História Esquadrão Super Vilões - Capítulo 15


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Categorias Esquadrão Suicida, Malévola (Maleficent), Merlin, O Caçador e a Rainha do Gelo, O Fantasma da Ópera, Once Upon a Time, Star Wars, The Vampire Diaries, Thor, X-Men
Personagens Anakin Skywalker (Darth Vader), Erik Lehnsherr (Magneto), Freya, Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Katherine Pierce, Loki, Malévola, Morgana Pendragon, Morgause, Regina Mills (Rainha Malvada), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Arlequina, Crossover, Darth Vader, Fantasma Da Ópera, Loki, Merlin, Morgana, Once Upon A Time, Star Wars, Thor, Vilões
Exibições 56
Palavras 4.871
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Outro capítulo está aqui ;)

Capítulo 15 - Loucuras em Nova Iorque parte 3: S.O.S


Capítulo 14: Loucuras em Nova Iorque parte 3- S.O.S

Enquanto isso... Em Brooklyn... No Prospect Park...

Estava o Fantasma observando cada detalhe das simples, porém bonitas arquiteturas das lamparinas que cercavam o parque misturado com o tom poético que o pôr-do-sol junto com as luzes artificiais davam a aquela bela paisagem. Isso o fez começar a questionar se não perdeu muito tempo isolado em sua escuridão nos subterrâneos da ópera de Paris? Ou preferindo evitar a luz do sol durante esses últimos anos com medo de novas perseguições e rejeições acontecerem de novo a ele? Seria ele não tão corajoso como dizia o Magneto? Faltava-Lhe auto dignidade?

Fantasma estava perdido em seus pensamentos probrematizadores até que...

-Oi. –disse Arlequina.

-Oi, é...? –disse Fantasma.

-Arley, fantasminha. –disse Arlequina dando risos.

-Arley. Está gostando do “passeio”? –disse Fantasma tentando arranjar um assunto.

-Sim, digo... Mais ou menos. –disse Arlequina sorrindo fraco.

-Isso também te causa um pouco de dor? –disse Fantasma tentando parecer social.

-Você tem razão, realmente um cara meio que partiu meu coração, digo, mais ou menos. –disse Arlequina um pouco triste.

-Se não me quiser me contar eu até entendo, também tenho os meus problemas pelos quais não gosto de compartilhar com ninguém, até porque ninguém ouviria. –disse Fantasma.

-Sei como se sente e eu meio que estou querendo compartilhar o que eu sinto com alguém. –disse Arlequina.

-Porque eu? Eu não sou lá a melhor pessoa para dar conselhos. –disse Fantasma.

-Não quero conselhos até porque eu quase não escuto, eu só quero que me ouça. Por isso gostaria de compartilhar contigo. –disse Arlequina.

-Está bem, vou tentar. Quem sabe assim não faço alguém feliz. –disse Fantasma.

-Que bom. Você já amou uma pessoa de uma tal forma que não importava o que ela fizesse com você... Seja te agredir, te humilhar e até te machucasse de todas as formas possíveis, mas mesmo assim você não consegue deixar de amar essa pessoa por ela ter sido tão especial para você? Em sua vida? –disse Arlequina.

-Entendo... –disse Fantasma.

Der repente, veio em sua mente uma lembrança desgostosa que contribuiu ainda mais que ele ficasse desconfiado em relação ás pessoas, de não confiar em mais ninguém porque mais cedo ou mais tarde iriam rejeitá-lo ou machuca-lo de alguma forma.

Em sua lembrança ele estava cantando em uma peça do Opera Populaire em frente de mil pessoas, que nada mais era a peça de sua vida! Com a mulher que ele queria que fosse a sua vida! Sim, por este momento ele realmente acreditou que poderia ser feliz e amado do jeito que era (sem se importar com sua aparência ou sua escuridão da alma), pois em seus movimentos ele estava tocando-a e sendo tocado por ela! Tipo assim sem temor ou nojo! Foi o único momento em que se viu feliz e amado em sua miserável vida. Porém, tudo não passava de uma enganação já que quando ela tocou o seu rosto depois de ter ouvido a declaração de amor dele no palco, ela traiçoeiramente arrancou a sua máscara na frente de todo mundo, expondo sua deformidade e apavorando muitas pessoas com a sua feiura, ai ele se tocou que era tudo para prendê-lo e humilha-lo, realmente nunca seria amado e aceito por quem era, todos o odiavam, ninguém nunca amaria o pobre e infeliz Erik.

-Ei Erik? Você está me escutando? –disse Arlequina.

