História Error - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxaria, Drama, Idade Média, Peste Negra
Visualizações 10
Palavras 612
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Antes de tudo, vamos saber sobre o que estamos prestes a nos envolver.

Fato: A história é narrada em primeira pessoa, logo não sou eu quem está contando-a, mas sim nossa querida protagonista.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Error - Capítulo 1 - Prólogo


Sabem? Existe uma expressão em francês para aquilo que eu havia sentido, não me lembro agora, nunca fui especialista em linguagem estrangeira, mas ainda assim, me preocupo por não lembrar, sinto que era algo importante... Enfim, não deveria me preocupar com aquilo agora, havia coisas mais importantes para tratar, Elizabeth havia desaparecido e eu não tinha idéia de onde ela poderia estar, mas cogitava a possibilidade de ter mais uma vez fugido com Stefan, não sei o que ela vê naquele inglês engasgado com batatas, espero que ela esteja bem.

No retorno a minha casa, encontro mais um grupo de camponeses, dessa vez duas famílias, que pareciam estar discutindo sobre algo, eu sabia sobre o que, haviam três crianças doentes, mais três vítimas da Peste, duas irmãs da família a esquerda, e um bebê da família a direita. Estavam discutindo sobre quem seriam os primeiros a serem atendidos, como eu pensei, a notícia de que eu conseguia curar a Peste Negra havia se espalhado, era preocupante na realidade, o fato de que eu e minha irmã já éramos perseguidas por sermos ruivas, gêmeas e filhas de uma curandeira, se chegasse aos ouvidos do clero, seria o nosso fim, seríamos postas na fogueira acusadas de bruxaria, eu tinha que dar um fim aquela história. Me aproximei das famílias na minha porta e então começaram a implorar:

(Mãe do bebê da família a direita) - Por favor cure meu bebê, ele é apenas um bebê, olhe para ele e diga, ele merece um destino desse? 

(Pai das meninas da família a esquerda) - Não, por favor cure minhas filhas, elas já estão grandes, elas já tem um propósito, elas serão tão lindas, ele é apenas um bebê, ninguém dará falta!

Era alarmante, eles discutiam de maneira a tentar sobrepor seus filhos relativo a outra família, de certa forma era triste, em nenhum momenos eles pensaram que eu posso curar as três crianças, parecia que queriam a vítima da Peste da outra família morta (só mais tarde fui entender que as famílias já tinham rixas relativas a feudos e campos):

- Vocês não tem vergonha? Desejam a morte dos outros ou a vida dos seus? Pois saibam que não irei curar nenhuma das crianças, não sou uma curandeira nem muito menos uma feiticeira, agora saiam de minhas terras! 

Ao dizer isso, achei que esses problemas iriam desaparecer, mas então o pai das meninas me disse algo, algo que definitivamente mudou toda minha vida, diferente da magia ou da Peste:

(Pai das meninas) - Estás amargurada pela morte da tua irmã? Eu sinto tua dor donzela, mas saiba que dessa vez será diferente, não contaremos a ninguém sobre tua magia. Sentimos muito sobre tua irmã!

(Margareth) - Minha irmã não está morta, do que você está falando?

(Pai das meninas) - Como assim? Não soube? Elizabeth Von Auschwitz foi posta na fogueira este final de tarde, acusada de bruxaria, uma família entregou ela como sendo a responsável por curar a criança que estava infestada com a Peste...

Era aquilo, aquele sentimento, naquele momento eu lembrei seu nome: "sensibilité des jumeaux"... Eu sentira Elizabeth sofrendo, eu havia escutado ela pedindo ajuda... O canto do pássaro... Minha vida... Eu havia jurado protegê-la... Eu falhei, mamãe...

Pensara que era algo sobre mim, sobre que eu sou e o que eu queria me tornar, mas nunca foi... Não é sobre nós, ou sobre quem amamos, é tudo sobre ela... Nós somos figurantes em sua peça e ela esta brava de nós termos olhado direto para a platéia... Ao mexer com magia, eu desafia a morte, e agora, assim como foi com minha mãe, será comigo, vou ver todos partindo e quando a última lágrima escorrer, será a minha vez...


Notas Finais


Aaaaaaaaaa essa história vai ser bem longa por tanto caso não entendam fiquem bem tranquilos que vão entender com o tempo bbs rsrsrs... (me perdoem pelos erros gramaticais e pela má organização rs)


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