História Escolhida Para Morrer - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grand Chase
Tags Epm
Visualizações 33
Palavras 1.240
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Voltando a Realidade


Fanfic / Fanfiction Escolhida Para Morrer - Capítulo 12 - Voltando a Realidade

Rey POV's on

Ouvi alguém entrar pela porta.

- Ohay...- Holy entrou com uma bandeja com biscoitos e café, mas ao nos ver naquela bendita posição tornou a se virar e de longe a ouvimos gritar. - DESCULPE!

- Acho melhor a gente descer depois dessa... - Dio aconselhou e eu assenti.

Dio colou uma calça jeans apenas e ficou me olhando colocar um short e um cropped de renda azul clara e descemos juntos, todos que sabiam da profecia estavam lá, os outros já deviam ter ido embora no outro dia, logo percebi o clima tenso na sala de estar bem arruma do templo.

- Por que estão tão tensos? - Agora que perceberam minha presença.

- Estávamos preocupados. - Mari falou indiferente. - De acordo com o que lembramos da profecia você pode morrer a qualquer momento esqueceu? Não me lembro mais exatamente o tempo que você tinha para acha o serfe, ou seja lá o nome do salvador.

- O mais importante agora é saber qual de nos é o traidor, e quem é o salvador, lembrando que é alguém que você não se sente atraída, é alguém qualquer ou um simples conhecido como Ryan, Uno e Veigas. - Lire estava olhando para os lados procurando não fitar ao dizer tais palavras.

- Deixem de ser tão preocupados, eu não estou nem aí para aquela profecia, se eu sou a selecionada para morrer, vocês deviam deixar acontecer... - Calmamente os disse, mas todos soltaram uma exclamação como se aquilo fosse insultá-los. - Alguém nos traiu mas esse alguém também pode me salvar, mas do que adianta salvar uma pessoa sendo que a alma dela, já morreu?

- Rey, acho bom você calar a boca, não sabe o que está dizendo, você não sabe o estrago que você faria a todos nos! - Lin se punha de pé com os punhos cerrados e demonstrava em seu rosto, finas lágrimas, e uma expressão que demonstrava sua negação a minha decisão. 

Dio estava saindo da sala, em rumo a porta que levava para a rua, sem entender nada todos ficaram silenciosos e o fitaram sair sem explicações. Me sentia culpada, talvez tivesse sido algo que havia dito, algo devia ter lhe magoado, deixei a sala e sai correndo para os fundos, onde procurava uma saída discreta, precisava fugir,, sair daquela cidade talvez, forjar sua morte seria uma boa,assim não iriam atras dela, mas seria muito duro, a percepção da alma que Dio pode usar para me encontrar faria com que eu fosse encontrada do mesmo jeito, talvez eu devesse voltar para Elyos, mas só deveria voltar lá quando mais velha mais receber a coroa, o que fazer? Isso é loucura, eu tenho que sair daqui não aguento mais.

Pulei o muro coma ajuda de uma árvore que ica no quintal e corri pelas ruas sem ruma, passando por praças, prédio, hospitais, delegacias, pela minha própria casa, até chegar em um lugar que provavelmente está vazia, a escola, nunca pensei que isso poderia ser uma opção, fugir para a escola e não fugir dela. Pulei o muro novamente, e corri para o patio vazio, estava tudo tão calmo com o mundo por que minha cabeça insistia em ficar com essa guerra? Isso machuca, está doendo, eu quero gritar, e vou gritar, ninguém poderá me ouvir, isso é certo, a vontade de me jogar de algum lugar era enorme, não importava de onde, eu não iria morrer só de me jogar de algum canto obviamente.

Subi as escadas cambaleando porem apressada, como se estivesse sendo seguida, cheguei ao topo da escola e me sentei no parapeito, fitando o horizonte e percebo que não estou só como pensava que estava.

- Por que você me abandonou? - Perguntei já pois já sabia quem estava as minhas costas.

- Eu reflito a sua solidão, apenas quando ela está em você eu poderei estar presente. - Solei falava serenamente.

- Mas eu estou sempre só, e mesmo assim você não está sempre aqui.

- Não é verdade, quando você estava com aquele grupo, você não se sentia sozinha, eu não tinha nada o que fazer aqui.

- Está errada, depois de hoje nenhum deles vai querer continuar a ficar perto de mim, afinal, eu sou uma aberração, eu quero que essa merda de profecia se cumpra logo, e me leve daqui, ninguém pode salvar uma alma morta, isso é história pra asmodiana dormi.

- Rey... Me desculpe, eu não consigo entender o por que de você se revoltar tanto...

- Eu estou cansada de tudo e de todos.

- Até do Dio? - Corei levemente com esse nome.

- O que que tem ele?

- Você também o odeia? - Não respondi. - Estou contigo dez de sempre, sei exatamente quando gosta de alguém.

- Idaí que eu gosto dele? Ele com certeza não gosta de mim, deve apenas querer se aproveitar do meu corpo e pronto, acabou só isso.

- Inocente como no dia em que te conheci... - Soly sorria abobada para o horizonte, como se aquelas palavras refletissem sua alma perdida.

Ouvi algo vindo dos portões da escola, o que é estranho, não deveria ter ninguém aqui, é domingo, nem liguei, apenas continuei fitando o horizonte em silêncio até Soly o quebrá-lo.

- Já vou... - Levantou-se calmamente e desapareceu junto com o sol, que dava lugar a uma noite sem lua, fria e escura.

- O que faz aqui? - Perguntou uma voz grave, e um tanto preocupada.

Me virei para ver que perturbava a minha paz, e meus sonhos perante as estrelas, era Seighart, com seus olhos cinzas e cabelos negros. Apenas sorri e me virei de volta para as estrelas.

- Apenas sonhando. - Sorridente o respondi, o mesmo se sentou ao meu lado no parapeito.

- Um lugar muito arriscado para se sonhar.

- Para mim este é o lugar mais calmo que consegui encontrar, ninguém para perturbar, ou pelos não tinha ninguém.

- Minha presença incomoda vossa senhoria? - Perguntou em tom de deboche me fazendo rir brevemente.

- 'Não é que incomoda, apenas preferia seguir sozinha. E você?

- Eu o que?

- O que faz aqui?

- Todos estavam te procurando, procuramos no templo, na sua casa, nos jardins da sua casa, na estufa da sua casa, no banco de sangue, em hospitais, delegacias, hotéis, no cemitério, em casas de alguém que foi a festa, procuramos na casa do Dio, e resolvemos nos separar para procurar, Arme , Lass, Lire e Ronan estão no centro, Amy, Jin, Mary e Uno estão procurando nos clubes e por aí vai... até Dio foi te procurar em Elyos, achando que você talvez tivesse voltado para lá.

- Por que fizeram isso? - Minha paz foi embora, trazendo a tristeza de volta a tona e com elas as lágrimas e a agonia.

- Nos importamos com você. - Seighart parecia distraído, até que me envolveu em um abraço, me pondo em seu colo de tal maneira que pudesse fitar meu rosto até que o escondi contra seu peito, ainda soluçando.

Era confortável, parecia que podia lhe dizer qualquer coisa, sem medo, me sentia segura, como se aquele fosse o abraço de um pai, acolhedor, aconchegante, calmo, silencioso, e distraído. 

- Ei, levanta a cabeça, se não a coroa cai. - Ele sorria, daquele jeito calmo, eu consegui sorrir até entender, que talvez, ainda não seja a hora de partir. 

 

 


Notas Finais


lalalala


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