História Escrava de um Lorde Monstro - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Masoquista, Raposa, Romance
Exibições 54
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fantasia, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OI POVO!! ESTOU FELIZ PAKAS!
QUERIA AGRADECER A Anaa_isa (falei que n me canso de agradecer) FOFAA!
QUERIA AGRADECER A TODOS! OBRIGADA!


AVISO: Esse cap contem hentai e violência

ESPERO QUE GOSTEM!
BEIJOS! <3<3<3

Capítulo 4 - "Carinho"


                                                                                                                                                                            Kristen

                Acordei sentindo uma dor insuportável em minha barriga, foi então que lembrei que aquele monstro tinha feito. Passei a mão por cima da coleira que ele tinha colocado em mim, tentei tirar, mas ela estava presa com algum tipo de magia. Me levantei e fui até a janela, nunca tinha aberto a cortina, já que nem fiquei no quarto por muito tempo. Abri as grossas cortinas vermelhas, revelando uma grande janela com um acento, a vista me surpreendeu.

                -NEVE! – vi a neve branca caindo calmamente e uma floresta inteira coberta pela neve de aparência fofa. Era meu sonho poder tocar a neve.

                Abri a janela e me sentei na ponta dela me preparando para pular, quando ouvi minha tornozeleira apitando, logo em seguida senti uma corrente elétrica muito forte percorrer meu corpo. Eu ia cair para o lado de fora, mas senti alguém me segurar pela cintura e me puxar para dentro. Me deparei com Hiro me olhando furioso.

                -Acho que eu tava brincando, quando disse que se tentasse fugir levava um choque? - Hiro falava furioso. Eu não conseguia raciocinar suas palavras direito, minha cabeça doía, minha barriga ardia, meus ouvidos zuniam, eu estava zonza. – CADELA! – Hiro gritou e me deu um tapa no rosto, o tapa foi tão forte que desmaiei.

               

 

                                                                                              ***

 

 

                Acordei horas depois, olhei em volta, percebi que não estava em meu quarto e sim no de Hiro. Ele estava sentado no acento de uma das janelas olhando para fora. Tirei minha coberta e percebi que estava apenas de top, e um short. Olhei minha barriga e vi uma faixa cobrindo meu ferimento, ela tinha sido posta com cuidado. Hiro percebeu que eu tinha acordado e me olhou.

                -A cadela acordou. – disse sorrindo.

                -Cala a boca cachorro. – retruquei baixinho.

                -Eu ouvi isso. Quer que eu te ensine boas maneiras de novo? – ele me olhou sorrindo sádico.

                -Desculpe... Mestre – disse a palavra “mestre” sem esconder o nojo.

                -Vem aqui. – Ordenou. Não queria que ele me torturasse novamente então fui. – ajoelha – me ajoelhei na frente dele, com raiva de mim mesma por estar obedecendo a ele. – Boa menina. Se fizer tudo direitinho vai ganhar uma recompensa.

                Ele esticou a mão e a colocou na minha cabeça, sua mão era pesada, mas macia. Me fez um cafuné forte.

                -Isso era para ser gostoso? – perguntei afastando a mão dele. – Você não sabe fazer carinho não?

                -Não preciso ser carinhoso. Não sinto carinho por você. – respondeu frio.

                -Quer que eu te ensine a fazer carinho? – POR QUE EU DISSE ISSO?

                -Tanto faz – Hiro virou a cabeça e me estendeu a mão.

                Peguei sua mão e a coloquei na minha cabeça, ela ainda era pesada.

                -Relaxa a mão. Não coloque tanta forsa. – disse calmamente.

                -Quem é você para me dizer o que devo fazer? – perguntou frio.

                -Se não quer aprender, problema não é meu. – Me levantei e me virei, mas senti um puxão no meu pescoço. Vi que a coleira brilhava e uma corrente de ferro tinha se formado nela, a outra ponta da corrente estava na mão de Hiro. Ele me puxou forte, fazendo-me sentar em seu colo.

                -Não vai fugir de mim. – Hiro disse apertando minha coxa.

                -Não vou fugir. Apesar de querer. – disse com um olhar serio.

                -Por que quer tanto fugir de mim?

                -Eu não sei... – disse sarcástica – Ah é. Você me sequestrou, me esfaqueou, me estuprou, me ofendeu, me torturou... Quer mais motivos?

                -Faço isso porque é divertido.

                -Claro. Não é você que sente a dor.

                -Não sinto dor nenhuma.

                -Um dia você vai sentir dor, e muita.

                -Duvido que esse dia chegue. Você ta esta mais confortável comigo, da para ver.

                -Só não estou disposta para uma briga, digamos que quando se tem um buraco na barriga fica difícil raciocinar. Onde esta Line? – percebi que já fazia um tempo que não há via.

