História Esperança de todo o meu amor - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ian Somerhalder, One Direction, Selena Gomez, Shawn Mendes
Personagens Harry Styles, Ian Somerhalder, Niall Horan, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Amor, Drama, Iansomerharlder, Isabellabellshof, Ninadobrev, One Direction, Paixão, Romance
Exibições 13
Palavras 2.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Devo pedir um milhão de desculpas pra vocês, fiquei um mês sem postar por motivos de bloqueio de criatividade e muitaaas tretas na familia e até mesmo na escola! Então espero que gostem desse capítulo, saiu do forno haha! Amo vocês..

Capítulo 8 - Encontro I


Há um calor em meu corpo, assim que acordo sinto braços quentes sobre minha cintura. Abro os olhos e vejo Harry deitado sobre o meu peito, meu coração se acelera e então me levanto rapidamente. Imagens da noite anterior voltando em minha mente com força, me causando leves dores de cabeça. Ontem eu gemi o nome dele, implorei para que ele transasse comigo. Estava tão bêbada, uma culpa  cai sobre mim e me sinto enjoada. Corro para o vaso e começo a vomitar.

— Você está bem? — Harry corre e segura os meus cabelos enquanto começo a por para fora tudo o que comi.

— Eu estou nojenta, não chega perto de mim. — Insinuo com os dedos para que se afaste, ele continua a segurar e então se senta ao meu lado.

— Não, está tudo bem. — Ele me deu vários chupões, estou toda roxa e com lembranças maravilhosas. Acabei de perceber que não quero perder nenhum tempo, eu fiquei criando imagens na minha mente de como queria que ele fosse diferente. Eu perdôo ele, eu quero voltar para ele mas preciso pensar direito, talvez eu esteja um pouco bêbada ainda.

Me levanto e pego as roupas que estão jogadas no chão, quando desço as escadas rapidamente Arthur está de braços cruzados olhando para mim e para o Harry que está de cueca apertadinha, que por sinal, está muito gostoso.

— Precisamos ter uma conversa séria. — tento me fazer de boba e vou até a geladeira, pego suco e coloco no copo.

— Sobre o trabalho? Desculpa ter faltado hoje. — Sirvo para o Harry também que me olha espantado, porque todos estão agindo assim?

— Você ia transar com um cara que nem conhece, você está ficando louca? Depois saiu correndo igual uma maluca, transou com o Harry e depois os dois vieram dormir aqui? — seu tom de voz é alto e ríspido, queria dizer a ele para parar de gritar, pois minha cabeça não para de doer.

— Arthur você tem que entender que eu faço o que quiser da minha vida. — Respondo enquanto levo o copo à boca.

— Mas Isabella.. Você ia transar com o Christian, e eu fiquei tão mal por isso. — Harry assente e eu reviro os olhos.

— Você tinha que agradecer por eu ter te perdoado, e obrigada pela noite ótima. — digo sendo sarcástica e olho para os dois novamente. — Qual é?

— Ah, claro que você iria se lembrar do meu antigo "eu". É engraçado porque você é a única que não percebeu minha mudança. — seu tom de voz é baixo, me deixando magoada.

— Desculpa. — sinto que posso perdoa-lo, vou até ele e o abraço. Começo a chorar em seu ombro e então ele sorri.

— Quando você se sentir melhor, podemos conversar sobre isso. — Seu abraço é confortante, e eu havia me esquecido de como me sinto segura com ele.

— Está bem!

Dou um beijo no rosto do Arthur e subo até o meu quarto, pego uma calça e uma camiseta. Não posso continuar nessa casa nenhum segundo. Olho para a porta e vejo Harry me observando sorrindo.

— Você está de TPM, certo?

— Acho que sim, não costumo deixar os meus sentimentos falarem mais alto por mim. — dou o meu melhor sorriso e ele veste a sua calça, seus músculos se contraem diversas vezes me deixando arrepiada.

— Você se arrepende de ter feito amor comigo? — Que termo é esse? Ele nunca fala "fazer amor".

— Posso ser sincera com você? — Me sento na cama e então ele para na minha frente. — Nem um pouquinho.

— Eu também não me arrependo. Você se arrepende de ter deixado aquele filho da puta chupar seu pescoço? — ele se senta ao meu lado e puxa o meu cabelo para analisar a minha nuca.

