História Estereótipo - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster
Tags Bts, Colegial, Estereótipo, Hentai, Hetero, Jeongguk, Jungkook, Romance, Victra
Visualizações 907
Palavras 2.073
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura (♡)

Capítulo 17 - Arrependimento equivocado


Surpreendentemente, eu estava adorando ajudar Namjoon. Toda a minha energia e criatividade estavam sendo doadas à peça do mais velho, o que me mantinha ocupada.

 — Pode ser no festival de outono. A diretora disse que poderia abrir espaço na grade do evento para alguns projetos. — o garoto disse, animado.

— Seria incrível. — sorri. — Todo mundo assistiria à minha performance maravilhosa.

— Cala a boca. — Coby revirou os olhos. — A estrela sou eu.

— Vocês sabem que o projeto é meu, certo? — O Kim nos indagou, arqueando as sobrancelhas.

Era horário de intervalo. Namjoon, eu e Coby, um garoto de cabelos loiro mel e um sorriso de dentes quase perfeitos, uma vez que seus caninos se alongavam um pouco mais do que o habitual e um de seus incisivos inferiores entortava-se sobre seu vizinho, dando a ele a aparência de uma espécie de vampiro adolescente, estávamos sentados no meio do palco do auditório, discutindo sobre o projeto final do primeiro.

— Sim. — soprei — Mas somos a melhor parte dele. — sorri sem mostrar os dentes.

— Eu vou deixar vocês se iludirem. — Namjoon notificou, meneando a cabeça em negação. — Porque tenho mais coisas para me preocupar. — umedeceu os lábios enquanto escolhia as palavras para prosseguir. — Eu acho que escolhi a peça.

— Qual vai ser? — Coby o questionou. Sua boca se contorceu em expectativa.

— Eu realmente estava dividido, mas, depois de conversar com a diretora, conclui que A Megera Domada seria mais interessante. — suas covinhas iluminaram o sorriso animada que ele abriu.

— Ah… — tentei esconder o desapontamento em minha voz, mas falhei na tarefa — Por quê?

— Romeu e Julieta é um clássico, de fato. Mas eu acho AMD mais atraente por ser menos explorada e… — fez uma pausa — Porque eu acho que poderíamos fazer algo meio “10 coisas que eu odeio em você”, sabem?

Eu sabia. Ah, e como sabia. Minhas inúmeras tardes chorando por esse filme eram uma ótima prova disso.

— Ah! — Coby exclamou, sorrindo. — Foi baseado na peça, não é?

— Sim. — assentiu. — Shakespeare e um filme clássico dos anos noventa. Eu realmente não sei o que poderia me fazer mais feliz.

— Vai ser incrível! — praticamente gritei, assustando os dois garotos ao meu lado. — Eu posso ser a Bianca? — assumi uma pose meiga, sorrindo para os dois.

— Você é dissimulada. Estava pensando em te escalar como a Katharina. — arrumou sua postura. — Mas eu vou promover audições, de qualquer forma.

— Você recrutou nós dois. Não precisa se fazer de difícil. — O falso Edward Cullen cantarolou, olhando-me de soslaio enquanto o fazia.

— Eu posso mudar de ideia. — checou seu relógio de pulso. — Vamos. Eu só os chamei aqui para dizer isso. Vão comer. — levantou-se.

— Todos sabemos que eu vou ser um perfeito… — franziu o cenho — Qual o nome dele, mesmo?

— Vespúcio. — o Kim replicou, rindo.

— Isso. — sorriu — Eu vou ser um perfeito Vespúcio. — fez careta. — Mas a gente pode mudar o nome do cara, huh?

— Liberdade poética. — o mais velho disse, simplista.

Eu fiquei alguns segundos pensando sobre a personalidade de Katharina e toda a peça, distraindo-me suficientemente para não notar que os dois garotos me esperavam em frente ao palco.

— Você vai ficar aí? — Coby indagou, apoiando os antebraços na estrutura onde eu estava.

— Nah. — levantei-me, dando tapinhas nas calças após fazê-lo. — Me distrai.

— Por que isso não me surpreende? — ele cantarolou.

Revirei os olhos. Minhas pernas levaram-me até o limite do palco.

— Vem cá. — ele se afastou um pouco e ergueu os braços.

Sentei-me na beirada da estrutura, então apoiei as mãos em seus ombros quando ele alcançou minha cintura e ajudou-me a alcançar o chão.

— Obrigada. — agradeci ao me desvencilhar dele. — Ah, não. Katharina Minola não lhe diria obrigada. — coloquei a mão sobre o queixo.

— Felizmente, ela não existe. Maeve, sim. E ela pediria. — rebateu, rindo.

