História Escolhas e consequências (Interativa) - Capítulo 2


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Categorias Originais
Exibições 24
Palavras 1.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


........

Capítulo 2 - Marinho


 Ana Beatriz Marinho //  7:10 //  Casa dos Marinhos.

Acordei graças ao som repentino e irritante do toque do meu celular, eu definitivamente preciso muda-lo. Ele estava na minha cabeceira antiga e cheia de arranhões do lado direito da minha cama, tive que virar para este lado já que estava do lado oposto. Ainda com os olhos fechados tentei achar o celular ainda tocando, não obtive sucesso e acabei derrubando o meu abajur. Infelizmente tive que abri-los com muita dificuldade, mesmo assim eles não estavam totalmente abertos. 

Peguei o celular e com um grande esforço para tentar ler o nome da pessoa responsável pela chamada. Finalmente consegui ler "Pai". Atendi:

- Alô...?- Eu disse com muita voz de sono.

- Querida? Eu te acordei?- Acho que ele estava sendo sarcástico.

- Magina... sim pai me acordou!

- Me desculpe, mas preciso avisa-la que chegarei tarde em casa... avise para sua mãe.

- Ta mais porque você está me avisando isso às...-  Parei de falar com ele para ver o relógio na cabeceira do lado esquerdo e... caramba! Já são 7:18! Tenho menos de 20 minutas para chegar na escola.- Meu deus estou atrasada!

- Achei que você já estava a caminho da escola...

- Não acabei de acordar...- Eu disse levantando da cama desesperada pondo minhas meias.- Vou ter que desligar beijos!

- Ta... não esquece que meu turno aumentou vou ter que ficar mais, avise para sua mãe!- Meu pai se chamava Roberto Marinho dos Santos. Ele era um medico que atuava no trauma (Basicamente os médicos que curam ou não os feridos de emergência.) bem sucedido que trabalhava em um hospital de um nome complicado que eu não sei pronunciar direito. Enfim.

- Ta não vou esquecer tchau!- Fui grossa o suficiente de desligar na cara dele impedindo que ele dissesse tchau ou bom dia sei lá. Foi sem querer eu juro. Ignorei isso pois passado é passado, não tem como voltar atrás para concertar seus erros, não voltamos no tempo. Sai correndo para o banheiro. Arrumei o meu cabelo o suficiente para que não parecesse que eu fui atropelada. Tirei meu pijama e rapidamente coloquei uma blusa branca com listras azul marinho e com uma âncora perto do meu coração. Coloquei um shorts curto, mas não tanto. E um tênis All Star velho que tenho a muito tempo. O único acessório que eu uso é um piercing no nariz.

Vou em direção a porta do meu quarto mas esqueço da minha mochila. Vou até a minha cama e me agacho para ver embaixo dela. Não tem nada.

- Merda...- Solto um palavrão.

Desço correndo pelas escadas... a sim... minha casa. Não é muito grande nem muito pequena. Digamos que é média. Mas do meu bairro é a maior. Mau pai prefere gastar seu dinheiro viajando, com a família ou sem, se não bastasse ele já ser ausente. Enfim, não quero entrar em muitos detalhes dela, só imagine uma casa... digamos normal, com todos os cômodos necessários. Vou direto para a cozinha tropeçando algumas vezes. Graças a Deus minha mãe já fez boa parte do café. Em cima da mesa há torradas, uma jarra com suco de laranja, frutas, que deveriam estar cortadas em cubos, já que minha mãe faz isso sempre. Ela estava de costas para mim, procurando alguma coisa nas gavetas:

- Onde a empregada pôs a minha faca favorita...

- Mãe, cadê minha mochila?

- Bom dia para você também...

- Desculpa, bom dia mãe. Estou atrasada.

- Percebi... Achei!- Disse ela levantando uma faca. Foi assustador e ameaçador, ela percebeu isso.- Perdoe-me- disse ela abaixando a faca.

- Então... minha mochila...

- A sim, está no varal, eu a lavei.

- Como assim?!Ela nem estava suja!

- Digamos que Bubbles a confundiu com a caixa de areia...- Bubbles... meu gato. Ele era lindo, todo branco com uma mancha circular quase perfeita em suas costas e outra em seu olho esquerdo, por isso o nome. O seus olhos eram escuros fazendo que seu olho esquerdo quase desaparecesse. Seu único defeito era que ele nunca cagava no lugar certo. Foi quase um desperdício de dinheiro comprar uma caixa de areia e uma cama, já que ele dormia comigo.

- Não acredito... Ontem a noite eu vi que ele usou a caixa de areia...

- Filha, sinto muito mas parece que ele preferiu usar sua mochila.

- Dane-se- Evito falar palavrão o máximo possível. Corri para a lavanderia e no meio do caminho consultei o celular para ver as horas. 7:27. Muito menos de 10 minutos para chegar na escola. Peguei a mochila ainda molhada. Guardei nela só o necessário, uma pequena agenda, um fichário, e um livro de literatura. Corri novamente para a cozinha peguei uma torrada e dois morangos (sim minha mãe corta morangos em cubos) ia sair de casa quando ela me impediu segurando meus braços.

