História Ernos - Amor e Sofrimento - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ernos
Visualizações 3
Palavras 664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Visual Novel
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Início


Há 10 anos, em um dos seus experimentos, um cientista criou um gene mutante que seria capaz de criar seres com força de mil homens e velocidade incrível. Essa nova espécie seria como soldados que além de proteger o líder, protegeria o povo.

O país estava cada vez mais seguro e todos estavam felizes com a tão sonhada paz. Tudo parecia perfeito até os soldados se rebelarem contra o governo e juntos praticamente destruirem o país. 

Apesar das grandes habilidades  eram apenas tratado como armas e escudos por todos. Sendo assim foram nomeados de Ernos, seres superiores aos humanos.

E foi assim que o inferno começou, após a rebelião, muitos humanos foram mortos. Os poucos que conseguiram fugir se esconderam na floresta criando pequenas aldeias escondidas dos ernos.

Após fugirem, os poucos humanos sobreviventes ainda foram caçados. Eles não queriam deixar nenhum humano vivo. Eles eram como lixos, vermes que deveria morrer. Foi assim que minha aldeia foi criada.

Após 10 anos nosso medo de sermos atacados pelos ernos não tinha diminuído, nosso chefe sempre nos ensinavam uma forma de nós protegermos de seus ataques.

Eu era a mais jovem da aldeia, Maya, uma jovem comum de 17 anos, meu cabelo era longo até a cintura e baixa como uma criança de 12 anos. Todos da aldeia me tratavam como criança pelo meu tamanho que apesar de incomodar de início já estava acostumada.

Eu era órfã, meus pais foram um dos primeiros aldeões serem mortos, fui salva por um homem no qual não sei que é já que nunca o tinha visto e não o conhecia.

No dia ele estava com uma máscara que cobria seus olhos, a capa preta e um chapéu. Ele era elegante e por conta de suas vestes fiquei curiosa pra saber quem era, amigo ou inimigo? Sua máscara não mostrava reação de seus olhos, fiquei com medo mas como tinha me salvado seria impossível ser um erno, pois se fosse eu já teria sido morta.

Até hoje não me esqueci disso e queria o reencontrar-lo para agradecer e saber que ele poderia ser mas até hoje não o achei. Onde ele poderia está? Quem era ele? Todo dia sempre me questionava.

Todos os dias eu ia na floresta para procurar por comida e trazer água, era uma rotina. Sempre ia eu e duas jovens moças e dois rapazes que seria nossos protetores. Por eu ser sempre péssima em direção sempre ficava perto deles para não me perder.

Era um dia muito comum, estávamos pegando água, colhendo frutas até que de repente ouvimos um barulho. Rapidamente os jovens se colocaram em forma de ataque para o que fosse seria atacado ou imobilizado.

Segundos aflitantes predia nossa atenção, estávamos  assustados e receiosos, um dos jovens nos deu um comando.

- Se escondam.

Nem questionamos, corremos para o mais longe e nos escondemos em uma gruta. Estávamos em pânico, as moças logo começaram a chorar e se abraçaram na forma de uma consolar a outra até que ao longe ouvimos gritos. Eles tinham sido atacados. Logo o desespero tomou conta e lágrimas lavavam seus rostos.

Eu estava em choque, a mesma cena de 10 anos atrás estava se repetindo. Ouvir gritos dos meus pais, pessoas gemerem e suplicar por socorro, só de lembrar aquilo tapei meus ouvidos com as mãos para ouvir mais nada.

Me abaixei e com ouvidos tapados chorei pedido socorro em voz baixa até que uma sombra apareceu de repente. Na frente da gruta havia um homem que nos olhava, com o reflexo do sol não dava para ver o rosto.

Nossos corações parecia que iria parar, minhas mãos suaram, não conseguia respirar, minha respiração estava pesada, engoli seco e fechei os olhos que saiu uma lágrima.

De repente ele entrou e quando abri os olhos vi um sorriso que me congelou, era um sorriso macabro, em questão de segundos ele matou as moças furando seus abdômens e quebrando seus pescoços. 

Aquela cena foi pesada demais para mim e mesma que eu não quisesse acabei desmaiando. Antes de desmaiar ouvi uma voz dizendo: "morra" e apaguei.



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