-Foi mal. Estava... Distraído. –disse Fantasma saindo de seus devaneios.

-Afinal porque um cara legal como ele iria gostar de uma mulher inútil, desprezível e horrível como eu? –disse Arlequina triste.

-Ele te falou isso? –disse Fantasma surpreso.

-Falou sim, mas por um lado até que ele tem razão... Eu só sirvo pra atrapalhar mesmo. –disse Arlequina.

-Ele está errado! Isso não se fala para uma madammeseille como você! Isso não se fala pra madammeseille nenhuma! Isso não se faz! –disse Fantasma um pouco raivoso.

-Quem se importa? Eu sou uma louca super vilã, ninguém se importaria. –disse Arlequina segurando as lágrimas.

-Isso não se justifica! Por mais que uma mulher seja louca, com falhas de caráter e até cometa erros na vida... Nenhuma mulher merece passar por isso! Nem eu que sou um marginalizado da sociedade e da escuridão nunca faria ou diria uma coisa dessas para uma mulher... Por mais que... Ela fosse a minha mãe, nem ela mereceria isso. –disse Fantasma um pouco triste.

-Nossa, você é uma das poucas pessoas que se importa comigo além de minha amiga Hera, até porque a maioria das pessoas diria que fiz por merecer... Que eu mulher inútil provoquei tudo isso por mais que ele fizesse coisas piores comigo. –disse Arlequina.

-Nossa! Se antes eu tinha antipatia pela sociedade agora tenho ainda mais, tipo eu até admito que façam coisas horríveis comigo, agora com você e até com o outro Erik que veio com a gente eu não admito! Vocês dois não merecem isso! –disse Fantasma raivoso.

-Gente diferente não tem valor pra sociedade, acho que nem estranho mais isso. Ainda mais uma mulher feito eu. –disse Arlequina triste.

-Espere só um momento. –disse Fantasma.

Com isso, Fantasma foi se afastando do lugar, deixando assim, Arlequina só e pensativa sobre dignidade democrática e opressões que todos passam durante a vida toda (pobres, mulheres, homossexuais, negros, mutantes, bruxos, vampiros e etc). Não demorou muito tempo até que aparecesse ele com uma rosa aparentemente arrancada de algum lugar do parque.

-Então tome esta rosa. Para que você se lembre de que não está sozinha em sua luta e, sobretudo, de que todos nós temos algum valor. Até mesmo os mais loucos e diferentes. –disse Fantasma entregando-a a rosa.

-Mas é que a rosa tem espinhos. –disse Arlequina.

-Por isso que gosto das rosas, porque assim como eu e todas as pessoas por mais que não admitam... Ninguém é perfeito. Todos nós temos nossos defeitos assim como beleza dentro de si. –disse Fantasma.

-Nossa, obrigada. –disse Arlequina quase emocionada pegando a rosa.

Erik:- Querida, querida

Nunca, nem por um momento pense

Que você é um nada

Você é fodasticamente perfeita...

-Nossa, como ninguém nunca descobriu seu talento? –disse Arlequina admirada com a sua voz.

-Ninguém nunca me ouviria. Sou um marginalizado da sociedade. Ninguém nunca se importaria comigo. –disse Fantasma.

-Nossa! Como pode ser um cara tão legal e ao mesmo tempo não sabermos nada sobre você? –disse Arlequina.

-Seria melhor que eu não me lembrasse de certas coisas que me machucam, e vocês não me entenderiam. –disse Fantasma.

-Ok, quando estiver pronto, poderá compartilhar com a gente se quiser. –disse Arlequina.

-Obrigado, está sendo muito legal comigo, assim como todos vocês estão. –disse Fantasma rindo fraco.

-Estamos no mesmo barco. Temos que aprender a nos socializar mais cedo ou mais tarde. –disse Arlequina.

-Entendo. –disse Fantasma.

-E você tem uma bela voz. –disse Arlequina rindo fraco.

-Obrigado e você também tem um bom sorriso. –disse Fantasma.

-Sério? Sempre achei meio estranho e louco. –disse Arlequina dando risos.

-Sei lá... É bonito, é vivo. O mais vivo que já ouvi em toda a minha vida, super espontâneo. –disse Fantasma um pouco tímido.

-Eu realmente preciso saber mais sobre você. –disse Arlequina alegremente.

-Só que não. –disse Fantasma.

-Posso pelo menos bater uma outra selffie com você? –disse Arlequina pegando a máquina outra vez.

