História Estava escrito - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias O Clone
Personagens Ali El Adib, Augusto Albieri, Carol, Dalva, Daniela Escobar Maysa Ferraz, Diogo Ferraz, Jade Rachid, Latiffa El Adib Rachid, Leônidas "Leãozinho" Ferraz, Lobato, Lucas Ferraz, Said Rachid, Tio Abdul Rachid, Yvete Simas Ferraz, Zoraide
Tags Abdul, Albiere, Ali, Bellydance, Carol, Cultura Árabe, Dalva, Dança Do Ventre, Diogo, Jade, Latiffa, Leônidas, Lucas, Marrocos, Maysa, Mohamed, Nazira, O Clone, Said, Yvete, Zoraide
Exibições 45
Palavras 2.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii amigons, aproveitando o feriadão para dar mais um capítulo para lerem. Espero que gostem <3

Capítulo 13 - Desconfianças


Latiffa abriu os olhos e sorriu ao constatar Said vendo-a despertar. Latiffa estava com a cabeça encostada no peito de seu marido e ele tocou sua face.

- Esposa, - Estava orgulhoso por finalmente poder chama-la assim. – bom dia.

- Bom dia habibi. – Latiffa pegou a mão de Said que estava acariciando seus cabelos e a beijou.

- Está na hora de levantar, temos de tomar um banho, logo eles chegarão. – Said beijou seu rosto e se levantou da cama.

Latiffa passou a mão no rosto, estava descansada, mas com preguiça de levantar tão cedo. Mas, levantou. Tomaram banho e se vestiram apropriadamente com suas vestes brancas. Latiffa arrumava a cama quando a porta começou a bater.

- Já vai. – Said foi em direção a porta e olhou para trás, Latiffa acenou com a cabeça dizendo que poderia abrir, e ele abriu.

- Bom dia! – Ali entrava no quarto trazendo uma mesa com rodinhas carregada de café da manhã, enquanto as mulheres gritavam, comemorando.

- Bom dia. – Said respondeu beijando Abdul.

- Que Alá abençoe vocês. – Abdul sorriu.

- Eu quero ver a prova. – Nazira já entrou no quarto com a mão estendida para Latiffa.

- E vai ver. – Latiffa levantou-se e foi com as mulheres para a sala ao lado do quarto mostrando o pano com a prova do sangue, da virgindade da marroquina.

Com o grito das demais mulheres na sala ao lado, Abdul e Ali se alegraram pois entenderam do que se tratava. Zoraide sorria para Latiffa.

- Nazira agora vai ter que te engolir. Ela tem a prova. – Piscou.

- Isso mesmo, quero ver ela ter motivos para tentar me difamar de alguma coisa. – Latiffa ajeitava o cabelo bagunçado.

- Agora vamos sair, terminem de tomar café. – Zoraide sorriu.

- E Jade? Cadê? – Latiffa olhou para as demais mulheres de véu, procurando a prima.

- Está em casa. – Respirou fundo parando de sorrir. - Tenho certeza que está aproveitando essa oportunidade para falar no telefone com o brasileiro. – Zoraide sussurrou.

- Alá. – Latiffa pôs a mão na boca.

- Ele está aqui... – Zoraide abaixou as vistas.

- Eu vi, desconfiei de longe daquela pessoa coberta ao lado de Jade. – Latiffa olhou em volta os parentes conversando no quarto.

- Tenho medo, ela é ardilosa, acredito que de tanto tentar ela vai acabar metendo os pés pelas mãos. – Zoraide sussurrava.

- Você acha que ela vai conseguir fugir com ele dessa vez? – Latiffa a olhou assustada.

- Não. – Zoraide balançou a cabeça. – Fugir ela não vai conseguir nunca, mas se ficar contrariando o destino dela pode acabar sendo pega fazendo mal feito com 4 testemunhas presentes e aí... Nem Sid Ali vai proteger ela das chibatadas, vai ser a honra dele em jogo.

- Alá, porque? Tenho tanto medo de ver tudo o que tenho escapar de minhas mãos. -  Latiffa olhava seu noivo tomando café angustiada.

- E não adianta falar mais nada, botou na cabeça que ama o brasileiro que não conhece há muito tempo e não tem quem tire. – Zoraide bateu a mão na cintura.

- Alá amaldiçoa ela se algo de ruim acontecer comigo. Egoísta, só pensa nela, em meu pleno casamento ela se encontrando com Lucas. – Latiffa levou as mãos no rosto.

- A culpa não é dela, ela pensa que está apaixonada, pensa que conhece o amor sem ter convivido com ele. Tudo isso é engenho do brasileiro, enfeitiçou ela. – Zoraide explicava com as mãos.

