História Escolhas Irreversíveis - Dramione - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags 4ever, Amigos, Blinny, Clichê De Leve, Dramione, Hogwarts, Marca Negra, Santo Potter, Sem Avadas, Surprise, Theboywhonochoice, Tio Voldy
Visualizações 181
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mores!

Sei que disse que postaria aos domingos. Mas, resolvi ser uma mocinha do bem e vir aqui um dia antes hahaha.

Quero agradecer pelos comentários do capítulo anterior, sério, responderei à todos e agradeço de coração pelo incentivo! Também quero agradecer às favoritações. Eu piro cada vez que chega mais um leitor para embarcar nessa comigo!

Espero que gostem tanto quanto eu. ❤

Capítulo 6 - Welcome To Purgatory


19 de Outubro de 1996.


Draco corria desenfreadamente, derrapando a cada curva de cada virada de corredor. Estava mais do que atrasado, na verdade havia perdido as duas primeiras aulas de Feitiços. Nunca dormiu tanto como naquela manhã, consequências de um sono turbulento. Depois de dias sem sonhar com absolutamente nada, Draco teve um horrível pesadelo no qual sua mãe era torturada por alguns Comensais para logo em seguida ser devorada viva por Nagini.

Ofegante, Draco subiu a última escada para a aula de Runas Antigas. Ele parou em frente a porta fechada da sala de aula e encostou-se na mesma tentando recuperar o fôlego. Poucos segundos se passaram quando de repente a porta se abriu fazendo-o perder o equilíbrio e quase cair no chão. O som de risadas encheu seus ouvidos e Draco grunhiu com irritação. 

— Pretendia passar a aula inteira do lado de fora, Sr. Malfoy? — a voz da professora se sobrepôs aos risos.

Draco virou-se devagar, passou os olhos pelos poucos alunos da sala e para sua surpresa Hermione Granger era um deles, teve de reprimir um revirar de olhos quando os olhos dela cruzaram como os seus. Quando se increvera para a aula de Runas na terceira semana de aula - depois de ponderar bastante se conseguiria dar conta -  não lembrou-se de checar os nomes de seus colegas de classe. Ele não queria "conviver" com Granger mais do que o necessário. Agora oito de suas dez atividades escolares eram com ela em sua turma. 

— Desculpe. — Draco murmurou a contra gosto, tentado a correr dali e ir direto para a sala de Dumbledore implorar para que tirasse seu nome de Runas. 

Pensar no diretor agitou o estômago dele.

Apesar de ter vários lugares vagos, Draco se encaminhou para a mesa em que Granger estava. Ela tornou a olha-lo quando ele se aproximou e uniu as sobrancelhas enquanto o observava puxar a cadeira e sentar-se. 

— Não sei se reparou, Malfoy, mas há várias mesas desocupadas pela sala. — ela comentou acre.

— Não sei se reparou, Granger, mas eu tenho olhos. Dois, aliás. — retrucou em sua voz arrastada. 

Ouviu um suspiro impaciente mas não a olhou.

— Você não vai sair?

— Não é obvio? — ele disse em uma imitação ridícula da voz dela, ambos lembrando-se daquele fim de tarde na Torre de Astronomia em que ela lançara essas mesmas palavras a ele. 

— Se isso é algum tipo de vingança lamento decepciona-lo, eu também não vou sair daqui. 

Draco deu de ombros, sem se atrever a olha-lá. Sentou-se ao lado dela por uma única razão, e por essa mesma razão ele não queria olha-la assim, tão de perto. Draco queria provar a si mesmo que Granger não era atraente aos olhos dele. Esse tipo de coisa nem devia estar rondando seus pensamentos. Era insano, no minimo ridículo; afinal, se tratava de Hermione Granger. As imagens dela rindo com a Weasley e alguns dias depois vermelha de raiva no campo de Qualdribol se intercalavam em sua cabeça. Passou a semana inteira observando-a de longe, e a culpa era toda de Blásio!

Houve um instante durante a aula em que a olhou de soslaio. Era para ser breve, só aquela olhadinha, não machucaria ninguém. Mas depois disso não conseguiu parar de olhar, um impulso que Draco odiou assim que se viu sem controle. Para a sorte dele ela estava completamente entretida em seu silabário, mordia a boca enquanto folheava, correndo os olhos página por página. Inconscientemente seus olhos se focaram ali, nos dentes dela cravados em seu lábio inferior. 

— Algum problema? — ela perguntou sem tirar os olhos de seu dever.

Draco quase perdeu o ar por ter sido pego.

Droga, droga, droga!

Vasculhou seu cérebro a procura de uma resposta sarcástica, mas não chegou a verbalizar nada. Uma dor lancinante percorreu seu antebraço esquerdo, Draco empalideceu, o ar se prendeu em seus pulmões e ele se curvou sob seu corpo, encostando a testa a mesa. Não conseguia pensar em mais nada a não ser na dor, esperava que ninguém percebesse e que ele não estivesse urrando. Seu coração acelerou, sua pele parecia em chamas, aquilo não ía passar?

