História Escândalo Camren - Capítulo 40


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Romance
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Palavras 2.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 40 - Capítulo 40


Após se retirar do gabinete, Camila pediu para Will deixá-la em um determinado endereço. Ao ser reconhecida como a esposa da governadora do estado, não houve dificuldade alguma em ter acesso ao prédio onde Ariel residia.

— Você? — indagou Ariel, ao abrir a porta e se deparar com Camila.

— Eu mesma! — ela disse.

— Em que posso ajudá-la? — indagou desconsertada.

— Você tem até amanhã para transferir o dinheiro que conseguiu vendendo aquela imagem.

— Não sei do que a senhora está falando.

— Sim, você sabe. Aqui está a conta. Sei perfeitamente para qual revista você vendeu e quanto conseguiu com a venda. Quero todo o dinheiro nesta conta até amanhã, caso contrário, se prepare para enfrentar as consequências — dito isso, Camila se retirou.

No final daquele mesmo dia, Camila recebeu uma mensagem de texto informando que trinta mil dólares haviam sido transferidos para sua conta. O dinheiro que Ariel conseguiu com a venda da imagem onde Camila e Jessie apareciam supostamente se beijando, foi doado para uma instituição que abrigava crianças de rua e mesmo pedindo para que a doação fosse mantida no anonimato, Camila teve seu nome divulgado, uma vez que os servidores da instituição afirmavam que essa era a única forma que podiam agradecer: divulgando o nome do “benfeitor”.

Lauren não poderia ter ficado mais feliz e orgulhosa dessa atitude por parte de sua amada, mesmo que alguns canais televisivos estivessem afirmando que essa boa ação por parte da esposa da governadora do estado, não passava de marketing ou uma tentativa ardil de fazer a população esquecer todos os escândalos envolvendo a família Jauregui. Antes de ir a seu encontro para lhe dizer pessoalmente o quão admirada estava, Lauren passou pela mansão para buscar as bagagens e seu filho que se encontrava lá.

— Will, coloque todas as malas que couberem em seu carro e as outras, coloque no meu — disse Lauren e rapidamente o motorista assentiu. — Vamos Matteo?

— Sim, mãe. Até outro dia, vovó — ele falou, recebendo um beijo da mais velha.

— Continuará intrigada com sua irmã? — Clara perguntou, referindo-se ao fato de Lauren e Jessie não se falarem mais depois daquele “episódio”.

— Não comece, mamãe. Talvez, quando Jessie amadurecer, essa intriga como diz a senhora, chegue ao fim — dito isso, se retirou.

Aproximadamente vinte minutos depois, Lauren chegou ao apartamento de Camila ao lado do filho. Will colocou todas as bagagens em um canto da sala e em seguida, sob as ordens de Lauren, voltou para a mansão.

— Já preparei nosso jantar! — disse Camila, depositando um beijo na cabeça de Matteo e outro nos lábios de Lauren.

— O que fez? — Lauren perguntou, acompanhando-a até a cozinha.

— Salada de atum.

— Eca! — exclamou Matteo, logo atrás em sua cadeira.

— Eca nada! Você vai gostar — Camila falou, colocando os pratos na mesa.

— Não quero comer isso — ele disse, fazendo careta.

— Então tão cedo não comerá pizza — disse Camila.

— Tudo bem, eu vou provar um pouco dessa salada…

Lauren direcionou seu olhar a Camila que respondeu com um sorriso cúmplice. A tática usada por ela para fazer o menino comer algo mais saudável, parecia ter surtido efeito. Após o jantar, veio a sobremesa que

Lauren recusou, optando por tomar um café apenas.

— Meu amor, o que acha de amanhã sairmos para procurar nossa nova casa? — sugeriu Lauren.

— Lauren, acho que esse apartamento é o suficiente para nós três — Camila falou.

— Mas eu não acho. Quer ir com a gente, filho?

— Não, mãe. Obrigado. Eu quero voltar pra escola — ele disse, causando surpresa.

