História Escarlate - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Ficção, Romance, Yuri
Exibições 15
Palavras 3.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi. Bom, esse capitulo está meio cheio de coisas. Então o título é "bagunça" por essa questão, mas eu até que gostei!
Bom tire suas próprias conclusões.
Boa leitura!

Capítulo 17 - Bagunça


Levanto-me cedo para comprar café e paro a beira da cama de casal do meu quarto observando Mari dormir serenamente com o lençol a tampar apenas as nádegas. Já se passaram cinco meses desde que eu estou namorando a Mariana, e cada dia eu fico mais apaixonada o possível por aquela mulher.

Nesse intervalo de dois meses, houve algumas mudanças. As ameaças cessaram, Carlos foi preso, eu voltei às aulas normais na faculdade, nenhuma noticia de Ângela. Minha vida se ajeitou de alguma forma, mas eu ainda sentia dentro de mim que algo estaria preste a acontecer a qualquer momento e essa bomba não iria demorar muito para explodir, e seria uma das grandes.

Vesti uma roupa leve e peguei a chave do carro para ir à padaria. O apartamento finalmente estava em paz, depois de longos cinco meses de euforias, pés pisando por todos os lados, gritos, conversar e outros sons. Agradeço muito a Frederico por me livrar de um problema sério, mas não posso mentir que esse tempo de investigação foi o mais cansativo que já tive. Desço para a recepção, e cumprimento o porteiro.

_ Senhorita Archetti? – Chamou o homem logo que passei por ele.

_ Sim? – Pergunto curiosa.

_ Chegou uma encomenda para a senhora. Importar-se de pega-la agora?

_ Estou indo a padaria, quando voltar eu pego. Tudo bem? – Ele assente e eu saio do prédio.

Comprei croissants, biscoitos e dois cafés grandes pra viagem, além de uma fatia gigantesca de bolo de morango. Volto ao prédio, pego o pacote de tamanho médio, como uma caixa de sapatos e coloco debaixo do braço. Subo o elevador e deixo tudo sob a bancada da cozinha para ir acordar Mari.

Chego ao quarto e ela ainda estava da mesma forma que deixei. Sorrio com a visão e beijos suas costas, da parte de baixo e subo até seus ombros, beijo sua nuca onde a sinto arrepiar.

_ Bom dia namorada – Ela diz com uma voz rouca de sono. – Acordou cedo hoje.

_ Fui comprar nosso café. Está com fome? – Ela sorri como resposta e eu jogo uma blusa grande pra ela. – Veste isso e vem comigo – Sai do quarto e fui para a cozinha organizar as coisas, quando acabei avistei a caixa que tinha pegado na recepção, fiquei encarando-a, como se apenas com o olhar poderia decifrar o que havia dentro.

_ É de algum admirador secreto? – Me assusto com a voz a minhas costas e Mari me da um beijo na bochecha. Viro-me e a abraço pela cintura.

_ Claro, tenho muitos admiradores secretos – Ela sorri e sela nossos lábios. – É uma lista longa que contém vários nenhuns nomes.

_ Hey! O meu está lá – Sorrio e a beijo novamente. – Mas é sério. Quem lhe deu a caixa?

_ Eu não sei. Alguém deixou na recepção para mim, e eu tenho medo dessas coisas.

_ Imagina se for uma bomba? – Ela ri e eu a solto sentando no banco da ilha da cozinha.

_ É pode ser, mas eu estou com fome e não consigo raciocinar assim – Mariana se senta ao meu lado e pega um dos cafés que estavam em uma bandeja de papelão e em seguida um croissant.

_ É eu também estou. E cansada também. Ainda bem que as férias da faculdade já começam nessa sexta-feira – Juntou suas mãos e ergueu apontando para o teto.

_ Quais seus planos?  - Perguntei interessada enquanto me deliciava com um pedaço de bolo maravilhoso.

_ Eu ia para a casa dos meus avós, só que não posso mais por motivos de: esta rolando um surto de peste lá e está tudo um caos. Então nada – deu de ombros e roubou um pedaço do meu bolo. Eu a repreendi com os olhos. – E a senhorita?