-Não me diga que...? Porque gosta tanto de tirar foto? Principalmente comigo? Vocês enchem tanto! –disse Fantasma desconfortável.

-Te acho lindo. –disse Arlequina dando risos.

-Para com isso! Eu sei que não! –disse Fantasma.

-Eu te compartilhei o meu problema, como você não fez o mesmo me deve essa. –disse Arlequina.

-Tudo bem, eu vou. –disse Fantasma.

Com isso, Fantasma deu uma breve ajeitada no cabelo para ficar mais apresentável pela insistência da colega, depois disso, colocou timidamente a mão na cintura dela, e a mesma puxou o rosto dele pro dela (que o deixou receoso), mas que não demorou muito após ela bater a selffie.

-Estamos tão maneiros! Só não combinou muito essa meia máscara, isso é muito estranho, você deve ser lindo. –disse Arlequina.

-Não gosto de pessoas curiosas, você deveria saber disso. –disse Fantasma intimidado.

-Ok, não ser curiosa demais. –disse Arlequina.

-Melhorou. Vamos procurar por Erik e Katherine? –disse Fantasma nervoso.

-Boa ideia, assuntos importantes. –disse Arlequina.

-Tem razão. –disse Fantasma começando a procurar por eles.

-Te deixei nervoso ou é só impressão minha? –disse Arlequina curiosa.

-Impressão sua. –disse Fantasma disfarçando.

-Tudo bem, vamos continuar. –disse Arlequina procurando por eles também.

Enquanto isso... Do outro lado do parque...

-Pelo visto o plano da nossa coleguinha pode não ter dado certo. –disse Katherine exausta após ter procurado muito.

-Eu quem diga, estou exausto. –disse Magneto se sentando no primeiro banco que encontrou.

-Eu quem diga. Posso morrer junto com você? –disse Katherine.

-Sim, o banco é público. E vampiros morrem? –disse Magneto.

-Não, só estou entediada mesmo. –disse Katherine se sentando ao lado dele.

-Entendi. –disse Magneto.

Com isso, ambos ficaram respirando o ar fresco enquanto estavam observando a linda paisagem, der repente se sentiam livres e em paz nem que por pouco tempo.

-Sabe? É com isso que eu sonho. –disse Magneto pensando em voz alta.

-Com o que? –disse Katherine.

-Com isso... Com paz e sossego... Felicidade. É por isso que luto e brigo com os normais pela segurança de gente como eu... –disse Magneto.

-Mutantes! –disse Katherine.

-Sim, mutantes. E eu me orgulho disso, afinal não há porque eu me envergonhar e acho que ninguém aqui também não. E se depender de mim, todos nós aqui vamos poder viver em um mundo melhor... Onde não teremos de ser oprimidos ou perseguidos por quem somos... É errado eu querer ser livre e feliz? –disse Magneto pensativo.

-Não, te entendo bem. Embora eu não seja mutante ou perseguida por as mesmas razões, sei como é essa sensação... De ser perseguido por ser simplesmente você e ser amaldiçoada desde o dia que nasceu praticamente, parece até que estava marcado, eu que fui idiota demais para acreditar que não. Sabe... Eu me tornei uma pessoa malévola, sedenta por poder, egoísta, vingativa e manipuladora... Mas nunca fui feliz. Sempre quando eu pensei que poderia ser feliz sempre vinha algo para tirar a felicidade de mim... E eu odeio isso. –disse Katherine um pouco vulnerável.

-Todos nós aqui odiamos, você não é a única. É por isso que sou assim e vocês também creio eu. –disse Magneto.

-Também teve sua felicidade tirada de você? –disse Katherine.

-Quando eu era pequeno, um simples garotinho inocente... Meus pais foram covardemente tirados de mim por seres humanos simplesmente desumanos e desprezíveis, só pelos simples fato deles serem diferentes. E o mesmo aconteceu comigo e o pior, por eu ser um mutante. E isso foi o suficiente para todos os males que aconteceram em minha vida, pois ou queriam me usar como uma arma (afinal mutantes não tem sentimentos, somos só um robô pra essas pessoas) ou simplesmente me matar como se eu fosse uma ameaça. Eu nunca fui realmente feliz, nem momento de paz em tive.  –disse Magneto um pouco triste.

-Nossa! Não sou a única lascada! –disse Katherine.

