História Espelho - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Jikook, Kpop, Romance, Século Xix, Taegi, Vga
Exibições 138
Palavras 1.821
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Magia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!!!

Capítulo 2 - Mil oitocentos e trinta?


Fanfic / Fanfiction Espelho - Capítulo 2 - Mil oitocentos e trinta?

Aí meu Deus! Aonde diabos eu vim para?

  Peguei meu celular e o espelho do chão e coloquei tudo dentro da minha bolsa.

  Olhei mais uma vez ao redor e meu mundo parou ao vê de longe um homem num cavalo usando roupas ridículas. Eu riria se eu não estive apavorado.

  O homem foi se aproximando de mim e parou do meu lado. Ele não parecia velho. Na verdade parecia que tinha mais ou menos minha idade.

  Observo ele desce de seu cavalo com a expressão preocupada no rosto.

  - O senhor está bem? - Perguntou, se agachando do meu lado.

  Continuei a encara-lo com os olhos arregalados e a boca aberta. Eu olhei - novamente - o local não encontrando nada. Volto meu olha para ele que me olhou de cima a baixo e corou quando olhou para minha pernas.

  O que há de errado?

  - Eh... eu... - Tentei fala mas não consegui.

  Tudo está uma bagunça. Primero eu vim para em um lugar estranho por causa de uma luz estranha e agora eu estou com um garoto estranho na minha frente que por sinal usava roupa estranhas.

  Definitivamente isso é loucura. Eu devo esta sonhando ou algo do tipo.

  - O senhor está bem? - ele fez a perguntou mais uma vez.

  - S-sim, eu acho.

  - O que aconteceu? O senhor parece assustado e confuso. Além disso suas roupas... eh... - Ele parou ficando cada vez mais vermelho. Parecía que a qualquer momento iria explodir.

  Eu já estou me irritado com tudo isso. Só podia ser algum tipo de brincadeira.

  - Minha cama, meu guarda roupa, meu apartamento, minhas coisas... tudo sumiu - Falei puxando meu cabelo.

  Isso tudo estava me dando dor de cabeça.

  - Como tudo sumiu? Não! Como eu vim para aqui? - Perguntei o olhando serio. Se ele estava me zoando iria se arrepender.

  Ele me olha assustado e eu suspiro. Eu só queria resposta era tão difícil de entender?

  - É melhor leva-lo para minha casa e chamar um médico para examina-lo. - Falou me olhando e se levantando me estendendo a mão - Me permite te ajuda a levanta?

  Olhei sua mão por alguns segundos e a peguei meio inseguro. Sinto uma coisa estranha ao toca-lo, como se já tivesse o conhecido.

  Não Yoongi! Você precisa acorda.

  Eu realmente estou precisando de um médico. E de pressa. Ou ficarei louco de vez.

  Mas logo eu lembrei de algo. Eu nem ao menos o conhecia. E mesmo assim ele quer me ajuda. Estranhos não ajudam estranhos. Não de graça.

  Ele deve está querendo me mata e depois me come. Eu posso esta ficando louco mas não ao ponto de ir pra casa de um desconhecido que usa roupas antigas.

  - Valeu mesmo cara. Mas eu tô legal. Não preciso da sua ajuda - Falei puxando minha mão da sua e me pondo de pé. Coloquei minha bolsa em um de meu ombro e respirei fundo.

  A confusão em seu rosto era evidente.

  - Valeu? Cara? Legal? - Ele pergunta - Eu realmente estou preocupado com o senhor.

  - Como? - Perguntei. - Você tem algum parafuso a menos? - Não consegui me segura. Ele estava me dando nos nervos.

  Eu precisava acorda logo desse pesadelo.

  - Eu não entendi muito bem sua pergunta senhor. - Falou me olhando com a cabeça inclinada para o lado. - Vamos para minha casa e la o médico te examina.

  - Não! Você é louco cara? - Perguntei irritado - Eu não te conheço. Nunca te vi em toda minha vida. Eu nem ao menos sei onde eu vim parar. - Explodir. - E se você quiser fazer algo com minha pessoa? Tipo, me tortura até a morte, me corta em pedacinhos e depois me come? Eu não posso correr esse risco não amigo.

  - Eu não sei se o compreendi. Mas eu juro que só quero lhe ajudar. Estou vendo que parece assustado. Então por favor me acompanhe até minha casa, fale com o médico e depois eu prometo que irei te ajuda. - Falou com a voz baixa e calma.

  Eu pensei na idéia. Eu não tinha pra onde ir. Na verdade, eu nem sabia onde estava. Então porque não? Afinal eu não tenho outra escolha além de aceita.

  - Tudo bem - Falei por fim.

  - O senhor não deveria anda sozinho neste lugar. - Falou me guiando até seu cavalo.

  Não dei muita importância para o que ele tinha falado. O ignorei.

  - Ainda mais hoje em dia. Muitas coisas mudaram essas décadas. Acredito que não seja mais seguro, com tantos vândalos e golpistas por aí de viajantes solitarios. - Ele me olha.

  Ele está pensando que eu fui atacado ou algo do tipo?

  - Não! Eu não fui atacado se é isso que está pensando. Eu só vim para aqui do nada. - Falei apertando minha mão na alça da bolsa - Eu estava no meu quarto e depois vim para nesse lugar estranho.

  - Tenho certeza que se lembrará assim que se acalma. - Ele fala desviando o olha.

  Duvido muito cara!

