História Era uma vez... Um Vampiro?! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Ayato, Diabolik Lovers, Kou, Laito, Vampiro, Yuma
Exibições 32
Palavras 1.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ola leitores e leitoras :3
Xonei neste vampiro gente XD
Enfim, não me vou adiantar mais.
Boa leitura :)

Capítulo 2 - Capitulo II


Fanfic / Fanfiction Era uma vez... Um Vampiro?! - Capítulo 2 - Capitulo II

Abri a porta da mansão de rompante, fazendo um estrondo ecoar pela mesma. Estava completamente encharcado, molhando tudo a minha passagem. Pude sentir os olhares curiosos de meus irmãos sobre mim, principalmente o de Kou, que havia chegado primeiro que eu.

- Só agora? – Um sorriso malicioso desenhou-se nos lábios dele, perante a minha postura séria. – Foi boa a caçada?

- O que sabes sobre a moça que fez os espetáculo contigo, esta noite? – Perante a minha pergunta invasiva, ele admira-se, piscando várias vezes os olhos. – Vamos Kou, responde!

- O que aconteceu? – A voz de Ruki a aproximar-se, fez-me olhar para o lado, o encarando.

                Nem sequer me dei ao trabalho de lhe responder, voltando a encarar o loiro friamente. Não entendia por que razão ele não me respondia e isso começava a irritar-me. Aproximei-me dele e o segurei pelo colarinho da camisa bruscamente, querendo a força toda a resposta aquela pergunta.

- Larga-me, enlouqueceste? – Kou tentou soltar-se, mas eu estava tão fora de mim naquele momento, que apenas o segurei com mais força.

- Porque não me respondes? A pergunta é simples! – Sorrio de canto, o atirando para o sofá de qualquer maneira.

- Nada, não sei nada sobre ela. – Irritado, Kou levanta-se e encara-me enquanto ajeitava a sua camisa. – Apenas ensaiei com ela, algumas vezes, na escola de música onde ela dá aulas. Quase não nos falamos durante esse tempo. Ficamos unicamente pelo trabalho.

                Vi o olhar dos três pousados sobre mim. Não podia culpa-los, jamais havia reagido daquela forma. Simplesmente dei costas e segui para o meu quarto, tentando esfriar a cabeça. Retirei aquela roupa molhada e atirei-a para um canto, vestindo apenas uma camisa branca, a qual deixei aberta. Aproximei-me da janela e fiquei a ver a chuva a cair, fechando os punhos, ainda com raiva pelo que tinha acontecido.

                Porquê eu não consegui? Porquê? Soquei a parede com força, encostando a cabeça no vidro frio da janela. Minha cabeça não estava a trabalhar direito, demasiadas questões a assombravam nos últimos dias. Possivelmente seria isso! Tinha de ser. Não precisava de mais questões sem resposta. Desencostei da janela e fui para cama, onde acabei por adormecer, com a garganta seca e desejosa de sangue.

                Acordei algumas horas depois, com o berreiro que Kou fazia na sala de jantar, como de costume. Levei as mãos ao rosto e o esfreguei, levantando posteriormente da cama. Não demorei muito para me arrumar e descer, recebendo novamente aqueles olhares de reprovação.

- Mais calmo? – Pergunta Ruki de forma azeda.

                Nem lhe respondi, apenas servindo-me de alguma comida e café. Simplesmente ignorei a presença deles.

- Hoje terei de ir a escola de música. Se quiseres, podes vir comigo… - As palavras calmas de Kou prenderam a minha atenção. – Mas nem penses em tocar na Naomi.

                Naomi? Seria esse o nome dela? Olhei para ele, não entendendo o que ele quisera dizer com aquilo. Porque ele a defendia?

- Porquê? Não passa de mais um saco de sangue, como as outras humanas… - Respondo friamente.

- Naomi é muito querida por todos naquela escola. É uma presa de elevado risco. – Ele encara-me sério. – Não vale a pena o esforço.

                Sorri de canto, como se o desafia-se. Não via em seu olhar qualquer interesse nela, portanto, constatei que tudo aquilo que dissera era verdade.

- Eu vou contigo e te garanto que ela será minha. – Levantei da mesa, envergando um sorriso sádico que prendeu a atenção de Kou. – Sou um delinquente por natureza, esconder meus rastos não será difícil.

                Um olhar de reprovação caiu sobre mim, até mesmo vindo de Azusa, que sempre ficava de fora daqueles assuntos. Abanei a cabeça e retirei-me, indo para o único lugar que me trazia paz. Meu jardim.

                Por ali fiquei, conseguindo mesmo abstrair-me de qualquer pensamento, a volta daquela jovem misteriosa. A tarde já ia a meio, quando Kou apareceu por ali. Senti a sua presença, deixando que ele me observasse por um tempo.

- Está na hora? – Pergunto com um sorriso de canto. Meu humor já tinha voltado ao normal e sentia-me mais calmo do que antes.

- Antes de irmos, preciso saber qual o teu interesse na Naomi. – Levanto e viro-me para ele, não perdendo o meu costumeiro sorriso predador.

- Alimento, nada mais… - Ele estreitou o seu olhar, fazendo-me erguer uma sobrancelha.

- Ok, vamos então…

                Sinceramente, estava a espera de mais luta da parte dele, mas simplesmente me deu costas. Deixou-me sobriamente no vazio, com aquela sua resposta vaga. Seguiu sem demoras, entrando no carro que nos levaria a escola de música. Olhei pela janela a viagem toda, vendo as pessoas passear tranquilamente pelas calçadas. Umas alegres, outras tristes e outras simplesmente vazias. O carro pára e diante dos meus olhos vejo a tal escola. Algumas crianças apenas corriam do lado de fora, procurando os pais que as viriam buscar depois das aulas.