-Mas quer saber tive até um único momento de paz... Quando eu conheci o meu ex amigo Charles Xavier, digo ex porque ele prefere defender quem nos odeia. Fazer o que? E foi nesses momentos que com todas as suas ideologias de “mundo utópico” e que existem “humanos bons” que por um momento pensei que eu ainda pudesse ser feliz e encontrar sossego em minha vida assim como outros amigos que nem eu (incluindo ele próprio). Mas que engano! Pois em uma missão descobri que realmente eu estava certo: por mais que estejamos fazendo a coisa certa, eles sempre vão nos odiar e tentar nos destruir. Assim que as coisas funcionam. –disse Magneto.

-Nossa! Poderíamos até ser aliados, se bem que não sou mutante. –disse Katherine.

-Olha, realmente eu dou preferencia aos mutantes por eles serem que nem eu e excluídos da sociedade, mas... Você também não me parece nada mal. Me parece uma mulher corajosa, estrategista e é uma vampira. Além de ter sofrido muito nessa vida, o que deve ter surgido bons ideais em você. Poderá útil para nós. –disse Magneto.

-Do jeito que eu estou, qualquer coisa está valendo para minha sobrevivência. E convenhamos que com mutantes, poderíamos formar um belo exército e destruir quem atrapalhar no nosso caminho. –disse Katherine.

-Mas é claro que se você trair-nos ou sair da nossa linha... Vamos ter que te matar para nossa segurança. –disse Magneto.

-Concordo. E ia dizer o mesmo também. Pode parecer egoísta, mas também prezo pela minha segurança. –disse Katherine.

-Então está fechado! –disse Magneto apertando a sua mão.

-Fechado! Vamos ser uma bela aliança. –disse Katherine apertando a mão dele.

-Eu quem diga. –disse Magneto.

Com isso, ambos estavam tranquilos até que der repente... Ouvissem um grito de uma pessoa.

-Olhem lá! É o Magneto! Aquele mutante miserável! Olhe ele lá! –disse um homem gritando e apontando para ele.

-Cala a boca! Olha, estou aqui em paz! –disse Magneto tentando manter o controle.

-É ele mesmo! O mutante! Peguem ele! –disse o homem gritando.

-É melhor você se calar se não quer arrumar encrenca! –disse Magneto já perdendo a paciência.

Depois disso, o homem saiu correndo atrás dos seguranças sem mais nem menos, fazendo assim, com que aparecessem uns cinco deles no local.

-Eu sei que pode parecer burrice, mas posso começar a agir? –disse Katherine.

-Não, espere. –disse Magneto.

-Mãos pro alto, senhores! –disse um segurança.

-Olha, eu quero paz... Você poderia nos deixar na nossa. Não estamos fazendo nada. –disse Magneto.

-Porque eu daria ouvidos a um mutante feito você? –disse o segurança.

-Katherine, agora seria legal se você agisse feito vampiro. –disse Magneto cochichando pra Katherine.

-Já estava era demorando. –disse Katherine.

Não demorou muito tempo até que Katherine se aproximasse do principal deles em uma grande velocidade e mordesse o seu pescoço drenando o seu sangue por completo, deixando assim, os outros receosos e em alerta.

-Eu tinha me esquecido que isto é muito bom! –disse Katherine com a boca cheia de sangue.

-Vampira! Matem os dois! –disse outro deles.

Assim, os quatro restantes começaram a atirar, porém, tanto Magneto quanto Katherine tinham bons reflexos seja se desviando com a sua velocidade de vampiro (ela) ou usando o seu poder para controlar as balas (ele). E assim sucessivamente até que ele perdesse a paciência e acertasse as balas em cada um deles.

-Isso é que dá mexer com a gente! –disse Magneto raivoso.

-Uma vampira e um mutante? Quer dupla mais foda? –disse Katherine batendo na mão dele.

Porém, vieram outros doze deles cercando-os. O que por si dificultou ainda mais a defesa de ambos. Katherine começou com vários tapas super fortes em dois deles que se defenderam por ter mais reflexos, depois deu cotoveladas neles, bateu as cabeças deles um nos outros deixando-os imobilizados no chão. Magneto já começou com vários murros na face, que foram impedidos por balas de fogo, mas, que desviou com o seu poder e deu vários chutes que foram defendidos por eles, até que Magneto acertasse uns belos chutes em suas faces. Katherine depois pegou dois deles que de inicio tentaram pega-la de todas as maneiras, mas inutilmente já que ela tinha uma velocidade de vampiro, assim, ela aproveitava para dar vários tapas e chutes neles. Um deles quase conseguiu pega-la, mas a mesma enforcou-o e virou seu pescoço. Depois ambos se juntaram para tentar pegar os outros, mas, vieram mais.

