História Escuridão Clara - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Drama, Harry Styles, Revelaçoes, Romance, Suspense
Exibições 15
Palavras 2.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi hi flores!
Desculpem-me pela demora, ocorreu um problema e só deu de postar hoje.
Espero que gostem. Eu esqueci de avisar, a protagonista( Micaela) foi inspirada na atriz e modelo Camila Queiroz.
Perdoem-me por qualquer erro!
Boa leitura!!!

Capítulo 2 - Festa— Sacada.


Fanfic / Fanfiction Escuridão Clara - Capítulo 2 - Festa— Sacada.


  Her light is as loud as as many ambulances
As it takes to save a savior, oh. ( Girl Almighty— One Direction).


Pov's Micaela 

  

  O remix da música "I kissed a girl"  da Katy Perrie iniciou-se no salão, o povo está bem animado, uns estão bebendo pra caramba , outros se agarrando, alguns conversando "tranqüilamente" sentados nos sofás, e o resto está dançando , assim como eu e o Léo, ele está de frente pra mim pulando igual um maluco, e eu pulando igual uma louca em sua frente também , enfim, dois idiotas dançando. Quando a música acabou, e logo se ouviu as primeiras notas de uma música lenta, resolvemos ir beber alguma coisa. Enquanto ele pegava algo para bebermos, eu fui catar coisa pra comer, a fome bateu. Haviam diversos salgados e doces na grande mesa da sala de estar, peguei um pratinho e fui me servindo; frango no palito, coxinha de carne, kibe e uma fatia de torta de maçã , que eu amo.
  
    — Aqui está!— Leonardo cutucou o meu braço entregando-me um líquido meio amarelinho.

    — Você sabe que eu não bebo, o que é isso?— Cherei o copo e fiz uma careta, que Treco forte!

    — Ah, eu sei mas... só um copinho não vai fazer nada...— ele comentou dando um gole na sua bebida.

    — Tá mas... o que é isso?— balancei ocopoo, esperando sua resposta.

    — É energético com vodka...— respondeu com um certo receio, acho q com medo de que eu brigasse.

    — Oh, tudo bem, só um copo mesmo...— bebi um terço do conteúdo e senti minha garganta rasgar um pouco.— Meu Deus! Que horrível!— apertei o meu rosto, fazendo uma careta.
    
    — Ah nem é tanto! O meu é vodka com wisk, então...— ele deu de ombros como se fosse uma coisa super normal.

    — Eca! Que mistura essa sua hein!

    — Eu eu acho que tem um pouco de tequila também...

    — O que?— eu estava inconformada, como alguém consegue beber isso?— Você é maluco Leo!
    
    — Ai, eu sou, sei disso!— ele jogou o cabelo para trás, se achando.

    — Ha Ha! Muito funny você !— disse sarcasticamente o português junto com inglês, sei que ele ainda não entende direito.

    — Ow, para de falar essa língua aí, su sem graça !— não me aguentei e começei a rir.

    — Espera... espera...— não adiantou, voltei a rir.

    — Aff, para de rir!— ele tentava ser sério porém ao me ver rir, ele ria junto.

    — Stop, stop! Stop to make me laugh!

    — Para de falar em inglês, porra!— por mais que tentasse parar de rir, eu não conseguia, o álcool já estava fazendo efeito, e eu já rio por nada mesmo, até do vento eu rio. Parei um instante e observei seu semblante irritado porém, animado.

    — Okay, desculpa, é que...— ri mais um tico.— Tá, tá, realmente chega, acabou a graça.

    — Pois é... vamos voltar a dançar?

    — Como quiser! Mas deixe-me comer antes, estou faminta!— ele murmurou um "Okay" e foi pegar coisa para comer também.

[...]


  Agora tocava uma música desconhecida por mim, mas isso não me impedia de balançar o corpo. O álcool já está com muito efeito sobre mim e isso pode ser considerado como algo ruim pois, eu não irei me responsabilizar por alguma loucura que eu vá fazer.

   Eu já estou soando muito, minha cabeça gira e gira, mas eu só não caio no chão porque tinha o energético no copo, deixando meu corpo ligado no mil, em "alerta", eu já havia bebido energéticos outras vezes mas agora parece que está tendo mais efeito. Virei-me de costas para Leonardo e começei a rebolar, de acordo com o som, senti suas mãos na minha cintura e, então, ele me trouxe para mais perto, colando nossos corpos, devido a minha falta de consciência eu começei a rir, quando na verdade eu deveria estar nervosa ou ansiosa. 