— Tem certeza, Matteo? Você disse que só voltaria quando pudesse andar — Lauren falou.

— Isso foi quando eu sentia vergonha de sair nessa cadeira, mãe. Mas Camila tinha razão, eu devo agradecer por ter uma cadeira, ainda mais dessas que se movimenta sozinha.

— Você não sabe o quanto eu fico feliz que você tenha entendido isso de uma boa forma, Matteo — disse Camila, o abraçando fortemente.

— Eu vou ligar para a direção da escola e informar sobre o seu retorno! — exclamou Lauren, não se contendo de felicidade.

— Meu amor, vai ligar a essa hora? Não deve ter ninguém na escola.

— Eu tenho o número particular da diretora — revelou, recebendo um olhar gélido por parte de sua esposa. — Pensando bem, é melhor ligar amanhã cedo… — acrescentou, ao notar a insatisfação nas expressões apresentadas por Camila.

Depois de colocar o seu filho na cama, Lauren se dirigiu até seu quarto. Camila ainda estava no banho, sendo assim, a governadora ligou seu laptop e se acomodou na cama espaçosa.

— Quer dizer que você tem o número particular da diretora… — comentou Camila, logo que saiu do banheiro. — Porque tem o número dela?

Lauren levantou o olhar e no mesmo instante, tirou os óculos que usava. Camila estava coberta apenas com uma lingerie na cor preta, caminhando pelo cômodo como se estivesse sobre uma passarela.

— Vai dormir assim?

— Eu te fiz uma pergunta.

— Não lembro quando peguei esse número.

— Mas lembra de que tinha o número na sua agenda.

— Está com ciúmes?

— Não. Você pode ter o telefone de Afrodite na sua agenda, mas, segundo sua própria mãe, você está amarrada a mim como um cão.

— Minha mãe te disse isso? — ela perguntou, com o cenho franzido.

— Uma das empregadas a ouviu comentar enraivecida essas “sábias” palavras. Mas agora eu quero saber de você… — fez uma pausa, retomando sua fala em seguida. — Você está presa a mim como um cão fiel, Lauren? — Camila perguntou, enquanto sentada na poltrona de frente para a cama, deslizava as mãos pelas coxas, espalhando uma espécie de creme por toda aquela região.

— Não sei se estou presa a você como um cão ou como outro animal qualquer. O que posso dizer com certeza é que sou apaixonada por você como uma louca — Lauren falou, recebendo um sorriso carregado de segundas intenções.

— Venha até aqui… faça isso por mim — ela pediu, num tom sensual e provocante, entregando-lhe o frasco com o creme.

Lauren se aproximou em silêncio. Ajoelhou-se no chão enquanto Camila apoiava o pé em cima das suas coxas. Depois de colocar o creme nas mãos, Lauren o espalhou vagarosamente, primeiro pelo pé direito, depois subiu pela perna, finalizando na coxa. O mesmo foi feito com a perna esquerda. Lauren parecia esperar por mais uma “ordem”, no entanto, Camila se manteve calada, apenas deslizava um dos pés sobre a coxa de Lauren. Não se contendo, levantou a perna de forma que a ponta de seus dedos tocassem o queixo da governadora, avançando um pouco mais para lhe tocar o rosto.

Instintivamente, Lauren lhe segurou o tornozelo dando início a uma sessão de beijos que começavam nas pontas dos dedos, e seguiam por direções incertas.

Os dedos de Camila se enroscaram nos cabelos negros e longos, e sem aviso prévio, ela os puxou, deixando o rosto de Lauren fora do alcance de suas pernas.

— Com a língua, Lauren…gosto quando você me toca com a língua — Camila murmurou, dessa vez, seu gesto foi contrário ao anterior. Em vez de afastar, ela aproximou o rosto de Lauren, forçando-o ao encontro de suas coxas.