- Enquanto ela não ficar com Lucas e depois ser deixada de lado ela não vai compreender o que dizemos. Ela prova do doce, mas vai chegar o tempo que vai conhecer o amargo. – Latiffa sussurrava aflita.

- Eu morro de medo do castigo de Abdul. Jade pode pisar na gente, em mim, em você, até em Sid Ali, mas se ela envergonhar Mohamed, Lala Nazira e Sid Abdul não vão ter pena dela. Morre ela, morre Lucas e morro eu, que não tenho nada a ver com isso. Alá! – Zoraide batia nas próprias coxas.

- Mohamed já desconfia que tem algo de errado. Ela está plantando tempestade, e a natureza do grão é crescer, quem planta, colhe. – Latiffa ficou séria.

- Zoraide? – Ali se aproximou.

- Sim Sid. – Ela e Latiffa mudaram suas expressões faciais.

- Que tanto conversam aí? – Sid a olhava desconfiado.

- Ah, nada Sid. Estávamos falando de uma receita que fiquei de ensinar à Latiffa. – Zoraide sorriu.

- É sim tio. – Latiffa sorriu também.

- Tá bem vamos indo, deixa Latiffa comer.

- Sim Sid. – Zoraide passou com a cabeça baixa, sentia ter que esconder tanta coisa de Ali.

- E você. – Ali sorriu para Latiffa. – Só por esses dias vai dormir lá em casa. Infelizmente tivemos um atraso na chegada dos móveis da sua casa, mas logo se mudará quando chegarem.

- Sim tio. – Latiffa sorriu, levando um beijo na testa.

Após todos irem embora Latiffa se aproximou da mesa e passou a comer também. Said já tinha terminado de comer. Ele passou a mão no cabelo da esposa.

- Estou tão contente, está tudo dando tão certo. – Said se apoiou na janela entre aberta.

- É sim habibi. – Latiffa comia o pão. – Espero que continue sempre assim... – Ela sussurrou baixo.

- E Jade? Porque não veio nos ver? – Said tirou os olhos da janela e olhou para a esposa.

- Ah. – Latiffa balançou a cabeça. – Estava cansada da festa.

- Não imagino porque, não vi ela dançando nenhum segundo para meu irmão. – Said voltou o rosto para a janela, desgostoso.

- Ah.. Ela tá tímida, só isso, eu também nunca dancei para você ainda habibi... – Latiffa tentava desconversar. – Mas eu tenho roupas lindas de dança do ventre. E – foi interrompida.

- Jade já falou alguma vez do meu irmão para você? Ela se mostra apaixonada ou age da mesma maneira fria com que age na nossa frente? – Said olhou para Latiffa que por um tempo ficou sem responder.

- Vocês tem que ter paciência com a Jade, Said... Ela viveu a vida inteira no Brasil, não está acostumada com a ideia de casar e não sentir nada pelo noivo dela... – Latiffa desviou os olhos, e olhava a comida, com medo da onde aquela conversa poderia terminar. Mesmo sem concordar, teria que defender Jade.

- Mas nós sentimos. Desde a primeira vez que nos vimos. – Said respondeu a olhando sério.

- Nós tivemos sorte. Nem com todo mundo é assim. – Latiffa deu os ombros.

- Hm.. – Said virou o rosto, pouco satisfeito com o que ouviu.

- Vai dar certo habibi. Vai acontecer o que é para acontecer, se não acontecer é porque não estava no destino dos dois. – Latiffa o olhou esperando ouvir algo, mas Said respirou fundo e entrou para o banheiro.

Latiffa abaixou a cabeça triste, com medo de pensar no tamanho do abalo que seu casamento poderia sentir caso Jade fizesse algo indevido. Se Zoraide acha que Ali entrega Jade para as chibatadas, então é provável que Said a devolva, e quem depois vai querer uma mulher devolvida? Quem sabe o destino de Latiffa se resumiria em ser a terceira, quarta esposa de um homem bem mais velho, feio. Alá, que destino mais triste!

[...]

- Está tudo pronto seu Leônidas. – Dalva entrou no seu escritório animada.

- Está bem, estou indo para a sala. – Leônidas guardava seus papeis nas gavetas.

- É hoje que vamos conhecer a namorada do Diogo? – Albiere perguntou contente.

- Ele disse que iria traze-la. – Leônidas sorriu se levantando da cadeira.

- Que bom, você tem que se harmonizar com seus filhos. Eu estou com saudades dos meus afilhados. – Albiere falava com as mãos.

- Está difícil. Esses meninos me pedem muito. – Albiere também levantou da cadeira. Leônidas se retirou e Albiere o seguia até a sala.

