História Escolha Você - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção, Se Eu Ficar
Tags Amizade, Amor, Dúvida, Escolha, Promessa
Visualizações 23
Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi bbs

Capítulo 4 - 4


Decidimos começar pelos brinquedos radicais, aqueles brinquedos que nos trazem um turbilhão de medo e euforia, o efeito após andar neles é como se estivesse andando no céu.

Montanha russa seria a primeira, nós sempre fomos conhecidos por termos gigantes e amedrontadoras montanhas russas, e bem, esta faz jus aos comentários.

O brinquedo possuía subidas e descidas que só de olhar causavam um certo pânico, mas o receio vinha mesmo nas espécies de rodas que ela tinha, ah, isso sim era de causar arrepios nos corações. 

Esperamos alguns minutos na fila e logo fomos encaminhados para os carrinhos. Para nosso azar, somos do primeiro.

- Maxon, não me deixe morrer.— America choraminga ao principe quando o carrinho começa a se movimentar.

Carter passou seu braço por cima de meus ombros e com a outra mão segurou a minha, tais atos me passaram segurança.

- Meu doce, eu te protegerei até meu último suspiro.— ele assegura — Pode confiar.

- Não diga como se fôssemos morrer.— ela resmunga.

Eles estavam em nossa frente e por isso não viam que eu sorria com aquela juras de amor, com a birra dela.

- Me proteja, Marlee.— Carter diz quando o carrinho começa a subir.

Não pude deixar de gargalhar, mas tudo parou quando começamos a descer com toda a força. Se eu não morresse do coração naquela hora, não morria por isso jamais.

Uma dose de adrenalina correu por minhas veias e eu senti um misto grande de emoções. A euforia do perigo, o medo de morrer, a felicidade de estar perto de pessoas que eu já considerava parte de uma família alternativa.

Eu gritei, nas subidas, nas descidas, quando viramos de cabeça para baixo.

- Carter, era para você me proteger !!! — exclamo, rindo.— Como pode ser um soldado medroso?

Maxon abraçou a cintura de América rindo.

- Digamos que meu amigo não tem muita coragem.— o príncipe brinca — Mas não deixa de ser um ótimo companheiro para a vida.

Carter ficou vermelho.

- Concordo com o príncipe.— Carter diz, baixo.— Sou um soldado, sim, mas não deixo de ser humano. Posso estar com medo, porém jamais de ir para a luta, mesmo com medo.

É, ele não tinha cara de não ir para a batalha por medo, me surpreende ele sentir medo. Carter tem uma face que demonstra força. 

- Ok, soldado e príncipe, temos que continuar andando.— Ames nos intereompe — Vamos andar no ciclope. 

O cíclope é um brinquedo que parece uma montanha russa, porém ele já começa lá de cima, ou seja, nós descemos ele de uma vez.

Então seguimos para o brinquedo.

- América, está se divertindo? Meu doce, tive um grande trabalho para planejar este passeio.— Maxon pergunta — Fiz de tudo para impressiona - la.

Ele estava do lado dela e eu do lado dele, a sua confissão o deixou enrubescido. 

- Darei minhas opiniões no final, nada de ansiedade, príncipe.— ela sorriu.

O brinquedo se mexeu e foi aí que começaram as gritarias e eu o frio na barriga, o medo, o calor, tudo junto e irônico.

Brincamos em mais outros lugares até que fomos para o nosso penúltimo lugar.

Carrinho de bate - bate.

Maxon bateu em todo mundo e América não encostava em ninguém, Carter tentava a todo custo fazer jus ao nome do brinquedo, porém não conseguiu tirar nenhum carro do lugar, e eu bem, eu escapei de todo mundo e bati em todo mundo.

Por último, fomos na roda gigante.

- Marlee, eu sei que você pode estar namorando e que posso levar um não...— Carter começa, porém eu o interrompo.

- Não tenho um namorado — a roda para e ficamos no alto.

A cidade estava mais linda, mais iluminada e lá de cima era possível apreciar as belezas daquele lugar.

- Isso facilita muito.— ele acaricia meu pescoço com o polegar.— Quer sair comigo novamente? Sabe, só eu e você. Eu não estaria como um guarda, eu só seria o Carter Woodwork, o cara com o semblante fechado mas que faz de tudo para fazer alguém feliz.

Encostei minha cabeça em seu peitoral coberto pelas camadas da roupa formal que ele estava vestindo.

- Eu nem me lembrei que você é um guarda, para falar a verdade.— confesso olhando em seus olhos — No entanto, aceito sair com você.

A roda voltou a girar.

- Quero ser a madrinha dos filhos deles. — escuto América dizer atrás de mim.

Resolvi não virar para trás e mostrar a língua, não queria mostrar meu lado infantil naquele momento lindo e delicado.

- Então desejo ser o padrinho.— Maxon afirmou.— Espero que sejam tão lindos quanto Marlee, porque se depender da beleza de Carter.

- Ele é muito bonito, sim, você que está com inveja.— Meri comenta.

Carter sorri.

- Sério?! Você só pode estar brincando.— Maxon resmunga.

- Tem como vocês pararem de brigar por causa da minha beleza e pararem de planejar meus filhos com Lee? — Carter indaga se virando para eles — Vocês combinam, são totalmente birrentos. 

Então ele se virou e tivemos que ir embora porque já havia acabado nosso tempo.

- Vamos leva -las para suas casas.— Maxon avisa.— Podem escolher se preferem ir de carro ou andando.

Dei de ombros.

- Não faço muita questão de ir de carro.— Meri diz.— Prefiro andando.

Concordo com a cabeça.

Fomos andando, Carter com o braço em meus ombros e Maxon e América com os braços entrelaçados.

Fomos conversando, nós quatro durante todo o caminho. Falamos de nossas profissões, sobre a minha viagem a trabalho, sobre ser norte americanos, sobre tudo.

- Alteza, foi um prazer sair com vocês.— me despeço do príncipe.

- Foi uma honra sair com vocês.

Ele voltou a conversar com Meri. 

Para resumir o jeito que ele olha para ela apenas duas substantivos, ternura e admiração.

- Ainda bem que você estava aqui, Woodwork.— falo — Não ia aguentar estar no meio dos dois.

- Nem eu, quando ele me disse que ia sair e me pediu para acompanhá - lo eu recusei, porém vim porque ainda é meu trabalho. Mas quando eu te vi, soube que meu trabalho me deu uma enorme chance de ser mais feliz.— conta sorrindo.

- Isso é ótimo.— digo, também sorrindo — Vou entrar, nos vemos?

Ele beija minha testa.

- Sim, em breve entro em contato para falar sobre o encontro.

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Estão curtindo? As opiniões são importantes para mim ^^

Bom domingo e bom começo de semana <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...