História Escola de Assassinos- Interativa - Capítulo 3


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Categorias Originais
Tags Agente Secreto, Assassinos, Escola, Escolar, Espião, Interativa, Mistério
Exibições 30
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiii gente. Peço desculpas pela grande demora para postar o primeiro capítulo. Mas eu estava sem nenhuma ideia do que escrever, hoje então, eu acordei com uma vontade enorme de começar logo a escrever.
Para compensar a demora, tentarei postar outro antes do Natal. Boa leitura.

Capítulo 3 - I



O dia estava claro, com o tempo aberto e o sol raiando fazia para muitos, a data perfeita para passear, menos para Zeke. Era sábado e teve que ir a escola e para piorar o rabugento do professor de química passou um trabalho enorme, a respeito de usinas nucleares e, ainda por cima, tem que ser entregue na próxima segunda. Irritado, viu seu fim de semana ir por água a baixo. Havia planejado muitas coisas que se resumiam em: jogar vídeo game e comer pizza. Mesmo sendo algo banal para alguns, Zeke achava muito importante esse tempo com seus jogos. 

Estava pensando no que pesquisar, o quanto antes fizesse isso, terminaria mais rápido e teria mais tempo livre ao seu dispor. Chegou cansado da escola e com muita fome, resolveu ver o que tinha para almoçar e achou na geladeira sua comida favorita: Estrogonofe de frango. Ah sim, a especialidade de sua mãe, só de sentir o cheiro de seu almoço requentado no microondas já ficou mais alegre. 

Tirou o tênis e se jogou no sofá para assistir televisão enquanto comia. Sem nada bom passando, acabou por deixar no jornal. Distraído, não prestou atenção em quase nenhuma reportagem, mas uma em especial chamou sua atenção. Endireitou sua postura, jogando o corpo para frente, ficando mais próximo do aparelho e aumentou seu volume. 

"A empresa Viggo, responsável por gerar energia para mais de quinhentas cidades, acabou de inaugurar sua décima quinta usina nuclear. Um pouco menor do que as outras, ela tem um desenvolvimento diferenciado, mas que não foi revelado o que é. Tentamos conversar com ...”

Zeke não terminou de escutar o resto do que a repórter dizia, de repente uma ideia surgiu em sua cabeça. Era isso, pesquisaria a respeito da Viggo e tiraria dez em seu trabalho. Ver a cara de surpresa do Sr.Tomás, seu professor de química, será um prazer e uma vitória para si. Desligou a televisão e correu ao seu quarto para ligar o notebook. Mas, logo o quão rápido sua felicidade começou, ela acabou. Não encontrara absolutamente nada, nadinha. Não falavam seus métodos de abastecimento, o tipo de elemento químico que usavam ou de onde tiravam suas pesquisas para esse novo desenvolvimento. 

Ah, mas estavam negando conhecimento para a pessoa errada. Zeke entrou em seu programa criado com um único objetivo: Invadir os computadores das meninas. Era bem cara de pau, criou uma ferramenta excepcional com razões pervertidas. Mas finalmente tem a chance de usá-lo com um objetivo diferente. Seu programa demonstrou ser muito eficaz e estava se divertindo bastante quebrando as barreiras do site da Viggo. 

-O que vocês tanto temem que seja revelado?- Possui essa mania de falar sozinho. Mas não liga para isso, é uma pessoa espontânea e impulsiva. Vive fazendo gracinhas e divertindo as pessoas ao seu redor sem se importar se está passando vergonha e se colocando em situações embaraçosas. 

Ficou apenas vinte minutos tentando quebrar os códigos da empresa. Não bateu seu recorde de cinco minutos, mas estava satisfeito com o tempo que gastou para acessar os dados de um dos sistemas mais protegido do mundo. Estalou os dedos e voltou a teclar em uma velocidade excepcional, estava agora tentando achar em qual arquivo ficava guardado os métodos da Viggo. As pastas não tinham nomes específicos, esperava coisas obvias como “Arquivo: Segredos da Viggo”, mas todas eram enumeradas com sequências   distintas. Teria que entrar uma por uma até encontrar, e só de pensar que seu esforço dobrou, ficou com muita preguiça. Além do mais, notara que tinha sido descoberto. Possuía um aparelho que impedia acesso ao seu IP para que não descobrissem sua localização e sua identidade, então não tinha com o que se preocupar. Pegou um pendrive e copiou o máximo de informações possíveis e saiu de seu programa.

Havia copiado um total de 170 arquivos e começou a pensar na possibilidade de desistir desse trabalho e copiar qualquer coisa do Wikipedia. Mas, infelizmente, estava devendo pontos em química e o seu professor tinha o humilhado na frente de toda a turma, jogando em sua cara que iria repetir de ano. Ele aceitou o desafio e com certeza seria o último a rir. Então, voltou ao processo e começou a ler os arquivos. Perdeu a tarde toda lendo sobre assuntos desnecessários para a pesquisa. Estava só no décimo quinto arquivo, faltando um total de cento e cinquenta e cinco pastas com, em média, quarenta páginas cada uma. 