— Me arrependo, mas isso não é da sua conta. Entendeu?— suas mãos tocam os meus labios e então viro o meu rosto.

— Harry, eu preciso fazer uma coisa. — Antes que ele responda eu o beijo, ele suspira de susto e eu continuo. Seguro o seu rosto com as duas mãos, o beijo com intensidade até o nosso fôlego acabar e nós voltarmos a reacender tudo novamente. O beijo como se fosse a última coisa que irei fazer da minha vida, tenho certeza que não é mas quero ele comigo para sempre. É isso que eu quero. Eu quero um futuro com ele, quero estar com ele até quando não merecer.

— Me diz que ja sabe o que quer, me diz que vai fazer com que eu pare de sofrer.

— Eu quero você, Harry. Você que me completa, você me deixa louca e ao mesmo tempo sóbria. Nunca amei ninguém assim! — suas mãos tocam as minhas coxas e então lágrimas caem de seu rosto, ele mudou e eu estou feliz por isso.

— Pensei que tivesse te perdido pra sempre, meu deus. — Suspiramos ao mesmo tempo, parece que estava guardado a muito tempo e quando soltamos foi como um alívio.

— Podemos jantar essa noite? Para esclarecer as coisas, se você quiser. — sorrio e ele também, dou um beijo em sua testa.

— Vou te levar para o melhor lugar, a minha casa. Irei fazer um jantar pra você, que tal?

— Eu topo, está bem? — acaricio seu cabelo, ele se levanta e veste a camiseta em segundos. Bagunça seus cabelos e se olha no espelho, como alguém consegue ser lindo assim?

— Então te vejo as oito?

— As oito! — aceno para ele que sai do quarto contente, Arthur ergue a sobrancelha para mim e sorri.

Eu estou sentindo um alívio tão grande dentro de mim, um sentimento de liberdade. Perdoar é uma tarefa difícil e complicada de se realizar, ainda mais quando você viveu um amor de mentiras e desilusões. A porta se abre lentamente e eu dou uma ultima arrumada na roupa, quero que tudo seja perfeito.

— Então decidiu perdoar? — seus olhos brilham ao me encontrar sorrindo, eu amo tanto esse garoto.

— Ai! Claro! Céus, porra. — corro até ele e pulo em seu colo, seus braços fortes me seguram e então ele me gira por alguns segundos. — Me desculpa pelo vexame de ontem, você não merece nada disso. 

— Depois conversaremos sobre isso, não quero destruir sua felicidade. — Saio do seu colo e dou vários beijos em seu rosto. Fico triste em saber que ele não está amando ninguém, e que finge não sentir nada pela ísis. Eu juro que se eu ver aquela piranha eu quebro ela no meio, vadia falsificada. Ela não vale nem 0,50 aquela cobra asquerosa! — Então decide perdoar ele assim, do nada? Na verdade, não foi bem do "nada". Transaram e perceberam que ainda se amam?

— O QUÊ? — finjo estar  chocada e então começo a rir. — Você está querendo dizer que a sua melhor amiga, uma irmã transou com um cara e está apaixonada por ele? Você acertou em cheio, garotão! — dou dois tapas em suas costas e novamente o abraço.

— Você é hilária, e talvez seja isso que eu goste tanto em você. Está na hora de trabalhar, porque aquele lugar não vai se virar sozinho. 

— Estragou toda a felicidade que havia em mim. — mostro o dedo do meio, pego a minha bolsa que está na cama e vou até o carro. 

Então eu decidi o certo? Claro que não esqueci, mas é realmente isso que eu quero? É difícil decidir com ele por perto, tenho certeza que ele nunca me deixou ir mas essa porra dói ainda. Faz anos que isso aconteceu, mas sou rancorosa e tudo me volta em mente. Arthur se aproxima e se senta no banco de trás, consigo sentir seu calor e sua felicidade esvair para o carro inteiro. Queria que soubesse o quão bem ele me faz, tenho fé que ele irá arranjar alguém que realmente o ame e que o trate como prioridade. Eu desejo isso no fundo do meu coração, não há como mudar essa conexão entre nós. Somos indefinidos, e essa não é nada mais que a nossa definição perfeita.

Chove lá fora enquanto eu dirijo esse carro com a maior felicidade, nos meus lábios há um sorriso desajeitado e um pouco confuso, mas é bom me sentir viva novamente.