_ Não faço a mínima ideia – o assunto acaba e o silencio permanece, não aquele silêncio constrangedor, apenas um silencio normal que acontece quando cada um está imerso em seu próprio pensamento.

_ Amor – Sorri ao ouvir “amor”, adorava quando ela me chamava assim.

_ Diga.

_ O que acha de abrir essa caixa agora? Eu estou ansiosa e isso não se faz! – Dei de ombros e a entreguei a caixa.

_Abra você mesma, já que está tão curiosa – Ela pega a caixa com rapidez e logo a abre, olhando dentro e me encarando de sobrancelhas erguidas. – O que?  - Ela me entrega a caixa e eu olho dentro logo revirando os olhos – É, parece que agora temos o que fazer nas férias...

 

P.O.V Mari

_ Amor, vai ser ótimo. Eles nos compraram até nossas passagens – Eu disse animada balançando o bilhete na frente de Valentina que estava sentada na cama com um livro nas mãos. – De primeira classe! P-R-I-M-E-I-R-A – Soletro ainda balançando as passagens compulsivamente. Minha cabeça parecia que explodiria de tanta animação, precisava convencer Valentina a ir.

_ Mari, Darling. Você não conhece minha família, eles são um saco. Mesquinhos, metidos, além de extremamente conservadores.

_ Você acabou de descrever metade do País que a gente vive. Horas! É a Europa. A gente pode ir para o casamento e depois fazer um tour maravilhoso por lá. Vai ser Lindo! – Sento animada ao seu lado. Ela fecha o livro e o coloca sobre a mesa de cabeceira.

_ Tudo com você é maravilhoso, baby – Disse me puxando pela cintura para que me sentasse sobre suas coxas.

_ Amo quando você me chama assim – Apoio minhas mãos em sua nuca e ela me olham mordendo os lábios. – Então?

_ Tudo bem, nós podemos ir – Sorri animada e a puxei para um beijo. – Mas, você não vai poder reclamar disso depois. Eu avisei com antecedência sobre minha família – Suas mãos sobem por minhas coxas e entram por dentro da blusona que eu vestia, apertando minha bunda desnuda.

_ Temos que comprar as roupas – Valentina inclina a cabeça e beija meu pescoço. – Ok, podemos fazer isso depois – Empurro seu corpo para a cama, me ergo sobre ele e tiro a blusa, ficando completamente nua. Volto a me deitar por cima de seu corpo, beijando sua boca com fogo.

 

[...]

{Uma semana depois}

_ Vamos amor, temos que pegar o avião daqui a duas horas e ainda temos que fazer o check-in! – Gritei da sala já com as malas sobre os pés. – Aliás, o taxi acabou de chegar.

_ Cheguei, cheguei! Sem drama – Ela estava linda, com uma calça colada, um cropped, uma camisa xadrez por cima e nos pés um vans de caninho todo preto.

_Você está indo viajar linda assim pra mim ou pras aeromoças? – Questiono. Ela revira os olhos e eu sorrio, dando um selinho na sua boca. – Vamos? – Valen assente e nós descemos apressadas para o taxi.

Chegamos ao aeroporto mais ou menos uma hora depois, fizemos rápido o check-in e em uma hora já estávamos dentro do avião. Nosso voo era sem escala, então seria mais ou menos dez horas de viagem totalmente diretas dentro de um avião.

Sentei-me na janela e Valentina ao meu lado. Como era primeira classe, havia uma cabine com duas poltronas (também havia com uma, mas optamos para a com duas), tinha um frigobar com inúmeras bebidas, tanto alcóolicas quanto normais. As cadeiras eram inclináveis. Na frente havia uma TV grande e dois headphones pendurados. E tinha wi-fi pra completar. Nunca vivi sobre luxo algum, então isso pra mim é como um conto de fadas, não poderia melhorar.

_ Você esta bem? – Valentina sussurrou para mim e eu engoli fundo negando com a cabeça. Era minha primeira viagem de avião, e apesar de tudo estava com um pouco de medo.