Com as vistas cansadas, resolveu parar meia hora. Pegou o celular para olhar as hora e já se passavam das dezoito. Espreguiçou, esticando os braços para cima. Sentiu um alívio imediato em seus músculos que antes estavam enrijecidos. Levantou-se da cadeira, sentindo sua bunda doer de ficar sentado e resolveu ver o que tinha para comer. Ao abrir a geladeira, seus pensamentos foram desviados ao sentir em seu bolso, o celular vibrando. 

–Alô? – Prendeu o celular entre seu ombro e a bochecha, voltando a olhar para dentro da geladeira, procurando algum lanche que acabasse com sua fome. Viu ao fundo um sanduíche natural, daqueles embalados que são vendidos nas padarias. Pegou ele e a garrafa de coca-cola que já estava acabando. 

–Velho, onde você está? Estou te mandando mensagem à tarde toda. – Seu melhor amigo, Jhonatan, perguntava com a voz falhando do outro lado da linha. Como se estivesse correndo uma maratona. 

– Eae, estava fazendo o trabalho do corno.–Falou, referindo-se ao Sr.Tomás. – Perdi a tarde toda invadindo uma empresa e não consegui nada. Mas me conta aí, o que que pega? – Zeke estava de boca cheia por causa do sanduíche. Sentou no sofá e ligou a televisão, deixando em um canal de desenho. Sempre fazia coisas ao mesmo tempo, mas nunca conseguia prestar atenção nas duas. 

–Ainda me pergunto como você nunca foi preso com essas suas “hackeadas”. Mas enfim, estou com o pessoal aqui na Donalds e depois vamos pra casa da Lydia em uma festinha. Anima? – Donalds virou um ponto de encontro dos jovens que vivem no mesmo bairro que Zeke. É uma pista de skate fabricada, pois antes era o estacionamento de um McDonald’s abandonado. 

– Cara, não sei não. Eu realmente preciso fazer esse trabalho ou não vou passar em química. 

–Bem, faz um esforço. A Lydia quer ficar com você cara, não vai deixar essa oportunidade passar, não é? – Zeke assustou ao ouvir a notícia a respeito da Lydia. Ela é a menina mais sexy do colégio e Zeke vem dando em cima dela desde que se entende como gente.-Enfim, estamos combinando de ir lá as 20horas. Qualquer coisa aparece lá. 

Desligaram o telefone. Zeke viu que só tinham passado vinte minutos desde a hora que deu uma pausa na pesquisa. Ainda tinha no mínimo umas duas horas para continuar com a leitura. Voltou correndo ao seu quarto, determinado a encontrar o que queria. Desistiu de olhar página por página e apertou “control F” para achar palavras específicas. Procurou em cada arquivo por fórmula, funcionamento, desenvolvimento, produtos químicos, segurança, entre outras palavras, assim adiantando o processo. 

Depois de vários outros arquivos sem achar nada, finalmente encontrou algo que chamou sua atenção. Não tinha muito a ver com o assunto que queria, mas estava no parágrafo que tinha grifado a palavra “segurança”. Falava a respeito de uma instituição contratada para fazer a proteção da empresa física e alguns furtos de fórmulas dos cientistas das faculdades. Era assim que a Viggo conseguia mudar seus métodos, eles roubavam as ideias de outras pessoas. Mas um detalhe em si o deixou intrigado, em baixo dos nomes das pessoas que foram contratadas para essa função, havia varias fotos e uma Zeke sabia quem era. 

Na foto, estava uma menina com a cara séria. Ele conhecia bem aqueles cabelos aloirados e os tão marcantes amendoados olhos azuis, que traziam um ar frio, um pouco diferente do normal para si. Sua pele é alva, destacando em seu rosto suas sardas. Ficou chocado, sem entender mais nada. Aquela era a Amanda? Sua vizinha? A menina chata e insuportável que passou a infância toda implicando um com o outro? 

Automaticamente mandou imprimir essa parte em sua impressora, que estava apenas com tinta preta e branca. Instigado a descobrir mais sobre esse assunto, dobrou o papel e guardou no bolso de sua calça junto ao seu celular. Resolveu então que já era hora de ir para a festa, tomou um banho rápido e colocou o mesmo jeans com uma blusa nova. Passou sua colônia favorita da Ferrari e saiu a pé, sem perceber o movimento das cortinas na janela da casa ao lado. 


Notas Finais


Revisei o capítulo correndo, pois preciso sair e já estou atrasada(risos). Qualquer erro sintam-se livres para me corrigir. Espero que tenham gostado e já vou adiantar que no próximo capítulo dois personagens aprovados irão aparecer. Até lá!


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