História Eros - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, Xiumin
Tags Chen, Chenxiu, Exo, Jongdae, Minseok, Xiuchen, Xiumin
Exibições 62
Palavras 1.512
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amoras, tudo bem?
Adiantei um pouco o capítulo porque eu estava realmente ansiosa. Estou amando a repercussão que essa história está recebendo e só aumenta minha vontade e continuar me dedicando e escrevendo <3
Eu tentei ao máximo incluir todos os meninos e acho que eu consegui - acho, deixando claro AUSHASHUAS
Espero que gostem <3

Capítulo 3 - Equipe


O sargento Joon Myon era realmente um gênio.

Era um fato que, quando amigos ficavam em fileiras, geralmente o mais alto ficava atrás do mais baixo para ficarem conversando ou brincando. Note na sua escola, é sempre dessa forma e dificilmente amigos ficariam lado a lado numa fileira – até porque seriam vistos implicando um com o outro e estando na mesma fileira, poderiam disfarçar.

Para a sorte de Minseok – que estava realmente receoso com essa história de equipes aleatórias já no primeiro dia –, Jongdae estaria com ele em sua equipe. Outros rapazes se juntaram a eles, depois receberam faixas de braço pretas com um número em branco bordado. Seriam a equipe de número 39 e precisavam dar o nome oficial do grupo até a próxima semana, quando começaram os treinamentos definitivamente – toda aquela semana era apenas integração e acomodação, vendo como as coisas funcionavam.

Foram dispensados, mas teriam de ficar em grupo para se conhecerem melhor, para assim serem recolocados em alojamentos novos para os grupos permaneceram unidos. Muitas das equipes se enfurnaram na cantina ou então ficaram pelo campo debaixo de algumas árvores, evitando que o sol os atingisse.

- Então pessoal. – Um dos rapazes da equipe se pronunciou. Tinha a pele pouco parda e cabelos negros jogados para o lado, era corpulento e alto com um sorriso radiante e travesso. – Que tal irmos para meu alojamento? Tenho uma ótima forma de nos conhecermos.

- Pelo jeito que você está falando, parece algo malicioso. – Um outro manifestou-se. Os cabelos tingidos de vermelho e suas orelhas, sem querer ofender, grandes demais eram o seu maior atrativo no primeiro olhar. – Não venha com viadagem para cima de mim. – Brincou rindo e dando um cutuque no moreno.

- Não posso falar alto. – O moreno comentou. – Mas digamos que eu tenho coisas escondidas que são expressamente proibidas aqui.

- Está falando de bebidas? – Minseok sussurrou curioso, vendo-o assentir. – Como?

- Vamos logo, aqui é arriscado contar.

E seguiram. O quarto do rapaz ficava no alojamento de número 12, quase a dez metrôs de distância de onde estavam antes. Subiram até o quarto que era no quinto andar e adentraram o cômodo. As malas estavam todas reunidas num canto, deixando espaço livre no centro e nas camas laterais.

Os oito rapazes acomodaram-se nas camas e no chão, olhando o dono do quarto – o tal Kim Jongin – pegar uma das maiores malas e abri-la. Não havia nada ali dentro, porém ele tratou de arrancar a fundo falso revelando 7 garrafas de Purity Vodka – considerada a vodka mais encorpada e natural já criada, não sendo fácil de lidar e cada frasco contendo quase um litro.

- Caralho! – Um dos homens comentou espantado. – Você trouxe sete litros de vodka e não foi pego? Que mágica você fez? – Ele estava realmente impressionado. Os olhos pequenos estavam arregalados e os cabelos descoloridos lançados para trás. Era um rapaz de rosto angelical, parecendo muito mais novo do que realmente era.

- Eu não fiz nada. O que só aumentou minha teoria de que os intendentes não verificam todas as nossas malas. Você dá uma delas, revistam e se não encontram nada nem perdem tempo verificando as outras. – Jongin explicou orgulhoso, como se tivesse descoberto um novo continente antigo cheio de tesouros valiosos.

- Cara, essa é vodka pesada. Um gole e ficamos bêbados. – O descolorido voltou a retrucar. – Vamos ser pegos.

- Que nada. É só disfarçar ou então todos dormimos aqui. Essa semana não teremos nada além de meetings e essas coisas. – O ruivo comentou. – Vamos encher a cara logo! Vamos ficar numa seca de bebidas e mulheres por dois anos de qualquer forma. – Ele cutucou o descolorido que, dando de ombros, aceitou participar.

Ninguém mais interveio. Todos sentaram em um círculo no meio do quarto. Fariam a brincadeira da verdade ou desafio, mas com um diferencial. Ao girarem a garrafa e ela parar em alguém, essa pessoa deve contar um segredo seu e tomar um shot. Se não quiser falar ou não souber o que falar, deve fazer um desafio escolhido pela pessoa que girou anteriormente a garrafa.

- Vamos deixar o dono da vodka começar. – Jongdae apontou com a cabeça para Jongin ao seu lado, sorrindo de orelha a orelha.