                Saí do carro juntamente com Kou, que permanecia de semblante fechado. Era mais do que visível, que toda aquela história o desagradava. Contudo, eu precisava matar minhas dúvidas, ou isso iria-me consumir as entranhas e enlouquecer-me. Não podia dar-me ao luxo de dizer que fraquejei, de admitir que tinha recuado. Como ficaria minha imagem diante deles, depois disso?

- Naomi! – Kou logo abriu um sorriso ao vê-la.

                Fiquei parado na soleira da porta, apenas observando o seu sorriso, o mesmo que me havia feito fraquejar na noite anterior.

- Kou! – Ela aproxima-se graciosamente do meu irmão, um tanto surpresa por o ver ali. – Tinha-mos alguma coisa marcada?

- Ah não! Apenas tinha umas coisas a fazer aqui. Aproveitei e trouxe o meu irmão… - O desgraçado aponta para mim, saindo da frente dela. Seu olhar azul pousou sobre mim, como se me analisa-se minuciosamente. – Ele quer aprender a tocar piano, então porque não aprender com a melhor. Não é mesmo, Yuma?

                O sarcasmo na sua voz fez-me olhar para ele. O diabrete apenas sorria de canto, encarando-me furtivamente. Como assim, eu queria aprender a tocar piano? Só pode estar de brincadeiras.

- Prazer Yuma, sou a Naomi! – Vejo-a aproximar-se de mim e estender-me a mão. Fraquejei, de novo, ao ver aquele sorriso direcionado a mim. Levou alguns segundos para que apertasse a sua mão. Tentava digerir tudo aquilo que se passava a minha volta, naquele momento.

- Olá… - Retribuo o sorriso, não sei como. Sua pele era quente e o seu cheiro doce. O desejo, simplesmente, me invadiu novamente.

- Bem, eu estou com a agenda um pouco cheia, Kou… - Rapidamente ela largou a minha mão. Seria por ela ser fria? Um caderninho preto jazia em cima do piano, o qual ela pegou e começou a esfolhear.

- Com certeza que consegues arranjar alguma vaga. – De forma extremamente simpática, Kou aproxima-se dela, também ele olhando para as folhas daquela agenda. – Que tal essa hora aqui?

                Eu observava tudo em silêncio, analisando os traços leves do rosto dela. Meu irmão aponta para uma hora, ao qual ela torce um pouco o nariz, pequeno e perfeito.

- É um pouco tarde, Kou…

- Faz um preço, dinheiro não é problema. – Ele responde furtivamente, surpreendendo a mim e a ela.

- A questão não é dinheiro… É que…

- Duas vezes na semana Naomi. Não achas que o meu irmão merece o melhor? – Ele sorri de canto e ela simplesmente levanta o olhar para mim.

                Não entendia até onde Kou queria chegar com toda aquela história, mas certamente que teria algo em mente. O que me deixou ainda mais curioso.

- Está bem Kou. – Finalmente, ela concorda, abrindo um sorriso ainda olhando para mim. – Duas vezes por semana, das 20h às 22h. Nem mais nem menos.

- Perfeito! – Kou afasta-se dela e vem até mim, com um sorriso sarcástico nos lábios. – Começas ainda hoje maninho.

                Nada respondi, apenas o encarando com um sorriso de canto. Enquanto ela escrevia na agenda, Kou puxa o meu braço e faz-me inclinar, para que pudesse sussurrar ao meu ouvido.

- A escola está deserta a essa hora. Faz o que tens a fazer com ela e some. – Olhei-o pelo canto do olho, admirado por ele ter armado tudo aquilo para mim. Realmente não contava com tal atitude. – Não deixes rastos. Todo o cuidado, é pouco.

- Então está. – Finalmente ela retira os olhos da agenda e abre um sorriso. – Vemo-nos ainda hoje… aaah…

- Yuma! – Ela aponta para mim com a caneta, tentando lembrar o nome. Acabo por completar a frase, vendo as suas bochechas ficarem vermelhas.

- Isso, Yuma… Sou péssima com nomes, desculpa. Tenham um resto de bom dia, minhas crianças me chamam. Até…

- Tchau, tchau! – Kou despede-se com o seu costumeiro sorriso inocente, dando-me uma cotovelado assim que ela volta a sua atenção para as crianças.

                Voltamos para o carro em silêncio. Ainda não conseguia acreditar que Kou tinha feito toda aquela cena, só para que eu pudesse ter o alimento que desejava. Com certeza que iria pagar caro por aquele favor. Inclino o meu corpo para a frente e o encaro, seriamente.

- O que vais querer em troca? – Um sorriso sádico, logo se forma em seu rosto.

- Pra já, nada! Mas ficas a dever-me uma, maninho…

                Encostei-me no banco e cruzei os braços, voltando a ficar em silêncio. Pensamentos luxuosos começavam a formar-se na minha cabeça. Como seria o seu sabor? Seria tão doce, quanto o seu cheiro? Sorri de canto ao pensar naquilo. Queria ouvir ela gritar meu nome, implorando-me pela sua vida. A ansiedade invadia-me, pois esta noite, provaria a mim mesmo que não era um fraco. 


Notas Finais


Que foi isso Kou? Tadinha da menina, sua coisa sem coração :/
Seja vampiro ou não, homem sempre se ajuda. Falo nada U.U
Enfim, vou ficar por aqui XDDDDDDD
Espero que tenham gostado e deixem critica. É realmente importante saber se estão a gostar ou não. :P
Bjnhs e até ao próximo :)


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