— Vamos logo! — Namjoon apressou-nos. Ele já havia subido as escadas do auditório, estando posicionado próximo à porta do local.

— Estamos indo. — vociferei de volta.

O Kim soprou o ar ruidosamente por entre os lábios, mostrando seu descontentamento para com a nossa demora.

— Você está com fome, não é? — indaguei o óbvio. Ele sempre ficava estressado nesses momentos.

— Muita. — retorquiu, observando-me diminuir a distância que nos separava, acompanhada de Coby.

— Calma. Ainda tem tempo de intervalo. — chequei o celular em meu bolso quando  esse vibrou. Uma notificação de mensagem iluminava a tela.

Finalmente alcancei o mais velho, que sorriu ao abrir a porta à sua frente, provavelmente já sonhando com o hambúrguer do refeitório.

— Quem é? — O loiro perguntou, apoiando a cabeça sobre meu ombro para observar a tela de meu celular enquanto eu o desbloqueava.

— Não é da sua conta. — cantarolei, inclinando o rosto em sua direção para mostrar-lhe a língua.

O som da pesada porta se abrindo soou em seguida, então veio o silêncio.

Voltei o olhar ao aparelho em minhas mãos, lendo as seguintes palavras em seu ecrã:

Estou te esperando em frente ao auditório”

A mensagem era de Jeongguk.

— Interessante. — Coby soprou outra vez.

Empurrei-o de lado, rindo.

— Pare de xeretar minhas coisas. — adverti-o, mesmo que meu tom soasse amigável.

Outra vez, distraída demais para me dar conta de que Namjoon ainda segurava a porta para que saíssemos e, do lado de fora, Jeongguk me esperava de braços cruzados e cara fechada.

— Oi. — sorri amarelo para o moreno, que não me retribuiu. — Esse é Jeongguk, Namjoon e Coby. Jeon, estes são Namjoon e Coby — apresentei-os à medida em que deixava o local, adentrando o corredor.

Coby imitou meu ato, então Namjoon pôde sair e fechar a porta atrás de si.

— Prazer. — o loiro sorriu em direção ao Jeon.

— Ah, bom dia. — O Kim desejou-o de forma simpática.

— Oi. — Jeongguk correu a língua pela parte interna de sua boca. Sua cabeça se inclinou um pouco para trás enquanto suas mãos se enterravam mais nos bolsos de seus jeans rasgados.

Os dois louros não precisaram de muito mais para perceber que Jeon não estava a fim de conversar.

— Ah… — Coby entortou o rosto, desconfortável. — Eu vou ir comer alguma coisa.

— Eu também. — Namjoon o mirou, cúmplice. — Foi um prazer. — meneou a cabeça em um aceno em direção a Jeongguk. — Até mais.

— Até. — imitou o ato do mais velho.

Os dois rapidamente sumiram pela curva do corredor da forma mais discreta que podiam. Detalhe: eles não eram nem um pouco discretos.

— Jeongguk. — mirei-o após perder os outros dois de vista. — É por isso que as pessoas te acham antipático. — cruzei os braços sob os seios.

— Aish. — revirou os olhos. — Eu não fiz nada.

— Exatamente. Não adianta reclamar sobre não entender as pessoas se você não tenta se enturmar com elas.

— Eu tento. Mas não estava a fim. Não com eles. — indicou a direção contrária a que os garotos seguiram com a cabeça, começando a caminhar nela em seguida.

— Por quê? — acompanhei seus passos.

— Eu só não quero. — entortou o nariz em uma careta.

— Você está estranho. — arqueei as sobrancelhas em sua direção. — O que veio fazer aqui?

— Você passou a semana inteira trancada no auditório. Achei que assim conseguiria te ver. — suspirou.

— Ah, estávamos tratando da peça. — dei de ombros. — Agora já sabemos qual vai ser. — entrelacei as mãos atrás das costas, movendo os ombros de forma ritmada enquanto andava. — A Megera Domada. Eu, provavelmente, serei a megera. — cantarolei.

— É uma história legal. — olhou para frente.

Avistei a porta da quadra, notando que estávamos a rumando.

— Quem vai ser o cara? — ele me fitou ao indagar. Suas bochechas prendiam ar entre elas e suas sobrancelhas estavam franzidas, resultando em uma feição apreensiva.

— Tem vários caras. — ri. — Mas meu par deve ser o Coby. Moonie vai fazer audições, de qualquer forma. — empurrei a porta da quadra com a ajuda do mais alto.

— Acho que vou participar. — comentou enquanto cruzávamos a abertura.

Olhei-o, surpresa.

— Jeongguk, você mal falou com duas pessoas no corredor, como quer atuar em uma peça para dezenas delas? — indaguei-o, tentando não soar tão dura.