  Um arrepio subiu em minha espinha dorsal quando Leo beijou um ponto atrás de minha orelha, de repente meu corpo se esquentou, minhas bochechas 
ardendo e minha respiração irregular. Entretando, achei que fosse por conta do "beijinho" recebido, mas não, eu estava passando mal. Resolvi não falar nada para ele. Num movimento inesperado, Leo me virou de frente para ele, seu rosto bem próximo ao meu, sua mão subiu pelas minhas costas, parando perto da nuca, a outra continuou em minha cintura fazendo- me ficar prensada em seu corpo. Minha boca, no entanto, ficou entreaberta, a respiração sendo presa, eu estava com um certo receio, não queria beija-lo, não agora! Posso ser idiota, mas eu não quero! Não saio aí beijando qualquer um. Achando que não podia piorar, senti um aperto na minha bunda.

    — Olha essa mão boba Leonardo!— eu devia brigar com ele e não falar brincando, que droga!

    — Desculpe-me, mas não resisti...— ri, porém logo parei. Leonardo foi se aproximando, deixando quase nada de distância entre nós. Quando seus lábios estavam, praticamente, nos meus, eu virei a cabeça, deitando-a na curva de seu pescoço. Sussurrei um "perdão" em seu ouvido, recebendo em troca um "Okay".


  Como eu estava com a cabeça na curva do pescoço de Leo, virada para a porta de entrada do salão, vi novamente aquele homem que nos encarava há pouco tempo atrás, ele estava encostado no batente da porta, com uma mão no bolso da calça e com a outra mão segurando um copo vermelho e bebericando de vez enquando, enquanto, não sei por quê, nos fitava. Fiquei o encarando também, e pude ver um sorriso de canto formando em seus lábios, uma corrente elétrica  passou pelo meu corpo, causando-me arrepios. Que diabos é isso? Franzi o venho e desviei o olhar. O homem, em seguida, desencostou-se da porta e saiu dalí. Senti minha boca salvando, eu estava prestes a vomitar, essa não!
    
    — Leo, me dê licença, preciso ir ao banheiro!— distanciei e o olhei.

    — Claro, eu te espero.

    — Okay.— beijei sua bochecha e saí andando em passos largos direto para o banheiro do quarto de Gabi.

[...]

  Enfim, botei tudo pra fora, a bebida as comidas... minha cabeça está doendo pra caramba, achei que ficaria assim só depois, e não de imediato. Lavei o rosto e me olhei no espelho, soltei um riso após ver meu estado refletido no espelho; uma cara de morta-viva. Sequei o rosto e saí do banheiro, do quarto também. Ainda não estava com cabeça pra descer, então decidi ficar mais um tempo aqui em cima, na sacada na verdade. Ela fica no final do corredor, depois do quarto de Gabi, assim o quarto fica no lado direito e a sacada em linha reta, sem virar. Abri a portinha de vidro e entrei. O clima está agradável, já parou de chover, o céu está escuro com poucas estrelas nele, uma brisa gelada passou por mim, isso não incomodou, no entanto. Respirei bem fundo, inalando o cheiro de terra molhada e grama recém cortada. Não há nada melhor do que se sentir livre e tranquila.

    — Ahh... como isso é bom...— suspirei lentamente de olhos fechados.

    — É mesmo...

    —Ai Senho!— assustei-me ao ouvir uma voz atrás de mim, um timbre bem rouco, e grave, devo acrescentar. Virei e me deparei com o homem que observava a mim e a Leonardo, ele estava com um copo na mão, e estava me encarando com um sorriso de canto, confesso que fiquei tensa.

    — Perdão por assusta-la, não queria o fazer, no entanto.

    — Oh, que é isso... eu que me assusto fácil...— forçei um riso. 

    — Oh sim, mas perdão mesmo assim...— sorri e me virei para a rua novamente. — Você não é da qui, não é mesmo?— olhei de relance, ele já estava ao meu lado, com o antebraço encostado na grade da sacada e corpo inclinado para frente, seu olhar estava perdido na imensidão da noite. Não pude deixar de notar umas tatuagens desenhadas em seu braço esquerdo e alguns no braço direito.

    — Não não, eu... eu sou brasileira, perdoe-me pelo meu inglês horrível...— soltei um riso nasal.— eu me mudei faz alguns anos...

    — Oh sem problemas... já entendo o que a senhorita diz...— hum, senhorita, kkkkkk.— Me chamo Harry.— ele se desencostou da grade e estendeu a mão direita para mim. Olhando para ele vi que seus olhos são claros, não sei ao certo a cor pois, o poste da rua não me dá uma boa iluminação.
    