-Que droga! Parece uma hidra que quanto mais cabeças tiramos, mais cabeças vêm. –disse Katherine raivosa.

-Isso aqui já está me irritando! –disse Magneto.

Porém em contrapartida, vieram Arlequina e Fantasma para começar a defendê-los, seja com armas (ela) ou corda elétrica (ele).

-Isso é que dá mexer com alguém do nosso bando! –disse Arlequina atirando.

-Vocês querem experimentar o meu punjab moderno? –disse Fantasma dando um riso fraco.

Porém, vieram mais dez para detê-los, deixando-os em desvantagem, mas, isso não os intimidou.

Arlequina começou dando vários chutes, cambalhotas derrubando dois no chão. Katherine já usava a sua velocidade a seu favor, dando golpes fortes e rápidos deixando-os tontos e confusos, até que ela virasse as suas cabeças. Magneto dava murros e chutes em dois de uma vez. Fantasma já tentava usar o seu punjab moderno em um deles.

-Quero ver o que isso faz. –disse um segurança segurando ele.

-Nem queira saber. –disse Fantasma se defendendo com cotoveladas.

-Ai, filho da mãe. –disse o segurança caindo no chão.

Com isso, o Fantasma tentou aproveitar dando vários murros em sua face fazendo-o sangrar, mas, se defendeu retribuindo os murros na face do Fantasma que... Deixou a máscara cair?

-Vish, que feio! –disse o segurança olhando com nojo para o seu rosto deformado.

Irritado com a situação, Fantasma enforcou-o, agrediu-o e finalmente lançou a corda elétrica em cima dele, fazendo assim, com que ficasse imobilizado pelo tamanho choque elétrico.

-Você está bem? –disse Arlequina.

-Estou sim. –disse Fantasma colocando a sua máscara em uma rapidez sem que ela visse.

-Ok, então. –disse Arlequina.

Sem perceber, dois deles tentaram segurar Arlequina por trás tentando prende-la, mas ela se defendeu dando uma cambalhota que jogou um no chão e em seguida um soco tão forte no outro que derrubou-o no chão.

-Isso é que dá mexer com uma dama do crime. –disse Arlequina gargalhando.

Por outro lado, Magneto e Katherine estavam tentando se virar enfrentando uns quatro de uma vez, deixando-os exaustos.

-Você não tem um plano melhor? –disse Magneto exausto.

-Tenho sim, mas é loucura. –disse Katherine.

-Qualquer coisa vale. –disse Magneto.

-Ok. Saiam daqui. –disse Katherine.

-Vamos sair daqui gente! –disse Magneto gritando.

Com isso, Arlequina, Fantasma e Magneto tentaram ficar o mais longe possível, fazendo assim, com que Katherine jogasse uma pequena granada e saísse correndo do local.

-Não tinha um plano melhor não? –disse Magneto.

-Você disse que qualquer plano servia. –disse Katherine.

-Gente! Vamos lá! –disse Arlequina em um carro chamando-os.

-Você está roubando um carro, senhorita... Arley? –disse Fantasma admirado.

-Somos vilões. E isso é o que os vilões fazem. –disse Arlequina gargalhando.

-Não chega nem perto do que já fiz. –disse Fantasma.

-Apertem os cintos! Galera. –disse Arlequina.

Com isso, ambos colocaram os cintos sendo que estavam: Katherine e Magneto no banco de trás, Fantasma no banco da frente e Arlequina no de motorista.

-Uma pergunta: você passou na autoescola? –disse Magneto.

-O que você acha? –disse Arlequina começando a dirigir loucamente.

Assim, ambos ficaram admirados e ao mesmo tempo assustados pela tamanha falta de direção da péssima e louca motorista.

-Onde você aprendeu a dirigir loucamente? –disse Magneto.

-Jogando GTA. É obvio. Não estão gostando? –disse Arlequina dando risos.

-Só sei que estou adorando. A melhor aventura de todos esses anos. –disse Katherine dando risos.

-Apesar de eu ser meio pessimista concordo com a vampira aqui. –disse Fantasma rindo fraco.

-Então lá vamos nós. –disse Arlequina gritando e gargalhando.

Enquanto isso... Em Manhattan... No Metropolitan Museum of Art...

