História Essência - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Fotógrafo, Médica
Visualizações 52
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Harem, Hentai, Josei, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Cross-dresser, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Tudo para qualquer interno que nunca segurou em um bisturi.


Fanfic / Fanfiction Essência - Capítulo 1 - Tudo para qualquer interno que nunca segurou em um bisturi.


● Blanche Polleto ●
Los Angeles; Quinta-feira; 04:33 da manhã


Por mais que eu desejasse obter controle, a língua habilmente lambendo as minha intimidade me levou a contorcer o corpo. Eu não podia parar o desejo insano de empurrar o quadril para baixo, ele estava me guiando ao delírio.

― Peter... ― eu gemi, apertando forte o travesseiro. 

― Você está pronta para vir. ― Peter introduziu um dedo. Ele circulou em torno da abertura, as paredes internas o esmagando.

O meu gemido inesperado o interrompeu. Eu fui duramente mandada para o clímax, ondas oscilando ao longo dos meus braços e pernas.
Senti alguns beijos serem depositado em meu corpo até chegar em minha boca. 

-Gostou?-perguntou Peter.



-Excelente-falei e rapidamente subi em cima do mesmo, beijei levemente seu pescoço, a respiração de Peter estava sendo sentida por mim, era ofegante, segurei seus cabelos, passei a língua em seu pescoço, aquela região era o ponto fraco de qualquer ser vivo. Desci minhas mãos para sua barriga musculosa até chegar ao seu membro e comecei a masturbá-lo, sua respiração estava acelerada e seu peito subia rapidamente enquanto sua respiração ficava acelerada, passei minha língua em sua barriga até chegar ao seu membro, passei minha língua por sua extensão e comecei a chupá-lo, senti sua mão em meu cabelo provavelmente o mesmo estava fazendo um rabo de cavalo, continuei chupando, dando todo o carinho merecido, tirei minha boca de seu membro e o olhei,o mesmo se segurava para não gemer e então eu abocanhei novamente seu membro.


Minha boca descia e subi devagar e eu sentia seu membro bater no céu da minha boca e o mesmo apenas fazia um carinho no meu cabelo, envolvi melhor o seu membro e o mesmo gemeu, eu masturbava o seu membro que não cabia na minha boca, o mesmo segurou meu cabelo com firmeza e começou a estocar em minha boca enquanto gemia, passei levemente e lentamente meus dentes em seu pau e ele gemeu mais alto, senti as veias de seu pau engrossar em minha boca e não parei e continuei a chupá-lo enquanto estimulava suas bolas o mesmo urrou enquanto gozava,senti o jato em minha boca antes de tirar seu pau de minha boca e aproveitei para limpar seu pau. 

-Eu tenho que sai agora-falei me levando assim que escutei o apito do meu celular. 
-Mais já?-perguntou.
-Sim, meu trabalho me espera-falei. 
-Nenhuma rebolada? -perguntou e eu neguei 

-Você vai vir para casa mais cedo? -perguntou Peter pegando sua cueca e a colocando. 

-Primeiro não moramos juntos, você vai para sua casa e eu vou voltar para minha e segundo vou para o meu trabalho de interna que está sendo muito difícil, já que pessoas como eu, internas, somos apenas robôs ou ratinhos sendo comandado por médicos-falei e peguei meu jaleco branco.
-Esqueci que eu sou apenas um brinquedo sexual para você-falou Peter colocando suas calças.
-Eu também sou seu brinquedo sexual Peter, não se esqueça de bater a porta quando sair da minha casa-gritei ligando o chuveiro, tomei um banho rápido e fui me secar, foi procurar uma roupa, abri meu guarda-roupa e peguei uma lengerie e logo em seguida uma roupa (1), me vesti rapidamente e peguei minha bolsa saindo do quarto.

Sai rapidamente do meu apartamento enquanto comia uma maçã e entrei no elevador apertando no botão de estacionamento. 


(...............................)


 
Eu trabalho sete dias por semana e 14 horas por dia, nós médicos, mesmo aqueles que ainda são internos iguais a mim, passam muito tempo juntos do que separados,isso acaba se tornando um ciclo de amizade que nem ao nós notamos.

Depois de um tempo os aptos da resistência torna-se um estilo de vida complicada, igual uma família mesmo com brigas e competições entre si, são pessoas que são quase sangue do seu sangue, o que significa, que por cinco segundos sua mente planeja uma forma de assassinato deles.

No meio da sua residência nunca, eu disse nunca faça amizade com o inimigo,por que a  disposta de paciente é excitante e mais excitante que isso é saber que você tirou de alguém que o convívio parece ruim. 
-Hoje é dia da corrida de bicicleta e não é uma corrida qualquer, essa não é monitora pela policia, é um racha ilegal então vai chegar muito ciclistas machucados.......idiotas machucados.-falou a Doutora Cook, que falava para nós internos. 
-Legal vamos ficar fazendo pontos e colocando band-aids em idiotas ao invés de pelo menos assisti uma cirurgia cardíaca ou neurológica-falou Brooklyn.


