joseph, claro.

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    07:36 do dia 25 de agosto de 1939
 

   - Ah, Joseph…- disse o austríaco com uma voz manhosa - Está tão quente…

   - Tentando me seduzir, meu Führer? - Stalin franziu o cenho. Aguardou uma resposta, mas o outro apenas lhe deu o silêncio - Ainda dói?

   - Não muito.

   - Sabe, bem que a gente podia…- esperava que Hitler entendesse onde queria chegar.

   - A-aqui?! - e ele entendeu - Joseph! - exclamou em tom de reprovação.

   - E qual o problema?

   - Bom…- procurou por alguma desculpa, mas todas já estavam bem gastas.

   - Por favor, Adi! - pediu, ou melhor implorou. Hitler ignorou, olhando para qualquer lugar que não fosse o rosto de Stalin - E se essa for a última vez que nos veremos? - o soviético ressaltou o detalhe, de forma que chantagiasse o outro.

   - Mas por que você tinha que me lembrar isso? - respondeu, irritadiço - Não pode ser. Talvez a chuva só tenha dado uma trégua para o sul da Alemanha, não? - engatinhou até Stalin.

   - Eu só estou dizendo a verdade. Uma hora irei. Molotov e os outros não irão governar sozinhos, assim como seja lá quem for que governa por você agora não poderá fazer isso sozinho. Além disso, claro, um de nós poderia muito bem morrer exatamente agora. Não é uma ameaça, é apenas uma consequência. Não somos tão jovens assim, você sabe. E tamb-- antes que pudesse terminar de falar, Adolf puxou-o por seu ombro e lhe deu um beijo forçado, mas que durou apenas alguns míseros segundos, logo se afastando rapidamente.

   - Uau, Adi. - disse Joseph, ainda bobo por causa do beijo.

   - Foi a única forma de fazer você calar a boca! - reclamou, mas Joseph não deu a mínima.

   - Como eu ia dizendo…- ignorou a tentativa do outro fazê-lo ficar quieto - E você vai continuar fazendo cu doce?!

   - É sério que você fez discurso todo para dizer isso? Justamente isso? - indignou-se.

   - Não vamos discutir aqui. Vamos transar aqui! - pela milésima vez, Adolf parecia estar queimado de sol.

   - Você é péssimo para conversar. - De aconchegou no chão.

   - O que você queria? Elogios?

   - De preferência sim.

   - Ah… Se é assim, deixe-me ver? - Stalin olhou o austríaco de cima a baixo, enquanto esse mantinha uma expressão de poucos amigos - Então, senhor Adolf, você está gostoso pra caralho com essa bermuda. - o Führer revirou os olhos.

   - Você também é péssimo para elogios.

   - Se você é tão bom assim, me elogie. - seu um olhar desafiador para o mais novo.

   - E-elogiar você? - Stalin assentiu - V-você… B-bem…- procurou palavras que formassem uma frase convincente - V-você está… Atraente, c-com essa camiseta. - o soviético deu um sorriso, surpreso.

   - Isso, Adi! - animou-se - Mas, espere, eu estou bem mesmo nessa camiseta? - o austríaco assentiu - Eu sabia.

   - Convencido. - disse em baixo tom.

   - Mas, me diga…- começou - Por favor, Adolf! - voltou a insistir.

   - Você não esquece? - suspirou - Eu nem sei nem o motivo de eu fazer isso, mas pra você me deixar em paz, - o castanho dos olhos de Stalin brilharam - Vá em frente.
  
