História Essence - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Elementos, Magia, Signos, Viagens, Zodíaco
Visualizações 5
Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Hi!!

Hello, guys!!!!!

Capítulo 2 - Capítulo II: Pesadelo ou Visão?



               Virgyn POV on


 Entranho, passou tão rápido dois dias. Porcaria!! Por quê sinto isso, por quê o odeio tanto, quer dizer, ele...nunca fez nada de mau para mim...acho! Melhor levantar me, os outros já devem estar de pé. 

Silêncio!!! 

Nunca odiei essa palavra como agora, tudo está calmo, calmo de mais. Que sensação é essa, estou...com medo? Estou indo para o corredor principal, no térreo não há nada. Demorei alguns minutos para chegar lá. Nada, ninguém de novo, onde aqueles trastes foram? Será que esqueceram? Seria maravilhoso se esquece em.

—Áries? — ninguém.— Leo? — nada.

— Querida? — essa voz me é familiar.— Sou eu, não vai me abraçar? — Ele! 

— O que está fazendo aqui? —não o via, deveria estar em alguma sombra, seu lugar preferido. Sinto algo atrás de mim, ele, não me movi.

— Se parece tanto com ela! — sussurrou, me afastei, esse cara me dá náuseas. Me virei para encará lo.

— Cadê...? — o desgraçado sumiu. — Maldito! Fui para o salão principal, deve ser tarde, nem me acordaram, tudo estranho. Devem estar lá. Estava chegando no corredor que dá no salão. Estava mais frio que de costume, perto de dobrar o corredor vi algo no chão, parece um líquido, vou chegar mais perto, parece...sangue, meu coração acelerou, me aproximei. Sim, é isso mesmo. Virei o corredor, para saber do que se trata esse líquido. Não, tinha um corpo, quero vomitar. Cheguei perto esse corpo me parece familiar.

—Não! Por favor, não! — por favor não seja... — Touro? Touro? IRMÃ??? POR FAVOR FALA COMIGO!! — a pus em meu colo, ela sangrava demais, seu...seu coração... Foi ...arrancado, não!!! O desespero tomou conta de mim, outra vez não! — F-fica aqui, meu bem, v-volto já. — a encostei na parede, sua beleza, mesmo...morta, continua linda. Tapei minha boca para impedir o choro, em vão. Fiquei alguns segundos sentada,  velando seu corpo, ele iria desaparecer, depois...reecarnar novamente. Adeus, irmã! 

—Sagitário, por favor esteja bem! — sai a procura dos outros no salão, as luzes estavam acesas. Abri a empurrou a porta na esperança de encontrar alguém... vivo. Ledo engano. 

—NÃO!! GÊMEOS! AQUÁRIO!! NÃO!! Capricórnio, n- não..—mortos todos mortos. Cadê...? LEO!! — ele está de pé encostado na janela. Fui até ele. O abracei. Mas ele...SANGUE? — LEO!! NÃO!! — caiu para da janela, eu não consegui pegá lo, escapou de meus braços, o que está acontecendo??

Corri para fora do salão a procura dos outros, mais corpos a frente, UFA!! Não são eles, corri mais, fui para a sala. Estaquei no meio da escada. Câncer, Libra, Escorpião estavam lá, sorri, descendo correndo, queria abraça los, tão feliz, e tão triste ao mesmo tempo. Eles se viraram para mim, eles sorriram, pisquei, tempo suficiente, para vê los, sendo rasgados por uma sombra negra. Não acreditei, eles estavam tão perto de mim. Não tinha forças, mas fui obrigada a subir de costas, me virei e corri para o andar dos quartos,  escancarei a porta do quarto de Peixes, sua cama estava bagunçada. Ótimo, talvez estivesse aqui. 

— Peixes? — sem resposta. — Peixes! — corri para o toilette, não tinha tempo para pedir permissão para entrar, só queria abraçá la, um cena horrível, Peixes tinha seu coração  numa bandeja prata, no apoio da banheira que estava vermelha de seu sangue, seu lindo rosto estava sereno, tão delicado. Aquilo me deixou sem reação, esse maldito foi cruel demais. Vomitei! Senti algo quente em meu rosto, lágrimas. Levantei - me, beijei sua cabeça, minha respiração está des compassada, estou parecendo um humano acuado. 

