História Escravo.... - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 45
Palavras 681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Pessoal, desculpem, pois eu notei diversos erros nos capítulos anteriores. Eu já revisei todos (se quiser ler de novo '-') com mais atenção; pois bem, se tiver erros nos últimos, um pouco de paciência comigo.

A história terá apenas mais um capítulo antes do encerramento, portanto você está no penúltimo.



Boa Leitura. s2s2

Capítulo 24 - Foi diferente.


John desperta, teve outro sonho ruim; bateu a mão do lado direito da cama sentindo o vazio, sorriu.

‘’parece que vou ter que acordar mais cedo’’

Pensou. Olhou no relógio ao lado da cama, levantou-se rapidamente percebendo que ainda dava tempo que pegar o loiro a se aprontar. Vestiu apenas um roupão caminhando para fora dali; seu sorriso se desfez por uns instantes, parou na metade do  caminho a meditar algo lá no fundo, seu pensamento era tenso e tomava ali uma decisão qe causava arrepios de tensão em seu corpo, soltou um breve suspiro e colocou-se a sair em passos mais rápidos, ainda com sua expressão fechada, preocupada.

Empurrou a porta de madeira avistando o homem colocando seu relógio em frente ao enorme espelho na parede, o loiro sorriu muito discretamente ao percebe-lo ali, mas não deu sinais de que havia percebido.

- bom dia...- arriscou.

- bom dia, bebezinho.

- hoje você trabalha?

- ah, sim. E depois quero conversar com você sobre isso?

- algum problema?

- não- ajeitou a gravata- apenas uma proposta para você.

- vindo de você, tudo bem- sorriu quase que não querendo.

 

Caminhou pelo quarto até encostar-se na parede puxando gentilmente o roupão num ato de insegurança, e o silencio era evidente; John puxou toda coragem que conseguira e lhe pergunta:

- Daniel.....você gosta de mim?

- gosto?

O loiro respondeu, ainda sem nem olhar para trás. John gelou, tudo seria de novo e não importaria quantas vezes fariam sexo e quantas vezes perguntasse? A resposta sempre seria ‘’’senhor e escravo’’? o estoma do jovem gelou á esperar uma fria e calculista resposta possessiva.

- acho que não.

John baixou a guarda, o rosto ardeu com a formação de um choro que viria m instantes por conta de mais palavras cortantes.

- você acha mesmo que ‘’gosto’’?

Nesta altura, John já pensava que ao sair dali iria incomodar Katia de novo com soluços absurdos enquanto amassava as peças de roupa da moça ao deitar em seu colo e gritar, para não ser taxado de frágil evitou esboçar uma reação tristonha ali. Ajeitando o relógio no pulso, Daniel olhava para ele sério.

- é John, definitivamente eu não gosto de você, nem pensaria nisso.

 

John nem o olhava, tentava se conter, em seus pensamentos dizia a si mesmo para ficar calmo o quanto pudesse, ouviu o suspiro do loiro o que indicava que diria algo, ofensas e palavras tão maldosas sairiam agora:

- porque eu TE AMO. Eu não suportaria gostar de você, eu teria que te amar, porque simplesmente gostar não define nada quando sinto seus toques, gostar não define nada quando vejo esse sorriso tão tranquilo. Gostar só define o jeito que vivo minha vida, mas você? Você eu AMO, seu jeito, seu perfume, sua voz, amo ela ecoando pela casa, em risadas, frases, gemidos. Amo porque seu coração é a coisa mais perfeita que já vi, amo porque em quarenta e um anos eu não fui amado como sou por você. Eu não amo seu cheiro, ou seu jeito...eu amo você.

 

Pasmo, não sabia de maneira alguma como reagir, sua pele branca se tornou mais pálida e os olhos tinham as pupilas negras dilatadas, sem reação a única coisa que sentia era o coração bater tão forte e barulhento como nunca.

Daniel caminhou até o jovem o puxando para se levantar, entrelaçando os dedos, ainda sério, porem deslizando a mão pelo roupão na região da cintura, os olhos do homem fixos no do rapaz.

- te assustei?

- sim...-disse num sussurro.

- desculpa.

John solta uma risada deixando as lagrimas caírem sem parar banhando seu rosto de uma maneira incontrolável.

- está chorando...- preocupou-se.

- estou feliz.

- ótimo, se for chorar que seja de felicidade.- Daniel o abraça.- mocinho, você não tem ideia do estrago que faz tendo uma idade tão baixa.

John entendeu essa expressão, o fato de ser usada, é que desarmara Daniel por completo, lhe deixado tão frágil e vulnerável quanto si mesmo.

- e....eu.

- eu sei que me ama.- já sabia a resposta.

- isso.....

 

 

 

 


Notas Finais


#infarto


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