— Malfoy? — ele escutou a voz de Granger, não clara como deveria, apenas um eco fraco.

Sentiu alguma coisa em seu ombro mas não conseguiu identificar o que era. Cerrou os dentes tentando controlar os espasmos que ameaçavam vir. Com a mesma rapidez com que veio a dor cessou. Draco ergueu a cabeça, seus olhos encontraram primeiro Granger que o encarava assustada, a mão dela em seu ombro; do outro lado de sua cadeira a professa estava abaixada com ar de preocupação.

— Você está … — ela começou em um murmúrio apreensivo. 

— JÁ DISSE PARA NÃO ME TOCAR SANGUE RUIM! — Draco rosnou.

Em um rompante ele se levantou como se tivesse levado um choque, derrubou a cadeira com um estrondo e tropeçou nos pés da professora, que também se levantou com rapidez.

— Não vou permitir esse tipo de comportamento em minha sala de aula! Peça desculpas a Granger imediatamente! 

Hermione o fitava sem esboçar reação, perplexa de mais para dizer qualquer coisa. Draco não conseguia respirar direito, não conseguia pensar, sua visão tingiu-se de vermelho e as palavras escaparam sem o menor pudor. Sua ira não era para ser direcionada a Granger. Mas era ela quem estava ali ao lado dele, anparando-o, assistindo de camarote o tormento que sua vida seria dali em diante. Seus olhos estavam nela, vergonha e algo a mais se apossoram dele, e sem aguentar encara-la mais um segundo sequer Draco saiu as pressas da sala de aula deixando apenas silêncio para trás.

Malfoy se enfiou no primeiro armário de vassouras que encontrou. Arrancou sua capa e a camisa rapidamente, pegou sua varinha e esticou seu braço esquerdo.

Revelium! — sussurro tocando com a ponta da varinha o local que ardia. 

A marca negra surgiu aos poucos, tão viva e assustadora como da última vez em que teve coragem de encara-la. Ele sabia o que a dor significava, Voldemort deu inicio e pressão.

O "bem vindo ao purgatório" estava dado.


. . .


Draco caminhava a passos rápidos pelos corredores de Hogwarts. As mãos em seu bolso ainda estavam trêmulas, seu olhar estava perdido, ele não registrava nada e nem ninguém que passava por ele. Estava tentando a todo custo não pensar; não lembrar; não sentir. Só queria chegar o mais rápido que pudesse a Sala Precisa. Subiu as escadas para o sétimo andar de dois em dois degraus, ansioso para se ver sozinho. Quando estava prestes a alcançar o corredor com a tapeçaria de Barnabás um ruivo raivoso chegou por suas costas e entrou em sua frente, bloqueando seu caminho e fazendo-o parar.

— Você vai pedir desculpas para a Hermione. — ele sibilou. 

Claro que o Cenoura Ambulante sabia o que havia acontecido, Granger e sua boca aberta deve ter corrido como uma menininha chorona para contar aos seus "defensores" o quão malvado ele era. 

— Saia do meu caminho, Weasel. — Draco disse com os dentes e os punhos cerrados.

— Não vou sair! Você acha que pode sair por aí dizendo o quer para as pessoas só por causa do seu dinheiro e do seu "sangue" podre, mas não pode! — Weasley estava vermelho, sua voz subindo conforme colocava as palavras para fora. 

Por um segundo Draco se questionou sobre a realação do Weasley com ela. Ele não devia estar tão ofendido assim, devia? Nem mesmo Granger tinha revidado e Potter não estava com ele, o que era estranho, os dois eram quase siameses. 

— Por acaso esta comendo sua amiguinha, Weasel? — Draco disse com deboche, rindo pelo nariz.

Sem aviso, o punho de Weasley acertou seu rosto em um soco. Draco cambelou para trás, levando a mão ao maxilar, uma linha de sangue escorreu por seu queixo e seus olhos faíscaram perigosamente para o ruivo.

— Eu vou arrancar sua cabeça do pescoço! — grunhiu.

— Diga qualquer porcaria parecida com isso de novo que eu vou arrancar a sua cabeça do pescoço! — replicou o Weasley. 

Em seguida passou por Draco esbarrando em seu ombro, rumando para o caminho que o trouxe. O loiro virou o rosto e cuspiu sangue no chão.

— Vou acabar com a raça desse maldito! — rosnou consigo mesmo.


. . .


— Granger! — Draco chamou assim que a avistou. Hermione que estava sentada no deque do Lago Negro virou o rosto surpresa enquanto ele se aproximava em passadas rápidas. Ela tinha um livro aberto em seu colo, a varinha acesa em uma das mãos e as pernas penduradas para fora do deque.