—Só... Só me restam dois irmãos. — sai dos aposentos dela, fui para o quarto de Sagitário.

— Meu amor, esteja...vivo! — sussurrei.— eu abri lentamente  a porta. Sagitário me abraçou. Eu não sabia o que fazer, estava assustada.

— O que houve? — sua voz estava calma, calma de mais, seu jeito de falar, não  era dele. O soquei, meu punho estava envolto por uma luva de pedra, uso elemento terra.

— SAIA DE PERTO DE MIM! — ele se levantou, ajeitando a mandíbula deslocada.

—Querida, sou eu! — podia sertir sua malícia. Corri dali, precisava encontrar aqueles dois, eu não aguentaria esse ser, ele matou nove de meus irmãos. Ele me chamou, mas não dei importância. 

— Aaaah!! Áries!! — nos batemos de frente caindo, o abracei forte. O calor de seu corpo me confortava assim como os outros dois de fogo. Nos levantamos.

—Está bem? — confirmei— Vem, vamos achar os outros! — começou a andar, parou e me encarou.

—Apenas um... — seu olhar entristeceu.

—Sagitário...vamos achá lo. — procuramos, mas não encontramos. Tememos o pior, ele não demonstrava sua dor. Eu nem sabia se tinha restado lágrimas.

—Está vindo! Venha! — me puxou sem nenhum cuidado. Chegamos no seu quarto.— Fique aqui. — ordenou me levando a uma porta secreta de seu quarto. — Não saia, vou tentar achá lo, e matar aquele filho da puta maldito. — sua mão estava em chamas enquanto falava, nós rimos, nos olhamos. — Me perdoe, irmã. — o abracei, logo ele se soltou trancando a porta do local. Não escutei mais nada.

Se passaram 20 minutos, como eu sei? Contei desde que Áries me deixou, estava nervosa. Decidi sair, mas não tinha coragem de ver aqueles dois mortos, decidi sair.

—Áries!! — corri até seu corpo ensanguentado, ele lutou até o fim, um guerreiro. — Áries, por favor fala comigo, não me deixa, não quero ficar sozinha— lágrimas saiam descontroladamente, mal enchergava meu irmão ao meus braços.

— V-Vi, —comecei a sorrir, estava vivo!

—Não fale, eu vou te salvar.— minha mão continha energia cósmica, podemos chegar a curar, mas era difícil, era preciso concentração, e usar boa parte de nossa essência. — Não! V-você ainda não p-pode. — um fio de voz saiu.

—Não! Eu, eu salvá lo, não quero ficar só. — estava chorando novamente, não conseguiria o salvar, seu coração foi perfurado.

— Per...dão. — desfaleceu aos poucos. Eu soluçava tanto, tanto, mesmo não tendo numa boa relação no momento, aquilo me doía, muito, muito. 

— Adeus! — procurei por Sargi, ouvi um grito de dor, era dele! Corri, corri, seus gritos ficavam mais altos, e mais dolorosos ao meu coração, nunca entendi, essa reencarnação é emotiva demais para o signo. Cheguei no jardim, procurei achei um homem, estava todo coberto, eram vestes verde. Estranhei.

—Ora, ora! Demorou bastante, que-ri-da!— sua voz me dá náuseas.

— Quem é você? — não tive resposta.— O QUE VOCÊ FEZ COM SAGITÁRIO? — está rindo que nem louco, maldito, droga! Controle - se, você é o Signo de Virgem.

— Ah! Seu irmão com quem pratica uma relação incestuoza?— infeliz! — Venha! Vou mostrar lhe seu “querido irmão".—  segui ele, andava como se não tivesse matado meus irmãos. —Aqui está! 

—Sagitário? SAGITÁRIO!! — estava amarrado, seu corpo estava cicatrizando.— O que...? — eu não consigo me mover, o que está acontecendo?

—Vou matá lo bem na sua frente...hahahhahahhaahah. — louco, só pode. — observe! 

— Para! NÃO! NÃO! ME SOLTA!— quantas vezes eu já chorei hoje? — 

— Vamos arrancar seu coração. Você nem vai sofrer tanto, querida, ele está inconsciente. Não vai GRITAR! — estava tonta. Ele enfiou suas mãos tirando o coração de Sagitário.