_ Eu estou com medo – Ela ri e me da um beijo na bochecha.

_ Relaxa eu estou aqui com você. Posso não ser o superman, mas vou te salvar de qualquer perigo – Piscou, passando a mão sobre minha coxa e fazendo carinho.

_ Te amo – Falei e ela puxou meu queixo para me beijar, um beijo rápido. Apesar de ainda não obter a resposta de volta, eu sei que ela sente o mesmo por mim, só está insegura para admitir. Mas como dizem “Cada um tem seu tempo”.

Apertei sua outra mão quando o avião alçou voo e demorei alguns minutos para me acostumar com a altura, Valentina tirou a mão da minha coxa e passou pelos meus ombros trazendo meu corpo mais próximo, deitei minha cabeça em seus ombros e acabei dormindo.

Sinto um remelexo nos ombros e abro os olhos lentamente, Valen estava com as duas mãos sobre meus ombros e uma cara neutra, então relaxei por não ser algum acidente no voo.

_ Por que esta me acordando, me acorde quando a gente chegar – Disse voltando a fechar os olhos.

_ A questão é que chegamos. Você dormiu a viagem toda! – Levanto-me e pego as coisas, logo seguindo para a área onde ficam as malas.  – Deus, você tem um sono pesado em.

_ Eu não dormi a semana inteira por causa das provas, então eu estou cansada. Estava – Ela ri e me abraça me dando um beijo na bochecha.

_ Precisamos discutir os termos – Eu a olho assustada e ela fica de frente pra mim com as mãos na minha cintura, me puxando para mais perto. – Relaxa baby. Só queria te dizer que eu ainda não contei minha família sobre... Nós – Ela fez uma careta esperando a bronca e eu apenas dei de ombros. Já sabia da situação. Era bem obvia na verdade.

_ Tudo bem, eu já sabia disso – Selei nossos lábios. Olhei para a Esteira e nossas malas estavam vindo, peguei todas elas.

Parecia um mundaréu de malas, tinha no mínimo seis, isso só da Valentina. Colocamos no carrinho e seguimos para a porta de fora do local. Lá tinha um moço todo de preto com nome da Valentina escrito, com letra legível, numa folha de papel. Nos aproximamos e ele olhou de cima a baixo pra mim. Me senti um pouco desconfortável.

_ Valentina Archetti? – Valen concordou e o homem sorriu. – Senhorita Archetti, me siga, por favor. E você é?

_ Mariana – Disse o seguindo, ele colocou nossas malas no carro e abriu a porta para que pudéssemos entrar no carro.

_ Como lidar com uma namorada tão linda? – Olhei para ela sem entender. – Não me diga que não percebeu o motorista de comendo com os olhos, Mariana. – Ela sussurra e eu respiro fundo.

_ Relaxa, não gosto de homens – Vejo o moço ainda me olhando pelo retrovisor e puxo o queijo de Valentina dando-a um beijo. O motorista envergonhado volta a olhar para frente.

_ Agora podemos discutir os termos? – Assenti e ela respirou antes de começar a falar. – Você é minha melhor amiga da faculdade, por enquanto sem relacionamentos amorosos, ok? – Fiz um joinha e ela continuou. – Mas tem uma vantagem, vamos dormir no mesmo quarto! – Ela sorri de canto pra mim. – Então relaxa bebê, desse corpo você não vai ter falta – Falou apontando para o próprio corpo. Eu revirei os olhos e deitei minha cabeça em seu ombro.

O carro parou de frente a uma enorme casa, na verdade parecia mais ser uma espécie de...

_Caraca, isso é um castelo?  - Praticamente gritei e Valentina fez uma careta, como se me pedisse para falar baixo, e saiu do carro. Sai logo em seguida. – Você morou aqui?

_ Não, mas esse castelo é da família por direito – Contou e eu mal prestei atenção com aquela construção colossal a minha frente.

