História Estaca zero - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Luan Santana
Tags Luan Santana, Romance
Exibições 53
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 4 - Obrigado,boa noite


Fanfic / Fanfiction Estaca zero - Capítulo 4 - Obrigado,boa noite

Que? Por que eu perguntei isso? É obvio que não. No momento que perguntei ela virou o rosto olhando a estrada pelo vidro e ouço seu choro.
-Desculpa! - peço.
     - Tudo bem! - diz virando o rosto para frente e limpando as lágrimas.
- Qual seu endereço? -  ela põe o enderço no GPS.
  O caminho é longo!
Alguns minutos depois...
Meu celular toca fazendo Ana Paula que está destraida se assustar,fico aliviado de saber que ela ja parou de chorar.
    Vejo por cima que é Nicole.
-Não vai atender? - Ana pergunta.
- Não.
- Deixa eu adivinhar, - diz ajeitando suas pernas  e virando o rosto para mim. - mais uma que você pega,passa a noite,diz para ela ligar,e, quando ela liga, você ignora? E se ela ligar muito,você troca o número? - freio o carro o parando no meio da estrada que está vazia então não afeta em nada.
-Não é bem assim! -  digo olhando para ela ainda com as duas mãos no volante. - E como pode ter certeza que dormi com ela?
- Por que se fosse de trabalho ou família você atenderia. - diz erguendo uma de suas sombrancelhas.
-Ah,não mesmo! -  Não acredito  que ela disse isso,eu não sou um desses babacas. Acelero o carro e sigo na estrada.
{Ana Paula}
Estou sentindo o frio da madrugada que acaba de começar. Desliguei meu celular,por que sei que Guilherme não iria parar de ligar.
- Devia sorrir mais! - Luan diz,viro meu rosto para olhar-lo,ele que nesse momento sorri olhando para estrada. - Calma,não estou  cantando você ,só acho que deveria sorrir!
Será que ele não viu o que acabei de passar? E ainda quer que eu sorria? Por algum momento,será que alguém se preocupou comigo de verdade?
- Não quero sorrir! - digo virando  meu rosto.
-Vou fazer você sorrir,odeio pessoas tristes. - Ele diz convencido de que conseguiria. Chegamos na frente do apartamento.
-Obrigado,Boa noite. - agradeço e desço do carro.
-Boa noite. - Luan deseja. -Ana Paula - me chama - Você errou! - Como assim eu errei? Do que ele está falando? - Eu não passei a noite com ela,foi o dia! - ele diz com um leve sorriso, retribuo o sorriso pelo fato de ele ter me chamado apenas para me contradizer.Me viro para entrar e ele chama novamente:
-Aliás,fiz você sorrir- diz convencido,MERDA. - Boa noite! - logo seu carro sai de vista.
Entro no meu apê,minha tia ja deve estar dormindo,tomo um banho e vou me deitar.
Hoje Guilherme passou de todos os limites,suas crises de ciúmes estão ficando descontroladas,eu não quero terminar com ele nem pretendo,mas ele tem razão,precisamos conversar!

