História Escolhida Para Morrer - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grand Chase
Tags Epm
Exibições 15
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E se?

Capítulo 13 - Fui salva, ou não?


Fanfic / Fanfiction Escolhida Para Morrer - Capítulo 13 - Fui salva, ou não?

Rey POV’s On

Decididamente, me acalmei a ponto de querer viver mais algumas décadas, mas então me veio uma certa dor, algo estranho dentro de minha cabeça gritava, além de assustador doía muito, percebi que não me encontrava mais nos braços de Seighart mas, estava de pé com as mãos na cabeça gritando histérica e confusa, com os olhos fechado e uma enorme agonia em meu peito eu pulei do parapeito no momento de desespero.

Enquanto caia pensei em todos os momentos que me foram roubados, a oportunidade de ser feliz quando criança, em como eu me sentia com relação a tudo que eu fiz, aquelas...aquelas crianças que eu matei, eu não entendia, mas vê-las morrer na época foi a coisa mais satisfatória que eu já fiz, talvez tenha sido por isso que viemos para a terra, eu certamente seria caçada por todos que perderam seus filhos, mas eu não tive culpa, eu estava apenas brincando com a Eddles.

Os momentos que passei com meu pai naquele sereno lago do interior, a cachoeira, a pesca, o Dio, meus surtos de bipolaridade e raiva, tudo parecia não ter um nexo, tudo tão distante e ilusório, pareciam loucura, um sonho ou quem sabe uma vida. Só sabia eu que tudo que me foi dito na infância talvez seja uma mentira para me afastar das pessoas.

Interessante como quando estamos caindo a vida parece passar mais lenta que tudo, enquanto pensava em tantas coisas percebi que eu não poderia chegar ao chão tão facilmente, como se por instinto minhas asas me fizessem planar novamente a metros do chão, a agonia e a dor em minha cabeça se sessaram quase que imediatamente durante a queda.

-Você me assustou, por favor nunca mais faça isso Rey! – Era Seig ainda no parapeito.

-Não devia se preocupar tanto assim com as pessoas.

Rapidamente, bati asas para o sul visando a liberdade durante a fria noite de outono, as árvores já perdiam suas folhas rapidamente, a brisa leve e as rajadas de ventos generosos, contribuíam para trazer de volta meu bom humor, a minha alegria e falta de problemas, era lindo ver a cidade a essa hora, a noite fria como sempre, me trazia um pouco de amor, saudade e muita satisfação.

...

A noite foi tranquila, após algumas horas de voo eu me acalmei por completo, porém não conseguia lembrar de nada depois de ver a cidade, era como se nunca tivesse acontecido nada, como a cena de um filme não acabado, um pedaço solto do quebra – cabeça. Mas por fim, acordei em minha casa, em meu quarto, na minha enorme cama, naquele lugar que me dava a sensação de aconchego, aquele cantinho que eu amava, e a meu lado estava minha companheira, Soly, me vigiando enquanto eu dormia.

- Achei que não fosse acordar nunca mais. – Dizia com uma cara meio risonha.

- Como assim? – Estava confusa.

- Aquela dor que você sentiu ontem, não foi atoa, a profecia está se cumprindo então acho bom vocês se resolverem logo, a pessoa que vai te abandonar é a mesma que vai te salva, então não se esqueça. Mentiras tem perna curta, por isso são facilmente descobertas.

- O que quer dizer com isso? – Essa garota me buga.

- Que a sua suposta “salvação” já aconteceu.

- Como assim? – Cada vez entendia menos, mas vi que a face de Soly mudou de risonha, para preocupada.

- Eu não sei como, mas ao mesmo tempo que a profecia se cumpriu o vínculo arcaico dela se rompeu, ou seja, por um milagre, ela mudou, pois você teve seu salvador, porém, não sabe quem foi, ou seja...

- Eu preciso descobrir quem foi.

- Não apenas isso... Rey eu odeio te dizer isso, mas como você não se lembra exatamente do seu passado, você praticamente não tem escolha, só há uma opção, que no caso seria,  voltar a Ernas e ir nas ruínas de Calnat, sei que lá vai descobrir o serfre e também exatamente o que precisa fazer para que isso tudo acabe.

- Mas se eu for a Ernas... Eu teria de ficar meses lá, Calnat passou a ser protegida por magia arcana, e é muito difícil passar por aquelas muralhas, mesmo que eu leve ajuda.

- Mari é de Calnat, Calnat se abre para alguém que veio de lá.

- Mas aquele lugar está todo em ruínas por causa da guerra.

- Mari não sabe, mas seu pai era um grande engenheiro, que inclusive foi quem deixou o livro que ela usa para conjurar suas armas. Mas ela quando foi lá pela ultima deixou de lado uma coisa importante, muito importante, um livro sobre a magia dos demônios de Elyos, Rey um desses demônios fez o ritual que te salvou.

- Ou seja, nesse livro podemos achar algo que me salve novamente? – Estava começando a ter medo do que encontraria em Calnat.

- Sim.

- Quando acha que eu devo ir?

- Eu diria que dentro de uns dois meses, quando não tiver aula.

- Hay.

Depois dessa conversa, levantei e...

AI DEUSES NÃO NÃO NÃO!

Esqueci por completo que era segunda, saí correndo pro banheiro e tomei um banho o mais rápido possível, estava praticamente um horário atrasada. Me vesti, desci as escadas literalmente voando, não tenho tempo de caminhar.

Merda a primeira aula é da Professora Pix grrrr, já não basta ela me odiar chegar atrasada na aula dela! Eu não podia ter escolhido dia pior, sinceramente. Quando cheguei no colégio escondi minha forma asmodiana e sai correndo pelos corredores desesperada, subi as escadas para chegar na classe do 9-B. É hoje eu vou morrer.

Abri a porta.

- Desculpe o atraso professora! – Disse ofegante quando abri a porta, todos os olhos se voltaram para mim, assim como eu todos esperavam uma reação da professora.

- Isso são horas de chegar na aula Srt. Von Crimson? – Disse com aquela cara de quem quer falar muito.

- Houve um incidente envolvendo falta de um relógio. – Ri de lado acariciando minha nuca.

- E a senhora acha isso engraçado? – E começou um discurso enorme sobre responsabilidade.

Dio e Seighart estavam me encarando do outro lado da sala, com aquela tipo “parabéns por ter cutucado a onça com vara curta” , quis rir mas a professora ainda estava reclamando em frente a sala. Até que ouvi um “psiu”, era o Seighart chamando, e jogou um papelzinho embolado para mim.

Ele realmente precisa melhorar a letra, a carta dizia.

“Desculpe por qualquer coisa que aconteceu no terraço, eu não queria invadir seu espaço, e aproposito sua saia está ao contrário.”

Fiquei vermelha, e quando fui olha, estava mesmo, eu a vesti com o lado da costura pra fora, MAS COM SONO TAMBÉM NÉ!?


Notas Finais


Agora pensem ai com seus pontinho quem salvou e ao mesmo tempo não kkk


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