Loki der repente se viu atraído por uma pintura feminina que por si foi a única coisa que realmente chamou a atenção do deus por motivos além de materiais, ou qualquer coisa que lembrasse poder e soberania. Frigga. Era essa coisa que o lembrava, a sua amada e protetora mãe, que embora não fosse de sangue, fora a única de Asgard (se não dos nove reinos) que realmente se importava com ele quando todos só o viam como problemático ou a sombra de Thor, lhe ofereceu colo quando todos lhe viravam as costas e é claro... Como mãe dava as suas broncas de vez em quando para o melhor do filho, sim, diferente de Odin ela era a única que o tratava como filho de verdade. Mas que infelizmente morreu brutalmente, e Loki não pode fazer nada para ajuda-la nem dar um último adeus, isso por si deixou-o abalado e super frio, pois era a única que realmente ele se importava. No fundo se sentia arrependido por não tê-la protegido mais... Ou ao menos ter dito que a amava, por todas as coisas que lhe proporcionou e que no fundo Loki queria retribuir, mas era tão focado em sua vingança e a frieza de seu coração, que se esquecia da deusa que mais o importava dos nove reinos.

O início das memórias de Loki... Na prisão de Asgard...

-Ele não é meu pai! –disse Loki sem paciência depois de tudo que passou.

-Então eu não sou sua mãe? –disse Frigga como se tivesse cada vez mais incrédula pela frieza no coração do filho.

-Não! –disse Loki friamente dizendo uma palavra pelo qual ele se arrependeria amargamente pelo resto de sua eternidade.

O final das memórias de Loki.

-Sim, você era a minha família. Mãe, como queria que você estivesse aqui. –disse Loki sentindo-se um pouco vulnerável.

-Engraçado, você foi o único que ainda não falou da sua mãe. –disse Regina.

-E porque minha vida te interessa? –disse Loki tentando parecer forte.

-Tudo bem, se não quer se socializar... –disse Regina se afastando.

-Ela era Frigga, ela era uma deusa. Ela era o meu tudo, mas eu... Fui tolo demais para descobrir isso tarde demais. –disse Loki desabafando.

-E o que aconteceu com ela? –disse Regina curiosa.

-Ela morreu... Brutalmente. E eu... Não pude fazer nada para impedir. Tudo culpa do Odin e Thor irresponsáveis. –disse Loki raivoso.

-Você deve ter tido uma mãe muito boa, pelo menos melhor do que a minha. –disse Regina.

-Sim, ela era... A melhor dos nove reinos. Sabe... Diferente de todo mundo que se “importava” comigo ou fingia que se importava comigo... Ela realmente se importava, ela me amava verdadeiramente como se eu fosse o seu filho... –disse Loki tentando conter as lágrimas.

-É adotado? –disse Regina.

-Sim. Algum problema? –disse Loki.

-Não. Também tenho um filho adotado e sei que isso não faz diferença nenhuma... E acho que pra sua mãe também não. –disse Regina.

-Não, realmente não fazia. Ela realmente me amou como uma mãe poderia amar um filho... Esteve comigo nos momentos mais difíceis, segurou a minha mão quando todos tentavam me derrubar... Sim, ela foi a única que se importou comigo, e eu... Não valorizei como deveria. –disse Loki melancólico.

-Nossa, isso me faz lembrar o Henry. –disse Regina melancólica sentindo a falta do filho.

-Eu deveria tê-la protegido mais... Deveria tê-la valorizado como ela me valorizou... –disse Loki tentando conter as lágrimas.

-Mas tipo foi só ela que realmente esteve ao seu lado durante todos esses anos de imortalidade? –disse Regina curiosa.

-Falando assim você até me lembrou uma coisa... –disse Loki.

-Como assim? –disse Regina.

-Sim, eu tinha outra pessoa que se parecia com a minha mãe... Uma pessoa da qual eu estive tentando esquecer. –disse Loki reflexivo.

-E quem era essa pessoa? –disse Regina.

Porém, o que eles não contavam era que estivessem sendo observados por dois seguranças o tempo todo que desconfiavam do “sujeito nada turista”.

-Olhem lá! É o Loki! O deus das trapaças! Aquele que tentou destruir o nosso mundo! –disse um segurança gritando.

-Essa não! –disse Loki.

Com isso, outros deles cercaram Loki e Regina. Isso fez com que ambos iniciassem com as suas magias tentando arremessar e se defender do maior número de seguranças possíveis.

-Nunca vão conseguir me deter, seus terráqueos. –disse Loki dando risos de vitória.

Porém, der repente, uma bala conseguiu acertar o braço de Loki, deixando-o um pouco fraco e caído no chão, fazendo assim, com que dois deles tentassem de aproveitar da situação para prender o procurado dos nove reinos.

-Nada mal. –disse Loki.

