História Escapadas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, V
Tags Hopev, Taehope, Taeseok, Vhope, V-hope
Exibições 53
Palavras 1.000
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


desculpa as palavras

Capítulo 1 - .Pro espaço, muito depois da Via Láctea


Fanfic / Fanfiction Escapadas - Capítulo 1 - .Pro espaço, muito depois da Via Láctea

Ah... Hoseok. Sempre tão eletrizante quando se incorpora naquele personagem tentador, no fingimento do “está tudo perfeito”, murmurando aprovações inacabáveis com sua voz – rouca por tantos queixumes outrora expressados – bem no pezinho do ouvido de Taehyung. Ele diz, sem economizar na sinceridade, o quanto ama lhe dedilhar a pele e conhecer seu corpo com as mãos, parte por parte; o que for capaz de alcançar nele. Porque ele não tem pressa, nunca tem. Hoseok nessas horas apenas quer ir com calma, que se foda se as coisas estão andando e se o tempo está passando – e passando rápido, como se os odiasse, como se lamentasse por tudo que eles fazem debaixo dos lençóis.

Tudo o que ele quer é Taehyung.

Para eles, a loucura é instantânea. O som da música psicodélica retumbando os leva ao frenesi em questão de segundos, sequer lembrando que um mundo cheio de obrigações os espera lá fora. Pois dentro daquele quarto, no andar de baixo da casa de madeira rústica, porém sofisticada, só existe os dois e mais ninguém – sem esquecer, é claro, da cama onde eles estão, que de louca sob o prazer dos dois range num som audível e facilmente percebido, de tão erótico e sujo.

Mas Taehyung sorri, ele quer que se exploda. Porque ele gosta de escutar a voz de Hoseok tão perto da sua percepção dizendo coisas sujas, isso sim. Ele gosta quando o sente dentro, ele arqueja a coluna e força Hoseok de encontro ao seu corpo com extrema força. Aquilo o proporciona um prazer que longe do menor seria impossível.

Aliás, os dois se dizem apenas bons amigos. Bons e velhos amigos. Mas, não importa o quanto neguem, sempre haverá algo a mais ali, secretamente escondido em meio aos suspiros e às palavras obscenas.

Hoseok também gosta de fazer amor lento, é o melhor dos momentos, muito embora às vezes Taehyung não colabore tanto com isso e eles acabem alucinados demais, descontando um no outro as decepções, aliviando os problemas e compartilhando idem as frustrações que a vida os dá; na realidade, ele gosta de quando Hoseok é “rude”.

E nesta noite não deixa de ser assim. Ah, não. Porque nesta noite, sem estrelas ou a lua preenchendo o céu, apossada apenas pelo frio excruciante do inverno ao alvorecer, eles só querem acabar com essa saudade que têm de estarem um na presença do outro de vez.

E o mais jovem deles, cheio de alucinação com o momento, está em outra galáxia, não minto, completamente em algum lugar além. Sim, ele está. E nessa galáxia perdida, ela vê apenas Hoseok nu sobre o seu corpo, tomando-o para si com ânsia, a rapidez gostosa que é deleitada por si, cujos amantes parecem imersos demais para dar atenção ao futuro ou o presente que nele estão inclusos. Porque Taehyung, longe de ligar para qualquer coisa, também está muito chapado para se dar conta de que nem tudo permanece bem ao seu redor.

"Porra... Eu amo o seu pau, Hoseok." Taehyung confessa, soando mais como um animal bruto.

E o outro sorri. Taehyung é intenso, louco, Hoseok jamais diria o contrário. Dominá-lo é a melhor parte, sente-se inexplicavelmente extasiado. Taehyung também é violento certas vezes, o cara mais maluco que Hoseok já conheceu. Disso ele tem certeza. Dono de uma língua afiada e a maldita boca suja que não importa quantas lições receba, nunca abandona de proferir as barbaridades que dela sempre tem que escapar.

Mas horas antes, no começo da noite, Hoseok atendeu uma ligação inesperadíssima, de no máximo quatro segundos: –  A barra tá limpa. Minha casa. Agora!

E não pensou duas vezes antes de apanhar seu casaco e correr até Taehyung prontamente, com excitação e uma saudade doida que ele nem mesmo percebia que tinha sido acumulada, assim como faz um bom escravo que lhe atende os chamados e é estupidamente manipulado. Mas Hoseok, sendo sincero, já percebeu o quanto é um cachorrinho para o mais novo. O negócio é que ele nem liga para isso ou para qualquer outra coisa contanto que sempre tenha sua amizade, a qual construíram a partir de crianças, lá na antiga vizinhança.

Quando chegou à casa de dele, espiou pelas redondezas para evitar dar de cara com humanos bisbilhoteiros e indesejados, e logo que adentrou a residência dos Kim, os lábios do outro foram a primeira coisa que lhe veio à cabeça quando fitou a beleza alheia. E, droga, Taehyung mudara a cor do cabelo mais uma bendita vez! Sem nem avisar – surpresas são um porre. Mudara para uma coloração vermelho sangue. Vermelho que representa totalmente eles dois, o que eles sentem, ao perigo do que são, à excitação e o desejo. A cor do pecado.

"Seu pai saiu?" Claro, aquela era a questão mais importante depois dos lábios de Taehyung, saber se a barra estava mesmo limpa. Pois de longe estava em seus planos meter o mais alto em problemas e, sobretudo, ele próprio em alguma furada das grandes.

E foi com um aceno de cabeça que ele confirmou, junto de um sorriso que transbordava a malícia daquele ser de cabelos coloridos e estatura magra.

"Você não sabe o quanto eu senti saudades, Taetae." Hoseok falava qualquer dessas drogas sentimentais entre o beijo, ao passo que Taehyung, sentado em seu colo, não tardava a provocá-lo e estimulá-lo.

"Cala essa boca e só me beija." Soou realmente duro, entretanto o mais velho já estava muito bem acostumado àquilo. Por isso, apenas continuou com o que faziam sem titubear, pois sabe que mesmo ele sendo nada carinhoso, um babaca completo, evidencia tanto o quanto gosta de si da mesma maneira que nem sequer bate cabeça com suposições.

Desesperados, como sempre são, fizeram sexo em cada canto daquela casa. Fumaram até que o delírio os apossasse, escutaram algumas coisas antiquadas na rádio, beberam até que esquecessem dos próprios nomes e no fim dormiram agarradinhos na cama do mais novo, apenas esperando o sol nascer para depois retornarem à Via Láctea e pousarem no planeta Terra.


Notas Finais


É repostada, povo
Mas eu reescrevi e adicionei mais algumas coisas
Desculpa os erros de verdade, qualquer um, qualquer coisa, manera comigo
E também desculpa se os palavrões ou alguma coisa dessas ofendeu, só que tá avisado na parada
Meu deus
tchau


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