A porta bateu atrás de nós, então seguimos para uma das arquibancadas.

— Tem razão. — soprou após alguns segundos.

— Mas seria interessante entrar para o teatro. Pode te ajudar a enfrentar a timidez. — lancei-o um sorriso.

— Eu não tenho tempo para outro clube. — admitiu.

Continuei o seguindo enquanto ele caminhava até a parte inferior das arquibancadas.

— É o que acontece quando se tem talento para vários. — revirei os olhos, rindo fraco.

— Eu sei. Não posso evitar ser tão incrível. — brincou, olhando-me por cima dos ombros.

Encostei-me na parede e observei-o caminhar até a caixa presa a um dos componentes da estrutura que se erguia sobre nossas cabeças.

— A peça também vai ser incrível. — voltei ao assunto, ouvindo Jeon bufar. — Que foi? Você disse que eu devia ajudar. — dei de ombros.

— Estou feliz por você estar gostando disso. — tirou um energético da caixa, que guardava os mais inusitados objetos para entreter os alunos que recorriam ao lugar para fugir das aulas. — Mas você só tem falado disso e daqueles dois garotos ultimamente. — voltou até mim enquanto abria a garrafa, usando uma das mãos enrolada do tecido de sua camiseta para fazê-lo e jogando a tampa no mesmo objeto de onde havia retirado a bebida.

— Eu só estou animada. — apanhei a garrafa de suas mãos quando parou a minha frente. Ele me observou levá-la aos lábios e engolir um pouco do líquido.

— Eu sei. — suas bochechas se encheram de ar outra vez, fazendo com que sua expressão desapontada parecesse fofa perante os meus olhos.

— Eu devo te perguntar como se sente agora? — devolvi a garrafa a ele.

— Provavelmente. — sorriu de lado ao segurar o objeto novamente. — Mas eu não sei explicar. — pareceu pensar durante alguns segundos. — Você ser a principal significa que vai ficar com aquele garoto? Cory?

— Coby. — corrigi, rindo baixinho. — Katharina vai. Sim.

Jeongguk trincou o maxilar.

— Ah, tá. — tomou um gole da bebida. — Eu acho que li sobre isso na internet,  também. — disse após afastar a garrafa da boca.

— O quê?

— Ciúme. — suas bochechas coraram quando ele o disse. — Eu sei que não tenho o direito, mas não gosto da ideia de você passar tanto tempo com eles.

Sorri. Minhas mãos alcançaram seu rosto, acariciando-o. As borboletas em minha barriga se agitaram.

— Tudo bem. Desde que você não se descontrole quando Coby me beijar.

— O quê? — entreabriu os lábios.

— Se bem que… eu acho que é ela quem o beija. — pendi a cabeça para o lado.

— Maeve. — bufou.

— Ah, Jeon. — afastei uma das mãos de seu rosto, entrelaçando-a à sua livre em seguida. — Você não precisa se preocupar com isso. Eu gosto de você.

— Hm. — murmurou, mirando nossas mãos juntas.

— São beijos técnicos. — continuei.

— Hm.

— Você está me irritando. — endureci o olhar. Minhas mãos voltaram-se à mim.

Ele me olhou por debaixo dos cílios, sem expressão.

— Jeongguk. — ciciei, frustrada. — O que você quer que eu faça? Eu não entendo.

Nossas respirações pesadas eram os únicos sons que nos impediam de cair em um silêncio absoluto.

— Me desculpe. — murmurou, por fim. Sua mão livre alcançou meu rosto, acariciando-o antes de o trazer para mais perto. — Eu vou pesquisar o que fazer com esse sentimento depois. — disse, tentando prender uma risada entre os dentes. Então separou a distância entre nossas bocas, juntando-as em um beijo calmo.

Sua destra se enterrou em minha nuca, prendendo minhas madeixas entre seus dedos e as puxando levemente. Sua outra mão descansava na altura de meus quadris, fazendo com a textura da garrafa roçasse o local.

Enlacei seu pescoço no exato momento em que ele se afastou, deixando-me confusa.

— Que foi? — ciciei, buscando seu olhar.

— Desculpa. — ele coçou a nuca. — Eu acho que não consigo lidar com a imagem de outra pessoa te tocando assim, mesmo que em uma peça.


Notas Finais


o jk ta equivocado, ele

primeiro: 300fav e 400coment PORRA CARALHO MEU CU KANSJAJSJSNSJSJSJSJSN muito, muito obrigada ♡♡♡

dscp o surto, to felizona

segundo: o que acham de um pov do jk pra comemorar isso? me respondam, prfvr kdnensn

obg por tudo, luv ya

xx


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