História Esta na Água - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem e uma boa leitura pora todos.

Capítulo 3 - Capítulo 3



POV Camila 





Tranco as portas do carro pego apenas a minha bolsa em seguida guardando a chave do carro na mesma, respiro fundo antes de me aproximar da garota que fica me fitando com seus lindos olhos verdes e o seu sorriso torto muito convencido pro meu gosto.




-Pronto podemos ir? —Ela pergunta ansiosa.




-Sim, mas tem um pequeno problema. —Falo séria olhando pra ela que faz cara de confusão e pergunta.




-Qual é o problema?



-Eu não sei o seu nome. —Ela respira aliviada e fala devendo da sua bicicleta.




-Oh me desculpe eu não sei ode estava com a minha cabeça. —Ela fala batendo a palma se mão na própria testa.



-Não sei acima de seu pescoço. —Falo de um jeito engraçado fazendo ela rir.




-Nem sempre, mas me chamo Lauren Michelle Morgado. —Ela fala estendendo a sua mão que de mediato estendo a minha cumprimentando ela.




-Prazer me chamo Camila Cabello.



-O prazer é todo meu, em conhecer você. 





Ela fica sorrindo de um jeito estranho fazendo o meu estômago revirar ficamos alguns segundos segurando a mão uma da outra até que eu saio do meu transe soltando a sua mão falo.




-Acho melhor a gente ir esta ficando tarde.



-É claro vamos. —Ela fala meio sem graça.



Subimos em sua bicicleta e fomos o caminho todo em silêncio apenas ouvindo a respiração uma da outra, enquanto eu me sentia extasiada sentindo o seu cheiro que mal percebi que já havíamos chegando num posto de gasolina e oficina com uma pequena loja de conveniência.




-Pronto chegamos. —Rapidamente desço de sua bicicleta ficando de lado.





-Eu já volto. 




Ela diz se afastando de indo até direção de um homem que imagino ser dono do posto, fala alguma coisa pra ele que me fita e em seguida ambos vem em minha direção apesar de esta sentindo o meu bumbum um pouco dolorido pela pequena viagem de bicicleta tenho que admitir que gostei bastante da companhia da Lauren.




-Boa noite senhorita Cabello me chamo Robert Downey Jr Morgado, prazer em conhecer-la.




-Prazer.




-A minha sobrinha me explicou a situação de seu carro e eu vou agora rebocar-lo e assim que eu volta Lauren levara a senhorita onde desejar.



-Obrigada. —Falo surpresa em saber que ele é o tio dela, em seguida ele sai nos deixando a sós.



-Ah me desculpe por não ter lhe dito que o meu tio é dono do posto.




-Tudo bem. —Falo fitando ela que retribui o meu olhar até que saímos do transe quando ouvimos alguém abusinar.





-Ah me desculpe você pode esperar o meu tio volta em seu escritório enquanto eu vou atender aquele mal educado que não para de abusinar. 




Ela diz meio sem graça me indicando o caminho do escritório de seu tio que vou até lá aguardar-lo, adentro o pequeno escritório bem arrumado e me sento, alguns minutos depois Lauren aparece me oferendo algo para beber que aceito um copo de agua e um saco de batata fritas, pois já estava com fome começamos a conversar distraidamente enquanto o seu tio não chega.




-Então você trabalha aqui com o seu tio? —Pergunto curiosa.




-Sim trabalho.




-E você Camila presumo que não é daqui então veio a trabalho?




-Sim, como sabe disso já que a Flórida não é uma cidade tão pequena assim? —Pergunto curiosa.




-Bom apesar de não conhecer todo mundo daqui ouvir um conhecido dizer que uma excelente repórter vinda de Nova York para trabalhar no jornal Ocean Pecific, então presumi que fosse você.




-Você presumiu certo sou eu.




-Então você vai esclarecer essa história que esta assustando os moradores daqui sobre a água esta transformando pessoas héteros  em homossexuais? —Ela pergunta com certa ironia.




-Sim vou, e você senhorita Morgado o que acha dessa história? 




Pergunto fitando os seus lábios que estão me deixando inquieta a maneira como ela os movimentam me fazendo ter alguns pensamentos pecaminosos que nunca pensei em ter por uma mulher.