Usaram uma garrafinha de água quase vazia para girar. O objeto ficou rodopiando por um tempo até finalmente parar no rapaz de olhos grandes e lábios grossos que não havia se pronunciado muito desde que se juntaram. Ele suspirou, pegou o pequeno copo plástico – já que não havia copo de shot, iria o de plástico mesmo que seria partilhando entre todos – e pensou por alguns instantes no que contar.

- Melhor. – O ruivo interrompeu avançando sobre o olhudo e segurando seu braço. – A primeira rodada será para nos conhecermos. Nome, idade e cidade onde mora. Depois vamos para os segredos.

- Obrigado, eu não tinha ideia do que falar. – O rapaz confessou, causando risos nos colegas de equipe. – Muito bem. Sou Do Kyung Soo. 21 anos. Sou de Goyang. – E tomou o shot, fazendo uma careta hilária com o líquido quente descendo cortante por sua garganta. – Não vai descer a próxima. – Admitiu esfregando o rosto e todos começaram a gargalhar.

Kyung Soo girou a garrafa que parou no rapaz mais alto do grupo. Ele pegou o copo, cheirou a bebida e fez uma careta.

- Eu sou Zhang Yixing. 23 anos. Natural de Changsha, na China, mas moro em Seul desde os 14 anos. – E virou o corpo, com os colegas batendo palmas, gritando e rindo.

- China? Então por que está aqui? – Minseok indagou curioso. Kris e Tao também eram da China e uma vez haviam comentado que não precisariam ir para o exército exatamente por não serem nascidos coreanos.

- Quando você é de outra nacionalidade e mora aqui fixamente, você tem a opção de exercer ou não o alistamento. No meu caso, eu achei que seria legal. – Zhang explicou gentilmente. Agarrou a garrafa e girou-a.

Minseok teve a infelicidade de ser sua vez. Suspirou ansioso, agarrou o copo e sorriu sem jeito. – Minseok, 24 anos, natural de Guri. – E virou o copo. A vodka era amarga com um toque ácido no final, e descia tão ardente que Min ficou apreensivo se poderia vir a tossir sangue em seguida. Era inevitável fazer uma careta com a bebida, tão dolorosa e saborosa ao mesmo tempo. Suspirou e estremeceu, fazendo os amigos rirem. – Isso é ruim, puta merda. – Admitiu, escondendo o rosto nas mãos.

- Que gente fraca. – Comentou Jongin.

- Essa porcaria está quente. – Minseok reclamou.

- Eu posso tentar conseguir gelo. Digo que alguém está com dor de cabeça e um gelo ajudaria a passar. – O ruivo manifestou-se, já se erguendo do chão.

- Pode ser, mas seja convincente, se não vão suspeitar. – Jongin avisou.

- Meu querido, eu sou o melhor ator que vocês vão encontrar aqui. Eu já volto. – E saiu do quarto batendo a porta.

- Vamos continuar sem ele, depois enfiamos um shot goela abaixo no ruivinho. – Jongin comentou, os colegas concordaram e Minseok girou a garrafa.

O objeto ficou um tempo rodando, causando ansiedade tanto no rapaz de cabelo descolorido do que em Jongdae ou no rapaz Cara de Porta, que eram os únicos sem tomar o shot além de Jongin e o ruivo. Para a infelicidade do loiro, havia caído nele. Agarrando o copo já cheio, sentiu primeiro o cheiro da bebida e fez uma careta, o aroma era delicioso e ardia as narinas intensamente.

- Puta merda... – Ele comentou rindo e causando gargalhada nos colegas. – Byun Baek Hyun, 22 anos, Bucheon. – Virou o copo e engoliu o líquido num único gole, limpando os lábios e sem fazer qualquer careta. – É de boa, dá outra! – Ele pediu, erguendo o copo e os rapazes em euforia rindo ou debochando. – Dá outra, dá outra! – E seu pedido foi atendido, recebendo outro copo cheio e virando-o sem dó. Na segunda, foi inevitável uma careta.

- Parece água. – Kyung Soo debochou.

Faltavam Jongin, Jongdae e o outro rapaz alto que, por vontade própria, tomaram os shots. O dono do quarto era natural de Suncheon e tinha apenas 20 anos. O outro, chamado Oh Se Hun, era de Seul e tinha a mesma idade que Jongin. Depois Jongdae revelou que era natural de Siheung e tinha 22 anos.

Já estavam partindo para as rodadas oficiais de confissões, quando o ruivo finalmente voltou para o quarto com uma bolsa térmica cheia de gelo. Colocaram no copo, encheram e obrigaram o rapaz e beber o shot. Ele era Park Chan Yeol, 21 anos e vindo Seul.

Os meninos perderam as contas de quantas rodadas haviam sido, mas que ouviram de tudo isso era inevitável. Tentativa de suicídio, acidente de carro, roubo de loja, deboche de diferenças, beijos roubados em festa, PTs que acabaram mal, relacionamentos mal resolvidos, medo de gatos, medo de aranhas, confusões com andróginos, brigas violentas...

Realmente haviam sido várias confissões das mais variadas e estranhas, algumas que chocaram, outras que causaram risos, mas a mais intrigante havia saído da boca de Kim Jong Dae.


Notas Finais


O que acharam?


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