História Era uma vez... Um Vampiro?! - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Ayato, Diabolik Lovers, Kou, Laito, Vampiro, Yuma
Visualizações 132
Palavras 1.604
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ola leitores :3
Bem, quase ninguém diz nada, mas eu vou supor que estejam a gostar XD
Adiante! :P
Finalmente o gost... Cof cof... O Yuma vai ficar sozinho com a Naomi. O que será que vai acontecer?
Vamos descobrir ;P
Boa leitura!

Capítulo 3 - Capitulo III


Fanfic / Fanfiction Era uma vez... Um Vampiro?! - Capítulo 3 - Capitulo III

                Faltavam cinco minutos para as vinte horas. Olhei o edifício, que ainda refletia bastantes luzes e suspirei de frustração. Afinal, Kou não estava assim tão certo. Já que ali estava, simplesmente entrei, reparando que havia ainda aulas a decorrer, mas que já estavam a chegar ao fim. Parei diante da porta da sala da Naomi, onde ela ainda dava aula a duas crianças. Pelo pequeno vidro da porta, não pude deixar de reparar no seu ar cansado e desejoso de ir para casa.

                Um toque quebra a minha atenção e não demorou para que os corredores ficassem cheios de vida, com crianças e jovens de várias idades. Pressupus que as aulas tivessem terminado, por hoje. De repente a porta da sala abre, fazendo-me recuar. Olhei as duas crianças sair sorridentes de lá, como se fosse divertido estar ali. Sorri maliciosamente, ao pensar no meu tipo de diversão.

- Tchau Naomi… Até amanhã!

- Tchau meninos. Comportem-se… - Apesar do cansaço, ela sorriu para as duas, acenando enquanto se afastavam. Assim que as duas pestes desapareceram, ela olhou para o lado, vendo-me ali parado com as mãos nos bolsos. – Boa noite… Yu… Yuma!

                Ergui uma sobrancelha. Como alguém podia ser tão mau a decorar nomes?

- Boa noite! – Respondi secamente, na tentativa de a fazer parar de sorrir daquele jeito que me desconcertava.

- Vou só ali avisar que sairei mais tarde, por causa da nossa aula. – Vejo ela a sair da sala, indo em direção a um homem que detinha um monte de chaves na mão. – Podes ir entrando, fica a vontade.

                Assim fiz, entrei sem cerimónias. Analisei cada detalhe daquela sala, que no seu centro tinha um piano, a um canto uma secretária e na parede um quadro negro, com algumas notas musicais escritas. O lugar era acolhedor, principalmente por causa das orquídeas na beira da janela. O bater da porta atrás de mim, fez-me voltar para ela, vendo-a pousar uma chave em cima do piano. Seria aquela a chave da escola? Isso só podia querer dizer uma coisa, que apenas eu e ela ficaríamos ali. Afinal aquele plano estava a ser melhor do que eu pensava. Segui cada movimento seu com o olhar, enquanto ela caminhava para o quadro e apagava o que lá estava escrito.

- Bom, vamos começar pelo inico, teórica! Senta aí… - Quem ela pensava que era para me dar ordens? Bufei descontente.

                Minha vontade era agarra-la já e sugar aquele sangue, enquanto deixava que o seu cheiro me inebriasse. Oh tentação! Como ainda havia barulho nos corredores, resignei-me a sentar e ouvir as suas explicações. A um dado momento eu desliguei completamente, principalmente assim que a vi tirar o lenço do pescoço. Aquele pedaço de tecido levou consigo o cabelo dela, que ficou apenas pousado sobre um dos ombros. Não escutei mais nada do que ela falava, pois seu pescoço mais parecia chamar por mim.

- Yuma! YUMA! – Assusto-me quando ela bate com as suas mãos na mesa. Nossos rostos ficaram deliciosamente próximos, mas a sua expressão furiosa em nada era convidativa. – É bom que prestes atenção no que eu estou a dizer. Caso contrário, cada um pode ir para sua casa, não estamos aqui a fazer nada.

- Desculpa! –“ Queres ir para tua casa ou para minha? Por mim tanto se me dá!” Pensei e sorri maliciosamente, assim que ela virou costas.

                Acabei por ficar mais atento depois daquele aviso, tanto que nem dei pelo tempo passar. Até que aquilo não era assim tão chato. Quando olhei o relógio eram já 21h30, só então dando-me conta que a escola caíra no silêncio total. Mordi meu lábio, já imaginando meus caninos cravados na sua pele.

- Bem, falta meia hora ainda. – Vejo-a pegar algumas pautas e caminhar até ao piano. – Vamos introduzir-te no piano, a ver como corre.

                Ela sentou-se e deixou um espaço para mim no banco, onde bateu com a mão, não tirando os olhos das folhas. Caminhei até lá e sentei-me ao seu lado, sentindo de imediato aquele cheiro doce e aprazível, como eu nunca havia sentido em nenhuma humana. Uma por uma, ela foi-me apresentando as notas, sorrindo no final. Novamente aquele sorriso! Abanei a cabeça e desviei o olhar, só que ela pega minha mão sem eu contar, no mesmo instante.

- Nossa, estás gelado! – Sua expressão mudou, fazendo-me semicerrar os olhos. – Estás com frio? Precisas de alguma coisa?

- Não! Estou com sede… - Sorri de canto e agarrei o seu pulso com força.

- Larga-me, o que pensas que estás a fazer? – Tal como eu imaginava, o mar calmo antes da tempestade. Adoro!