                -Ela tem o mês de folga. Mas você não.

                Hiro me pegou no colo e me jogou na cama, tentei me afastar, mas ele me puxou pelos pés. Ficou sobre mim e rasgou o top que usava e o short, me deixando apenas coma faixa na barriga. Me forçou a ficar sentada e segurou meus cabelos, Hiro abaixou um pouco a calça deixando seu membro, já rijo, pular para fora.

                -Agora faça o que eu mandar. – Hiro apertou meus cabelos com mais forsa – Coloque na boca, e nem pense em morder, você sabe que não fazer nada.

                -Não vou fazer isso. Eu não quero isso. – tentei me afastar, mas ele me segurava com forsa. – Por favor, me deixe ir. – segurar as lagrimas nuca foi tão difícil.

                -Não sinto pena de você. Não é você que escolhe, sou eu. – Hiro disse frio.

                -Eu não agüento mais. – as lagrimas caíram sem para, droga.

                -Prefere fazer isso, ou prefere que eu te torture?

                -Os dois machucam. Mas eu não consigo levar outra facada. – Segurei o quadril de Hiro e o puxei, abria boca e coloquei seu membro para dentro. Eu me rebaixei tanto assim? Tudo que eu menos queria era ser uma prostituta, agora eu não tenho escolha. Eu sou tão suja.

                Lambi o membro de Hiro de baixo para cima, as vezes ele empurrava minha cabeça colocando tudo dentro da minha boca, me engasguei uma 3 vezes, e Hiro ria se divertindo com o meu sofrimento. Hiro me empurrou e me fez deitar. Ficou sobre mim e sorrio sádico, penetrou rápido e forte, arregalei os olhos e senti a dor novamente. Me falaram que essa dor Era só na primeira vez, mas sempre sinto dor com Hiro. Suas estocadas eram rápidas, fortes e profundas, lagrimas escorriam pelas minhas bochechas sem parar. Por que ele faz isso comigo? Ele segurava minhas coxas e quanto mais rápido ia mais ele enfiava suas unhas nas minhas coxas, deixando cortes dolorosos por elas. Deus só mais algumas estocadas e saiu. Se jogou na cama ao meu lado ofegante. Me levantei para me vestir, mas minha visão ficou turva e eu desmaiei.

 

                                                                                                                                                                            Hiro

                Kristen caiu bem na minha frente, me levantei curioso e ela tinha desmaiado. Que menina sensível. A peguei no colo e coloquei na cama. Olhei seu corpo e vi os cortes em suas coxas, sorri me deliciando com a cena. Comecei a dar risada, ria muito, parecia que alguém tinha me contado uma piada. Parei de rir e sai do quarto, voltei com um sanduíche, quando entrei Kristen não estava na cama. Ela não poderia ter saído, estaria no chão por causa do choque, olhei em volta e vi um pedaço do rabo dela saindo de baixo da cama. Andei até ela e me agachei, olhei em baixo da cama e la estava ela, olhando para mim com aqueles olhos castanhos. A puxei pelo braço, ela gritava e esperneava feito louca.

                -Cala a porra da boca – Falei jogando-a na cama, ela calou instantaneamente. – pega – Dei o sanduíche para ela, ela não comeu nada dês que chegou, devia ser o motivo dela ter desmaiado.

                Em poucos minutos ela comeu e me olhou piscando os olhinhos. Ela era bonita, mas me irritava.

                -O que você quer? – perguntei grosso.

                -Me da a mão. – Ela disse calmamente. O que deu nela? Desmaiou, bateu a cabeça e esqueceu que me odeia?

                -Pra que – perguntei desconfiado.

                -Só me da a mão cachorro – Tava ai a minha resposta de que ela estava bem. Estendi minha mão, ela pegou e colocou na cabeça, movimentou minha mão para cima e para baixo, para a esquerda e para direita, se fazendo carinho com minha mão. Ela parecia estar gostando, já que estava de olhos fechados e sorrindo.

                -Então é assim que se doma uma Kitsune? – perguntei sorrindo, ela abriu os olhos e afastou minha mão.

                -Não. É assim que se faz carinho – Kristen ia se levantar, não sei o que me deu, mas fiquei com raiva e a forcei deitar na cama, fique sobre ela e lhe dei um beijo forte, Kristen tentava se soltar, mas era inútil. Parei de beijá-la e a encarei por um tempo, envolvi minhas mãos nos pescoço de Kristen e apertei, sufocando-a, fiz isso até ela desmaiar. O que me deu? Por que eu fiz isso? Ela tinha feito tudo o que mandei. Por mais que tivesse sido desnecessário, sufocá-la me deixou feliz.

                -Meu brinquedo sempre me deixa feliz. Né, vagabunda. – disse rindo. Eu era realmente um monstro, e o pior é que eu gostava de ser.    



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