- Faça o que eles pedem dessa vez, eu concordo com o Diogo. – Leônidas virou de costas, estando de frente para Albiere.

- Até você Albiere. – Leônidas falou em tom cansado.

- Seja lógico homem, ela traiu você. Não importa se ela não sabia que Diogo era seu filho, é traição do mesmo jeito. – Albiere juntou as mãos.

- Eu já perdoei isso. Já passou. – Leônidas levou a mão na cabeça, aquelas lembranças o incomodavam.

- E quem lhe garante que ela não continua fazendo? – Albiere o olhou.

- Ah... – respirou fundo. – Ninguém me garante, com todo essa história e todo mundo me aconselhando a deixa-la eu acabei me afastando, não a vejo há muito tempo.

- Isso é bom, aproveite a distância para terminar. A relação de vocês está esfriando.

- E como não estaria, não é? Estou me sentindo sozinho novamente. – Leônidas sentou-se no sofá da sala.

- E qual companhia lhe anima mais? A dos seus filhos ou a dela? – Albiere se sentou a seu lado, o olhava calmamente.

- .... É diferente. – Leônidas desconversou.

- Claro, mas outra mulher você pode encontrar.

A campainha toca. Os dois olham para a porta, que Dalva abria. Diogo surge acompanhado de Maysa. Albiere sorri ao ver seu afilhado favorito.

- Diogo, quanto tempo. – Albiere o abraçou.

- Albiere. – Diogo sorria.

- Desde que foram para o Marrocos, eu não os tinha visto mais.

- Pai, Dalva, essa é Maysa. – Tocou nas costas da Maysa, ela deu um passo se aproximando.

- Como vai? – Sorriu apertando a mão de Leônidas.

- Muito prazer. – Leônidas ficou contente por conhece-la.

- Olá. – Maysa sorriu para Albiere e Dalva.

- É bonitinha essa menina. – Dalva sorriu a abraçando. Maysa sorriu.

- Obrigada. – Maysa olhou para Diogo, que embora de início estava receoso, gostou de finalmente ter a oportunidade de apresenta-la ao pai.

- Vamos para a mesa por favor. – Dalva os encaminhou à suas cadeiras.

[...]

A mesa estava farta, com um arranjo floral no centro da mesa. Cada um se servia e a comida estava cheirosa.

- E como está o Lucas? Cadê ele Diogo? – Albiere limpava a boca com o lenço enquanto perguntava.

- Advinha? No Marrocos. – Diogo sorriu.

- De novo? Ele não já tinha voltado? – Dalva cruzou os braços.

- Ele voltou para buscar a namorada dele. – Diogo coçou a cabeça.

- Não acredito nisso, o Lucas está se arriscando se metendo com aquela gente, de cultura totalmente diferente. – Leônidas o olhava confuso.

- Eu sei quem é, é a sobrinha de Ali não é? – Albiere tocou o queixo, se lembrando daquele dia em que se conheceram.

- Você conhece? – Leônidas perguntou.

- Sim, sou amigo do tio dela desde o tempo da faculdade. A não ser que o Lucas se converta, Ali não vai aceitar casamento fora da religião, eu o conheço bem. – Albiere levantou o dedo.

- Nem imagino o Lucas com o tapete estirado aqui em casa, rezando em direção à Mesquita. – Leônidas balançou a cabeça.

- Eu o acho muito corajoso. Só tem que ter certeza, depois que se aceitar, não vai ser fácil voltar atrás. – Albiere defendeu.

- Ele está com problema justamente porque ela já está noiva. Mas aquele povo parece que é doido, não aceitam de jeito nenhum o Lucas, mesmo que ele se converta ela já está prometida. – Diogo falou com deboche.

- Mas como ele vai resolver essa situação? – Albiere se espantou.

- Ele vai fugir com ela para cá. Seria muito bom se você o aceitasse pai. – Diogo olhou para o pai.

- Primeiro me pedem para largar a Yvette, agora compactuar com essa ideia maluca? – Leônidas se negou.

- Eu também acho essa ideia deles muito infantil. Aqui no Brasil o Lucas pode encontrar a mulher que quiser, mas, se ele insiste tanto. Nós vamos morar com eles no apartamento do Diogo, não é amor? – Maysa pegou na sua mão.

- É sim, já tá tudo pronto. – Diogo pegou na mão dela.

- Essa mulher tá me cheirando a problema. Então quer dizer que é por isso que até agora o Lucas nunca pisou o pé aqui em casa?! – Dalva bateu a mão na cintura.

- Dalva, você prefere o Lucas lá em casa ou no Marrocos? – Diogo perguntou. – Então trate de aceitar.

- Eu quero ele aqui em casa. Depois eu penso num jeito de pôr juízo na cabeça dele. – Dalva deu de ombros.

