História Esquina 69 - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Jihun "Woozi", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Boonon, Chan, Chanseok, Cheolsoo, Dik, Dino, Hozi, Jeongcheol, Jihan, Jihancheol, Jun8, Junhao, Meanie, Seokchan, Seokmin, Seventeen, Soonhoon, Verkwan, Wongyu
Exibições 726
Palavras 2.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEEEEEEEEEIIII
o título do cap ficará claro futurament
cap curto pq eu queria fazer uma ponte pro próximo, então é aquele ditado apertem os cintos e se preparem siajsaksoas to nervouse
nois se vê nas notas finais

Boa leitura, meus brotinhos
Bjs
~

Capítulo 15 - Novos começos


Naquela manhã de segunda-feira, Mingyu e Wonwoo acordaram com o toque insistente do despertador que indicava sete horas.

O dono da casa resmungou irritado ao desligar o alarme e sentar-se. O sol já infiltrava-se pelas cortinas brancas e atingia o corpo adormecido de seu namorado, Wonwoo.

— Wonwoo-ah, levante. — o moreno o chacoalhou e levantou-se indo em direção ao banheiro.

Quando Mingyu voltou ao quarto, Wonwoo já estava acordado e mexia no celular, sonolento.

— Mingyu, o que está fazendo aqui ainda? — o garoto de cabelos negros parecia confuso — E bom dia.

— Merda! — o moreno levou os braços à cabeça como se seu time houvesse acabado de perder um gol — Esqueci de voltar para meu quarto ontem, ou hoje. — rapidamente, foi até a porta e a abriu, revelando um corredor silencioso e barulhos vindo da cozinha.

Felizmente, ninguém parecia acordado além da cozinheira, que provavelmente preparava o café da manhã àquela hora.

Wonwoo ria da situação por dentro. Estava sonolento demais para rir externamente.

— Vá. Eu vou aprontar-me e arrumar as coisas que faltam na mala, ok? — o mais velho sentou-se encostado na cabeceira e alongou os braços — Nossa, parece que eu fui espancado, preso a um carro do Velozes e Furiosos e arrastado pela pista a noite inteira. — suspirou, dolorido.

— Que jeito interessante de descrever uma foda. — Mingyu riu enquanto vestia as roupas emprestadas do namorado.

— Não foi só uma foda, foi “A” foda. — espreguiçou-se novamente e passou a encarar o nada.

— Vou tomar isso como um elogio ao nosso excelente desempenho. — o moreno continuou rindo baixinho enquanto terminava de colocar as roupas — Também vou arrumar minhas coisas e te encontro na cozinha. — aproximou-se da cama inclinando seu corpo sobre esta e deixou um beijo demorado na testa do namorado.

 

Um pouco depois do café da manhã, Wonwoo, Mingyu e seus pais estavam despedindo-se. Wonwoo voltaria para Seul, Mingyu visitaria sua avó e seus pais seguiriam para o trabalho.

— Obrigada por vir, Wonwoo. Foi um prazer te conhecer. Venha mais vezes, hein? — a mãe de Mingyu o abraçou.

— Até mais, rapaz. — o pai apertou-lhe a mão firmemente.

A senhora Kim deu um beijo no topo da cabeça de seu filho e o envolveu forte em seus braços enquanto dizia-lhe para tomar cuidado e mandar lembranças à avó. O pai abraçou-lhe forte dando tapinhas em suas costas e saiu pela porta da frente seguido da mãe.

Quando os pais foram embora, os dois garotos voltaram para o quarto de hóspedes.

— Que horas sai seu ônibus? — Mingyu perguntou.

— Às nove. — Wonwoo vestiu uma jaqueta jeans e amarrou melhor os cadarços de seu coturno preto.

— Está quase na hora. Vou te levar à rodoviária. — o moreno estendeu a mão para Wonwoo.

— Você sabe que eu poderia ter pego o circular, não é? Sua mãe não precisava ter levado seu pai até a base militar para depois voltar e seguir para o escritório.

— Tudo bem. Eles não se importam em dividir o carro. Além disso, eu vou viajar com ele. — era verdade.

O garoto de cabelos negros deixou sua mala no corredor e esperou Mingyu trazer a dele.

— Pronto. Eu te levo e depois volto para buscar as coisas que minha mãe quer que eu leve para meus avós.

— Quanto tempo ficará lá? — Wonwoo ainda não sabia.

— Acho que menos de cinco dias. Não posso faltar muito, as provas estão chegando. — pegou as chaves do carro e as colocou no bolso da calça, inclinando-se para pegar a mala de Wonwoo. — O que foi? — perguntou ao ver o bico e a expressão chateada do namorado.

— É muito tempo. — o de cabelos pretos respondeu enquanto encarava o nada no chão.