   Hitler esperou que Joseph lhe desse alguma resposta, mas esse apenas partiu para seus lábios. Mas vieram os pensamentos sobre o quão curto o relacionamento seria. Sempre apareciam nessas horas, como se fossem lembretes da vida, que o mandasse aproveitar o tempo restante, pois como Stalin lhe disse, não se sabia se aquela seria a última vez que se veriam. Tão certos, tão errados.
   Joseph deu um pouco de peso para o lado de Adolf, fazendo os dois caírem na grama. Ficaram um tempo se encarando, essa era uma das coisas preferidas de Hitler nesses momentos entre eles. Além da onda de pensamentos negativos, também vinha a mágica troca de olhares. Nada de palavras, apenas as cores azul e marrom se encontrando, com o silêncio dizendo "eu te amo". Mas agora também havia o sol, que enfeitava cada canto do pequenino pomar. As árvores com a folhagem verde e levemente amarelada, mesclando com a grama úmida, dando uma aparência um tanto quanto agradável ao cenário. Continuaram por longos minutos se amando em silêncio, parados, apenas com a bela junção de cores.
   O soviético passou sua mão pela coxa de Adolf, coberta pelo tecido, indicando o que viria a seguir. O Führer desabotoou lentamente os suspensórios, deixando Joseph cada vez mais impaciente. Ao terminar, começou a desfazer a gravata na mesma lentidão. Joseph, com a paciência esgotada, puxou um pedaço da gravata, retirando-a por completo. Hitler levou um pequeno susto com a reação do outro, mas continuou com a demora, agora para retirar o cinto. O soviético lhe ajudou novamente, mas desta vez, prensou um beijo nos lábios de Adolf. Forçou seus lábios contra os do austríaco por um tempo, mas logo abriu um pouco a boca, indicando para o outro fazer o mesmo,. Suas mãos subiram desesperadas para os botões da camisa da Lederhosen, puxando-os em grupo, para ser mais ágil. Pouco estava se incomodando com a visão que poderia estar tendo do outro embaixo dele, apenas continuou com os olhos fechados e hora ou outra se separando de Adolf para recuperar o fôlego, mas em seguida voltava para mais um beijo, seguindo pela sorte o que tocaria. Mas foi interrompido por Hitler, que separou de vez sua boca da dele. Stalin agora tinha seu olhar sobre o corpo do mais novo, que se revelou extremamente ofegante. Os olhos semi abertos e pisques constantes, a boca inchada e entreaberta, e seu peito nu, que era possível ver subindo e descendo por conta de sua respiração acelerada.
   Joseph permaneceu bons minutos observando cada mero detalhe do outro, detalhes que agora, graças aos raios de sol,  eram visíveis. Uma pele um tanto quanto pálida, acentuada por tons levemente avermelhados. Essa pele que, parecia implorar por toques, e Joseph caiu na tentação. Passeou com a mão direita sobre ela, dando um belo contraste entre sua pele que beirava uma cor brozeada, e a alvidez de Adolf. Uma pele macia, porém nada definida. Não era tão esguio, mas também não se via nenhum músculo formado. Deslizou os dedos, lentamente, até um dos mamilos róseos do mais novo, soltando um gemido do mesmo. Um doce gemido que lhe agradou os ouvidos (N/A: Nuss que frase de estuprador). Ele precisava de mais. Começou então a acariciar a aréola, às vezes dando beliscadas no mamilo, fazendo Hitler dar suspiros e baixos gemidos, que fazia questão de prender.
   Joseph, já satisfeito com o que tinha ouvido (N/A: Stalin, seu estuprador), retornou à roupa de Adolf. Desceu as mãos para a berduma de couro que ele usava, e a levou um pouco para baixo, indicando que esse tirasse os sapatos. O austríaco, com um pouco de dificuldade, descalçou-se com o auxílio dos próprios pés. Antes que pudesse tirar as meias, Stalin segurou sua perna, o impedindo de cometer tal ato.

   - Nada disso, Adi…- suas palavras saíram quase em um sussurro, mas foi o suficiente para o outro obedecer, e continuar usando as meias.

   O soviético puxou a bermuda do outro junto da roupa íntima, deixando à mostra sua genitália. Uma coisa que Stalin não havia visto antes, mas Adolf só tinha um testículo. Direcionou o olhar ao rosto do Führer, tentando obter uma explicação.

   - H-histórias de guerra…- Stalin soltou um pequeno "uh".

   - É bem bonitinho. - elogiou-o, causando um fervor na pele cacausiana. Ele, realmente, era bem pequeno, principalmente comparado ao seu.

   Mas Joseph pouco se incomodou com o detalhe, e começou a se despir, iniciando pela camiseta. Diferente do austríaco, ele tinha um corpo definido, nada muito exagerado, mas nenhuma aparência sedentária. Ao ter visão do corpo do outro, Hitler deu um leve suspiro, que foi notado por Stalin, que ganhou um semblante malicioso. Levou as mãos à bermuda que vestia, e assim como fez com Hitler, também tirou a roupa íntima junto.
   Adolf arregalou um pouco os olhos quando percebeu o tamanho "daquilo". Era o quê, o tamanho de seu antebraço até o pulso? Para falar a verdade, nunca havia o visto realmente. Vez ou outra, nos momentos mais íntimos, apenas o sentiu. Mas não foi apenas o tamanho que o surpreendeu, tinha, aparentemente, a mesma grossura que seu braço. Foi estranho pensar que, aquilo já tinha estado dentro dele.

   - Vai continuar me secando? - Stalin disse, dando em seguida um pequeno sorriso para Adolf, mais corado do que nunca.