Rj,Domingo,10:36
Sinceramente parece que não dormi nada,mas,preciso me levantar. -Bom dia tia - digo lhe abraçando.
-Bom dia,que carinha é essa? Andou chorando é?  - diz retrebuindo o abraço. Conto tudo a ela. - Querida,você precisa de alguém que te trate bem,que te ame de verdade,gosto de Guilherme,mas não acho que ele seja o cara certo para você.
-Mas o que eu posso fazer tia,se quem EU amo é ele?
-Um relacionamento para dar certo,tem que partir dos dois,não apenas de um!
-Mas por que as crises,se não existe amor?- digo com a cabeça baixa e deixando lágrimas escorrerem sobre meu rosto.
-Para ostentar uma coisa que não é dele,ostentar um amor que não existe,pelo menos não para ele,e talvez,ele acha que sente amor por você,mas no fundo seja apenas carinho. - diz secando minhas lágrimas.-Mas isso não significa ele não goste de você,ele gosta,mas de um jeito diferente do que você,entende? Acho que deveriam conversar e esclarecer o que realmente sentem um pelo outro.
- Você sempre dando os melhores conselhos né? -digo dando um sorriso leve. -Quando Lucas vem?
-Acho que semana que vem. -diz retirando a louça do café. - Vou almoçar na casa de uma amiga quer ir comigo?
-Não,acho que vou almoçar na casa de bia!
   Não vou a casa de Bia,vou até casa de Guilherme,bato na porta,tenho medo de que acabe tudo por aqui.
-Ana? Entra! -diz surpreso
-Precisamos conversar! - digo fria.
-Ana...eu..
-Você me ama Guilherme?
    - C-claro que sim Ana! - gagueja,ele parece nervoso,assim como eu. Sinto um lágrima escorrer.
-E por que faz isso? Por que as crises? Você prometou confiar em mim e mais uma vez,mais uma das várias vezes,você me humilhou,na frente de todos! Por que? - As lágrimas aumentam,não consigo controlar.
- Por que eu te amo Ana! -diz pegando minha mão.
-POR QUE VOCÊ ME AMA?  - grito arrancando minhas mãos da suas. - QUEM AMA CONFIA GUILHERME! ME DIGA O DIA NESTE MÊS QUE NÃO BRIGAMOS PELA PORCARIA DO SEU CIÚMES? - grito,meu coração está disparado,não controlo a voz,vejo Guilherme morder os lábios sem responder o que acabei de perguntar. - Você não sabe né? Mas eu vou te contar, - digo baixo chegando mais perto do seu corpo. - Não teve! E por que? Por que você me ama Guilherme? - digo dando meia volta. - Por que é assim agora,não é mesmo? É só dizer que me ama e está tudo bem? - questiono com um sorriso irônico.
-E VOCÊ ACHA QUE TEM MORAL PARA CHEGAR GRITANDO AQUI? - grita,parado no mesmo lugar. - SE ONTEM QUANDO PEDI PARA VOCÊ ENTRAR NO MEU CARRO,VOCÊ RECUSOU E FOI COM O CANTORZINHO. - Não acredito que ele vai usar isso com desculpa! -  E VAI SABER O QUE ACONTECEU  DEPOIS QUE VOCÊ ENTROU NAQUELE CARRO. - grita.
- Você ouviu o que acabou de dizer? - pergunto,deixando escorrer lágrimas,as quais não consegui conter. Vou em direção a porta.
-ANA PAULA! - Me sgura pelo braço,me deixando colada em seu corpo.
-Você ta me machucando.- digo arrando meu barço de sua mão. - Não te reconheço Guilherme,um dia eu senti amor,amor verdadeiro por você,e sabe o que sinto agora?  sinto nojo! E sabe o contorzinho? Eu não dormi com ele,nem o beijei,mas ele foi o único que me fez sorrir enquanto chorava por você! -digo saindo de sua casa.
Choro,choro como nunca chorei,choro de raiva,decepção,choro por três anos da minha vida que vivi com uma pessoa que nem sabe se me ama ou não,me doei para alguém que desconfia de cada passo meu.
Arranco com o carro,ainda choro, não acredito que Guilherme insinuou aquilo de mim?  Mas a partir de hoje,ele não precisa se preuocupar,afinal,acabou! Minha tia tinha razão,Guilhereme não me ama mais,se realmente me amou  um dia.
{Luan}
Odeio hotéis,quando poderia estar em casa,com minha família,mas semana que vem não tenho show,então vou passar o domingo aqui e amanhã a tarde volto para SP.
-Finalmente,bela adormecida. - Riber diz rindo.
-Bom dia,para você também. Cadê o Cirilo?
- Ta vindo. - diz apontando para Well que vem em nossa direção,sentamos para almoçar.
-Gente,baladinha hoje?
- Vão vocês,eu não! - Well diz dando uma garfada em sua comida.
- Ta,pode ser! - digo,ja que não tenho nada para fazer essa noite.





Notas Finais


Aiaiai!
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