História Esquizofreneko - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Charles Phipps, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Earl Charles Grey, Madame Red (Angelina Dalles), Sebastian Michaelis, Vincent Phantomhive
Tags Aloisxclaude, Drama, Esquizofrenia, Neko Ciel, Sebaciel
Exibições 244
Palavras 2.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu sei q demorou, desculpa </3
Capzin maior para compensar a minha demora <3
Boa leitura! ^^

Capítulo 8 - Capítulo VI


A noite em Londres estava calma; alguns gatos brigavam nos telhados, soltando barulhos estranhos e esganiçados; pessoas andavam sem rumo pelas ruas, alguns eram bêbados tentando se lembrar de onde ficavam suas residências, outras eram moradores de ruas, tentando lutar contra o frio de rachar e dormir bem; e num apartamento de tamanho razoável, num prédio qualquer, Ciel, o protagonista de nossa história, chorava berrava imerso em pesadelos. O pequeno rapaz se encontrava nos braços de Sebastian, o seu salvador, porém o Michaelis não o olhava, na verdade, ele carregava o garoto como se fosse uma caixa, ou um saco cheio de qualquer coisa; Ciel conhecia o caminho que as pernas longas do moreno traçavam, ele não conseguia acreditar que Sebastian, o seu héroi, estava o levando para aquele lugar. Ciel estava apavorado, ele sentia vontade de pular do colo do escritor e sair correndo pelas ruas, pedindo, ou melhor, gritando por socorro, mas seu corpo congelara. Ele não podia se mover nem um milímetro sequer, então, o que restava para p garoto eram as lágrimas e as preces silenciosas em sua mente – ou nem isso, já que as vozes ocupavam todos os espaços de sua cabeça pirada com risadas altas e piadas sobre estarem certas o tempo todo.

Sebastian só parou de andar com os dois chegaram à frente do grande prédio branco, que se assemelhava muito a um galpão. Os Charles saíram lá de dentro juntos, com a mesma pose superior de sempre e sorrisos vitoriosos bordavam os lábios de ambos, enquanto um subordinado qualquer estendia um envelope para Michaelis, provavelmente contendo dinheiro.

- Está tudo aí, como combinamos. – Disse Phipps, quebrando o silêncio. – Agora nos devolva o paciente X.

Sebastian não fez cerimonias, antes de jogar o garoto no chão, sem o menor cuidado; Grey riu, aquela situação o divertia tanto e sua risada era parecida com as vozes na cabeça do rapaz; Charles Phipps, sem cuidado nenhum, pegou o garoto pelo rabo e saiu o puxando para dentro do prédio.

- Você não devia ter fugido, X. – Seu tom era baixo e calmo. – Achou mesmo que ia conseguir? O quão patético você consegue ser? Agora teremos que te puni-lo.

- Sebastian... – Ciel sussurrou, as lágrimas de dor transbordavam por seus olhos heterocromáticos, não pelos puxões em seu rabo, mas sim por ter sido traído daquela maneira tão baixa. – SEBASTIAN!

O seu corpo estava sendo sacodido, algo o puxava para a realidade e de repente tudo sumiu. Ciel abriu os olhos, assustado, e o alivio que sentiu por se encontrar sentado no sofá da casa do Michaelis foi tão grande, que chegou a doer. Abaixado na sua frente estava Sebastian, com o cenho franzido e grande preocupação nos olhos, trajando apenas a calça listrada de seu pijama. O homem segurou os ombros do garoto e olhou dentro olhos deste, notando-os um pouco desfocados e anuviados. Ciel se encolheu com o toque, ele ainda estava assustado por causa do sonho, seu coração batia feito louco, bombeando sangue por todo o seu corpo numa velocidade incrível.

- Ciel, você está bem? O houve? – Michaelis resolveu quebrar o silêncio quando percebeu que o menor não o faria.

O garoto piscou os olhos algumas vezes, respirou tão fundo que seu pulmão chegou a doer e disse:

- N-Não foi nada... e-eu só... perdão, eu não queria tê-lo acordad-

- Ciel, eu quero saber o que você estava sonhando. – Michaelis se impôs, com autoridade.

O pequeno rapaz se encolheu mais ainda, porém, inconscientemente, chegou mais perto do corpo de Sebastian, Ciel não entendia bem, mas nas poucas vezes em que o maior agiu de maneira séria e autoritária consigo, ele se sentia mais seguro.

- E-Eu tive um pesadelo...

- Como foi esse pesadelo?

Ciel abaixou a cabeça, ele não queria olhar para Sebastian enquanto revelava o quão fodida a sua mente era, porém, logo Michaelis segurou seu queixo e levantou sua cabeça, chegando um pouco mais perto do rosto alheio e fixando seus olhos vermelhos nos heterocromáticos. Essa era à sua maneira de passar confiança para alguém, não que ele a usasse sempre, era somente para casos especiais e Ciel era o caso mais especial que o moreno já vira em toda a sua vida.