_ Uau... – foi a única coisa que conseguiu sair da minha boca. Ela me puxa pelas mãos e eu a sigo até uma grande porta ornamental.

Valentina pega o vão no meio da porta, onde um leão dourado abria a boca em um rugido aparentemente alto, e empurra já entrando. O que tinha de antigo por fora do castelo, por dentro era totalmente moderno. Havia uma escada larga de frente a porta que dava para vários corredores. Algumas salas em baixo, e várias estátuas gigantescas feita de cobre e marfim. Um tapete vermelhe bordado cobria a recepção, nele costurado havia o mesmo leão rugindo que na porta do castelo.

_ Senhorita Archetti – um homem alto e esbelto para a nossa frente e Valentina sorri para o homem. – Bom vê-la novamente. Seus avós a espera na sala de jantar com o resto da família – Ele se aproxima e pega as malas de nossas mãos. - Eu cuido das malas.

Entramos por uma das portas que ficavam na parte de baixo. Valentina me guia por um longo corredor com a parede cheia de quadros de pessoas sentadas ou em pé de forma elegante e com roupas realmente interessantes. Alguns tinham espadas na mão, outros possuíam leques que tapavam metade do rosto.

_ Esses sãos meus tataravós. – Disse Valentina me tirando do transe. – Esse castelo fora deles desde a época dos feudos, eles apenas o modernizaram internamente e mantiveram a fachada. Ainda existem algumas ruínas por aqui, depois eu te levo lá – Ela beija minha bochecha e continua andando pelo corredor.

Chegamos à frente de uma porta de vidro, do outro lado havia burburinhos de conversas e Valen parou por alguns instantes de frente a porta e respirou fundo antes de abri-la. Logo ao entrarmos o murmurinho cessou e todos os olhares se viraram para a garota loira à minha frente. Senti seu corpo ficar estático. Ela me olhou de rabo de olho e eu sorri tentando lhe transmitir coragem e ela sorriu e olhou para frente.

_ Oi nonna – Sua voz saiu tímida como um sussurro e uma senhora elegante de cabelos cacheados e grisalhos se levantou da ponta da mesa e foi em direção à garota tímida a minha frente, dando um abraço acolhedor.

Depois disso toda a família cumprimentou-a com um beijo na bochecha e a mim também. Sentamos lado a lado na mesa. Que por sinal estava extremamente farta, nunca havia visto um banquete daqueles a não ser pela TV. Parecia aqueles jantares de familiares reais em filmes medievais. Havia tudo que é especiaria Italiana, além de um vinho maravilhoso.

_ Gostou do vinho, Mariana? – A senhora elegante me perguntou e eu sorri.

_ Sim senhora, é muito bom.

_ Esse foi feito aqui, nos fundos. Ele já foi considerado um dos melhores vinhos da Itália – Disse de nariz em pé e eu sorri sem graça voltando minha atenção à garota ao meu lado que tentava evitar contato com todo o resto da mesa.

_ Algum problema? – Sussurrei e ela me olhou sorrindo fraco.

_ Nada... É que meu pai costumava se sentar bem ali – apontou para a cadeira vazia a sua frente. – Eu, só sinto falta dele, sabe? – Sorri tentando passar confiança. Entrelacei nossas mãos por baixo da mesa. – Ele sempre piscava para mim ou tentava me animar nessas situações de família reunida sabe? E sempre me dava o ultimo pedaço de seu rocambole – Seus olhos eram tristes e eu queria beija-la pra tentar amenizar sua dor naquele momento, mas não podia. Então apenas acariciei sua mão com meu dedão e a apertei mais.

_ Eu imagino... – Olhei para o prato e vi que havia comido todo o rocambole. Me senti triste por não poder ao menos isso fazer.

_ Eu estou cansada, acho que vou dormir – Ela tira o pano de seu colo e o coloca por cima da mesa. Repito seu movimento. - Boa noite nonna e nonno – Valentina fala se virando para os avós e se levanta da mesa, saindo do local.

_ Eu vou ver o que está havendo com ela – Disse para os avós que a olhavam preocupados e eles assentiram. Levantei-me e a segui rapidamente até ficar ao seu lado.