-Bom acho que essa.... —Antes que ela terminasse de falar o seu tio bate na porta e adentra no lugar falando.




-Pronto senhorita Cabello já trouxe o seu carro, mas devido o horário só amanhã poderei dar um diagnóstico completo do problema de seu carro. 




-Entendo. —Falo me levantando.




-Lauren deixe a senhorita Cabello onde ela desejar. —Ele fala jogado uma chave pra ela.





-Ajude a senhorita com sua bagagem leve a picape.




-Sim senhor. —Ela fala vindo em minha direção.



-Vamos. 



Em seguida abre a porta para mim sorriu gentil pra ela que vai até o meu carro esta estacionado, abro o porta malas e ela me ajuda com as minhas malas, assim que termina de colocar a minha bagagem na caçamba da picape ela me questiona.


-Então senhorita Cabello onde esta hospedada? —Dou o endereço a ela que sorrir e diz.


-Eu conheço esse lugar não é tão longe daqui. —Ela sorrir sem mostrar os dentes.



-Que bom.




Adentramos em seu carro e seguimos viagem ela pergunta se eu me importo dela ligar o rádio e eu digo que não então ela coloca um cd e começa a soar no som uma das minhas músicas preferidas do Ed Sheeran.




-Você curte Ed Sheeran? —Pergunto curiosa.




-Sim, na verdade eu amo as músicas dele. —Ela fala com um lindo sorriso fazendo o meu coração acelerar de repente.



Ed Sheeran Photograph




Loving can hurt
(Amar pode doer)
Loving can hurt sometimes
(Amar pode doer às vezes)
But it's The only thing that I know
(Mas é a única coisa que eu sei)
When it gets hard
(Quando fica difícil)
You know it can get hard sometimes
(Você sabe que pode ficar difícil algumas vezes)
It is the only thing that makes us feel alive
(É a única coisa que nos faz sentir vivos)
Fiquei observando enquanto cantava concentrada na estrada me sentindo bem com ela que me faz até esquecer por um momento o meu real motivo de esta aqui.




We keep this love in a photoghaph
(Nós mantemos este amor numa fotografia)
We made these memories for ourselves
(Nós fizemos estas memórias para nós mesmos)
Where our eyes are never closing
(Onde nossos olhos nunca se fecham)
Our hearts were never broken
(Nossos corações nunca estiveram partidos)
And time's forever frozen still
(E o tempo está congelado para sempre)



Mal vi o tempo passar e já estávamos bem em frente da casa que o jornal me desmobilizou pra eu ficar até o fim do meu contrato ou até achar alguma pista que me leve até o paradeiro da minha irmã Ally.




-Chegamos. —Ela diz meio desanimada assim como eu que estava adorando a sua companhia, ela desce do carro para me ajudar com q minha bagagem.


Assim que termina de me ajudar eu falo me lembrando que ela ficou de responder a minha pergunta.


-Então você não terminou de me dizer o que acha sobre essa historia da água está transformando as pessoas daqui.




-Bom agora não vou poder conversar com você sobre isso, pois o meu tio esta me esperando.


-Ah é claro.



-Mas é claro que em outro momento podemos nos encontrar para discutimos sobre esse assunto.




-Sim, com certeza. —Falo mais animada do que esperava.




-Tudo bem, eu vou deixar o cartão do posto assim você pode ligar ou ir até lá pra saber sobre o seu carro, e este é o meu número. —Ela fala pegando um pequeno bloco de anotações no bolso de sua calça anota no mesmo e puxa a pequena folha me entregando, e diz.




-Caso você queira conversar mais sobre esse assunto ou qualquer coisa no que precisa eu estou ao seu dispô. —Ela diz com um lindo sorriso tímido.




-Obrigada por tudo Lauren. —Falo pegando o cartão e o pequeno papel com o seu número de telefone que vou guarda com todo carinho.




-Ah não por isso, então tenha uma boa noite e até mais.





-Até senhorita Morgado. —Falo sorrindo porá ela que fica um pouco sem graça e sai da minha porta um pouco atrapalhada indo até a picape, fico esperando ela sair para depois adentra o meu novo lar temporário fechando a porta sentindo que coisas boas vão acontecer.



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