História Estrangeira-Imagine JungKook (18) - Capítulo 30


Escrita por: ~ e ~marykook

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Dramaromance, Jeon Jung Kook
Visualizações 69
Palavras 2.825
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


❤ Sei q ta grande demais espero que tenha ficado legal.

Capítulo 30 - O Grande Dia❤💍


Fanfic / Fanfiction Estrangeira-Imagine JungKook (18) - Capítulo 30 - O Grande Dia❤💍

Meus olhos se abriram.

Eu fiquei deitada tremendo e engasgando em minha cama quente por vários minutos, tentando me livrar do sonho. O céu pra fora de minha janela virou cinza e então um rosa pálido enquanto eu esperava para meu coração desacelerar.

Quando eu voltei para a realidade do meu quarto bagunçado e familiar, eu me senti um pouco irritada comigo mesma. Que sonho para se ter na véspera do meu casamento! Isso que eu ganhei por ficar obcecada com histórias perturbadoras no meio da noite.

Ansiosa para me livrar do pesadelo, eu me vesti e fui para a cozinha muito antes do que o necessário. Primeiro eu limpei o cômodo pequeno, e quando Carolaine levantou, eu preparei panquecas. Eu estava muito inquieta para ter qualquer interesse em tomar café da manhã – eu sentei e fiquei remexendo na cadeira enquanto ela comia.

Carolaine me avaliou

- Ah, que inferno! Olhe seus olhos! - ela reclamou com reprovação. - O que você fez? Ficou acordada a noite toda?

- Quase.

Ela me encarou. - Eu tenho pouco tempo para lhe deixar maravilhosa, S/N. Carol havia chegado– você podia ter tomado mais cuidado com o meu material.

- Ninguém espera que eu fique maravilhosa. Eu acho que o grande problema é que eu talvez durma durante a cerimônia e não seja capaz de dizer “aceito’’ na parte certa, e então Jung kook vai conseguir fugir.

Ela riu. - Eu vou jogar meu buquê em vocês quando estiver na hora.

- Obrigada.

- Pelo menos você vai ter bastante tempo para dormir no avião amanhã.

Eu ergui uma sobrancelha. Amanhã, eu pensei. Se nós fomos embora depois da festa, ainda estaríamos no avião amanhã à noite... bem, não estávamos indo para Londres, Jung kook não tinha dado nenhuma pista. Eu não estava tão estressada com o mistério, mas era estranho não saber onde iria dormir na noite seguinte. Ou, esperançosamente, não dormindo...

Carol percebeu que ela tinha me dado uma dica, e franziu a testa. Descemos ate o carro... 

- Você já está com as malas preparadas e prontas - ela disse para me distrair.

Funcionou. - Carol, eu queria que você me deixasse preparar minhas próprias malas!

- Teria dado muitas pistas.

- E negado a você uma oportunidade de fazer compras.

está na hora de superar essa aversão a roupas novas.

Eu encarei preocupada pelo para- brisa

- Ele já voltou? - eu perguntei.

- Não se preocupe, ele estará de volta antes que a música comece. Mas você não pode vê-lo, não importa quando ele chegue. Vamos fazer isso do jeito tradicional.

Eu bufei. - Tradicional!

- Certo, a parte da noiva e do noivo.

- Você sabe que ele já espiou.

- Ah, não - esse é o porquê de só eu ter visto você no vestido de noiva eu e as meninas é logico. Tenho sido bem cuidadosa.

- Bem - eu disse quando nós fizemos a curva – Esta certo. - Os seis quilômetros da estrada estavam novamente envoltos em milhares de luzinhas. Dessa vez, ela adicionou arcos de cetim branco.

- Não quero desperdiçar. Aproveite, porque você não verá a decoração de dentro até que esteja na hora. - Ela estacionou na garagem gigante a norte da casa. O jipe enorme de Jimin.

- Desde quando a noiva não pode ver a decoração? - eu protestei.

- Desde que ela me colocou no comando. Quero que você tenha o impacto completo quando descer as escadas.

Ela colocou a mão sobre meus olhos antes me deixar entrar pela cozinha. Eu fui

imediatamente assaltada pelo cheiro.

- O que é isso? - eu perguntei enquanto ela me guiava pela casa.

- É muito? - A voz de Carol estava preocupada. -aqui. Espero que eu tenha acertado.

- O cheiro é delicioso! - eu a assegurei – era quase intoxicante, mas não surpreendente, o balanço das fragrâncias diferentes era sutil e completo. - Cascas de laranja... lilás... e alguma coisa estou certa?