    — Micaela.— sorri e apertei sua mão, e senti uma coisa estranha, como uma eletricidade, no momento em que toquei sua mão.

    — Belo nome...— ele sorriu abertamente, mostrando seus dentes perfeitamente alinhados e covinhas em suas bochechas. De alguma forma isso me confortou, tirando um pouco a minha tensão.

    — Obrigada...— corei com seu comentário.

    — Não há de quê.

    — Bem... e você?... entende o português?— perguntei o.

    — Não muito, algumas coisas, como por exemplo o que você falou pouco tempo atrás "como isso é bom" ...— sorri quando ouvi ele dizendo a frase em português, seu sotaque bem marcado.— e mais outras coisas.

    — Hum, muito legal...— voltei minha atenção para a rua, mas em seguida me virei de novo.— O que está bebendo?— perguntei apontando para o copo em sua mão.

    — Ah... é água. Quer um gole?— ofereceu-me.

    — Sim, por favor!— sorri agradecida. Peguei o copo e tomei o rostinho que tinha.— Bebi tudo tá? Tinha um pouco só..

    — Sem problemas!— sorriu. E o silêncio tomou conta do local.

   

  Minha cabeça começou a trabalhar, pensamentos e reflexões sobre a faculdade, sei que agorinha eu estava falando com Harry mas, com o silêncio, permiti-me navegar em meus devaneios. Semana que vem eu terei a última prova, precisarei estudar muito se eu quiser passar, portanto, quando eu entrar de férias vou procurar um emprego, por enquanto nada sério, só para ocupar o tempo. Eu gostaria de trabalhar como professora de dança do ventre, não necessariamente professora mas, ajudante pelo menos, ganhar um dinheirinho, aí depois iniciar o trabalho em algum hospital.

  Saí de meu devaneio e meus batimentos aumentaram rapidamente quando Harry se aproximou de mim, encostando um pouco o seu braço no meu, prendi a respiração por um instante, eu sabia que ele estava me olhando.

    — O que houve?— ele perguntou bem perto da minha orelha, causando arrepios em minha nuca.

    — Nada não, por quê ?— respondi virando para ele, seu rosto bem próximo do meu.

    — Nada é que... você ficou quieta.— felizmente, ele se desencostou e voltou a sua atenção para a noite.

    — Ah... é que ... estava pensando, só isso.— sorri para Harry, e o mesmo retribuiu, virado para mim.

    — Em quê?— ele franziu a testa olhando  em meus olhos, procurando alguma resposta através deles.

    — Na minha faculdade... nada de mais..

    — Sério? Faculdade?— assenti.— Qual?

    — Medicina!— disse empolgada.

    — Hum... vejo que gosta muito não é mesmo?

    — Sim, sim! Eu amoooooooo.— rimos com a minha resposta.— Você não estuda né? Já trabalha?

    — Mais ou menos, eu...— fez uma pausa e coçou a nuca.—  no momento estou desempregado...

    — Uh, espero que consiga um novo emprego!— sorri positivamente, e ele me devolvendo o sorriso.

  Continuamos conversando, assuntos aleatórios; escola, faculdade, coisas que ja aprontamos, etc... Realmente eu gostei muito de Harry, o seu jeito animado é tão... bonito... seu rosto tem uma aparência calma, assim como o seu modo de falar, ele, certamente, não deve se preocupar muito com a vida porque agora ele está falando, sobre várias maluquices que fez, com um tom de deboche. O modo como ele enxerga a vida, é totalmente diferente do meu ponto de vista, eu, por exemplo, vejo as coisas com bem mais positividade... já ele, fala que se você segui só seu coração, se fode na próxima esquina.

    — Você não pode pensar só assim, vai por mim... eu sei.— fiz uma cara de esperta só para brincar.

    — Ah claro!— deu certo, ele riu, fazendo eu rir também.

   Nossa conversa estava tão boa que eu nem percebi o tempo passar... são quase uma da manhã, estou aqui em cima há mais de duas horas, senhor! Acabei de o conhecer e estou numa intimidade elevada... já até falamos sobre nossos "amores", ri com as histórias malucas que ele me contou;

    —Era um dia normal de aula, eu estava esperando que tudo acabasse logo para poder fazer o que eu tanto ansiava. E então bateu o sino, eu saí correndo para a entrada da escola e tranquei a porta, para ninguém sair e escutarem o que eu tinha a dizer... subi num balcão e chamei a atenção de todos, assim que a consegui, peguei um papel do meu bolso, mirei o olhar para Beck, minha "namorada" da época, e li tudo o que estava escrito; " Eu quero que o mundo, no caso a escola, saiba que odeio Beck Andlers, ela é uma chata da cabeça aos pés, resmunga o tempo todo, grita comigo, me obriga à irno salão com ela, me despreza, não aceita o jeito que eu sou, me humilhana frente de suas amigas e ainda, o pior de tudo, não valorizou o amor que um dia eu entreguei de bandeja... mas agora, querida, acabou..."