— Aahhhh, Wonwoo! — Mingyu sorriu achando a expressão do garoto muito fofinha e o abraçou calorosamente — Eu volto pra você antes que possa dizer “I got a blank space, baby”.

— Fingirei que entendi a referência. — comentou, aproveitando para agarrar-se às costas do moreno e esconder seu rosto no ombro dele enquanto inspirava o cheiro característico de Mingyu do qual tanto gostava.

A quentura do abraço que compartilhavam estava tão gostosa que os dois não queriam separar-se em momento nenhum. O mais alto deles embrenhou seus dedos nos fios do cabelo do outro e o acarinhou ternamente por alguns momentos. Jeon Wonwoo era tão precioso para si e somente a ideia de deixá-lo por poucos dias era dolorosa, mas a excitação pela volta o animava com a mesma intensidade.

— Volte logo. — o mais velho sussurrou, apertando o abraço ao redor do namorado.

— “You won't write my name”. — o moreno murmurou com um riso perto da orelha do outro.

Quando separaram-se o suficiente para fitarem-se as faces saudosas, perderam-se na imensidão dos olhos um do outro. Estavam acostumados a encontrar o caminho para a realidade, mas, daquela vez, foi difícil. Antes que pudessem perceber, seus lábios já haviam sido mutuamente atraídos e estavam movimentando-se apaixonadamente, harmoniosos.

Então, a porta da entrada abriu-se num rompante perto dos dois, assustando-os e revelando uma senhora Kim claramente chocada. Ela os havia pego no flagra.

As bocas dos três ali jaziam escancaradas e mudas. Não havia nada que pudesse ser dito sobre aquilo, no todo.

— Esqueci um pendrive… — foi a única coisa que a mãe de Mingyu conseguiu falar antes de apressadamente andar até a sala de jantar e sair de lá com o objeto que queria em mãos.

— Mingyu… — iniciou, ao voltar para a cena congelada dos namorados embasbacados, mas parou ao perceber que nenhuma palavra conseguia sair de sua boca.

Com uma expressão mista de choque, descrença e repulsa, a mulher saiu de casa ao bater a porta atrás de si.

— Fodeu. Fodeu muito. — Wonwoo disse assim que a indesejável presença sumiu de sua vista.

— Não fodeu. — Mingyu acarinhou o ombro do namorado tentando deixá-lo confortável — É só a gente acender uma vela pra Stefani Joanne Angelina que fica tudo bem. — tinha certeza.

— Que santa é essa?

— Lady Gaga.

Wonwoo nada disse, estava desacreditado em todos os significados do termo.

— Ou pro Ricky Martin! É tiro e queda. — o moreno ainda tentava acalmá-lo usando do que dubitavelmente podia ser chamado de humor.

— Mingyu, estamos ferradíssimos. — dezenas de situações passavam pela mente turbilhonante de Jeon.

— Falamos sobre isso depois. — pegou a chave do carro, decidido — Vem, vamos. — tomou a mão do garoto de cabelos negros firme na sua e puxou-o para fora de casa.

 

 

Jeonghan, Seungcheol, Joshua e Chan ainda estavam parados na frente da porta do apartamento ouvindo as risadas vindas lá de dentro.

— Não são ladrões, não é? — o mais novo deles perguntou, temeroso.

— Não. — Jeonghan tocou a campainha e esperou — Eu tenho certeza de quem é.

— Quem?

A porta foi aberta, revelando a resposta para as perguntas dos outros meninos.

Uma mulher com os cabelos loiros, roupas formais e um balde de pipoca na mão. Ela era linda demais e devia ter bem menos de trinta anos.

— Oi, filho!

— Filho? — Seungcheol sussurrou para Joshua.

— Cheguei, mãe. Trouxe alguns amigos. — Jeonghan apresentou os garotos e passou pela porta.

— Oi, meninos! Entrem.

Depois que todos entraram, ela fechou a porta e voltou para o sofá.

A sala era pequena, mas confortável. Havia dois sofás verdes sofisticados, um tapete bege, mesinha de centro de madeira clara, um rack de madeira e uma televisão grande no painel de madeira.

Seungcheol e a mãe de Jeonghan sentaram-se num sofá enquanto Chan, Joshua e Jeonghan dividiram o outro.

— O que está vendo? — o filho da mulher perguntou.

— Maratona de Todo Mundo em Pânico. — respondeu e levou mais pipoca à boca depois de oferecer aos meninos.

— Sério?

— É. Se vocês forem assistir, vá fazer mais pipoca para eles. — disse a Jeonghan.

A mãe riu alto de uma cena que só ela entendeu.

— Ah, gente! Qual é? Não acredito que não entenderam. — ela parecia ter a alma de um adolescente. Era mais jovial que seu filho.