- Eu estava com você... no seu colo. – O garoto corou, se graça. – Você me levava para ... e me devolvia para os Charles... e me deixava sozinho, eles riam de mim, todos riam... e-

Ciel tentou continuar, ele queria falar sobre tudo, até sobre as vozes, mas o choro fez um nó em sua garganta e ele só conseguia liberar lágrimas, como se elas fossem as verdadeiras palavras e, de fato, elas eram.

Sebastian não sabia bem o que fazer, em seus livros situações como essa poderiam ser bem normais, ele saberia bem o que escrever para resolver, ele saberia perfeitamente como colocar um ponto final naquela situação. Entretanto, aquela era a vida real, ele não podia simplesmente narrar tudo pelas pessoas e resolver tudo com um beijo de paixão bem narrado, em parte porque Ciel era uma criança e não entenderia nada daquilo e em parte porque ele não sentia, nem podia beijar um garoto daquela idade. Por fim, Sebastian acabou puxando o rosto do pequeno para seu ombro, usou suas mãos grandes e ágeis para envolver a fina cintura do garoto e deixou que ele chorasse o quanto quisesse, pois aquilo parecia o mais adequado a se fazer.

E deu certo, Ciel passou alguns minutos ali, chorando e apreciando o calor que o corpo alheio emanava; Sebastian tinha um abraço gostoso e aconchegante, que fazia sentir vontade de ficar ali para sempre, aproveitando a proteção que o maior trazia e todas as outras sensações boas. Quando Sebastian se sentou no sofá e o puxou para ficar em seu colo, Ciel quis cavar um buraco e se enterrar, ele não entendia porquê, mas estava com tanta vergonha que só conseguiu deitar sua cabeça na curva do pescoço alheio e fechar os olhos, tornando a aproveitar a segurança que provinha do escritor. Com o garoto em seu colo, Sebastian foi até a cozinha, ele deixou o garoto sentado sobre a mesa, enquanto colocava um pouco de água para o menor. Ciel parecia bem melhor, porém insistia em manter sua cabeça baixa, evitando olhar para cima, na verdade, ele tinha medo de levantar os olhos encontrar algum monstro, ou o homem de negro que sempre o observava. Michaelis estendeu o copo para o garoto, que aceitou de bom grado e bebeu, com grandes goladas, toda a água.

- Obrigado, Sebastian.

Ciel devolveu o copo para o homem a sua frente e limpou o canto de sua boca, aquela situação era, de certa forma, estranha, afinal, Ciel quase não conhecia Sebastian e estava assim, tão livremente em sua casa. Michaelis desceu o garoto da mesa e os dois voltaram para a sala, ele estava exausto e precisava dar um jeito naquela situação logo, pois seu dia seria cheio amanhã.

- Você acha que consegue voltar a dormir? – Ele perguntou, quando Ciel se sentou no sofá.

O garoto de cabelos azulados ajeitou-se no sofá e suspirou, a resposta era bem óbvia, Ciel queria mandar um grande e claro “não” e talvez um “não me deixe só” para acompanhar, mas ele não podia, já atrapalhava demais a vida de Sebastian, não ia privar até o sono do maior.

- E-Eu... – as palavras estavam na ponta da língua, ele queria proferi-las, mas elas simplesmente empacaram por lá e não saíram.

- Você...? – Sebastian o incentivou a continuar.

- N-Não precisa se preocupar comigo, Sebastian, eu estou... bem... – o menor disse, com a voz arrastada.

Michaelis bufou, ele não conhecia muito bem Ciel, no entanto, já odiava essa mania evasiva que o menor insistia em ter. Num movimento raro, ele segurou o queixo do rapaz, fazendo-o olhá-lo nos olhos, mais uma vez naquela madrugada, e disse, com firmeza:

- Ciel, para isso aqui dar certo, eu preciso que você entenda algumas coisas. – Usando sua mão livre, Michaelis afastou os fios azulados que caíam sobre os olhos do rapaz. – A mais importante de todas, até agora, é que quando eu te perguntar alguma coisa, eu quero que me responda com total franqueza, nada de me esconder nada, ok?

Um frio mortal tomou conta de toda a espinha do garoto, ele mordeu seu próprio lábio inferior com força e respondeu:

- Ok.

Sebastian soltou o rosto do pequeno rapaz e curvou seus lábios, em um sorriso.

- Ótimo, agora responda a minha primeira pergunta. – O tom autoritário voltou a tomar conta da voz do moreno.

