História Escolhida Para Morrer - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grand Chase
Tags Epm
Exibições 13
Palavras 1.207
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Melhooooores caps

Capítulo 11 - Tempos após tempos


Fanfic / Fanfiction Escolhida Para Morrer - Capítulo 11 - Tempos após tempos

Rey POV’s on

- Atrapalhei os pombinhos? – Edel dizia com um sorriso satisfeito.

- O que você tá fazendo aqui? – Perguntei de forma desconfortável. – Devia tá na cama “se pegando” com algum idiota. – Provocava.

-A olha quem fala, a garota que deu pra 3, seria legal se você calasse a boca putinha. – Edel agora me olhava satisfeita e maliciosa.

- Devia se olha no espelho, não fui eu a garota que por vontade própria transou com o próprio irmão, e querida se olha você que é a puta aqui. – Falei elevando o tom de voz.

- Acho melhor fechar a boca, ou vai perder o emprego no bordel. – A mesma estava com uma faca na minha garganta e estava a minha frente.

- Vamos ver qual é mais rápido? – Saquei um Calibre 38 de um suporte que eu mantinha por baixo do vestido. – Acha mesmo que depois de ser estuprada eu iria andar por aí de mãos abanando?

- Peraí, peraí eu não tô entendendo nada! – Dio estava confuso e estava ao meu lado esquerdo. – Ela acha que você é uma puta por ser estuprada, enquanto a mesma tinha consciência que tinha transado com o irmão, então ela quis te matar e você sacou uma 38 de baixo do vestido, onde tava isso!?

- Depois explico Dio. – Disse sorrindo de lado.         

- Own que fofo, mas agora será que vamos resolver o que começamos? – Edel estava muito arisca, não parecia ela de verdade.

- Acho melhor tirar as mãos da minha irmã. – Azin vinha descendo as escadas.

- Ela que me ameaçou. – Continuávamos nos fitando e em posição.

- Tudo bem, vamos fazer isso de outra maneira, uma luta amistosa, quem for ao chão primeiro será a perdedora, sem interrupções e somente de básicos. – Falei com cara de vitória.

- Aceito. – Falava serrando os punhos ainda em posição. – O que ganha o vencedor?

- Façamos assim, o perdedor tem que cumprir uma única ordem do vencedor, não importa qual seja. – Falei com olhar desafiador. – E vamos fazer isso em Ernas, aqui não é muito seguro.

- Feito.

Chamei um velho amigo meu de Ernas, era a Lebre de 25 de Março, que abriu um portal para Ernas e nos convidou para entrar, antes de entramos no campo de batalha no Castela de Cazeaje em Ellia tivemos de tomar um chá que nos deixa apenas com os poderes naturais, tirando ataques especiais e etc.

Nos vestimos com as armaduras padrões, eu já era Princesa de Elyos enquanto Edel ainda era Capitã, quando entramos pegamos nossas armas, eu tinha uma alma da Guerreira prestigiosa que lutou na guerra de Calnat, para mim seria fácil derrota-la.

Quando soaram o alarme de ínicio, me lembrei que ninguém havia avisado para o resto que estaríamos aqui, agora não era hora disso, Edel corria em minha direção veloz e selvagem, me lembrei dos portais que aprendi a invocar quando criança, fazendo que um se abrisse a frente da minha Eddles e girando para tonteá-la deixando-a a minha frente e bastante tonta, aproveitei a chance para atacar lhe lançando fortes esferas de energia negra vindas da Eddles.

Edel se irritou e correu novamente em minha direção, eu me teleportei e invoquei uma cadelinha bem mal humorada que vivia em uma casa em Elyos, a garota pouco se importou e continuou a avançar sem medo, me acertando alguns golpes por traz das costelas me deixando com pouco ar, agora é pessoal, me teleportei para suas costas e a prendi em um dos portais por tempo suficiente para deixa-la sem ar a soltei em que a mesma caiu no chão porém ainda de pé, cambaleando por algum tempo até perceber que ao me teleportar, criei uma esfera a minha volta lançando-a longe onde a mesma caiu no chão, a vitória era minha.

- Gostou do jogo queridinha? – Falei vitoriosa.

- Isso ainda não acabou. – Ela estava furiosa.

Ao virar as costas, Edel cortou por traz as minhas pernas e o braço esquerdo, a mesma vinha rapidamente até mim que estava no chão sangrando muito, provavelmente ela cortou uma artéria, ainda bem que não posso morrer por falta de sangue boa vantagem de ser asmodiana é que tudo que você corta no seu corpo, não demora mais de 10 minutos para cicatrizar.

Ela continuava vindo até que percebi uma foice que vinha do lado oposto do campo, Dio a segurava a frente de Edel impedindo-a de continuar, Azin foi ao seu encontro e retirou um medalhão com o brasão real da família Frost e Edel foi ao chão inconciente.

- Esse medalhão é amaldiçoado, é a quarta vez que ela o usa e que machuca alguém e principalmente, sai três vezes mais machucada, desculpe. – Azin me explicava e ao pedir desculpas com uma reverencia continuou – Sorte que Dio a parou ela ia te partir em duas, você estava de costas e indefesa, nenhuma magia iria te proteger.

- Obrigado Azin. – Agradeci.

- Obrigada peste. – Dio falou rindo um pouco o que nos fez rir também.

- Asmodeuses, sempre com esse humor infernal. – Agora riamos mais com o comentário de Azin.

- Acho melhor voltarmos agora para a dimensão terrestre, devem estar preocupados. – Adverti.

- Consegue andar? – Dio me perguntou, e percebi que mesmo estando com os cortes das pernas cicatrizados, não conseguia andar, a dor era imensa.

- Não consigo andar ainda. – Disse receosa.

- Eu te levo, Azin vai levar Edel a um Médico. – Dio me fitava sorridente.

- Não consigo voar também.

- Ela te acertou?

- Não, mas acho que aquela espada estava envenenada, não consigo nem camuflar a forma Asmodiana.

- Quer que eu te leve para casa ou para o Hospital Especializado em Problemas Mágicos ( HEPM)?

- Não precisa acho que vou ficar bem. – Afirmei

- Tem certeza? – Precionava.

- SIM EU ESTOU BEM! – já estava sem paciência, mas logo apaguei de alguma forma, minhas forças não foram suficientes para me manter acordada após o stress.

Acordei novamente no quarto de hospedes do templo mas dessa vez eu estava sozinha na cama pois Dio olhava distraído janela a fora, o local era como a minha casa, quando se olhava pela janela só se via árvores e um belo por do sol.

- Quanto tempo eu dormi? – Disse tirando Dio do transe.

- O dia inteiro... – Ele me olhava corado. – R-rey...

- O que foi? – Perguntei confusa e o abraçando por traz.

- Não acha melhor você por suas roupas?

Eu não havia percebido que estava nua, ou que ele estava apenas de cueca e molhado, devia ter acabo de sair do banho.

- Se incomoda se eu não as colocar? – vamos ver o que rola aqui e.e

- Rey você vai me obrigar a fazer coisas das quais não quero.

- E o qual o problema de fazê-las? – Perguntei com uma voz suave, queria provoca-lo mais, deixa-lo louco, torna-lo meu.

- Foda-se...

Dita essas palavras ele me puxou para perto de seu corpo, segurando com as duas mãos a minhas pernas me retirando do chão e me imprensando na parede, ele se manteve nessa posição um tempo, depois me levou ate a cama me deixando por cima do mesmo que agora chupava meus peitos e lhes dando leves mordidas, até que...  


Notas Finais


<3


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