— Nem todos são cinéfilos, mãe. — Jeonghan levantou-se e foi até a cozinha, deixando sua mãe explicando as cenas e relacionado com outros filmes.

Enquanto colocava o pacote de milho no microondas, ouviu risos da sala. Ao que parecia, todos estavam se divertindo.

— Eu atendo. — o telefone havia tocado e sua mãe foi atender.

Era uma amiga do trabalho que ligara para contar que havia descoberto a traição de seu namorado com outra mulher que trabalhava com elas.

Na cozinha, assim que as pipocas terminaram de estourar, Jeonghan despejou o conteúdo do saco num tupperware e pegou refrigerantes na geladeira.

— Três horas pra fazer uma pipoca e pegar refrigerante. Isso não existe! — Seungcheol entrou na cozinha para ver o que estava acontecendo.

Jeonghan mostrou a língua para ele e, em seguida, voltaram para a sala, distribuindo tudo entre os presentes e sentaram-se nos mesmos lugares em que estavam antes.

Sua mãe estava contando o caso para todos enquanto o filme continuava rolando na TV.

— Dá pra acreditar? — recebeu algumas respostas negativas dos garotos — Essa aí não era flor que se cheirasse, eu sabia. Odeio piranha.

Quando ouviu a frase de sua mãe, Jeonghan calou-se automaticamente, o que chamou a atenção dos outros, pois ele falava animadamente antes.

— O que foi, filho?

— E-estou só descansando a língua. — gaguejou.

A mulher lançou-lhe um olhar sugestivo e disse:

— Nossa, mas usou tanto assim? Você é bem tagarela, hein, Jeonghan.

O garoto deu de ombros e fingiu prestar atenção no filme. Sua mãe voltou-se para Chan a fim de explicar uma cena que ele não havia entendido.

— Eu não me prestaria a esse papel. — Joshua sussurrou para Jeonghan.

— Cale-se. — deu um murro de leve no braço do ruivo, que sorria.

— Hannie, vamos pro seu quarto?

 

 

Na semana seguinte, Jeonghan foi visitar Chan, que estava sumido já fazia algum tempo.

Após cumprimentar a mãe do garoto e conversar um pouco com ela, rumou para o quarto do garoto.

Antes de bater à porta, ouviu uma voz além da de seu bebê vindo de dentro do quarto. Estranhando, hesitou até ouvir Chan falar:

— Acho que sou alérgico ao látex.

Alarmado, Jeonghan abriu a porta num rompante gritando:

— Mas que sem-vergonhice é essa!

O que achou foi Chan pintando uma maquete enquanto conversava no Skype com Seokmin e reclamava das luvas que usava para não se sujar de tinta.

— Hyung, que foi?

 

 

Num finzinho de tarde, na confeitaria, estava um Seungkwan ensopado e um Hansol impressionado com aquela cena.

— Desculpe. — disse baixinho, temendo a reação do ruivo.

Sem falar nada, Boo marchou xingando mentalmente até o banheiro e lavou-se onde estava molhado, em seguida secando-se nas toalhas descartáveis e encarando seu reflexo raivoso no espelho.

Não teve tempo, ou não quis, reparar nos detalhes em tinta dourada lindos daquele lugar. Em vez disso, contou uma sequência de números até onde foi preciso a fim de que pudesse se acalmar o suficiente para encarar o “criminoso” que o ensopara e da maneira errada.

— Seungkwan? — o capitão do time de basquete apreensivamente empurrou a porta numa abertura de tamanho suficiente para sua cabeça passar e observou lá dentro.

Boo lançou-lhe um sorriso falso e malcontente enquanto passava a toalha de papel em sua camiseta branca, que ficara quase transparente com a água.

— Veio terminar o serviço? — o ruivo não podia conter o ácido em sua língua como uma serpente prestes a dar o bote — Hahaha! — riu de maneira forçada e cínica para encobrir sua irritação.

— Na verdade, não. — o jogador de basquete sorriu e finalmente entrou no banheiro, tirando a jaqueta que usava e a estendendo para o outro — Pegue.

Seungkwan prontamente arrancou a camiseta que usava e a arremessou em Hansol tanto para impedi-lo de vê-lo meio nu quanto para dar o troco.

— Essa é por ter me ensopado. — disse enquanto vestia a jaqueta.

— Eu já disse desculpa. — Hansol riu.

Sentindo-se sufocado dentro do banheiro com o atleta, o ruivo saiu pela porta com o outro, que falava ao celular.

Voltando à mesa, o ator terminou o sorvete e checou as notificações em seu celular enquanto o capitão do time de basquete ainda falava com alguém.

Para tentar acalmar-se, entrou no Twitter para reclamar.