Olhei para ela. Ela era muito parecida comigo, olhos claros, cabelo loiro, tamanho do nariz., altura. O que nos diferenciava eram algumas rugas no rosto e seus seios era maiores que os meus:

- Não vai sair daqui sem comer... o café da manhã é uma das refeições...

- Mais importantes do dia- Interrompi ela- Compro alguma coisa na escola.- Beijei sua bochecha e parti para a escola. Fui para o quintal vendo Bubbles em cima da cerca se lambendo. Quando passei pela calçada fiz um carinho rápido e brusco no animal, assustando-o. Felizmente a escola era apenas alguns quarterões depois da minha casa. Sai correndo que nem uma condenada para a escola. Depois de um tempo cheguei em segurança.

Minha escola. Depois do portão de entrada, você da de cara com uma enorme e exuberante árvore, suas folhas são laranjas, como as de outono. Alguns de seus galhos invadem o pátio central. Suas raízes provocam vários tropeços entre os alunos. Não sei o nome da árvore infelizmente. Do lado esquerdo da árvore existe um caminho que leva um pequeno bosque, propriedade da escola. Dentro dela exitem alguns bancos e 4 salas. A mais próxima da entrada do bosque é a de artes. Depois a mais bonita de todas é a de história, que lamentavelmente não temos muitas aula pois o professor não é nada bom. A sala menor é o laboratório, onde temos aula de química e a mais afastada é a de Geografia, que também não temos muitas aulas.

Do lado direito da árvore tem outro bosque com caminho também propriedade da escola. A noite esse lado fica assustador, bizarramente isso não acontece com o lado esquerdo. Neste lado tem 5 salas. A de Biologia e física, a sala de matemática (Geometria e Álgebra), a de Inglês e espanhol, a sala de informática e finalmente a de desenhos geométricos (que eu acho inútil já que é quase igual a geometria).

"Atrás" da árvore existe um grande prédio. Nele está a praça de alimentação ( Fica no primeiro andar que não á paredes) No segundo andar tem a sala do diretor Pinchard, no terceiro andar a secretaria e no quarto ninguém sabe o que há pois está interditado.  No caminho que leva ao prédio está cheio de armários, que são protegidos por um telhado de vidro. Se chove, você está ferrado pois no bosque não há proteção, só as árvores. Dou um pequeno suspiro:

- Cheguei na hora.- Não tenho muitos amigos na escola ou em qualquer lugar. A maioria das festas que eu vou é por parte de família. O som agudo de um microfone me assusta e a maioria das pessoas ao meu redor.

- Atenção alunos- A voz de um auto falante ainda está aguda e com alguns ruídos, de repente há um minuto de silêncio com esse ruído perturbador.- Melhorou? Ok... Alunos hoje recebemos 2 novos professores que irão substituir os de História e o de Geografia. respectivamente Snow Hot e Belinda Horvest. E de alunos iremos receber mais 6 alunos novos. Obrigado e tenham um bom dia de aula:

-Ótimo, o que eu mais precisava era pessoas novas. Certo tenho aula de História agora vamos ver como é esse professor novo... Srnow Rut? Swow Fot? Snow Hot... sei lá.

- Ta falando sozinha?- Disse um menino alto com cabelos de um castanho claro levantados por um leve topete. Seus olhos eram de uma cor de mel, ele parecia ter uns 19 ou 20 anos. Basicamente minha escola aceitava alunos de até 25 anos.

- Sim... eu... falo sozinha para descontrair.

- Legal, você é uma das alunas novas?

- Não... Sim... Não...

- Pera como assim?

- Eu mudei de escola ano passado mas esse ano eu voltei... 

- Você é mais ou menos uma aluna nova em Special College.

- Mudaram o nome da escola?- Eu perguntei confusa.

- Sim... a árvore central impediu que um aluno se matasse. Por esse motivo o Diretor Pinchard achou a escola "Especial".

- Que horror. Bom estou atrasada para a aula.

- Ok espero te ver novamente...-  Sai correndo sem ao menos perguntar seu nome. No meio do bosque escutei um barulho esquisito. Parei de correr um instante. Estava tensa. O barulho a minha volta era suave, a brisa balançava as folhas da árvore delicadamente. Novamente o barulho estranho Ele vinha de trás de uma árvore com tronco grosso. O som parecia um gemido suave de dor. Alguém poderia estar ferido.

A: Ana Beatriz deve investigar o som.                                             B: Ana Beatriz deve seguir em frente e pedir ajuda a um professor.

LER NOTAS FINAIS


Notas Finais


Bom, os personagens ainda não foram preenchidos mas a ansiosidade nn deixou. Vou esperar mais um pouco para continuar a história amanhã irei ver se mais alguém escreveu, se não eu crio os personagens restantes.


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