- Muito bom, S/N. Só esqueceu da freesia e das rosas.

Ela não descobriu meus olhos até que estivéssemos em seu grande banheiro. Eu olhei para a grande pia, coberta com toda a parafernália de um salão de beleza, e comecei a sentir os efeitos da noite mal dormida.

- Isso é realmente necessário? Eu vou parecer comum perto dele de qualquer jeito.

Ela me sentou em uma cadeira pequena e cor-de-rosa. - Ninguém vai ousar chamar você de comum quando eu terminar.

 Eu me apoiei nas costas da cadeira e fechei meus olhos, esperando ser capaz de cochilar enquanto aquilo durasse. Eu apaguei de vez em quando enquanto ela me maquiava, passava blush e polia cada espaço do meu corpo.

Era depois do almoço quando Vanessa escorregou pela porta do banheiro com um vestido prata brilhante com seu cabelo Ruivo preso em uma pequena coroa no topo de sua cabeça. Ela era tão linda que me deu vontade de chorar. Qual era o sentido em me vestir com Vanessa por perto?

- Eles voltaram - Vanessa disse, e imediatamente meu ataque de pânico infantil desapareceu.

Jung Kook estava em casa.

- Deixe-o longe daqui!

- Ele não vai encontrar com você hoje - Vanessa a assegurou. - Ele dá valor demais à vida. Jin os mandou cuidar de umas coisas. Você quer alguma ajuda? EU posso fazer o cabelo dela. Uma staff apareceu era Rose.

Meu queixo caiu. Eu fiz uma batalha em minha cabeça, tentando me lembrar de como fechar minha boca. Eu nunca fui a pessoa preferida de Rose. Então, deixando as coisas ainda mais tensas entre nós, ela estava pessoalmente ofendida pela escolha que eu estava fazendo agora.

- Claro - Carol disse. - Você pode começar trançando. Eu quero que fique um pouco embaraçado. O véu vai aqui, embaixo. - As mãos dela começaram a passar pelo meu cabelo, levantando e virando-o, ilustrando em detalhes como ela queria. Quando ela terminou, as mãos de Rose substituíram as dela, amaciando meu cabelo com um toque mais leve do que pena. Carolaine voltou para seu rosto. Uma vez que Rose recebeu as recomendações de Carol sobre meu cabelo, ela saiu para pegar meu vestido e localizar Hoseok, que tinha sido designado para pegar minha mãe e meu pai, do hotel. Lá embaixo, eu podia ouvir a porta se abrindo e se fechando várias vezes. Vozes começaram a se aproximar. Carolaine me fez levantar para que ela pudesse colocar o vestido por cima de meu cabelo e maquiagem. Meus joelhos tremeram tão forte quando ela fechou os botões de pérola nas minhas costas que o cetim caiu em pequenas ondas pelo chão.

- Respire fundo, S/N. - Carol disse. - E tente diminuir as batidas de seu coração. Você vai Suar e borrar a maquiagem.

Joguei a ela a melhor expressão sarcástica que pude fazer. - Vou tentar fazer isso.

- Eu tenho que ir me vestir agora. Consegue se segurar por dois minutos?

- Ah... talvez?

Ela revirou os olhos e saiu pela porta.

Eu me concentrei em minha respiração, contando cada movimento de meus pulmões, e encarei o padrão que a luz do banheiro fazia brilhar pelo tecido de minha saia. Eu estava com medo de olhar no espelho – medo de que a imagem de mim mesmo em um vestido de noiva iria me fazer ter um novo ataque de pânico.

Carol voltou antes que eu respirasse duzentas vezes, num vestido que caia pelo seu corpo

magro como uma cachoeira prateada.

- Carol, uau.

- Não é nada. Ninguém vai olhar para mim hoje. Não enquanto você estiver no salão.

- Há há.

- Agora, você está sob controle ou eu preciso trazer Suga aqui?

- Eles voltaram? Minha mãe está aqui?

- Ela acabou de entrar. Está subindo.

Omma tinha chegado há dois dias, e eu tinha passado cada minuto que podia com ela – cada minuto que eu podia afasta-la de Vanessa e da decoração, nas palavras dela. Até onde eu podia dizer, ela estava se divertindo mais que uma criança.

- Ah, S/N! - ela gritou agora, emocionada, antes que ela tivesse passado pela porta. - Ah, querida, você está maravilhosa! Ah, eu vou chorar! Carol, você é fantástica! Você  Vanessa e Carolaine deviam entrar no mercado como planejadoras de casamentos. Onde você achou esse vestido? É lindo! Tão Gracioso, tão elegante. Vanessa e Carol  e Carolaine agradeceram.