Enlouquecida, Lauren passou a lamber desesperadamente as pernas de Camila. Sua língua deslizava com maestria e habilidade, umedecendo a pele quente com sua saliva. Seu queixo roçava na parte interna da coxa, suas mãos inquietas ora se agarravam às panturrilhas de Camila, ora subiam em direção à cintura e, posteriormente, manipulavam os seios rijos por cima do sutiã.

— Você me tira o controle… faz-me perder o juízo… — Lauren murmurava, e ao fez menção de puxar a calcinha de Camila, esta lhe segurou os pulsos com firmeza.

— Nem pense nisso, governadora… Você me fará gozar, mas sem retirar minha calcinha — ela disse, se colocando de pé, enquanto Lauren permanecia ajoelhada no chão. — Faça o que está louca para fazer… — acrescentou, e sem hesitar, Lauren envolveu-lhe as coxas com seus braços, mergulhando sua boca naquela intimidade ainda coberta com o tecido da roupa íntima. Camila arfou no mesmo instante, sua cabeça instintivamente inclinou-se para trás enquanto suas mãos, desalinhavam os cabelos de Lauren.

— Isso, meu amor… assim…assim, Lauren… — Camila sussurrava, delirando de prazer com as investidas que a morena dava no meio das suas coxas.

Ensandecida pelo tesão, Lauren tentou usar a mão para afastar a calcinha de Camila, todavia, novamente foi impedida por sua esposa que não hesitou em lhe acertar um tapa na face como forma de punição.

— Nada de usar as mãos aqui, meu amor… — ela murmurou, e sem questionamentos, Lauren pousou suas mãos na bunda de Camila, enquanto seu rosto se esfregava no tecido já úmido da calcinha. Sua língua tentava ultrapassar as barreiras impostas pela peça íntima, no entanto, o máximo que ela conseguia era deixar a peça ainda mais molhada.

Camila se remexia, se contorcia inteira, ali, em pé, de pernas abertas, enquanto Lauren lhe explorava o sexo com o próprio rosto. Não demorou muito e Camila gozou escandalosamente, se apoiando como podia nos ombros, agarrando-se aos cabelos de Lauren. Depois de alguns minutos, quando finalmente recuperou o fôlego, Camila segurou o queixo da governadora erguendo-o, fazendo-a olhar em seus olhos.

— Agora sim… desfaça-se da minha calcinha e beba o meu prazer.

[…]

— Querida, acorde… — murmurava Camila, deslizando a mão por toda a extensão do braço de Lauren.

— Que horas são? — ela perguntou, ainda de olhos fechados.

— Oito e trinta. A fisioterapia de Matteo é mais cedo hoje, você tem que avisar sobre o retorno dele às aulas e ainda vai para o gabinete.

Depois de muita insistência por parte de Camila, Lauren levantou. Seu banho foi rápido, uma vez que dentro de uma hora, Matteo precisaria estar pronto para ir a mais uma sessão. Juntos, fizeram o desjejum e quando desceram, Will já os esperava lá fora.

— Ligarei para a direção da escola quando chegar ao gabinete — Lauren falou, despedindo-se dos dois com um beijo no rosto.

Logo que chegou ao seu local de trabalho, Lucy a abordou ainda na porta de entrada. Muitos compromissos estavam pendentes e, segundo a assessora, era extremamente importante conclui-los caso Lauren cogitasse a possibilidade de se reeleger nas próximas eleições.

— Organize tudo por hora e data, depois me mostre — disse ela, cumprimentando a secretária e posteriormente, sorriu para Keana que a acompanhou até sua sala.

— Atrasada, governadora? — questionou, num tom brincalhão.

— Fui dormir muito tarde ontem — ela disse.

— Posso imaginar o motivo — ela comentou, e Lauren apenas sorriu. — Ah, Halsey esteve aqui ontem te procurando. Deixou esse catálogo da nova loja que ela abriu no Spa — acrescentou, colocando o papel em cima da mesa.

— Sex Shop num Spa? Isso dá certo?! — indagou aos risos, folheando o catálogo.