-Pode ser que um ciclista bata sobre um carro e precisa de uma cirurgia cardíaca ou neurológica de uma vez, torça para isso Brooklyn-falei. 
-É apenas isso,  Elie vai para o andar da cirurgia e todos vocês, vão para o trauma e não quero ver vocês disputado por pacientes, não se misturem com internos da emergência-falou Cook e alguns de nós concordamos, enquanto outros pareciam insatisfeito e Elie para feliz. 

Corremos para o trauma e logo vimos algumas pessoas com sangue e com machucados superficiais. 

-Parece doces espalhados pelo chão, a diferença é que estão em macas e com sangue,o que assustaria as crianças-falei pra Brooklyn que riu enquanto colocava suas luvas. 
- MEU PACIENTE-gritou Tyler e correu até a maca que tinha um cara com sangue.


Vencer é tudo, tudo para qualquer interno que nunca segurou em um bisturi.


(.................................)

- Paciente sem identificação de mais ou menos 24 anos, atropelando por um carro que evitou bater em um cachorro-falei os dados para o cardiologista Andersen e o neurologista Hughes.


-O coração dele não sofreu nenhuma fratura, meu trabalho por aqui acabou-falou o Dr.Anderson que olhava para mim e Ruth e logo saiu da sala, comecei a falar os dados do paciente. 


-Coma 3, pupilas fixas e dilatadas, atropina ministrada para pulso nos 40, pressão 183 por 112 e pulso 98% -falei para o Dr.Hughes que concordou enquanto olhava os exames. 
-Radiografia exibe mediastino alargado, recebeu 70 de manitol dexametasona 10-falou Ruth.

-Cirurgia? -perguntei tentado não parecer alegre. 
-Não,façam eletroencefalograma e mais testes confirmatório se ele não responder em 6 horas declaramos o óbito-falou entregando a prancheta para Ruth e saindo da sala. 
-Droga poderia ser nossa cirurgia-falei.


-Sim, primeira cirurgia, os médicos  veriam nossa primeira cirurgia, nossa primeira vida salva e com isso iria ter muito benefícios- falou  Ruth enquanto começou a preparar o paciente para ir ao quarto. 
-Não que eu queria ele assim-falei.
-Eu também não,vivo parecia melhor-falou Ruth
-Sim, com toda certeza, principalmente longe de um hospital-falei.


 (..............................)
 
Olhei novamente os olhos do paciente
-Ninguém apareceu ainda? -perguntou Ruth. 
-Não, pupilas fixas e dilatadas-falei anotando.
-Está assim à 57 minutos, se ele não acorda e quase 5 horas a gente espera ele morrer? -falou Ruth.


(...............................)
 
● Justin Bieber ●
Los Angeles; Quinta-feira; 10:49 da manhã

 
-São alpinos? -perguntei arrumando minha câmera. 
-Sim dois homens e uma mulher-falou George, escutei vozes altas. 
-Eu não gostei dessa maquiagem-falou a garota com seu traços alpinos. 
-Não irei passar maquiagem em você, seus traços tem que ficar exposto-falou a maquiadora 
-Passa na minha bunda para tirar essas marcas horríveis-falou. 
-Eles arrumam no photoshop-falou Bethania. 
-Não terá retoques-falei.
-Viu, passa-falou a garota autoritária 
-Não, eu contratei vocês assim para não utilizar maquiagem ou retoques-disse. 
-Mais está horrível desse jeito ninguém vai querer me contratar-falou ela. 
-Vão sim, agora vai até o centro do estúdio e seja o que você foi contratada para fazer-falei  e ela bufou tirando o roupão, seu corpo estava coberto por uma lingerie bege. 


No começo do ensaio estava ótimo até os três modelos começarem a discutir entre si, o que fazia meu trabalho mais difícil, passei meus dedos em pontos fixos da minha cabeça para tirar o estresse, aquela gritaria estava me deixando com dor de cabeça e um péssimo humor, o que fazia meu trabalho mais difícil. 

-PAREM VOCÊS TRÊS AGORA, VOCÊS ENTÃO SENDO PAGOS PARA UMA COISA E ESTÃO FAZENDO OUTRA, QUANDO VOCÊS SE TORNAREM MAIS PROFISSIONAIS A GENTE VOLTA PARA O ENSAIO, ESSE AQUI E MINHA EQUIPE E VOCÊS DEVERIAM FAZER UM BOM TRABALHO E DEIXA O RESTO PARA FORA DESSE PRÉDIO-gritei entregando minha câmera para George enquanto a sala estava em silêncio. 

-Espero amanhã todos no mesmo horário para trabalhar-falei saindo do estúdio. 







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Me dêem uma outra oportunidade para uma nova história.
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Notas Finais




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