História Escarlate - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Personagens Originais
Tags Baekhyun, Baekyeol, Byun Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Do Kyungsoo, Exo, Exo-l, Exoplanet, Hwang Zi Tao, Kai, Kim Jongdae, Kim Jongin, Kim Junmyeon, Kim Minseok, Kris, Lay, Lu Han, Oh Sehun, Park Chanyeol, Sehun, Suho, Tao, Wu Yifan, Xiumin, Yaoi, Zhang Yixing
Visualizações 13
Palavras 578
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Isto é um protótipo. Se este teaser der certo, eu inicio a fanfic.

Capítulo 1 - Carpe diem, meu caro


Na porta da loja de convêniencia de um posto deserto à meia-noite, um homem barbudo acendia o cigarro barato após um dia de trabalho, com os olhos caídos pelo sono e cabeça abaixada, apenas divagando conforme tragava o seu fumo sem se preocupar. Os grilos quebravam o silêncio amedrontador daquele lugar a qual todos possuíam receio de estar após as 21h da noite, mas aquele frentista já havia se habituado. Era aquele seu local de trabalho, não tinha problemas andar por ali.

Eis que um besouro avermelhado passa diante de seus olhos emitindo o seu zumbido em alto e bom tom, incomodando os tímpanos do homem acostumado à calmaria da madrugada, o fazendo se levantar de onde estava para ir atrás do inseto. O animal sobrevoava um dos galões de combustível com lentidão e sem pressa alguma. Suas pequenas patinhas locomoviam seu corpo redondinho para lá e para cá e isso só irritava o homem, que com passos firmes o esmagou sem dó. A carne do pequeno besouro fora dilacerada sem qualquer remorso pelo humano impiedoso. Sua expressão de nojo não podia ser a mais perversa.

Até que então, uma sensação de algo cortante passando pela pele de seu pescoço o assusta absurdamente. As células justapostas de sua epiderme se romperam à medida que a faca afiada deslizava pela área e quebrava os laços de sangue entre suas veias e artérias. Deixou seu cigarro cair no chão e seus olhos se mantiam arregalados. Porém, tudo em seu corpo já estava começando a falhar.

Por trás de si, uma silhueta misteriosa que o observava por um tempo o fitava com os olhos mais psicopatas que aquele homem poderia conhecer. E mesmo com a voz tão suave como as pétalas de uma rosa, sua expressão denunciava o desejo.

O desejo insaciável de matar.

- Tão valente, meu caro. - ela murmurou no lóbulo de seu ouvido e lhe arrancou um arrepio - Você mata cruelmente uma criatura indefesa, mas se treme todo contra alguém do seu tamanho.

Riu soprado.

- Você é uma vergonha.

Estas foram as últimas frases que aquele frentista teve a oportunidade de ouvir, antes de sua mente se desligar completamente e então nunca mais acordar.

A mulher apanhou o cigarro aceso que havia caído de seus dedos, com um sorriso desdenhoso.

- Seres humanos são impressionantes. Criam a própria sentença de morte todos os dias. - proferiu ela - Sabia que fumar em postos de gasolina é perigoso?

Sem resposta, seus olhos observaram todo o local e avistaram um galão de gasolina entre vários entulhos nos fundos do posto. Aquele local era uma testemunha muda de sua vingança, e assim como aquele ser humano medíocre e covarde, não deveria se manter de pé.

Quando a última gota de gasolina escorreu pelo chão, o cigarro aceso fora atirado e o fogo subia em uma velocidade exorbitante, se alastrando por toda a área até que então todo aquele estabelecimento foi invadido pelas chamas, estourando os tanques de combustível e sendo o ápice para que a explosão domasse todo o lugar.

Os olhos insaciáveis daquela mulher, cujas mãos tremiam de ansiedade e as palpitadas de seu coração se tornavam mais altas que o som estridente de tudo se explodindo diante de si, não pelo medo de ser flagrada, mas pela necessidade.

Necessidade de ver mais. Muito mais.

Porque para ela, quem se colocava acima das outras pessoas era visto como um bárbaro inculto, precisava ser exterminado.

E sua lista estava cheia de bárbaros.

Carpe diem, pequeno bárbaro, porque depois de mim, só lhe resta a morte.


Notas Finais


O que acharam?


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