  Eu ri muito porém, lembrei de uma vez que escrevi uma carta para o Léo, e ele nem ligou, leu e jogou fora, isso partiu meu cérebro pois, passei tanto tempo procurando as palavras certas para depois elas serem lidas e descartadas... verdade, devia ter partido o meu coração mas, não aconteceu... fiquei normal, só com raiva... espera um instante... LEO!!??!!

    — Oh meu Deus!!!— exautei-me ao lembrar que Leo me esperava lá em baixo, ooooo sua burra!

    — O que foi?— preocupação estava presente nos traços de Harry ao que ele me perguntou.

    — Deixei o meu... Leo, deixei o Leo me esperando lá até agora...— o maxilar de Harry travou, e uma carranca apareceu na sua testa.

    — Oh, sim... é melhor você voltar...

    — O que houve? Foi alguma coisa que eu disse...?

    — Não, não! Não foi nada, tá tudo bem...— sorriu minimamente.

    — Okay, Ah... eu preciso ir... tchau!— beijei sua bochecha e me levantei, estávamos conversando tanto que acabamos sentado no chão. Quando eu ia sair pela porta, me virei de uma vez.— Harry!— chamei sua atenção que estava para suas mãos, ele ainda estava sentado.

    — Sim?— respondeu sorrindo.

    — Anota o meu número, aí a gente marca qualquer dia para nos encontrarmos, que tal?— sorri com expectativa.

    — Claro, claro... fala ae...— ele sacou o celular do bolso e foi anotando os números que eu ditei.— Pronto!

    — Bom, tchau!

    — Tchau!— corri desesperadamente para as escadas, descendo elas na velocidade da luz.

[...]

   A festa já havia acabado, aproveitei o resto dela com Gabi e Sarah. Quando eu desci para encontrar Leo, ele já tinha ido embora, Gabriela me disse que ele tinha assuntos para resolver, eu aceitei mas antes, eu me culpei por fazê-lo esperar duas horas a minha volta. 

   Gabriela e Sarah estão contando as barbaridades que aprontaram na festa duranteo período que me ausentei, elas não me indagaram o por que de meu sumiço, o que foi ótimo! Sasa está falando que subiu na bancada, junto com o namorado, e começou a dançar feito louca, Gabi comentou que estava flertando com um carinha lá, que entrou de penetra , eu não abri a boca pra falar sobre Harry, fiquei na minha, elas não precisam saber. Até porque, se eu falar, elas vão ficar enchendo o saco, dizendo que estou "apaixonada", mau o conheço, somos amigos, nada mais que  isso. Por falar nele, não recebi nenhuma mensagem, deve ser porque é muito tarde, são 4:30 da madrugada, ele pode estar dormindo... Saí de meus pensamentos quando senti uma beliscada no braço.

    — Ai!!!— passei a mão no local.— Por que fez isso?— perguntei para Sarah, a mesma estava rindo.— Qual é a graça?

    — É que a gente está te chamando já faz um bom tempo, e você está aérea aí...— Gabriela me respondeu. Peguei um travesseiro da cama e taquei nas duas, que estão na minha frente.

    — Sem graças!— não aguentei e ri.— Não deixa nem mais os outros pensarem, meu Deus!

    — Hummmmmm... pensando em quê?— Sarah se inclinou e arqueou as sobrancelhas, fazendo cara de maliciosa.

    Harry...

    — Ninguém importante...

    — Ah, então é uma pessoa...?— perguntou Gabi, se inclinando também.— Ou devo dizer... um garoto?

    — Ah para de encher o saco!— empurrei a cara dela.

    — Aaaawnnnn, ficou até com vergonha que fofa...— ainda tem a cara de pau de fazer carinha fofa, sínica! Mas, eu estou vermelha de raiva ou de vergonha? Nem eu sei...

    — Tá, já chega! Vamos dormir!— falei e fui me deitar. 

  Passou uns minutos e elas finalmente foram dormir, o silêncio se instalou no quarto e eu pude dormir tranquilamente, perdida em pensamentos e sonhos.

Notas Finais


Até o próximo capítulo!!!


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