— Eu estou vendo tudo daqui, sua doida. — dou dois tapas em seu ombro e estaciono no térreo.

— Amo você. Amo quando estamos juntos. 

— Eu também amo você! — descemos do carro um olhando para o outro, seus braços fortes seguram a minha cintura e entramos no elevador. 

Vou para o meu escritório, pego alguns livros que estão sob a mesa. Estou tão criativa, o amor sempre me deixa assim, é inacreditável! Estou tão ansiosa para ver ele novamente, parece loucura e eu sei que é. Mas poder tocar ele e sentir seus músculos se contraírem sobre a minha pele, é sexy demais.

Depois de quase duas horas editando algumas publicações e dando a minha opinião sobre elas, recebo uma mensagem do Harry: "irei te buscar as oito, não se esqueça." Olho no relógio e vejo que são exatamente sete horas. Droga, tenho apenas uma hora para me arrumar e eu nem estou afim de ir, mas se for para mudar eu irei.

Quando volto os meus olhos sonolentos para a porta do escritório, vejo o sorriso gratificante do Arthur. Em suas mãos há um par de sapatos brilhantes e um vestido cinza, suas mãos se esticam para me entregar e então caminho lentamente até ele:

— Porque tem que me salvar sempre? — uma mecha do meu cabelo insiste em cair, suas mãos macias arrumam atrás da minha orelha.

— Eu só quero que seja feliz! — envolvo os braços em seu pescoço, o calor familiar de seu corpo é realmente reconfortante.

Pego o vestido e os sapatos, coloco em cima da mesa e Arthur se senta atrás de mim:

— Você realmente vai ficar me olhando?

— Eu comprei, eu posso. 
 

— Você é hilário!

Retiro as minhas peças de roupa. Consigo ouvir um suspiro  saindo de sua boca, solto uma leve gargalhada e então ele se levanta e vai para a varanda. Coloco o vestido que ficou perfeito em mim, um decote bem agradável, sensual e ao mesmo tempo "não sou santinha mas não sou safada". Nos pés coloco os saltos que couberam perfeitamente em meus pés, adoro o fato dele saber tudo sobre mim, até coisas que eu nem imaginaria que soubesse ele sabe. 

Meu celular começa a vibrar, corro até ele e vejo novamente uma mensagem do Harry: Estou subindo, espero que não tenha desistido da nossa grande noite!

Decido responder: Eu já estou pronta, irei te esperar na recepção. Ainda não desisti!

Harry: E haveria como desistir disso?

Respondo com um pouco de ironia: Há grandes possibilidades, então acho melhor não se achar muito!

Desligo o celular e vou até a varanda, Arthur está parado olhando as estrelas e tomando conhaque. Dou um beijo em seu rosto, e leves tapinhas em seu ombro. 

 

— Tenha uma ótima noite, eu amo você! — seus sussurros me deixam arrepiada. Sei que está mal por achar que vai ficar sozinho, mas ele tem á mim e eu sei que não é muita coisa, mas é tudo que posso oferecer.
 

— Você vai ficar bem?

— Eu irei! — Seus olhos encontram a minha boca, decido ir para a porta e dou uma ultima olhada para ele. Parado, como se estivesse esperando o destino mudar e oferecer algo melhor que gratidão. 

Pego o elevador, aperto para o térreo e decido fazer um coque. Não deu muito certo, mas irei para a casa dele e não quero parecer oferecia e que se importa com esse "encontro" até porque não sei nem se há de dar certo. Quando as portas se abrem, Harry está em pé com as mãos no bolso e movimentando seus pés para cima e para baixo, parece que alguém está mais nervoso que eu.

— Você... é.. como ai meu Deus, está muito errado. Porque estou tão nervoso assim? —começo a rir e então ele respira fundo. — Você está linda, Bella!
 

Decido encará-lo de cima a baixo, ele está de camiseta branca, blazer preto e suas calças estão justas e são pretas. — Você também está lindo. 
 

— Então.. essa é a hora em que entramos no meu carro e eu te levo para jantar? 

— Eu acho que sim! — Não consigo esconder a gargalhada, começo a rir sem parar e então ele ergue a sobrancelha.
 

— Estou fazendo algo de errado?

— Não!

— Ai Céu! Estou um completo babaca, né? — dou um beijo em seu rosto e seguro o seu braço.

— Você está ótimo



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