- Não vai conseguir Dalva, essa garota mexe com ele, Lucas está agindo como homem firme indo atrás dela. Deixou de ser aquele garoto covarde, assustado. – Diogo sentiu orgulho.

- Mesmo assim, ainda temos que ver isso. Eu preciso falar com o Lucas, ele no Marrocos, mesmo sendo brasileiro, está sob as leis de lá, se ele for pego com essa muçulmana ele pode levar até 80 chibatadas. – Albiere explicou.

- É o que??? Ai meu Deus do céu, é hoje! – Dalva se assustou.

- Isso ainda resolveremos. Agora, e o senhor Pai? Pensou na minha proposta? Não sente nossa falta aqui? Lucas vai chegar e você ainda vai estar com aquela mulher aqui dentro de casa? – Diogo perguntou.

- Ela não mora aqui. – O pai respondeu.

- Ainda. – Diogo se ajeitou na cadeira.

Maysa percebeu Dalva se retirando, e a seguiu, saindo da mesa também. Deixando os três homens discutindo suas opiniões sobre a Yvette e o Lucas. Dalva abriu a porta e passou a conversar com alguém lá fora. Maysa se aproximou da janela e viu uma mulher loira, de idade madura, com certeza era a tal Yvette. Pelo jeito de Leônidas estava claro que sentia falta dos filhos, mas lhe faltava a coragem de abandonar Yvette, mesmo eles não se encontrando como antes, teria que ser ela a ir embora.

- Eu quero entrar, ele está fugindo de mim é? – Yvette estava tentando chegar a porta, mas Dalva a impedia.

- Olha eu deveria bater naqueles seguranças, como diabos deixaram você entrar? – Dalva estava zangada.

- Eles sabem que sou a mulher de Leônidas Ferraz! – Ela bateu no peito.

- Vá embora daqui, não volte mais. – Dalva a apontava o dedo.

- Há quanto tempo ele não me procura, o que que há hein? Leãozinho está se escondendo de mim? – Yvette se zangou.

- Por favor, sem gritaria. – Maysa saiu pela porta, caminhando até Yvette.

- E você quem é? – Yvette perguntou diminuindo mais a voz.

- Maysa, namorada do Diogo. – Yvette se lembrou da noite que teve com Diogo, e trocava olhares com Maysa. – Ele está aqui na casa dele hoje, peço para você não entrar. Não o provoque. Ele já está abrindo mão da casa dele para não ter que dividir espaço com você.

- Eu não estou nem aí para isso, eu namoro o pai dele! – Respondeu.

- Yvette, não vou brigar com você, mas vou pedir gentilmente para que vá embora, saia da vida de Leônidas, como homem respeitador ele não consegue pensar na possibilidade de te dar um fora, mas por dentro é isso que ele quer. – Maysa a olhava séria. – Ele não está feliz. Nem te procura mais, ele está tendo a chance de escolher novamente o que vai querer, e dessa vez ele vai escolher escutar os filhos. Só está procurando forças para te dizer isso.

- Eu sei o que vocês pensam de mim, pensam que sou uma aproveitadora, não vou mentir, gosto do dinheiro do Leãozinho sim, mas estou gostando dele também. – Ela sorriu mais calma. - Passamos pouco tempo juntos no Marrocos, mas foi bom.

- Passaram alguns dias no Marrocos e você o traiu na primeira noite que pode sair sozinha. – Dalva a olhava com desgosto. Yvette preferiu não responder, sabia que erro.

- Eu entendo. Mas o filho dele está fazendo essa exigência. Está pedindo para ele escolher. Se você quer o bem dessa família, auxilie indo embora. – Maysa falava firme. – Vai ser melhor para todos nós.

Yvette ficou olhando Maysa por alguns segundos e foi embora. Dalva mal conhecia, mas já adorou a atitude de Maysa, ela parecia ser uma boa dona de casa, tinha firmeza e seria a futura dona daquela casa, porque Dalva não aceitaria Jade nenhuma. Não concordava nem um pingo com essa história.

- Acha que ela vai embora para sempre? – Dalva perguntou, vendo Yvette pegando um táxi, saindo de perto da casa.

- Acredito que sim. Diogo vai ficar contente em saber. E orgulhoso de mim. – Maysa sorriu olhando para Dalva.

- Você chegou na hora certa filha. – Ela sorriu.

- Doutor Leônidas é uma boa pessoa, eu quero que ele tenha seus filhos perto dele de novo, quero dar a oportunidade de ele ter a gente mais junto. – Maysa deu a mão para Dalva.

- Se Deus quiser. Agora vamos entrar, vou fazer um café para você.

[...]



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