— Não sabe se defender sozinha? Que Grifinoria de merda você é. 

Hermione uniu as sobrancelhas e se colocou de pé no mesmo instante em que Draco parou a poucos metros de onde ela estava.

— Veio aqui berrar mais um pouco comigo? — ela cruzou os braços, sua voz contida. 

— Vim dizer para controlar o seu namoradinho se não quiser enterra-lo aos dezesseis!

disse. Agora pode ir e me deixar terminar de ler em paz. — Granger disse com um quê de impaciência em sua voz.

— Então é verdade? — Draco incitou impulsivamente, se amaldiçoando internamente no mesmo segundo. 

— O que é verdade ? — ela quis saber.

— Sobre o Weasel e você. — respondeu com asco.

Hermione suavizou as sobrancelhas imediatamente, percebendo o que ele estava querendo dizer. 

— Isso não diz respeito a você. — sua voz saiu em um sussurro, suas bochechas corando levemente. 

Draco endureceu. Ela estava com razão, não era da conta dele.

— Esta avisada. 

Dizendo isso ele lhe deu as costas e saiu em direção ao Castelo. A raiva do Pobretão dando lugar a raiva de si mesmo. Onde estava seu bom senso? Ele não sabia porque diabos tinha perguntado aquilo, simplesmente escapou, sua boca acabou sendo mais rápida e ele não conseguiu segurar.


. . .


Draco se lançou no sofá do Salão Comunal de sua casa, colocando as pernas cruzadas sob a mesa de centro. Encarou as chamas da lareira e se concentrou apenas no estalar da madeira sendo queimada. Era um som bom, quase reconfortante. Fazia com que se lembrasse de sua casa em tempos mais alegres, quando ele era apenas um menino e sua única preocupação era saber voar em uma vassoura. 

— Quer conversar sobre isso? — a voz de Pansy o arrancou de seus pensamentos e ele virou o rosto para olha-la.

— Sobre o que? 

Ela estendeu a mão e acariciou o rosto de Draco do lado direito, bem onde ele havia levado o soco do Weasel. Ele permaneceu imóvel, apenas seus olhos acompanhado a mão dela subindo e descendo em seu maxilar. Nunca sabia como reagir quando ele era carinhosa com ele. 

— Não. — ele disse simplesmente. 

— Estão todos comentando. — ela contou em voz baixa, como se não quisesse irrita-lo. — Sobre o que houve em Runas Antigas e depois no sétimo andar. 

— Eu quero que se dane. 

Pansy recolheu sua mão apenas para se empoleirar ao lado dele no sofá. 

— Vai deixar que digam que você não se defendeu do Weasley? — ela o olhou com descrença. 

— Eu não quero azarar você, Pan. Mas se não calar essa boca serei obrigado. — murmurou. 

Pansy se retraiu por um momento, mas logo viu em suas palavras uma oportunidade para se aproximar de outro modo. Rapidamente subiu em seu colo, encaixando suas pernas de ambos os lados de Draco, que arqueou uma sobrancelha para ela. 

— Você me disse para calar a boca. — ela deu de ombros abrindo um sorriso malicioso. 

Draco a encarou por alguns segundos, ponderando brevemente sobre deixar ela avançar ou não. Porque não acabar aquele péssimo dia com uma transa? Enroscou sua mão nos cabelos curtos e sedosos de Pansy e aproximou seu rosto do dela. Não havia mais ninguém ali, e embora a qualquer instante alguém pudesse aparecer nenhum dos dois se importava. 

— Eu duvido que consiga se manter calada. — Draco desceu seu rosto até o pescoço dela, inspirando seu cheiro. Pansy estremeceu em seus braços e pressionou seu sexo contra o dele, sentindo-o duro. Sua boca passou para orelha do loiro onde ela mordiscou o lóbulo e sussurrou:

— Eu posso gemer baixinho. Não posso? 

Draco chupou a pele do pescoço dela, apertando-a contra si. Quando vindo do nada uma lembrança invadiu seus pensamentos, como um raio, veloz e ainda assim, destruidor. Granger com a mão em seu ombro, sua voz preocupada tentando alcança-lo dentro de si mesmo para saber o que estava acontecendo com ele. Piscou para se livrar da imagem, não queria recordar aqueles segundos terríveis, não queria pensar na dor ou em Granger sondando-o. Desceu as mãos para a bunda de Pansy escorregando-as por de baixo da saia da morena. Passou os dedos para a calcinha e a puxou para o lado, logo em seguida deslizou dois dedos pela abertura molhada de Pansy, que suspirou.

— Você pode tentar. — Draco respondeu maliciosamente e colocou os dedos para dentro dela.


. . .