-Agora você vai aprender a não trapacear mais no nosso mundo. –disse um deles tentando prender Loki.

Mas, der repente, ambos foram arremessados para bem longe e lesionados com fogo por... Regina Mills.

-Regina? –disse Loki surpreso.

-Vem logo, vamos sair daqui. –disse Regina tentando segura-lo nas costas.

-Você não deveria ter feito isso! Eu sou o deus todo poderoso! Eu poderia ter me virado sozinho! –disse Loki raivoso.

-Quer então que eu te deixe lá jogado no chão para que algum deles te pegue? –disse Regina raivosa.

-Não, está legal. –disse Loki.

Para piorar a situação, mais dez deles tentaram cerca-los já com as armas apontadas para eles. Isso fez com que tanto Loki quanto Regina tentassem atear fogo para se defender, mas não o suficiente para detê-los. Isso deixou-os em desvantagem. Entretanto, a situação mudou ao aparecer Morgana arremessando-os para bem longe abrindo caminho e Darth Vader usando o seu poder da força para manipulá-los e enforca-los para que em seguida derrubasse-os no chão, deixando-os imobilizados.

-Vieram em uma boa hora! –disse Regina exausta.

-Somos aliados e isso é o que os aliados fazem. –disse Morgana.

-Estava louco para descontar as minhas energias por hoje. –disse Darth Vader.

-Então essa poderia ser uma boa hora. –disse Regina.

-Então vocês poderiam segura-lo enquanto eu facilito o caminho. –disse Darth Vader.

Com isso, Morgana e Regina tentaram segurar Loki enquanto Darth Vader estava usando o seu poder da força para tirar os seguranças e até pessoas do caminho para facilitar a saída dos aliados pela frente. Regina e Morgana faziam o mesmo arremessando os seguranças das partes laterais antes que os mesmos tentassem impedi-las e para completar,  Loki que mesmo machucado tentava se virar usando o seu poder de fogo para se defender. Ou seja, uma combinação perfeita de ataques e defesas com muita magia.

-Agora sei a sua lógica que te levou a nos escolher. –disse Regina.

-Pois então diga-nos. –disse Loki.

-Temos magia e somos os mais poderosos. Assim facilitaria muito pra você ter os aliados mais fortes. –disse Regina.

-Algum problema? –disse Loki.

-Não, só te achei bem esperto e estrategista. Faria a mesma coisa. –disse Regina.

-Obrigado. Rainha. –disse Loki.

-Estamos saindo. –disse Morgana.

Ao chegar à saída, se depararam com um helicóptero que tinha sido manipulado por Darth Vader para descer.

-Ei, esse helicóptero... –disse o dono.

-Olha só: você vai dar esse helicóptero para a gente e vai sumir sem dar um pio, estamos entendidos? –disse Darth Vader.

-Sim. –disse o dono já fazendo o combinado.

-Queria ter esse poder para persuadir melhor as pessoas. –disse Regina impressionada.

-Isso deve ser algum tipo de magia poderosa. –disse Morgana.

-Vamos entrar! –disse Darth Vader chamando-as para entrar no helicóptero.

Assim, ambos entraram no helicóptero sendo que Darth Vader estava pilotando a estranha, porém, prática “nave terráquea”. E pilotava tão bem que deixou Regina, Morgana e até Loki impressionados.

-Você pilota tão bem Vader. Onde aprendeu? –disse Loki curioso.

-De tanto trabalhar feito um escravo condenado durante a minha infância e fazer favores para o meu patrão, acabei pegando a prática da coisa... Depois gostei tanto que acabei usando isso como diversão e escape. Me tornei um ótimo piloto, o melhor da região, até ganhei uma corrida da minha liberdade quando pequeno. –disse Darth Vader.

-Devo admitir que você me superou. –disse Loki impressionado.

-Eu quem diga. –disse Morgana admirada.

-Alo. –disse Regina ouvindo o micro telefone.

-Quem é? –disse Darth Vader.

-Eles estão na Estátua da Liberdade. Também estão com problemas e precisam escapar. –disse Regina.

-Ok então. –disse Darth Vader tentando pousar a “nave terráquea” na ilha da estátua.

Minutos depois... Com todos juntos perto da Estátua da Liberdade...

-Tudo ok com vocês? –disse Regina.

-Tirando o fato de ter tanta gente nos perseguindo e uma motorista maluca que parecia querer nos matar do coração... Tudo ok. –disse Magneto irônico.

-Eu já achei que foi quando a diversão realmente começou. –disse Katherine.