—Aaaaaaaaaaaah! — não por quê?? Ele puxou meus cabelos me fazendo encara - lo, tenho nojo desse ser.— ME SOLTA , ME LARGA, INFELIZ!! —  ele sorriu, deslizou sua mão em meu peito perfurando lentamente— Aaaaaaaaaaaaaaaaa..."


Aaaaaaaaaaa, ME SOLTA, PARAA

— CALMA! Sou eu Vi, sou eu, sou eu! — foi só um pesadelo.

—  Eu...eu, v-você, os os outros...e-eles-

—Shhh, não fala nada, calma, OK, eu estou aqui com você.— fiz o que ele disse, apenas me encolhi em seus fortes braços, seu calor me conforta. Apaguei.

No mundo humano...

                                      Virgyn POV of Leonardo( Léo ) POV on

—O-o que...foi isso? — que droga de pesadelo foi esse? Eu hein?— Puta merda! Atrasado! Eu nunca fiquei atrasado! Droga de-arg!! — fui tomar banho estava ensopado de suor, estranho, muito estranho! Me arrumei tão rápido que nem sei se pus cueca. — Droga!— todos já tinham entrado, pior dia para pesadelos Léo! Subi rápido para minha sala, bati na porta. Escutei um entre abafado.— Licença, professor!

—Atrasado sete minutos! — estava na maior cara de bunda, credo!

—Foi mal, perdi a chave do meu apartamento! Acredita nisso? Que cabeça a minha! — fiz uns gestos batendo mão em minha testa com cara de desapontamento, a turma começou a rir, quando fui me sentar...

—Não, não acredito, saia de minha sala.Volte na próxima. — tá de brincadeira, re virei os olhos, e me virei pra ele.

— Qual é, professor Carlos? Quase atropelo um gato, esbarrei num monte de pessoas, nem sei se tô de cueca, tudo isso apenas para não perder sua maravilhosa aula de física.— toda a sala riu, eu até riria se não fosse verdade...pelo menos a parte do gato, pessoas e cueca.

—Ok!— ainda be—  Deve estar cançado, retire - se ou já sabe onde fica a diretoria. — filho da ... Merda, ele me odeia, eu sei disso.

— —

 Fiquei pensando naquele sonho esquisito, quem era aquelas pessoas? Aquela garota... Devia ter minha idade, eu senti sua angústia. Aaah, não vou pensar nisso, amanhã tem festa. Aquela vadia deve estar lá, ela vai ver só, ninguém me humilha e sai de boa. Huummm, ótimo! Ela vai provar do próprio veneno. Me levantei e fui até numa garota que conversava com  a minha ex namorada puta, Selenne.

— Oi, Jessie!— ela se virou, parecia que ia desmaiar a qualquer momento, muito tímida, chega a ser fofa. Vai servir.

— O-oi, Léo!—hahaha fofa, né? A vad- quer dizer, minha ex, tava com cara de bunda, talvez por eu ter a ignorado, inútil.

— A gente se vê na festa, tudo bem?— muito hilário a cara da Selenne.

— E-eu não fui convidada. — ficou vermelhinha.

— Como não? Eu estou de convidando! Até mais! — 

— Eu t- Selene tentou falar.

—Tchau, Jessie! — a cortei logo, ela me dá nos nervos. Insuportável. Percebi do carro do de Chaz que Selenne disse algo antes de sair jogando os cabelos, que deixou Jessie triste, droga!

— Oque foi, mané? — perguntou dando a partida.

— Acho que usei a pessoa errada. — respondi frustrado. — Amanhã vamos passar na casa dela, você sabe onde fica, né?

—Eu descubro!— Disse fazendo pose, otário mesmo, esse meu amigo.

—Otário stalker! — nós rimos.

——Chaz me deixou em casa, e me entregou o número da Jessie, não sei que porra ele fez para conseguir. Como eu disse um stalker. Fiz questão de avisá la, que não importa o que aquele traste, a disse, eu a convidei, e vou levá la. Mesmo que seja para me vingar da mejera loira, como Chaz a chama, Jessie sempre foi tímida, desde o fundamental, sempre estudamos juntos. Pelo menos vai se divertir um pouco, nunca a vi em festas, há não ser aniversário de alguma garota, o que não é bem a festa.

Me joguei na cama, estava podre, preciso dormir mais horas. Dormi pensando na garota do sonho.  

                       Leonardo(Léo)POV OF


Notas Finais


E é isso!!
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