- E-Eu... – Ciel estava pronto para mentir, ele não podia ficar abusando da boa vontade de Michaelis o tempo todo, pois sabia que uma hora o moreno se cansaria disso e... Quem sabe, até o largaria, como todos os outros fizeram.

- Ciel, responda à pergunta.

O pequeno garoto levantou seu olhar, ele queria mirar os belos orbes vermelhos do moreno, porém, viu mais do que pretendia. Bem no cantinho da parede, estava o homem de preto que o perseguia, ele estava ali! Ele estava esperando Sebastian sair, Ciel sabia e isso encheu o menor de temor. As pequenas mãos do rapaz agarraram fortemente o braço de Michaelis e os olhos heterocromáticos miraram os vermelhos, transbordando pavor.

- Sebastian, por favor, não me deixe só! – Ele implorou, num fio de voz. – E-Eu n-não vou conseguir... eu não consigo; sozinho, não... por favor...

E quando o menor deu por si, já estava chorando novamente, enquanto pedia para o moreno ficar. Sebastian se espantou, a mudança repentina no garoto era estranha e ele começava a se perguntar se conseguiria dar conta disso, desse pequeno furacão de tristeza e problemas que era Ciel.

- Psiu, relaxa. – Ele disse, após alguns segundos em silêncio. – Não chore, eu odeio quando as pessoas choram. Vamos fazer assim, se você me deixar te levar à um lugar amanhã, eu fico aqui contigo até que durma.

Aquela proposta era tentadora demais e antes mesmo de pensar sobre onde Sebastian o levaria, Ciel abriu um pequeno sorriso e disse:

- Tudo bem... amanhã eu vou com você para esse lugar!

Sebastian sorriu, fora mais fácil do que pensou. Michaelis se sentou no sofá da maneira mais confortável que pôde e esperou pelo menor: Ciel deitou a cabeça em seu colo, puxou o lençol até a metade de seu corpo e fechou os olhos, sentindo-se tão seguro com a presença do maior ali, que nem se importou com a outra presença no canto da parede.

***

O dia chegou, trazendo toda a sua luz, beleza e a esperança de um “tentar novamente”. As ruas de Londres já estavam cheias e nem passava das 7h30; as lojas abriam suas portas, ansiando por bons clientes e desejando um dia lucrativo; pessoas iam para os seus locais de trabalho, umas prontas para bater a meta do dia, outras nem tanto; alunos atrasados corriam para as suas escolas, sem o mínimo ânimo para longas horas de aulas e mais aulas; e Sebastian dormia desconfortavelmente, meio sentado e meio deitado em cima de Ciel, no sofá. O Michaelis, durante a madrugada, não conseguiu se levantar do móvel e deixar o pequeno garoto sozinho, ele sentia que o menor precisava de sua presença ali e, quando menos esperava, o sono chegou, o embalando ali mesmo, sentado no sofá.

Ciel abriu os olhos devagar, sua cabeça estava encostada em algo macio e algo pesava sobre seu corpo; o garoto levou alguns segundos para processar tudo, porém quando seus olhos focalizaram o moreno meio deitado sobre si, ele sorriu. Ele ficou! Era tudo que o menor conseguia pensar, os pequenos – e, certas vezes, grandes – atos do Michaelis o estavam ganhando, ele confiava cada vez mais no homem moreno que estava meio deitado sobre si.

Como era impossível se levantar sem acordar Sebastian, o garoto resolveu ficar ali mesmo, pensando sobre como sua vida mudara tanto em apenas alguns dias.

Sebastian acordou um pouco depois de Ciel adormecer, suas costas doíam como o inferno e ele estava em uma posição extremamente desconfortável e – quase – humanamente impossível. Se ele não preferia mil vezes dormir em sua cama macia e quentinha a dormir num sofá, numa posição muito estranha? É claro que ele preferia, mas deixar Ciel sozinho ali parecia tão... errado, que ele não conseguiu se conter.

Depois de sair do sofá com todo o cuidado, Michaelis seguiu para o banheiro, com a mão sobre parte de sua costa, onde mais doía; Sebastian escovou os dentes, jogou uma água no rosto e suspirou pesadamente ao encarar o seu reflexo no espelho, ele estava horrível, destruído! Céus, eu nunca mais durmo daquele jeito, não importa o quanto Ciel seja fofo e vulnerável, as minhas costas valem mais do que isso! Michaelis pensou, enquanto se despia para tomar um banho.

***

Ciel abriu os seus olhos pela segunda vez naquela manhã, porém, desta vez, não havia nenhum Sebastian meio deitado, meio sentado no sofá e isso o frustrou um pouco. O garoto se sentou no sofá e um cheiro gostoso invadiu suas narinas, ele sorriu, Sebastian levantou para fazer o café, concluiu, ele é realmente o melhor!