   Joseph voltou a observar Hitler, como ele estava. Sua cabeça, deitada de lado na grama, com os olhos azuis encarando os seus, e as bochechas levemente rubras (N/A: Ironia S2). Seu corpo, ah… Seu corpo. Era definitivamente o que mais interessava ao soviético naquele momento. Agradecera mentalmente a claridade, que deixava cada parte dele visível. A cintura que diminuia e, na altura dos quadris, se alargava, seguindo até as coxas, onde começava a afinar na altura das panturrilhas. Quem ligava se era de certa forma um corpo com traços um tanto quanto afeminados? E as meias… Poderiam ser míseros detalhes, mas não. Faziam questão de deixar a figura de Hitler a mais tentadora possível. Ele não seria nada gentil dessa vez.
   Joseph moveu as mãos até as coxas do mais novo, apertando-as com força. Tanta força que fez o outro choramingar de dor. Mas, o que poderia fazer? Era ele o culpado por ter esgotado sua sanidade.

   - Você fica uma graça de meias. - continuou apertando a pele do outro.
  
   - J-J-Joseph… E-está m-me m-machucando…- disse, já quase agonizando de dor, tentando parar Stalin. Mas falhou, pois ele apenas lhe deu um olhar autoritário, que lhe paralisou.

   Mas não demorou muito para que ele finalmente parasse, deixando marcas avermelhadas nas pernas de Hitler. Mas não adiantou muita coisa, já que logo atacou sua boca. Foi diferente das outras vezes, o beijo foi forçado, não havia amor por completo. Mordia os lábios do outro não por provocação, mas sim porque, de certa forma, sentia prazer em machucá-lo.
   O austríaco empurrou Stalin, defazendo o beijo. Em vez de pedir desculpas, ou até mesmo lhe abraçar, apenas sorriu. Um sorriso de canto que assustou Adolf. Mas esse fez o inesperado, desmanchou o sorriso e se levantou, mas sentou-se novamente no chão. Agora ele tinha um semblante sério. Não uma expressão séria de tudo. O termo mais correto seria "perverso".
    Adolf permaneceu deitado, não fazia a mínima ideia do que o outro pretendia. Para falar a verdade, estava mais concentrado (N/A: Desculpe) na ardência que sentia em suas pernas, o que afinal, tinha dado em Stalin? Foi surpreendido pelo mesmo quando esse o chamou, dando tapinhas na grama à sua frente, onde ele devia se sentar. Com certa dificuldade, Hitler se levantou e engatinhou até o local indicado, se sentando sobre seus joelhos.

   - Não sei como vou te pedir isso. - apesar de tudo, ele continuava aparentando frieza - Que se foda. Me chupa logo, por favor…- era um pedido constrangedor. O problema principal não era bem a forma que ele o pediu, mas sim como faria isso.

   Stalin já havia se preparado, segurando sua genitália com uma mão, esperando que Hitler tomasse seu lugar. Adolf levou timidamente uma de suas mãos até o membro do outro, e em seguida se debruçando na grama e levando seu rosto também. Abriu a boca, e começou o ato. Pôs primeiro a glande, sentindo o gosto de carne na língua. Não houve pausas, seguiu até que a extensão do pênis do outro não pudesse ser mais vista. Chegou em trecho que sentiu o membro encostar em sua garganta, e numa reação, tossiu, esgasgando com o órgão. Antes que pudesse retirá-lo de sua boca, Joseph o impediu, empurrando sua cabeça até o final. Levou um pequeno susto com a ação do outro, mas apenas continuou, começando a mover sua cabeça num vai-e-vem, com certa dificuldade.
   Sentia-se mal por estar sendo forçado a fazer isso. Ele não agiu porque tinha medo de Stalin. Do que ele seria capaz se contrariado? Porém, isso não vinha apenas do medo, mas de uma submissão natural. Se apegou demais à Stalin, não poderia simplesmente ser pontual com apenas um "não". Havia toda a teimosia dele, que certa hora, iria pertubá-lo tanto que o faria mudar de ideia. Mas naquele momento, Joseph teria o machucado. Não só com suas mãos, também com as palavras que ele usava para se referir ao Führer. Palavras sujas, que o incomodavam no fundo. Não que elas influenciassem tanto nisso. Entretanto, elas o fazia se sentir tão inferior… Que engraçado, justamente o líder da Raça Superior.
   Se perdeu tanto em seus pensamentos, que esquecera até o que estava fazendo. Stalin se desfez em sua boca, dando-lhe um susto, e em reação ao sentir o esperma encostar em sua língua, retirou rapidamente o membro de sua boca, formando um pequeno filete de saliva. E junto daquele sabor, lhe vieram memórias da manhã anterior, na qual bebeu a mesma coisa. Engoliu tudo, não queria reclamações. Com uma de suas mãos, Joseph segurou o queixo de Hitler e o levou para cima, criando mais uma vez o encontro de olhares, que foi quebrado por palavras.