                Ela tentou levantar-se e soltar-se do meu aperto, mas nem lhe dei tempo, agarrando inusitadamente o seu outro pulso também. Sua expressão assustada deliciou-me demais e fez-me passar a língua pelos lábios, ansiosos por provar o seu sangue. Empurrei-a para trás, fazendo-a ficar deitada sobre o banco, onde eu prensava o corpo dela com o meu. Deliciosa, simplesmente deliciosa. Ouvi-a gritar enquanto passava o meu nariz em seu pescoço, excitando-me mais ainda. Seu cheiro simplesmente me convidava a prova-lo. Contudo, algo inesperado acontece. Assim que me preparava para cravar os meus dentes no seu pescoço, senti sua cabeça bater na minha. Uma dor cortante no meu nariz fez-me solta-la e sair de cima do seu corpo. Cerrei os dentes com raiva, vendo-a abrir a porta para fugir. Olhei para o piano e a chave não estava mais lá. Levantei e corri atrás dela, atravessando o seu caminho, mesmo antes de ela chegar na porta de saída. O seu olhar de terror, ao ver-me aparecer assim, foi o ápice de minhas alucinações. Arranquei aquela chave da sua mão, avançando sobre ela sem piedade.

                Antes que eu pudesse agarra-la de novo, ela foge. Ri alto, ficando mais excitado com aquela caçada. A adrenalina percorria o meu corpo, como um torpedo. Quanto mais difícil, melhor a recompensa! Avancei lentamente pelo corredor, que mergulhara na penumbra. Podia ouvir o seu coração bater aceleradamente, guiando-me até ela sem dificuldade.

- Naomi! Seja uma boa menina e saia do seu esconderijo… - Falei calmamente como um sádico, avançando até um armário, onde certamente ela estava escondida. – Naomi!

                Abri a porta do armário e lá estava ela, assustada e encolhida. Sorri maliciosamente, mas ela me empurra, fazendo-me cambalear para trás. Novamente ela estava em fuga, mas dessa vez, não escaparia de mim. Simplesmente cortei o seu caminho, irrompendo na sua frente de repente. Com o susto, ela pára de correr e cai para trás, ficando apenas a olhar-me aterrorizada, no chão.

- Yuma, por favor… Deixa-me ir! – Sua voz suplicante fez-me cair sobre ela, a prendendo sob o meu corpo. – Por favor, Yuma! Não faças isso…

                Não respondi nada, pois seu cheiro turvava cada vez mais os meus sentidos. Deitei-me completamente sobre ela, passando meus lábios por aquele pescoço perfeito.

- O que pensas que vou fazer contigo? – Sentia o seu peito subir e descer, fortemente contra o meu. Seu desespero, apenas alimentava minhas fantasias.

- Deixa-me ir por favor… - Vejo uma lágrima escorrer pelo seu rosto e sorri de canto.

                Capturei aquela lágrima com prazer, passando minha língua pela sua bochecha rosada. Ela virou o rosto instantaneamente, demonstrando nojo. Mas sinceramente, nem me importei, pois seu pescoço ficara completamente a minha mercê. Quanta inocência! Este, não demorou a ser comtemplado pela passagem sinuosa de minha língua, que desceu para o pequeno decote daquela blusa. Sua pele era doce e única. O verdadeiro néctar dos deuses.

                Com as minhas pernas, abri as dela e coloquei-me no meio, divertindo-me com a força que ela fazia para as fechar. Não mais ouvi seus gritos, pois esses eram inúteis, ninguém os iria ouvir. Mas suas lágrimas, que antes haviam-me feito sorrir perversamente, agora incomodavam-me, mostrando-me o verdadeiro monstro que eu era. Nelas eu vi quem eu era de verdade, a besta demoníaca condenada a ser daquela forma, pela eternidade. Levado pela raiva momentânea, mordi seu pescoço com força, sugando aquele líquido quente e simplesmente delicioso, que jorrava das suas veias. Um grito de agonia soltou-se da sua garganta, a fazendo mexer-se mais sob o meu corpo para se soltar. Larguei seus pulsos e abracei-a fortemente contra mim, sentindo apenas socos seus, em minhas costas.

                Não conseguia parar, simplesmente não conseguia. Seu sangue era viciante, quente demais e me fazia sair da terra, como se entrasse em orbita. Que coisa mais deliciosa era aquela? Seus socos em minhas costas, começaram a diminuir de intensidade, até que do nada eles simplesmente pararam. Estranhei! Abri meus olhos a tempo de ver um dos seus braços cair no chão, completamente inerte. Não sei porque, mas um desespero bateu em mim. Rapidamente retirei minhas presas do seu pescoço e a fitei, desacordada sob o meu corpo, que ainda a pressionava contra o chão. Seu pulso estava fraco e sua respiração era quase inexistente. Levantei-me e ajoelhei-me diante dela, segurando aquele rosto angelical que mais parecia dormir.

- Naomi acordar, por favor! – A puxei para os meus braços, tendo o peso do desespero sobre mim. Mas porquê? Era suposto ela morrer. – Naomi?!

                Que porcaria de sentimento era aquele que eu sentia? Culpa? Não, era remorso! Desde quando eu sentia remorso por machucar uma humana, que não passava de alimento? Nunca, eu nunca havia sentido. Porquê isso agora? Demasiadas perguntas envolveram a minha mente, a deixando nublada. Eu não a queria morta! Eu precisava dela, daquele seu cheiro, daquele corpo sinuosamente perfeito e principalmente, daquele sangue que me enlouqueceu. A apertei contra o meu peito e a peguei em meus braços, tomando assim a decisão mais errada de toda a minha existência. 


Notas Finais


Que foi isso Yuma? O.O
Quanta delicadeza homem O.O
Ainda bem que arrependimento não mata XD
Enfim, espero que tenham gostado. Relembro que critica é muito importante gente!! (Vcs: "que chata!" XD )
Até ao próximo e bjnhs de sangue
Kou: Tchau, tchau ;)


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