— Halsey é muito ardilosa.

— Sim, ela é — Lauren falou, atirando o papel na lixeira ao lado.

— Não gostou de nada? — Keana perguntou.

— Algumas coisas são interessantes, mas Camila não gosta.

— Ah, não? Por quê?

— Ela diz que não precisamos desse tipo de coisa para sentir e dar prazer. Além disso, usar certos acessórios, segundo ela, é concordar com esse bando de idiotas que afirmam que uma mulher só fica cem por cento satisfeita sexualmente se for “preenchida” por um pênis.

— Que bobagem.

— De qualquer forma, desde que nos conhecemos, não pensamos sequer na possibilidade de usar algo do tipo, muito pelo contrário…ontem eu a fiz gozar sem precisar despi-la por completo e…

— Tá, Lauren…não precisa me contar os detalhes das suas intimidades — Keana a interrompeu e antes que Lauren pudesse rebater, o telefone toca. É Ariana informando que o delegado pede permissão para entrar.

— Como vai? — questionou Lauren, estendo-lhe a mão.

— Muito bem, governadora — ele disse, e em seguida, se dirigiu à Keana. — Bom dia, senhorita.

— Bom dia. Estarei em minha sala se precisar de algo, Lauren — ela disse, se retirando em seguida.

— Boas notícias? — Lauren perguntou, exibindo um meio sorrio.

— Sim e não — ele falou, puxando o ar com força ao notar o desconserto da governadora. — Conseguimos o nome da pessoa que pagou pelos serviços do detetive, mas…

— Mas o que, delegado?! — perguntou, num tom alterado.

— Governadora, a senhora sua mãe, Clara Jauregui, foi quem pagou ao detetive Robin para que enviasse aquelas mensagens — disse por fim, recebendo um olhar incrédulo da mulher à sua frente.

Lauren necessitou de alguns minutos para absorver aquela informação. Não tinha dúvidas de que Clara seria capaz de muita coisa para separá-la de Camila, no entanto, nunca imaginou que ela pudesse descer tão baixo para conseguir isso. Suspirou sem saber o que dizer, e enquanto articulava algumas palavras em sua mente, o delegado tomou a vez.

— Governadora, não se preocupe. Não farei nada sem o seu consentimento — ele disse.

— Obrigada, delegado. Eu falarei com minha mãe e me entenderei com ela.

— Como desejar, governadora e qualquer coisa, estarei às ordens. — ele falou, levantando-se e antes de dar o primeiro passo, virou-se para Lauren. — Ah, já ia esquecendo… tenho notícias sobre o acidente da mãe de sua esposa.

— Pode me falar — disse Lauren.

— A perícia descobriu que o sistema de freios foi alterado. Suspeitamos que tenha sido propositalmente — revelou, aparentemente preocupado.

— Propositalmente? Isso quer dizer que o acidente foi provocado…

— É apenas uma suspeita, governadora — ele a interrompeu. — Estamos investigando ainda. Bom, eu preciso ir. Aqui está meu cartão, não hesite em ligar se precisar de algo.

— Obrigada, delegado. Eu o acompanho até a saída.

Logo que ele se retirou, Lauren seguiu ao encontro de Keana que ficou chocada com aquela revelação.

— Acho que minha tia nunca vai aceitar seu casamento com Camila — comentou a ruiva.

— Como ela foi capaz de uma baixeza destas?! — Lauren falou, claramente enojada.

— O que você vai fazer? Vai falar com ela? Contará a Camila?

— Não sei… mas não pretendo dizer a Camila. Com que cara… Meu Deus, o acidente da senhora Cabello…

— Calma aí, Lauren! Uma coisa é pagar alguém para mandar mensagens com difamações sobre sua esposa, outra coisa muito diferente é atentar contra a vida de outra pessoa! Você não está pensando que sua mãe está envolvida no acidente de Sinuhe Cabello, está?!

 


Notas Finais


Qualquer erro, por favor, apontem.


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