   - Você fica tão bem em meias…- Stalin se aproximou da orelha de Adolf - Branca de Neve.

   - P-por que você fez isso? - indagou, se afastando.

   - Vai me dizer que não gostou?

   - Eu… É que, bem…- tropeçou nas palavras, fazendo o outro dar uma risada nasal.

   - Putinha. - provocou o Führer.

   - Não me chame disso. - se entristeceu - É constrangedor.

   - Poderíamos continuar, se você quisesse.

   - E se eu quiser? - perguntou em tom desafiador.
   
   - Aí eu te fodo, até que você não possa mais andar. - respondeu da mesma forma.

   - Eu duvido.

   - Quer apostar?

   - Apostar o quê? Não faz o mai… Quero dizer, o menor sentido.

   - Lembrando do meu pau na tua boca? - continuou provocando

   - Cale a boca.
  
   - Que tal irmos logo com isso? Ver você nessas meias me deixou duro.

   - Claro, assim você vai calar a boca e parar de me assediar.

   - Ninguém mandou ter esse corpo. Puta merda, só de pensar tô quase gozando de novo.

   - Você não precisava me avisar isso.

   - Creio que já podemos começar, não é mesmo? Se for pra gozar, que seja dentro do teu rabo.

   - Que cavalheiro.

   - Estava indo tão bem, agora faz cu doce?

   - Se você fosse mais educado, poderíamos levar isso em frente.

   - Educado? Eu estou tentando transar, não fazer uma aula de etiqueta.

   - Vamos fazer isso logo, estamos há um século discutindo isso.

   - Eu sabia que te convenceria, Branca de Neve! - sorriu.

   Stalin se aproximou lentamente de Hitler, o forçando a deitar novamente na grama. Finalmente, iria acontecer da forma certa, assim pensava Adolf. Se bem que, ao ar livre não era uma das opções, mas ele tinha acabado de fazer coisas piores. Joseph separou suas pernas, logo posicionando seu membro em sua entrada (N/A: Ou archloch). O soviético se inclinou para frente, o penetrando, e, por incrível que pareça, não sentiu dor. Por mais que isso fosse um alívio, se sentiu envergonhado. Era como se isso acabasse com sua dignidade, mas afinal, quem se importava?
   Até que Joseph, que até então estava parado, começou a se movimentar dentro dele. Esqueça o que Hitler pensou de ter se acostumado com a dor, pois nas primeiras estocadas, ela surgiu, e piorou ainda mais quando Stalin decidiu fazer o que ele menos esperava, apertar sua cintura. Não segurá-la delicadamente, mas sim como se quisesse tirar um pedaço dele. Não demorou muito para que Adolf começasse a gemer, mas agora não somente de prazer, como também de dor. Mas o soviético apenas lhe lançou um olhar malicioso, começando a se mover mais rápido. Claro, até certo ponto, Hitler já estava choramingando de dor, e quanto mais reclamava, mais ainda Stalin o apertava.
  
   - E-então, Adi…- chamou a atenção do mais novo, mas sem parar as estocadas - I-isso dói? - com sacrifício, Adolf conseguiu assentir, fazendo o outro folgar a mão. Foi um alívio repentino, porém o soviético não parou por ali - E o que me diz disso? - Joseph se inclinou para frente, debruçando sobre a grama, obrigando Hitler a entrelaçar as pernas em seu corpo, aumentando assim, a velocidade das estocadas. Adolf, em resposta, não disse nem fez nada. Apenas fechou os olhos e, pelo menos, tentou não fazer muito barulho, mas foi impossível com Joseph agora atacando seu pescoço, sugando e mordiscando sua pele com gosto, atos que literalmente o marcaria. Continuaram com os movimentos durante longos minutos, a ferocidade de Stalin, e a submissão de Hitler.
   E como tudo tem um fim (N/A: Que deprimente), não foi diferente com os dois. Adolf pôde sentir o líquido viscoso dentro de si, significando que havia acabado. Não só o que aconteceu havia acabado, ele estava acabado. As coxas e a cintura queimando, a região do quadril dolorida, o pescoço dormente, e o rosto queimando, enquanto ainda se encontravam restos de sêmen em sua boca. Mas, por um lado, ele sabia que tinha gostado do que aconteceu.


Notas Finais


Eu não revisei nada. Qualquer erro, qualquer palavra fora do contexto... Sou perfeccionista demais. Mas você deve estar "COMO ASSIM VOCÊ TERMINA DESSE JEITO?!", não se preocupe, também estou assim.

Feliz Dia das Crianças.


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