 

“@divaboo
gente acabei de levar uma enxurrada do crush. ele me paga”

 

Acreditou que seus seguidores não entenderam direito, pois recebeu respostas como: “Foi na cara?”, “GRITO aquele estrangeiro bonitão?”, “Conta tudo” entre outras.

— A galera pediu pra eu passar no armazém e comprar as bebidas. — Hansol disse para Seungkwan assim que desligou a chamada — Quer ir comigo? Aí eu te pago algumas pra compensar isso… — apontou para a camiseta molhada de Boo dentro de um saco plástico.

— Que galera?

— O pessoal do time.

— Ah. Ok. — o ruivo concordou.

 

Já no armazém de bebidas, Chwe fez as encomendas e pegou uma garrafa de moonshine para dividirem.

— O que é isso? — Boo perguntou, suspeito.

— Moonshine.

— Eu não vou beber moonshine. — recusou-se, sua expressão congelada num retrato do choque como se Hansol houvesse acabado de confessar um homicídio. — Você está louco?

— Ok. Eu só queria experimentar. — devolveu a garrafa e trocou por duas cervejas.

Ambos sentaram-se na calçada ao lado do armazém e ficaram observando o pouco movimento na rua escura. Já era noite.

Seungkwan não sentia-se mais nervoso perto de Hansol. Pelo contrário, ainda sentia raiva. Vários planos mirabolantes passavam por sua cabeça, mas ele trocou todos pela chance que poderia ter com o atleta em algum momento.

— Então, vou explicar algumas coisas só para não ficar nenhuma dúvida, ok? — Hansol esfregava as mãos na garrafa gelada, parecia ansioso.

Boo assentiu e voltou a tomar um gole do líquido.

— O negócio é o seguinte: Entendi quando você falou aquilo de sugar mommy porque costumo assistir muitos pornôs com esse tema.

— Então, você gosta. — constatou.

— Gosto. — envergonhou-se — E quando você perguntou se eu sou sugar baby... — ele riu — Não, é claro que não. Eu só admiro o trabalho dos caras. Acho muito top. Eles parecem uns gatinhos. É bem bonito. No homo. — terminou.

Ao ouvir aquilo, Seungkwan engasgou-se e começou a tossir. Ele sentia dor no peito e desconforto reais. “Ele disse top. T-o-p. E no homo. Eu só tive uma parada respiratória e um AVC. Segue normal.”.

— Seungkwan! — Hansol deu tapinhas nas costas do ruivo e o fez olhar para cima na tentativa de desafogá-lo — Tudo bem?

— Tudo ótimo. — respondeu com dificuldade e os olhos marejados — Só tive um derrame.

O outro riu e disse:

— Não seja tão dramático.

— Como eu vou dizer pras minhas amigas do Twitter que tenho crush num cara que fala top e no homo? Mais triste que eu só dois de mim. — sussurrou encarando o chão.

— O que disse? Não entendi. — Hansol aproximou-se para ouvir melhor.

— Nada. Só disse que é legal você ter a cabeça aberta desse jeito e elogiar um ator pornô.

— Bom…

O ruivo não ouviu o resto do que ele disse, pois a chegada de uma mensagem o distraiu. Pelo que leu, o teste para a peça da universidade havia sido adiantado para depois de amanhã. Ele só teria dois dias para transformar Chwe Hansol no Heath Ledger coreano.

Salvou a foto do recado em sua galeria e conferiu se estava realmente lá, pois seu celular apagava algumas imagens do nada. Estava na hora de trocar aquele telefone.

— Por que tem fotos minhas aí? — Hansol espiava por cima do ombro de Boo, que não havia percebido.

— O que? — deu uma gargalhada nervosa e bloqueou o celular — É o DiCaprio na época de Titanic. Admiro o trabalho dele assim como você admira os sugar babies. Por que eu teria fotos suas? — riu — Não seja tão convencido. — havia encontrado uma saída.

— Nunca se sabe.

 

Quando chegou em casa, Seungkwan jogou-se na cama e tweetou:

“@divaboo

Ninguém fala cmg
hoje eu to só a @britneyspears de cabeça raspada atacando o paparazzi com o guarda-chuva”


Notas Finais


HELLO
Quais as apostas pro próximo cap? Hehehehe
Olha eu to no modo treta ativado então...

seguinte, não sei quando sai o próximo, mas sai em algum momento sbasijsa

OBRIGADA MESMO VCS SÃO INCRÍVEIS!! BEIJOOOOO
enquanto isso, podem ler outras no meu perfil, se quiserem

tenho um recado hoje
atualizarei essa verkwan com os finais alternativos, então colem lá se quiserem ler (https://spiritfanfics.com/historia/wont-you-stay-till-the-am-5653203)
Bjs


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