*Em alguns minutos*

Já está na hora mesmo? - Omma disse para si mesma, parece quase tão nervosa quanto eu me sentia. - Isso tudo foi tão rápido. Sinto-me tonta. Isso fazia duas de nós.

- Me dê um abraço antes que eu desça. - omma insistiu. - Cuidado agora, não quero rasgar nada.

Minha mãe me apertou gentilmente em sua cintura, então se virou para a porta, só para terminar a volta e me olhar de novo.

- Ah, meu Deus, quase esqueci! Jorge, onde está a caixa?

Meu pai procurou em seu bolso por um minuto e então tirou uma pequena caixa branca e a entregou a minha mãe. Ela levantou a tampa e entregou para mim.

- Alguma coisa vermelha. - ela disse.

- E alguma coisa velha também. Eles eram da sua vó - meu pai adicionou. - Nós pedimos para um joalheiro substituir as jóias antigas por safiras. Dentro da caixa haviam duas presilhas de cabelo. Safiras vermelhas escuras estavam incrustadas em complicados desenhos florais em cima dos prendedores. Minha garganta ficou apertada. - Mãe, pai... vocês não precisavam.

- Carol não nos deixou fazer mais nada - minha mãe dizia. - Toda vez que a gente tentava, ela praticamente arrancava as nossas gargantas. Uma gargalhada histérica saiu pelos meus lábios.

Carol veio para a frente e rapidamente deslizou as presilhas em meus cabelos, logo abaixo das tranças grossas. - Isso é uma coisa velha e Vermelha - Carol pensou, dando uns passos pra trás para me admirar. - E o seu vestido é novo... 

-Fico feliz por isso ( eu dizia irônicamente) minutos depois meu pai retornava com dois buquês cheios de flores brancas. O cheiro de rosas e flores de laranjeira e freesia me cercou numa suave mistura.

Carolaine ficou bem na minha frente, na ponta dos pés pra me olhar nos olhos mais facilmente, e agarrou meus pulsos em suas mãos.

- Concentre-se,S/N. Jung kook está te esperando lá embaixo.

Eu respirei profundamente, tentando me recompor.

A música havia começado. Eu flutuei nas escadas junto com as fragrâncias dase pudessem estar cheios de lágrimas também, se isso não fosse uma coisa tão impossível. Ele

abaixou sua cabeça em direção à minha, e eu fiquei na ponta dos pés, jogando meus braços –

com buquê e tudo – ao redor do pescoço dele.

Ele me beijou ternamente, me adorando; eu esqueci a multidão, o lugar, o tempo, a razão...

lembrando apenas que ele me amava, que ele me queria, que eu era dele.

Ele começou o beijo e eu tive que termina-lo; eu me agarrei a ele, ignorando as risadinhas e

os convidados limpando as gargantas. Finalmente, as mãos dele detiveram meu rosto e ele se

afastou – cedo demais – pra me olhar. Na superfície seu sorriso repentino estava divertido, era

quase um sorriso pretensioso. Mas por baixo desse espetáculo momentâneo da minha exibição

pública estava uma profunda alegria que ecoava a minha própria.

A multidão aplaudiu, e ele virou os nossos corpos para ficar de frente para as nossas famílias

e amigos.

Os braços da minha mãe foram os primeiros a me encontrar, seu rosto coberto de lágrimas

foi a primeira coisa que eu encontrei quando eu desviei meus olhos de Edward sem querer. E aí eu

fui passada para a multidão, passada de abraço para abraço, apenas meio consciente de quem me

abraçava, minha atenção concentrada na mão de Edward que segurava a minha própria mão com

força. Eu reconheci a diferença entre os abraços suaves e quentes dos meus amigos humanos, e

os abraços gentis e frios da minha nova família.

Um abraço severo se destacou entre os outros – Seth Clearwater teve a corags milhões de flores. Eu me concentrei da idéia de Jung kook me esperando lá embaixo.

Não me deixe cair, pai - eu sussurrei. Ele pôs a minha mão em seu braço e a apertou com força. Um passo de cada vez, eu disse a mim mesma enquanto começava a descer ao lento som da marcha. Eu não ergui meus olhos até que os meus pés estavam seguros no chão, apesar de conseguir ouvir os murmúrios e ruídos da platéia enquanto eu aparecia. O sangue subiu pro meu rosto por causa do som; é claro que já se esperava que eu fosse uma noiva corada.