Ela estava em silêncio e andava mais pensativa que o normal. Subimos uma escada apertada e eu puxei sua mão. Ela virou o corpo me olhando. Subi mais um degrau, a prensei na parede e beijei seus lábios. Quando nos afastamos, por falta de ar, ela me encarou.

_Não consigo te ver assim. Por favor, dá um sorriso pra mim – Disse e nos aproximamos para nos beijar mais, mas um barulho na escada nos fez afastar e eu subir os degraus com pressa.

_ Quando você ficou tão poética? – Ela sussurrou enquanto subíamos a escada.

_ Às vezes baixa um Vinícius de Moraes em mim, sabe? – Ela ri. – Esse som, é uma risada? Eu consegui te fazer rir? – Disse comemorando sem emitir barulho e ela ri novamente.

_ Boba... Vem, vamos continuar subindo – Falou puxando minhas mãos.

Já no fim dos degraus havia uma salinha ampla com alguns quadros e a cada extremidade havia um corredor, entramos no da frente e seguimos aquele corredor cheio de portas até o final. Havia uma porta grande e branca, com o nome “Valentina” escrita em uma plaquinha a sua frente. Ela logo abre, entrando e me puxando para dentro. Seu corpo me abraça com força e sua boca encosta na minha em um beijo urgente, sedento de excitação.

Eu tiro minha blusa e ela tira a dela, e eu pulo em seu colo entrelaçando minhas pernas em volta de sua cintura. Ela me guia até a cama e joga nela, se levantando para tirar a minha calça e a dela. Volta deitando por cima e chupando o ponto de pulso do meu pescoço, suas mãos passeavam por todo o meu corpo enquanto as minhas tratavam de apertar mais seu corpo contra o meu.

Logo já estávamos completamente nuas na cama. Meu corpo gira ficando por cima do seu e minhas mãos apertam seus seios. Abaixei minha cabeça até ficar na altura e lambi o biquinho rígido de cada um. Beijei sua barriga, mordendo e chupando cada pedaço de lá, logo chegando ao seu sexo e chupando-o com gosto.  Os gemidos de Valentina eram cada vez mais constantes. O que me instigava a aumentar cada vez mais os movimentos tanto da boca quanto dos dedos.

Subi meu corpo beijando sua boca e estocando dois dedos em seu sexo, ela gemia gostosamente e suas mãos foram para as minhas costas, prensando e me puxando para que nossos corpos ficassem mais próximos possíveis. Era como se estivéssemos nos fundindo e tornando uma só. Eu queria cada vez mais seu corpo e seu beijo. O gosto daquela mulher era absurdamente incrível e quando ela finalmente gozou foi como se eu tivesse ido pro céu e voltasse, gozando junto. Aquele momento foi mágico e dinheiro nenhum podia pagar a expressão de êxtase seus olhos claros, a boca semiaberta ofegante e o cabelo bagunçado. Eu gargalhei por tudo aquilo que estava sentindo, não conseguia fazer outra coisa e ela me acompanhou.

Deitei ao seu lado passando meus braços por sua cintura e a virando de frente pra mim, selei nossos lábios demoradamente. E abri os olhos antes para que pudesse contemplar o verde brilhantes de seus olhos aparecendo lentamente enquanto ela o abria. Sua pupilada estava dilatada e acredito que a minha também estava.

_Essa foi a primeira vez que fiz amor em toda a minha vida. E desculpa, mas sexo é algo completamente diferente disso – Eu dizia e ela apenas me olhava em silencio com um sorriso nos lábios. – Isso foi...

_ Mágico – A moça completou e eu sorri com nossos pensamentos iguais. – Eu também nunca tinha feito...

_ Nem mesmo com a... – Ela nega já sabendo de quem eu me referia.

 _ Você foi minha primeira – Disse abraçando minha cintura.

Eu não consegui manter meus olhos abertos para olha-la e acabei dormindo profundamente. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado dessa bagunça.

Beijos e até a próxima!


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