  - Mas creio que foi atacado. É a única explicação para terem o deixado com essas condições.

  Condições? De que condições esse louca esta falando? É melhor deixa pra lá.

  - Porque esta vestido assim? - Perguntei olhando sua roupa de cima a baixo.

  - Estou voltando de uma viagem longa. - Falou soltando um suspiro cansativo.

  Viajando? Com essas roupas ridículas? Se antes eu achava que ele era louco, agora eu tinha certeza.

  - Mas não seria melhor uma roupa mais confortável? - Perguntei tocando seu casaco ridículo. - E porque foi com cavalo?

  - Eu creio que estou vestido adequadamente, Senhor. E eu prefiro ir à cavalo. É bem mais rápido do que carruagem. - Falou e sorriu.

  Espera um segundo aí... ele disse carruagem? Agora sim. Isso já está ficando estranho. Muito estranho.

  - Senhor?

  Olhei pro cavalo a minha frente. Ele era enorme e eu nunca tinha subido em um antes. O primeiro que eu subi quase metí a cara no chão.

  - Deixa que eu te ajudo - ele toca minha cintura e eu recuei. Quem esse maluco pensa que é?

  Será um estuprador? É possível.

  - Olha, eu realmente estou bem. Não preciso da sua ajuda. - Me afastei dele. - Eu sei me vira sozinho. Se me der licença.

  Virei de costa pra ele e comecei a anda. Queria fica o mais longe possível daquele psicopata.

  Parei. Uma carruagem de verdade estava vindo em minha direção. Não tem como piorar.

  Oh Deus!

  - O que está acontecendo nessa porra? - Falei irritado me virando para o tal maluco do cavalo. - Que troço é aquele?

  - Não entendi senhor. - Falou franzindo as sobrancelhas.

  Você nunca entendi.

  - Eu tô falando da carruagem cara - Falei o óbvio.

  - Ah! A família Kwon compraram uma nova. Já que a velha tinha quebrado. - Falou enquanto a carruagem se aproximava mais.

  - Nova? Aquilo tem pelo menos duzentos anos. - Falei sarcástico.

  Ele ficou confuso. Mano ele é tão estranho.

  - Eu tenho certeza que é nova, Senhor. - Falou e a carruagem para do seu lado.

  Um homem barbudo aparece na janela e olha para o louco que estava na minha frente.

  - É bom reve-lo Senhor Kim - O homem fala e sorri.

  - Digo o mesmo pro Senhor.

  Olhei de um para o outro. Esse papo de senhor estava me irritando. Era senhor pra cá e senhor pra lá. Pareciam dois velhos.

  O homem olha para mim e cora ao olha minha pernas. O que tem de errado com as minha pernas pelo amor de Deus?

  - Ah! Senhor Kwon esse pobre homem foi atacado. E eu vou leva-lo para minha casa. - O menino maluco fala e o homem faz cara de surpresa.

  - Esses tempos modernos. - Fez drama e eu revirei os olhos. - Precisa de ajuda?

  - Se não for pedi muito. Pode chama o Doutor Lee?

  - Claro. - O velho fala - Agora tenha um bom dia.

  - O senhor também. E muito obrigado. - Assim que falou a carruagem some por entre a estrada.

  Abri e fechei a boca. Tentando racionar aquilo tudo. Eu nunca me senti tão perdido como agora.

  - Senhor? - o rapaz me chama e eu o olho.

  - O que está acontecendo aqui? Isso é algum tipo de brincadeira. Por que serio não tem graça nenhuma. - Falei serio.

  - Eu não estou brincando, Senhor. Eu só quero o ajuda. Então por favor... - Ele fala um pouco rouco.

  - Se você não me para de me chamar de senhor eu quebro sua cara em dois - Digo puxando meu cabelo. - E que ano você pensa que a gente está? Sua mãe nunca lhe ensinou que é errado confia em estranho?

  - Estamos no ano mil oitocentos e trita, senhor. - Falou simples e eu começa a rir. Que piada foi essa?

  - Mil oitocentos e trinta... - Falei entre risos - Ótima piada. Muito boa mesmo.

  - Não lhe contei piada alguma. - Falou serio.

  Parei de rir.

  - Por acaso eu tenho cara de idiota? - Falei irritado.

  - Eu não quis ofende-lo. Longe disso. - Ele fala preocupado - Porque não vamos para minha casa para o senhor se acalma um pouco?

  Suspirei. Era isso ou nada. Assenti me aproximando com cuidado de si.

  Mil oitocentos e trinta uma merda. Eu vim para no fim do mundo isso sim. Aonde tem carruagens, e homens que usam roupas estranhamente estranhas.

  Novamente olhei pro cavalo. Aquele maldito cavalo. Porque simplesmente não íamos a pé?

  - Posso te ajudar? - Perguntou hesitante e eu assenti deixando que ele tocasse minha cintura e me levanta-se.

  - Obrigado, eu acho - Falei enquanto ele sorriu e subíu no cavalo.

  Suas mãos circula minha cintura fazendo com que ele se aproximasse mais de mim. Fiquei incomodado. Muito na verdade.

  - Não tente nenhuma gracinha viu - O avisei - Ou eu quebro isso que você chama de rosto em dois.

  - Você precisa, de fato, de um médico, Senhor. Não está falando coisa coerentes - Falou preocupado.

  - Tá ó estranho. Vamos pra sua casa. La no ano de mil oitocentos e trinta.
 



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