Assim que os meus pés tinham vencido as escadas traiçoeiras, eu estava procurando por ele. Por um breve segundo, eu fiquei distraída com a profusão de botões de flores brancas que pendiam de guirlandas em qualquer parte da sala que não estivesse viva, caindo em longas filas de leves laços brancos. Mas eu separei meus olhos dos arcos das portas e procurei pelas fileiras de cadeiras cobertas de cetim – ficando ainda mais vermelha quando vi a multidão de rostos olhando pra mim – até que eu finalmente o encontrei, de pé perto de um vaso com mais flores ainda, e mais laços..

Eu não vi minha mãe de onde ela devia estar sentada na primeira fileira, nem a minha família

nova, ou nenhum dos meus convidados – eles teriam que esperar até mais tarde.

Tudo o que eu realmente via era o rosto de Jung Kook ele encheu minha visão e dominou minha mente. Os olhos dele estavam Radiantes, ouro em chamas; seu rosto perfeito estava quase parecendo severo com a profundidade de suas emoções. E aí, quando ele encontrou meu olhar abismado, ele se quebrou em um sorriso feliz de tirar o fôlego.

De repente, a única coisa me impedindo de correr pelo corredor era a mão de meu pai apertando a minha. A marcha era lenta demais enquanto eu tentava fazer meus pés acompanharem o ritmo. Por sorte, o corredor era bem curto. E finalmente, finalmente, eu estava lá. Jung kook estendeu sua mão. Meu pai pegou minha mão e, num símbolo tão velho quanto o mundo, colocou-a sobre a mão de Kook. e eu estava em casa. Nossos votos foram simples, palavras tradicionais que já foram ditas milhões de vezes, apesar de nunca por um casal como nós. Nós só pedimos ao Padre pra fazer uma pequena mudança. Ele concordou em trocar a frase “até que a morte nos separe” por uma mais apropriada

“enquanto nós dois vivermos”.

Naquele momento, enquanto o juiz de paz dizia sua parte, meu mundo, que tinha estado de cabeça pra baixo por tanto tempo, agora parecia ficar na posição correta. Eu me dei conta do quanto eu estava sendo ao sentir medo disso – como se isso fosse um presente de aniversário que eu não queria ou uma exibição vergonhosa,. Eu olhei para os olhos brilhantes,triunfantes de Kook, e eu soube que eu também estava vencendo. Porque nada mais importava além do fato de que eu poderia ficar com ele.Eu não me dei conta de que estava chorando até a hora de dizer as palavras tão esperadas.

- Eu aceito - eu consegui botar pra fora num sussurro quase inaudível, piscando pra conseguir ver o rosto dele.

Quando foi a vez dele de falar, as palavras soaram claras e vitoriosas.

- Eu aceito - ele jurou.

O Padre nos declarou marido e mulher, e aí as mãos de Jung kook se ergueram pra segurar o meu rosto, cuidadosamente, como se ele fosse delicado como as pétalas brancas balançando sobre nossas cabeças. Eu tentei compreender, apesar da quantidade de lágrimas me cegando, o fato surreal de que essa pessoa incrível era minha. Seus olhos estavam cheios de lágrimas também, se isso não fosse uma coisa tão impossível. Ele abaixou sua cabeça em direção à minha, e eu fiquei na ponta dos pés, jogando meus braços –com buquê e tudo – ao redor do pescoço dele. Ele me beijou ternamente, me adorando; eu esqueci a multidão, o lugar, o tempo, a razão...

lembrando apenas que ele me amava, que ele me queria, que eu era dele. Ele começou o beijo e eu tive que termina-lo; eu me agarrei a ele, ignorando as risadinhas e os convidados limpando as gargantas. Finalmente, as mãos dele detiveram meu rosto e ele se afastou – cedo demais – pra me olhar. Na superfície seu sorriso repentino estava divertido, era quase um sorriso pretensioso. Mas por baixo desse espetáculo momentâneo da minha exibição pública estava uma profunda alegria que ecoava a minha própria.

A multidão aplaudiu, e ele virou os nossos corpos para ficar de frente para as nossas famílias e amigos. Os braços da minha mãe foram os primeiros a me encontrar, seu rosto coberto de lágrimas foi a primeira coisa que eu encontrei quando eu desviei meus olhos de Jung kook sem querer. E aí eu fui passada para a multidão, passada de abraço para abraço, apenas meio consciente de quem me abraçava, minha atenção concentrada na mão de kook que segurava a minha própria mão com força. Eu reconheci a diferença entre os abraços suaves e quentes dos meus amigos e a minha familia. 



Notas Finais


Até a proxima bolinhos❤


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