-“Maluca”? Alguém me chamou? –disse Arlequina.

-Estou todo ferrado. –disse Loki com dor.

-Vou tentar resolver, me esperem. –disse Regina pegando no seu celular que estava no bolso da jaqueta social.

Enquanto isso... No jato particular do senhor dos magos...

O senhor dos magos estava de boa, bebendo uma boa taça de champanhe enquanto estava observando a linda paisagem de Nova Iorque, pelo menos até que fosse interrompido por uma ligação de Regina.

-Diga-me como está a nossa... Como assim?! Estou indo agora! Esperem por mim. –disse senhor dos magos surpreso ao celular.

-O que houve, senhor? –disse o piloto.

-Não acredito que esses amadores aprontaram de novo! –disse senhor dos magos raivoso e impaciente.

Minutos depois... Der repente, o radar começou a apitar.

-O que é isso? –disse Fantasma.

-Acho que encontramos alguma coisa. –disse Arlequina.

-Uma joia em um monumento histórico. Quer coisa mais clichê? –disse Loki.

-Então era tudo dentro da Estátua da Liberdade. Porque não pensamos nisso antes? –disse Magneto impaciente.

-Ninguém aqui pensou. –disse Regina.

-Nunca me senti tão tola. –disse Morgana frustrada.

Quando avistaram helicópteros de longe prontos para ataca-los, por sorte, apareceu o jato do senhor dos magos para salvar o dia.

-Vamos! Entrem! Agora! –disse senhor dos magos chamando-os.

-Eu estou ferido. –disse Loki com dor.

-E estava tudo aqui na Estátua da Liberdade. –disse Arlequina.

-Isso mesmo. –disseram os outros.

-Vocês querem ser pegos? Entrem logo! –disse senhor dos magos impaciente.

Não pensando duas vezes, logo os oitos encrencados entraram no jato sem mais nem menos. Se por um lado estavam salvos da encrenca dos nova iorquinos, por outro se meteram em outra encrenca... Com outra pessoa.

  


Notas Finais


Reflexões para este capítulo:
1- Violência contra a mulher é CRIME (não se justifica, precisa de atenção);
2- Significado da palavra "marginalizado" (aquele que é excluído da sociedade, deixado á margem) mas que com um tempo ganhou a conotação para definir gente com atos criminosos;
3- Significado da palavra "nostalgia": um sentimento de falta, melancolia por sentir saudades de algo de seu passado (família, terra natal);
4- "O ser humano tem como característica viver em sociedade, não consegue viver sozinho": ou seja, todos nós por mais que sejamos individualistas e vivermos "só" sempre vamos necessitar uns dos outros por mais pequeno que seja. Pois pelo que pudermos ver na história os vilões meio que são um pouco solitários e individualistas por quaisquer coisa que seja sendo que quando eles se uniram voce pode perceber que meio despertou seus lados humanos e o espírito de equipe (um ajudando o outro). Portanto, vamos começar a ajudarmos uns aos outros (quem sabe a outra pessoa não é tão solitária e precisa de ajuda como nós?). Pois sozinhos podemos ser poderosos, mas juntos somos melhores ainda (duas ou mais cabeças se ajudam mais que uma);
5- Eu sei que é dificil mas... Vamos tentar ser menos individualistas e não cometer os mesmos erros que os nossos inimigos (que foi o pior erro da vida de nossos vilões), pois violencia com violencia gera mais violencia e desigualdade. Pois é claro, pode ser que não tenhamos aquilo que queríamos. mas a situação fica ainda pior quando cometemos o mesmo erro que eles (veja a diferença entre a vida de Magneto vs Xavier, Luke vs Vader, Regina vs Emma), pois eu acho que se nossos queridos vilões tivessem se unido com os heróis até mais privilegiado que eles (Arthur com Morgana, Loki com Thor, Xavier com Magneto por exemplo) para construir um mundo melhor... Eles teriam conquistado a tão sonhada utopia ao invez de se igualarem praticamente aos seus opressores que os traumatizaram (Uther, Cora, Pessoas que odeiam mutantes e etc). Então vamos refletir e ser mais unidos (privilegiados com desprivilegiados, nós com pessoas independente de sua religião, classe social, classe política, raça, orientação sexual, sexo e etc). Vamos construir um mundo melhor e sem desigualdades (ok, falei como um Professor Xavier rs).
Obs: Faltam dois capítulos para terminar o arco Nova Iorque. espero que tenham gostado do capítulo e das reflexões de hoje. Bom dia ;)


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