Guiado pelo cheiro, o garoto se levantou e seguiu para a cozinha, onde Sebastian assobiava uma música qualquer, enquanto fazia panquecas.

- Bom dia, Sebastian! Obrigado por ter ficado lá comigo... – O menor começou, animado, porém sua animação acabou dando lugar à timidez.

Sebastian se virou e sorriu quando seus olhos encontraram a figura pequena no cantinho da cozinha, Ciel era muito fofo quando acordava.

- Bom dia, Ciel. Não foi nada, minhas costas se arrependem disso. – Michaelis riu, sua risada agradável fez com que o pequeno risse também. – Agora vá escovar os dentes e se livrar dessa cara de sono, hoje nós teremos uma visita.

- Visita? Claude ou Alois virão novamente?

Ciel se animou mais ainda com aquilo, o comentário que o loiro fizera sobre a sua falta de banho ainda o assombrava e ele queria mostrar que agora estava limpinho e bem cheiroso, digno de permanecer naquela casa e-

- Não. – Sebastian jogou as panquecas em um prato e o colocou sobre a mesa. – Hoje você conhecerá uma coisa chamada Grell.

- Grell? – Ciel franziu o cenho. – Como ele é?

Sebastian riu, enquanto servia sua xícara com café; ninguém era capaz de colocar Grell em palavras.

- Quando ele chegar, você vai ver.

- Tudo bem, mas... o que ele faz?

- Ele trabalha no ITEP.

Ciel engoliu em seco e começou a imaginar que tipo de pessoa Grell poderia ser, tudo que vinha em sua cabeça era um homem triste, sério e de preto, mas ele esperava que Grell não fosse realmente assim.

***

Depois de um longo café da manhã, recheado com algumas histórias sobre a vida do Michaelis, Sebastian e Ciel foram para a sala; o pequeno garoto pegou o livro que escolhera no dia anterior e voltou a ler, enquanto que o maior estava com o notebook em seu colo, digitando sem parar.

Quatro batidas, seguidas, na porta chamaram a atenção dos dois, Sebastian já sabia quem era, pois o escandaloso Grell sempre dava essa mesma quantidade de batidas em sua porta. Michaelis precisou de algum tempo juntando coragem, mas logo foi abrir a porta; Ciel manteve os seus olhos fixos na porta, ela se abriu devagar, ele odiava conhecer pessoas novas, pois sabia que elas o achariam estranho e mandaria Sebastian se livrar de si, mas Michaelis fizera tanto mistério sobre Grell, que ele estava curioso.

A porta finalmente estava completamente aberta e uma figura de longos cabelos vermelhos, óculos meia-lua de armação vermelha e um sobretudo pulou em cima de Sebastian, dando um grito esganiçado.

- SEBAS-CHAN, EU ESTAVA MORRENDO DE SAUDADES DE VOCÊ, KYAA!!!

Ciel arregalou os olhos, aquilo não era nenhum pouco parecido com o que ele imaginara e, por alguma razão estranha, a proximidade do rapaz com Sebastian não o agradava. Michaelis se desvencilhou dos braços longos do outro homem e suspirou, era sempre assim quando aquele ruivo estúpido o encontrava.

- Oi, Grell.

- Eu fiquei tão animado quando você me ligou, ain, eu sabia que você não conseguiria ficar tanto tempo sem mim! O nosso amor é forte demais para que fiquemos tanto tempo separados! – O ruivo tagarelava, abraçando o seu próprio corpo.

Sebastian, sem dar muita importância ao que o ruivo dizia, se sentou no sofá, ao lado de Ciel e começou a cutucar a bochecha do pequeno.

- Na verdade, eu te chamei porque quero que me faça um favor. – Ele foi direto ao ponto.

- Sebby, quem é esse pirralho no seu sofá? E que favor você quer? – O ruivo perguntou, mandando um olhar desconfiado para o seu amor platônico favorito.

- Este é o Ciel; Ciel, esse aí é o Grell. – Sebastian apresentou-os.

Ciel abriu um sorrisinho meio sem graça para o ruivo, enquanto deitava sua cabeça no ombro de Michaelis, ele queria evitar que o ruivo chegasse tão perto de Sebastian novamente.


Notas Finais


E aí, gostaram? Querem mais? O que acharam da chegada de Queen Grell na fic? u-u
Gente, sobre o capítulo de perguntas e respostas, eu decidi fazer, só nn sei quando, hueheuhue.
Estou muito feliz com o rumo que essa fic está tomando, pq me agrada, eles estão indo bem devagar, primeiro criando intimidade e confiança p dps rolar algo, vou tentar ao máximo nn atropelar isso - ent vai demorar p ter uns beijos, huehueuhe -
Beijos, CG!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...