História Escolhida Para Morrer - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grand Chase
Tags Epm
Exibições 15
Palavras 1.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


nya >.<

Capítulo 10 - Feriado, Festa, Bagunça .-. II


Fanfic / Fanfiction Escolhida Para Morrer - Capítulo 10 - Feriado, Festa, Bagunça .-. II

Dio POV's on

Quem diria, a garota que eu amo, sentada nua no meu colo, dançando e rebolando ao som de uma música erótica e eu não podendo falar nada, não reagir, a não ser por alisá-la com as mãos. Rey rebolava, me levando a loucura, era complicado, mas, isso não está certo, ela fazer isso comigo, tem que ter troco, não existi essa de me provocar e eu não revidar, mas admito que não queria que isso acabasse nunca, ela estava sentada de frente pra mim com as pernas abertas, olhando nos meus olhos ela se mexia de forma sensual, de vez em quando eu conseguia roubá-la um beijo, segurava com a mão esquerda a sua cintura e com a direta a bunda, era macia e dura, como disse ela fez a cauda voltar, e passava a mesma por todo meu corpo, colocando-a por baixo da minha camisa, acariciando meu membro por cima da roupa, tudo aquilo, era uma verdadeira loucura.

Minha felicidade durou pouco, quando a música acabou, ouvimos Elesis dizer:

- Belo show. - Todos aplaudiram histericamente.

- Isso é vergonhoso, então por favor não contem a ninguém. - Rey falou aquilo com um sorriso envergonhado. - Tô tão cansada... haaaarf - Bocejou e percebi que realmente estava exausta. - Mas vou ficar ainda mais.

Já eram 4:20 da manhã e todos ainda estavam acordados, ninguém tinha ido embora, nossa turma resolveu ficar na casa da Lin durante o feriado, até mesmo Lupus, que já tinha resolvido as coisas com Lin e agora estava agarrando-a em algum lugar da casa.

- Ei Rey! - Gritei entre as pessoas e a música alta da pista que voltara a ativa.

- Oi Dio! - Ela estava com uma cara cansada. - Eu to morta de sono!

- Percebi que tá cansada... - Pensei um pouco e perguntei. - Posso?

- Fica a Vontade! kkkkkk

A peguei no colo e a levei até o quarto de hospedes no final do corredor no segundo adar, o quarto era uma suíte bem grande, tinha uma cama de casal, um Guarda-Roupa e uma escrivaninha. Pus Rey na cama e a mesma estava um tanto alucinada, estava com as costas sobre o colchão com as pernas pro ar, balançando-as a partir do joelho de forma animada.

- Rey para com isso você não tá de calcinha! - Adverti.

- Fala isso como se não tivesse acabado de me ver nua na pista. - Agora estava sentada e me olhava séria.

- A-ah... hum... i-isso não tem nada a ver! - Estava gaguejando por quê!?

- Não gostou? Posso melhorar... - Falava com um sorriso malicioso, se aproximando e colocando seus braços em volta do meu pescoço, não me segurei e segurei em sua cintura e a beijei.

Aquela boca doce e inexperiente me enlouquecia, esse rosto de anjinha com esses olhos verdes alucinantes, tudo nela era perfeito, ela era perfeita, ela era a minha amada. A levantei um pouco e a deitei na cama e me deitando ao seu lado, ainda não estava na hora, ela não estava em sua perfeita consciência, e talvez poderia me odiar de manhã, então simplesmente me deitei ao seu lado e a abracei, e em poucos minutos, ela dormiu no calor dos meus braços. 

Rey POV's on

Não estava entendendo muito bem, não sei com quem, não sei como, não sei por quê, mas sei que alguém me levou para um quarto, mas não se aproveitou do meu estado insano, mas me deu carinho, abraços e me deixou dormir em seus braços, essa pessoa, é com certeza, uma das melhores que já conheci.

Acordei as 8:30 da manhã e vi que, a pessoa que tanto me demonstrou afeto, era o Dio, quem diria hein? Um asmodeus como ele ser tão carinhoso com uma asmodiana como eu, admito que agora que conheci seu lado fofo, achei que eram sonhos.

Comecei a pensar em tudo que aconteceu na noite anterior, inclusive aquela dança, aquela dança realmente foi uma das coisas mais loucas que já fiz, do tipo que eu nunca vou esquecer e que não vou poder nem sonhar em contar aos meus filhos, JAMAIS!

Percebi que ele estava preste a acordar e dei um largo sorriso, por algum motivo bem estranho e com certeza sobrenatural, me apaixonei por esse louco deitado a minha frente em uma noite estranha e diferente.

Dio POV’s on

Abri os olhos devagar e percebi que Rey estava acordada me fitando com um belo sorriso, corei levemente e lhe disse:

- Bom dia Rey.

- Bom dia Dio. – Ela queria se levantar, mas a puxei de volta para se deitar ao meu lado.

- Fica só mais um pouco, por favor. – Fechei  os olhos e pensava sobre o que a mesma poderia dizer, eu não queria que ela saísse dali.

- Mas eles devem estar nos esperando para tomar café. – ela tentava se levantar e eu não deixava.

- Eles podem esperar.

Passando-se 10 minutos ela falou:

- Dio posso te fazer uma pergunta? – Falava querendo se levantar.

- Fique a Vontade. – Respondi indiferente.

- Por que tudo isso? Por que queria que eu ficasse mais um pouco? -   Me fitava confusa enquanto eu levantava e ia em direção a porta.

- Nada que para você possa ser importante. – Atravessei a porta e fui em direção a cozinha.

Rey POV’s on

Voltou a ser arrogante, mas agora isso já não fazia tanta diferença, resolvi descer para tomar café, já em pé fui até o Guarda-Roupa e peguei um vestido branco com decote em “v” e pus em minha cintura um cinto dourado de rena, atravessei a porta e segui pelo longo corredor até as escadas que levavam a cozinha.

Quando cheguei me deparei com Dio comendo um Rocambole doce sentado sozinho à mesa, fui em direção ao fogão para fazer um café ( sim senhores eu cresci com muitos mimos mas ninguém me tirava da cozinha). Peguei no armário, com muita dificuldade inclusive, o café e o coador, me esquecendo por segundos do açúcar.

Tomei o café fitando a face de Dio assim como o mesmo me fitava quase sem piscar, encarando-me de forma estranhamente psicótica até que quando fui lavar o que tinha sujado o ouvi falar.

- Eu vou lhe responder o que me foi perguntado, mas só depois, talvez amanhã, isso vai depender de outras coisas. – Falou calmamente ao meu lado lavando o que sujou também, e ao terminar ficamos encarando um ao outro, porém sem ódio.

- Que outras coisas? – Perguntei um tanto curiosa.

- Vai saber, mas não será hoje.

- Assim você me mata de curiosidade! – Fiz bico.

- Você fica fofa quando tá com raiva. – Falava calmo e sereno e eu corando e envergonhada.

O senti se aproximar bem devagar segurando em minha cintura e depositando um beijo calmo em meus lábios, aquela mesma boca que me fazia delirar, era quente e suave do tipo de beijo comportado mas selvagem, isso sim era uma coisa deliciosa.

- Tô atrapalhando os pombinhos? – Essa vaca ainda me paga por dizer essas palavras.

A partir desse momento eu com certeza vivi com um ódio mortal por essa garota, estragar um momento desses deveria ser pecado alguém manda ela pro inferno! Maldita seja você, Edel.


Notas Finais


e.e


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