Aquele era o último lugar em que Draco queria ir. Mas lá estava ele, parado defronte a sala de Snape, tentando se convencer a ir embora. Seu padrinho sempre teve bons conselhos a lhe dar, embora tendesse a ser um pouco cruel com suas palavras as vezes. Ele queria se virar sozinho, ele era capaz disso; mas não era uma questão de querer estar ali e sim de precisar estar. Bateu na porta uma, duas, três vezes e nada. Estava prestes a bater pela quarta vez quando a porta se abriu e Snape colocou-se na soleira. Sua expressão passou de zangada para surpresa em um segundo ao constatar quem era.

— Não deveria estar em sua cama? Já passou do horário de se recolher. — Snape observou.

— Será que eu posso entrar? 

Snape abriu um pouco mais a porta dando passagem para Draco. Aquela era a terceira vez que ele ía até os aposentos de seu padrinho, sendo que a última havia sido em seu terceiro ano. Os móveis ainda estavam no mesmo lugar em que se lembrava, a sala era escura, combinava com a mobilha. Tudo o que não era de mogno era de um marrom bem escuro, quase negro. Draco se encaminhou para o sofá de couro próximo a lareira e sentou-se. Não sabia bem como começar. Escutou a porta ser trancada e por um segundo cogitou sair de lá, sabia o que viria assim que abrisse a boca e não era de um sermão que precisava naquele instante. Snape caminhou para onde Draco estava e se sentou em uma poltrona ao lado do sofá, seus olhos escuros analisando-o com desconfiança. 

— Então, a que devo a inoportuna visita? 

— Eu não posso ter ele na minha cabeça. — disse rapidamente, sua voz trêmula. — Não consegui dormir pensando que pudesse acontecer de novo e …

— O Lord das Trevas invadiu sua mente? — Snape uniu as sobrancelhas.

— Não exatamente. A marca negra, ela … Doeu como o inferno! — Draco admitiu encolhendo um pouco os ombros. 

— Acontecerá com mais frequência do que imagina. É normal o Lord dasTrevas se manifestar através da marca. Isso não quer dizer que ele está se comunicando especificamente com você. Chá? — ofereceu levantando-se, sua capa ondulando ao seu redor com a rapidez de sua passagem. Draco se colocou de pé e o seguiu.

— Não quero chá. Quero respostas. De preferência uma que faça sentido. — disse irritando-se. 

Snape adentrou outro cômodo de sua "sala", uma especie de cozinha, sofisticada de mais se comparada ao cômodo anterior. Parou em um pequeno balcão acenando sua varinha em direção a uma chaleira, fazendo-na levitar e uma chama se acender abaixo da mesma.

— A dor é inevitável. Tudo o que posso dizer é que deve aprender a conviver com ela. Ele usa a marca como uma invocação, quando um de nós é convocado a ir até ele todos os outros sentem um eco da dor. 

— Um eco? — Draco riu sem humor algum — Eu disse que doeu como o inferno e você diz que aquilo era um eco da dor de outro maldito Comensal?! 

— Creio que saberá quando o Lord estiver convocando-o. Quanto a dor não há o que fazer. — Snape o olhou brevemente, para logo em seguida pegar sua chaleira e virar o conteúdo em uma das xícaras. — Chá? — tornou a oferecer, sua voz transbordando acidez e impaciência.

Draco bufou com raiva e deu as costas a seu padrinho, caminhando furiosamente para a porta por onde entrou. Saiu batendo a porta atrás de si e rumou de volta ao Salão Comunal da Sonseria. Ele esperou por um sermão, torceu por um conselho, cruzou os dedos por uma solucão. Mas que droga era essa? Snape não lhe deu absolutamente nada! Para Draco as palavras dele nada disseram, só serviram para deixa-lo ainda mais irritado. Não bastava todos os cochichos sobre a prisão de seu pai, agora além de Potter ele teria que suportar todos os outros comentando sobre ele "supostamente" ser um Comensal da Morte - mesmo que fosse verdade, aturar as piadinhas e os apelidos como: Filhote de Comensal, não era algo de que gostasse. Não queria ninguém sondando sua vida, supondo coisas sobre ele, nem nada assim. Nunca quis ser o centro das atenções; pelo menos não dessa maneira.


Maldito mestiço que o submeteu a isso! 


Draw the line up

Don't take no more time up

Make your mind up

I need you to make your mind up.



Notas Finais


Mereço aqueles comentários de tirar o ar ? hahaha como eu amo cara; escrever, ler o que vocês escrevem p mim, é tão bom! Quero agradece à cada um de vocês, até mesmo aos leitores fantasmas hahaha, sem vocês todos isso aqui não seria possivel!

A música é da minha musa Halsey: Now or never.

Tradução:
Trace um limite
Não demore mais
Faça sua escolha
Preciso que você faça sua escolha

É isso amores.

Valeu pelo carinho e apoio. ❤


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